Ser Cristão - Antes de Abrir a Bíblia, Abra o Coração Assunto de ovelha é aqui, no Ser Cristão.Um pensamento, uma interpretação. Um sentimento cristão.Uma lembrança do céu.
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sábado, 3 de março de 2012
IP Casa de Oração - Rua Raposo da Fonseca, 934 - Guaianases - São Paulo: A vinha de Noé - Prazer no Pecado Alheio
IP Casa de Oração - Rua Raposo da Fonseca, 934 - Guaianases - São Paulo: A vinha de Noé - Prazer no Pecado Alheio: Prazer no pecado alheio (Palavra de Domingo) Pastor Sergio Silveira Casa de Oração - Ministério Minas Gerais - Sub Sede - Guaianases...
sexta-feira, 2 de março de 2012
O Bom Samaritano
O Bom Samaritano
Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo (Lucas 10-37).
Vivia em Samaria, talvez um homem de posse, um dia descia pelo caminho que o distanciava de Jerusalém e ali encontrou um judeu que fora vítima de um assalto e que fora deixado como morto lançado ao chão. Antes dele passaram por ali um sacerdote e um levita, mas deixaram o pobre compatriota caído ao chão. O medo de que o mesmo acontecesse com eles o fizeram distanciar-se da cena criminosa com rapidez, mas o samaritano parou, olhou e sentiu-se imensamente incomodado com a cena, seu coração compadeceu-se e – diz a Bíblia – imensa
compaixão.
Como os outros passou e olhou, mas tomou uma atitude, não permitiu que o medo ou qualquer outro sentimento superasse a sua compaixão pelo homem que sofrera aqueles abusos. Ele pensou no ser humano, na pessoa que era como ele e que poderia ser ele naquela situação. Então ele cuidou daquele homem, limpou-lhes as feridas, usando o material que tinha à mão – azeite e vinho – e, depois dos cuidados preliminares, seguiu seu caminho, mas levando consigo seu paciente.
Quando ele acomodou aquele desconhecido na pousada, não se intimidou em deixá-lo ali, antes pagou ao dono da estalagem para que mantivesse a pessoa ali, até sua volta.
Este samaritano resolveu viver por alguém, mesmo que um desconhecido e sua história chegou até nós. É isto que diferencia os verdadeiros heróis daqueles que querem se mostrar. O verdadeiro herói tem em si a iniciativa, não espera que alguém decida o que ee deve ou não fazer, simplesmente coloca a mão no arado.
Não existem tantos heróis simplesmente porque estamos sempre esperando que os outros tomem a iniciativa e com isto a vida vai passando e quando tudo se acaba, nem todos serão lembrados. Os que viveram como passarinho, como eles morrerão, e serão esquecidos, mas se toma a iniciativa, se arregaça as mangas e coloca a cara para bater, com certeza vai cometer erros, mas vai acertar muito mais. O samaritano sabia o que fazer e não se importou se outros passaram pelo caminho ou ainda, se outros passariam, ele viu a oportunidade de ajudar alguém e ajudou. Não pensou se estava dificultando sua caminhada, se com um peso extra teria que enfrentar maiores dificuldades no trajeto, não pensou que aquela pessoa poderia morrer sobre seus cuidados e ele seria cobrado depois, nada disto. Ele tomou para si a responsabilidade de cuidar do desconhecido e assim agiu.
Muitas vezes estamos apontando as dificuldades e necessidades da Sociedade, culpando os Governos pelas faltas que eles de fato possuem, mas esquecemos que podemos nós mesmo fazer algo para alguém. Paramos no pensamento comum de que uma andorinha só não faz verão e deixamos pessoas morrerem por enfermidades que nós sabemos como curar ou a quem indicar para que tenha um tratamento digno. Deveríamos acreditar no pensamento popular: Salve uma vida e salve o mundo, este sim um adágio sábio.
As pessoas que efetuaram as maiores mudanças sociais no mundo, levantaram suas bandeiras, arregaçaram suas mangas e foram a luta, em sua maioria, em batalhas solitárias, mas conseguiram grandes resultados e mudaram vidas. Já os grandes falastrões nada fizeram e mesmo seus discursos tornaram-se vazios como sua história e muitos deles acabaram enterrados com suas palavras medíocres e com esquecidos pelos demais. Para cada Davi, há muitos leões, ursos, Simei, Golias e Saul que acabam tombando no caminho.
A verdadeira Religião
“Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã. A religião pura e imaculada diante de nosso Deus e Pai é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e guardar-se isento da corrupção do mundo” (Tiago.1.26-27)
Infelizmente os cristãos inventaram um bordão antibíblico de que Igreja não é Centro de Assistência Social, muitos pastores e irmãos repetem esta barbaridade, alegando que a Casa do Senhor é lugar de adoração e em uma única frase detonam duas grandes verdades cristãs: o que importa é que o adorem em espírito e verdade (João 4-23), e que a verdadeira religião é amar o próximo (Tiago 1-27). A Igreja esta sim para atender a pessoa em todas as suas necessidades e se não faz não é de fato um lugar para adoração a Deus, pois aquele que despreza o pobre, despreza ao Deus que o criou (Provérbios 14-31). A Casa do Senhor não é lugar para cultivar a vaidade, a discórdia, a falta de amor ao próximo, se isto é o que acontece, o Senhor não habita mais neste lugar.
Devemos como cristãos analisarmos sim o que é dito no altar, pois era isto que fazia a Igreja em Bereia e por isto foi elogiada. Infelizmente vivemos uma época em que o Evangelho virou algo comum, qualquer um se diz crente e não muda de vida.. Artistas e celebridades instantâneas gritam aos quatro ventos sua salvação, mas não há nada de mudança de vida, de caráter, estão usando o Cristianismo como uma moda atual, é “fashion” ser cristão, apenas isto e, os grandes líderes vão aceitando que o undo adentre a Igreja, mas os necessitados? Estes que fiquem ã beira da estrada, lançado ao solo, com suas feridas, roubados em seus direitos, discriminado por sua situação difícil. Enquanto a Igreja não reconhecer seu papel social, sua responsabilidade frente a Sociedade, seremos visto apenas com aquele Zé Povinho que não pensa, que é manipulado.
Hoje os pastores se orgulham de ver em seus altares políticos que “aceitam Jesus”durante a campanha e a os apoiam para que eles perpetuem-se no poder, mas ao necessitado nega o pão. Para mim estão dentro daquela passagem de Jeremias que diz que alguns fortificam os braços daqueles que persegue os menores – os malfeitores (Jeremias 23-14).
Os discípulos um dia perguntaram ao Senhor quando eles o ajudaram com alimento, roupas ou agasalhos e o Jesus disse que quando fizerem aos pequeninos algo assim, a Ele fizeram (Mateus 23-40). Infelizmente muitos esqueceram-se que um dia prestarão contas de suas atitudes a Deus e Ele nos cobrará cada uma de nossas atividades que foram contra sua ordenança.
O Evangelho esta deixando os púlpitos e em seu lugar estão a ficar as Palestras Administrativas que celebram o dinheiro, o poder e a riqueza, deixando de lado a Mensagem da Cruz. E como sempre diz e repete o Pastor Sérgio, quem leva uma cruz esta pronto a morrer nela ou por ela. Só que levar a cruz esta ficando muito pesado.
O exemplo daquele samaritano foi tremendo pois ele não rejeitou sua cruz – ser samaritano naquela época era uma grande cruz, pois eles eram odiados pelos seus irmãos judeus – mesmo assim, ao notar ali no caminho o judeu machucado, ele não passou de lado, na verdade, juntou a cruz daquele homem moribundo à sua e levou ambas. Como disse Albert Pike, O que fazemos para nós, morre conosco. O que fazemos pelos outros e pelo mundo, continua e é imortal. Sim, a fama do justo – aquele que pratica a justiça – permanece além de sua vida, afinal, No final, não são os anos da vida que contam, mas avida que há nos anos, dizia Abraham Lincoln. E ele estava certo. Você pode matar um herói, mas jamais enterrará com ele, sua História.
E como Jesus diria: Vai tu e fazes o mesmo (Lucas 10-37)!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
A vinha de Noé - Prazer no Pecado Alheio
Prazer no pecado alheio
(Palavra de Domingo)
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Mesmo sabendo que seu pai o amaldiçoaria quando soubesse, Cam foi a seus irmãos e relatou o fato, mas não foi por cuidado, foi por zombaria mesmo. Afinal, se fosse por outro motivo e, principalmente por zelo pela integridade de seu pai, ele não seria castigado da forma tão severa como foi.
Faz – nos pensar – e esta foi uma mensagem de domingo, claro – que infelizmente muitas vezes nós encontramos prazer no pecado alguém. O pecado do próximo vale um momento de prazer, por mais doentio que possa ser este nosso comportamento e por maiores que sejam as conseqüências deste em nossas vidas. Isto porque Cam sabia que poderia ser até amaldiçoado por seu pai – e realmente foi – mais a alegria em zombar da condição de seu genitor lhe foi melhor no momento que pensar no que lhe aconteceria no futuro. De fato ver em que estado fica uma pessoa sob os efeitos do álcool é de fato cômico para muitos; que o digam os grandes comediantes do mundo que exploram suas verves humorísticas criando personagens que se deixam controlar pelo consumo excessivo de bebida e perdem sua dignidade até. No entanto aquele filho deveria perceber a importância que seu pai tinha para sua vida e para Deus; afinal fora escolhido para salvar a humanidade do dilúvio.
Na prática
Com nossos semelhantes se dá o mesmo. Encontramos prazer em espalhar uma notícia negativa sobre um cristão, esquecendo-nos de sua importância para o Senhor, que o escolheu e chamou para sua maravilhosa luz. Esquecemos que somos seus iguais e podemos cair em erro até pior, afinal não somos super heróis, desprovidos de vulnerabilidades. Somos propensos aos mesmos erros e se não vigiarmos também cairemos. E como diz um sábio pensamento popular, devemos agir com respeito quando passamos por alguém na subida, pois não sabemos quem nos amparará quando despencarmos de lá. Sim, se agirmos com bondade para com os que tropeçam no caminho que leva a vida eterna, estaremos plantando amizade e as colheremos quando por nossa vez tropeçarmos. Cristo mesmo nos deixou uma parábola sobre amor incondicional quando falou sobre o bom samaritano. Antes dele pelo caminho passou um levita e um sacerdote e nada fizeram para ajudar a vítima caída ao longo do caminho, mas aquele samaritano deixou seus afazeres e atendeu aquele desconhecido. Assegurando-lhe paz, tranqüilidade e conforto até seu pronto restabelecimento. É muito fácil apontar o dedo àquele que tropeça, mas estender-lhe a mão é um ato de amizade que reservamos a alguns amigos nossos e muitos nem a estes. Sim, muitos deixam de lado o amigo que tropeça, para eles é difícil encarar as fraquezas alheias, afinal elas refletem seus próprios temores. Infelizmente, nesses anos todos servindo ao Senhor, tenho visto muitos pastores, cantores, missionários, evangelistas e membros em geral tropeçarem, mas quanto maior a importância deste para a obra do Mestre, maiores são os comentários que se fazem sobre estas pessoas. Infelizmente muitos esquecem que Deus é misericordioso e perdoa – como diz meu pastor – à vista, estes não esquecem os erros alheios, principalmente aqueles que se intitulam santos. São estes, os pseudos santos, quem mais criticam; sejam com palavras ou atos, aqueles que tombam na batalha. Para estes as fraquezas humanas lhes são desconhecidas, isto por que desconhecem o que diz a Palavra sobre a sua responsabilidade para com os demais e a critica a vangloria.
Esquecemos que estamos numa guerra e que cada soldado que cai é uma batalha vencida pelo inimigo do Senhor, afinal esta guerra não é nossa, mas os soldados feridos são nossos irmãos e companheiros de batalha. E como já vi alguns pastores dizerem “os cristão são os únicos soldados que apedrejam e mutilam seus companheiros feridos durante a batalha”. Critico pensamento, mas muito verdadeiro.
Conclusão
Tudo isto me faz lembrar de uma advertência do sábio Salomão, “Quando teu inimigo cai, não se alegre e quando alguém o faz tropeçar não festeje o seu coração”Pr 24.17. Se o Senhor não se alegra quando festejamos a derrota daqueles que nos ferem, que dirá quando temos prazer na desgraça de nosso irmão, seja ele próximo ou não. Se continuarmos lendo, o verso 18 deixa claro que se nos alegrarmos com o mal que se dá aos nossos inimigos, Deus pode recuar até sua ira daquela pessoa, por não ver com bons olhos nossa atitude. Que Deus maravilhoso! Aleluia!***************************************************]
Publicado antes em Web Artigos
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Casamento - Não mais eu, e sim, nós!
Não mais eu, e sim, nós!
Elisabeth Lorena Alves
Bem, para muitas pessoas o casamento é na verdade uma invenção humana e, para algumas pessoas, uma instituição falida criada pelo homem para escravizar a mulher e mantê-la refém dos desejos machistas do homem. Só que o casamento foi criado por Deus e, em nossa Sociedade, independente do dogma religioso que aceitamos, declaramos nossos votos diante de um altar e tomamos por testemunha Aquele que se preocupou com o ser humano e com sua solidão, trazendo a existência este relacionamento: Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade... (Malaquias 2:14).
Estes votos é uma opção que fazemos, mas no momento em que falamos diante de Deus, sempre representado por um de seus representantes na Terra, estes votos deixam de ser uma declaração de amor e passam a representar uma aliança entre o casal e Deus e, deve ser respeitada pelas palavras que dizemos: Até que a morte nos separe – dizemos. Assim, esta aliança passa a existir: Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem (Mateus 19:6); é necessário sabermos disto, de que assim que declaramos nossos votos, eles não são mais apenas entre nós e sim estão agora estendidos a Deus, que faz parte deste relacionamento. Infelizmente esquecemos disto, colocamos muitas outras pessoas dentro de nossos casamentos, mas esquecemos de fora Aquele que deveria ser a pessoa mais importante, Aquele que deveria conhecer nossos anseios, nossos medos e sonhos. Por isso muitos casamentos naufragam, porque os casais deixam de lado Aquele que deveria guiá-los e aceitam todo o tipo de conselhos que na maioria das vezes apenas incentivam os sentimentos egoísta das partes e sem levar em consideração o bem estar do casal em si.
É necessário que o casal zele pela vida em comum, não só a esposa, mas ambos: Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento...para que não se interrompam as vossas orações (1 Pedro 3:7), pois a falta destes cuidados com o relacionamento interfere em todas as outras relações interpessoais e, pode atrapalhar até a comunhão com Deus. Sim, se não estamos bem enquanto casal, até nossas orações e nossa fé enfraquecem e perdendo este apoio, voltar atrás e retomar a nossa amizade como casal se torna difícil, pois nos tornamos muito ansiosos e individualistas quando deixamos de crer e esperar em Deus.
Colocar outras pessoas em nosso relacionamento é tão prejudicial que ao criar o casamento, o Senhor Deus determinou:Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne (Gênesis 2:24), estava assim deixando claro que nem mesmo os familiares devem interferir em nosso matrimônio, mesmo que eles aleguem estar pensando em nosso bem estar.
O casamento deve ser honrado como algo especial que não deve ser manchado pelo adultério, prostituição e a lascívia: Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará (Hebreus 13:4), mesmo aqueles casais que não seguem nenhuma religião, devem se preocupar com o respeito mútuo dos votos que fizeram entre si, para manter a paz necessária para a durabilidade destes laços, que a princípio, só pode ser rompido com a morte, salvo casos específicos. A legitimidade do matrimônio está relacionada exatamente ao fato de que ele tem sua duração agregada a duração da vida de um ou de outro cônjuge.
A unidade do casamento é algo que vem desde a instituição do casamento, que foi criado para que o homem não vivesse sozinho. Com o casamento, os dois passam a ser apenas um – chamamos de casal – é uma nova unidade, onde eles dividem suas experiências e necessidades, mantendo também a fidelidade e o respeito devido a ambos. A Bíblia afirma que devemos nos relacionar fisicamente com nosso cônjuge, respeitando os sentimentos de ambos e não deixando de responder aos desejos da esposa ou esposo, pois isto pode trazer problemas diversos à relação e, principalmente, interferência do inimigo: Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência (1 Coríntios 7:5).
Só a parceria, o dividir sonhos, a admiração, pode fortalecer os laços que fazem de dois – eu – apenas um: nós. É o convívio diário que cria aquela intimidade em que o casal entende um olhar, diferencia um tom de voz imperceptível aos de fora, a força de um sorriso e de um abraço que para os outros é apenas um carinho disperso transmitem o apoio necessário para o momento.
Hoje as pessoas alegam que vivem de forma moderna e preferem viver os ditos “casamentos abertos”, onde tanto um quanto o outro cônjuge podem manter relações de intimidade com pessoas fora do casamento. Infelizmente eles nem mesmo percebem que com isto estão destruindo o plano de Deus para suas vidas e felicidade e, também não entendem o divórcio, as brigas e esfriamento do matrimônio como consequências desta nova visão, que na verdade é a ruptura de uma aliança que vem desde o Éden. Não percebem que é nesta ruptura que crescem filhos desajustados, homens e mulheres infelizes que não cessam de buscar a felicidade que jamais será encontrada enquanto não aprenderem a respeitar os laços milenares do casamento. O amor sadio, sem repulsas, sem máculas e sem egoismo, gera a segurança necessária para que a família cresça saudável e assim a Sociedade recebe o benefício, já que pessoas saudáveis são geradas em condições psicológicas favoráveis.
Deus, pela Palavra, deixa claro a possibilidade de um novo casamento: divórcio porque o parceiro cometeu adultério: Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério (Mateus 19:9) e a morte do primeiro cônjuge: De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido (Romanos 7:2-3).
Que possamos estarmos revestidos em amor, que é o verdadeiro vínculo da perfeição – como nos ensinou o apóstolo Paulo: E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição. E a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos. A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai (Colossenses 3:14-17). Se seguirmos esta recomendação com certeza aprenderemos ser cada dia mais felizes e termos condições de manter uma vida equilibrada.
O melhor de tudo sempre é manter a nossa Fé, o nosso coração em Deus e confiar que Ele quer o melhor para nós enquanto casal. E, sempre, enquanto casal, procurar ter uma vida de comunhão com Deus, mantendo nosso hábito de orarmos ao Senhor, juntos, pedindo que em todo o tempo estejamos juntos e unidos pelo amor. E o Senhor que quer o melhor para seus filhos, nos protegerá sempre.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
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IP Casa de Oração - Rua Raposo da Fonseca, 934 - Guaianases - São Paulo: Vasos de Barro - Desde a fabricação ao uso - Vasos...: Vasos de Barro (Palavra de Domingo) Fala-se muito em ser vaso e muitas vezes os mais simples sentem-se inferiorizados pelos que se to...
IP Casa de Oração - Rua Raposo da Fonseca, 934 - Guaianases - São Paulo: O cristão e o sofrimento
IP Casa de Oração - Rua Raposo da Fonseca, 934 - Guaianases - São Paulo: O cristão e o sofrimento: O cristão e o sofrimento Pastor Sérgio Carlos da Silveira Vivemos uma era em que o sofrimento presente em todo mundo é negado como se esta ...
Os 10 leprosos - Quando o estrangeiro agradece
Os 10 leprosos - Quando apenas um agradece
Diácono Carlos Alexandre
Se estudarmos a vida dos leprosos, da época de Jesus, baseando nosso estudo em Números e Levítico, vemos era uma vida infeliz a que estes doentes eram forçados aviver, dado seus problemas de saúde.
Qualquer pessoa sabe que um doente precisa de cuidados, mas os únicos direitos que estes doentes tinham eram o de viver isolados.
Mesmo assim, Jesus ao passar por uma cidadezinha onde vivam estes leprosos, em Lucas 17, 11, de atenção aqueles homens doentes que vieram ao seu encontro.
Veja que estes homens viviam uma situação de humilhação extraordinária, além de já viverem à margem da Sociedade da época, ainda eram obrigados sairem andando e gritando informando sua situação calamitosa.
Aqueles dez leprosos, ao verem Jesus passar e reconhece-lo, talvez pela multidão que o seguia, gritou-lhe por ajuda. Compaixão era o que eles pediam e Jesus mandou eles apenas irem ter como s sacerdotes, pois era esta a determinação dada aos leprosos que fossem curados, que se apresentassem ao responsável religioso de sua Tribo.
Poder da Palavra
Jesus não disse:"SEJAM CURADOS", simplesmente mandou que eles cumprissem a Lei Mosaica apresentando-se ao sacerdote.Assim, aqueles homens doentes, ao crerem que foram curados, dado a Palavra do Mestre, se dirigiram cada uma para sua Tribo, prontos para se mostrarem aos Sacerdotes.
O Estrangeiro sendo grato
O Samaritano - que como sabemos não eram muito queridos pelos demais judeus e que por eles eram visto como estrangeiro - viu-se no caminho limpo, voltou ao Senhor Jesus para agradecer.
Diz a Bíblia que ele saltava e bradava em alta voz sua glorificação, (v 15). Ao aproximar-se agora limpo do Senhor Jesus, ele prostou-se em terra agradecendo.
Jesus prova aí que havia entre eles, os leprosos, judeus, quando afirma: Nâo eram 10 os que foram curados? Onde estão 9? (v 17) e afrima que o estrangeiro agradeceu.Sendo Jesus judeu, logo os outros que não voltaram a gradecer, tinham sua nacionalidade.
Quem agradece, recebe mais
Ao receber o agradecimento daquele samaritano, Jesus disse-lhe: Levanta-te e vai, a tua fé te salvou.Então os que foramcurados, receberam apenas a cura do corpo, sua doença de pele, a lepra, foi exterminada, mas não foram os seus pecados.
O samaritano, ao agradecer, teve mais para agradecer. Até porque para Jesus, o importante é a cura interior, a sua Salvação. Se você é curado da pior doença, o pecado, você pode viver bem até com a enfermidade do corpo, pois esta não te impede de ir ao encontro do Noivo naquele dia. aleluia.
Outros Estrangeiros
Nós também somos os estrangeiros, afinal recebemos a Salvação e o privilégio de pregarmos a Palavra, dadoa rejeição que o Evangelho sofreu naquela época. A Bíblia diz que Ele veio para os seus e os seus o rejeitaram.
Então os leprosos somos nós. Os leprosos estrangeiros.
Só que somos os leprosos agradecidos, escondemos a Palavra no coração e somos purificados mediante ela.
Houve quebra de maldição, mão do Senhor não se encolheu e não está encolhida.
Ele ainda está curando os leprosos hoje. Esta cura te dá direito a Salvação Eterna.
Aleluia!
Diácono Carlos Alexandre
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| Imagem Google |
Qualquer pessoa sabe que um doente precisa de cuidados, mas os únicos direitos que estes doentes tinham eram o de viver isolados.
Mesmo assim, Jesus ao passar por uma cidadezinha onde vivam estes leprosos, em Lucas 17, 11, de atenção aqueles homens doentes que vieram ao seu encontro.
Veja que estes homens viviam uma situação de humilhação extraordinária, além de já viverem à margem da Sociedade da época, ainda eram obrigados sairem andando e gritando informando sua situação calamitosa.
Aqueles dez leprosos, ao verem Jesus passar e reconhece-lo, talvez pela multidão que o seguia, gritou-lhe por ajuda. Compaixão era o que eles pediam e Jesus mandou eles apenas irem ter como s sacerdotes, pois era esta a determinação dada aos leprosos que fossem curados, que se apresentassem ao responsável religioso de sua Tribo.
Poder da Palavra
Jesus não disse:"SEJAM CURADOS", simplesmente mandou que eles cumprissem a Lei Mosaica apresentando-se ao sacerdote.Assim, aqueles homens doentes, ao crerem que foram curados, dado a Palavra do Mestre, se dirigiram cada uma para sua Tribo, prontos para se mostrarem aos Sacerdotes.
O Estrangeiro sendo grato
O Samaritano - que como sabemos não eram muito queridos pelos demais judeus e que por eles eram visto como estrangeiro - viu-se no caminho limpo, voltou ao Senhor Jesus para agradecer.
Diz a Bíblia que ele saltava e bradava em alta voz sua glorificação, (v 15). Ao aproximar-se agora limpo do Senhor Jesus, ele prostou-se em terra agradecendo.
Jesus prova aí que havia entre eles, os leprosos, judeus, quando afirma: Nâo eram 10 os que foram curados? Onde estão 9? (v 17) e afrima que o estrangeiro agradeceu.Sendo Jesus judeu, logo os outros que não voltaram a gradecer, tinham sua nacionalidade.
Quem agradece, recebe mais
Ao receber o agradecimento daquele samaritano, Jesus disse-lhe: Levanta-te e vai, a tua fé te salvou.Então os que foramcurados, receberam apenas a cura do corpo, sua doença de pele, a lepra, foi exterminada, mas não foram os seus pecados.
O samaritano, ao agradecer, teve mais para agradecer. Até porque para Jesus, o importante é a cura interior, a sua Salvação. Se você é curado da pior doença, o pecado, você pode viver bem até com a enfermidade do corpo, pois esta não te impede de ir ao encontro do Noivo naquele dia. aleluia.
Outros Estrangeiros
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| Jesus europeu - Imagem Google |
Então os leprosos somos nós. Os leprosos estrangeiros.
Só que somos os leprosos agradecidos, escondemos a Palavra no coração e somos purificados mediante ela.
Houve quebra de maldição, mão do Senhor não se encolheu e não está encolhida.
Ele ainda está curando os leprosos hoje. Esta cura te dá direito a Salvação Eterna.
Aleluia!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
A Propiciação
A Propiciação
Leitura Bíblica
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados (I João 4:10).
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados (I João 4:10).
E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos (1 João 2:1-3).
Propiciação – segundo alguns teólogos, apalavra vem do grego hilasmos, mas na verdade, o que nos interessa é sua importância para a nossa Fé. Trocando em miúdos, significa: Um ato de substituição de algo ritual por definitivo sacrifício do Cordeiro de Deus, que deixa para trás o abate de cordeiros para o perdão do homem. Sim, esta relacionado ao propiciatório citado no Velho Testamento, em Levítico 16-14.
Muitas vezes ouvimos palavras diferentes das usadas em nosso convívio e nos perguntamos o que de fato significam, Algumas inclusive ouvimos nos altares das Igrejas, alguns pastores parecem que engoliram um Dicionário e acabam utilizando palavras e seus sinônimos, mas algumas vezes as pessoas que assistem o culto não as entendem. Só que emmeio a estas palavras todas, usam algumas que nós devemos sim entender bem, pois fazem parte de nossa Fé.
Paulo nos ensina algo maravilhoso quando diz: Examinai tudo, retei o que é bom (I Tessalonicenses 5-21). Assim, vamos estudar a Palavra Propiciação. Na verdade esta palavra descreve um aspecto importante e fundamental da salvação. Esta palavra mostra o que o pecado é na visão de Deus.
Deus é justiça – embora também seja amor – não adianta nós acreditarmos na Salvação para a Vida Eterna, se não crermos no castigo também eterno. A propiciação é a única forma de tirar de nós os nossos pecados. Para que sejamos perdoados é necessário o derramamento de sangue inocente – cordeiro – mas Jesus tornou-se o nosso Cordeiro quando resolveu ficar entre nós e a ira de Deus contra nossos pecados. Sim, sendo Deus Santo, Ele não tem comunhão com o pecado e a única forma de sermos perdoados seria que um inocente morresse em nosso lugar. Jesus tomou nosso lugar. Veja: Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (1 João 4:10) – o Amor e a Ira de Deus em um só lugar!
Deus nos amou e isto é fato, mas entre nós e Ele havia algo construído – na verdade destruído – pelo homem, uma barreira chamada pecado que gerou a morte,(Romanos 6-23), com o advento do Messias e sua morte e ressurreição fomos novamente ligados a Deus, mas devemos observar bem esta Palavra: Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus (João 3:36). As pessoas que não aceitam ao Senhor Jesus e não creem no Plano de Deus para a Salvação do Homem, costumam afirmar que não admitem crer numa Divindade que se ira, mas eles dizem isto simplesmente por não conhecerem de fato a natureza deste sentimento. A ira de Deus não é como os caprichos dos deuses da mitologia, que se vingavam nos humanos até por inveja de sua beleza ou força, ela esta relacionada com a própria natureza Dele, já que Ele é justo, Fiel e Santo e por isso não aceita a injustiça, até porque o homem colhe o que planta e esta é uma prova da Sabedoria de Deus. Na verdade Ele em por amor nos permite semear o que desejamos, mas por justiça nos faz colher o que plantamos, o cuidado em todo o tempo deve ser nosso em escolher quais sementes lançaremos ao solo durante nossa caminhada.
Quando pensamos neste sacrifício do Senhor Jesus, temos a nítida certeza de que ali na cruz, quando se entregou por nós Ele se fez Sacerdote e Sacrifício, tornando sua atitude perfeita e nos restaurando a condição de filhos e herdeiros de Deus. Fomos justificados por Jesus e isto sim é algo tremendo, afinal Ele sendo justo, colocou-se em nosso lugar. Sim, por amor, tornou-se nosso advogado,mas colocou-se como réu em nosso lugar, tomando para Si a nossa condenação e nos trazendo de volta a Deus.
Aleluias!
Na verdade, falar sobre esta palavra deve restaurar em nós a certeza de que Jesus se fez nosso Cordeiro e, assim olharmos para a Mesa do Senhor com mais seriedade, respeitando o Pão e o Vinho como a Carne e Sangue do Senhor e cientes de que Ele se tornou digno de morte por nossa culpa. Sim, devemos reconhecer nossa condição como pecadores e batermos no peito e dizermos: Por minha culpa, por minha exclusiva culpa – como diria o Pastor Sérgio.
Infelizmente, nós os cristãos esquecemos de quem é a culpa do sacrifício de Jesus e culpamos aos outros, como se nós não fôssemos pecadores.
Muitos de nós ao ouvirmos uma mensagem desta – ou mesmo lermos – deixamos de aproveitá-la para analisarmos a nossa situação diante de Deus e procurarmos restaurar nossa visão sobre nosso modo de ver a nossa Salvação e nossa Fé e, principalmente assumirmos a nossa culpa sobre a morte de Jesus.
Para que nossa comunhão seja perfeita, é necessário que voltemos nossos olhos para nossa culpa e assumamos o nosso papel como culpados, como réus, mesmo que já perdoados. Só quando vemos assim, entendemos o verdadeiro significado da cruz.
A propiciação é a mensagem que mais deveria ser lida na Ceia – mesmo que ela apareça tão pouco – mas se não é, somos também culpados, porque nos travestimos de Super Santos e, deixamos de lado nossa condição de pecadores, muitas das vezes lançando sobre os outros a culpa que cabe a nós.
Que esta mensagem abra os nossos olhos.
Quanto a mim: Mea Culpa, Mea Maxima Culpa!
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Segundo Encontro de Casais IPCO-Guaianases
Segundo encontro de casais
Dia 17 de março
Na Igreja Casa de Oração de Guaianases – São Paulo
Local – Rua Raposo da Fonseca, 934
Local – Rua Raposo da Fonseca, 934
Próximo a Praça Gonçalo Ravasco – Guaianases
Horário: 19:00
Casamento - Faça a sua parte
Seja Feliz no casamento, faça a sua parte
Viver um relacionamento feliz vai além dos momentos de intimidade, dos sorrisos dispersos durante o dia e muito menos das ligações telefônicas ou conversas programadas.
Viver um casamento saudável implica em fazer algum esforço para que tudo seja perfeito. E em algumas vezes não vamos nos sentir bem em fazer algo para que o outro seja feliz. Sim, muitas vezes vamos ter que abrir mão algo que queremos e valorizamos para benefício de nossa relação.
Existe uma pergunta que você de fazer a si mesmo: Você tem contribuído para a união de sua família?
Se a resposta for negativa, esta na hora demudar isto. Você precisa fazer algo novo para que seu casamento dê certo. E para isto vai ter que analisar suas atitudes e evitar as que não contribuem para que seu relacionamento dê certo. Faça o seu melhor e facilite a vida a dois, procurando manter-se calmo quando as tempestades surgem, cooperando nas atividades do lar, motivando seu cônjuge, suprindo as necessidades emocionais um do outro, ouvindo quando necessário.
Mesmo quando tudo parece perdido, seja otimista. Principalmente quando o outro agiu de forma errada e esta inseguro. Sim, porque o que acontece fora de casa acaba influenciando as emoções dentro no lar. Assim, vocês devem sempre conversar sobre problemas que podem interferir no relacionamento de vocês e assim encontrar saída juntos, para que nada destrua o que estão construindo.
Manter a calma quando a água esquenta, evita que o caldo entorne. Paulo nos ensina algo sobre isto quando diz que se depender de nós devemos manter a paz com os outros (Romanos 12-18). Sim, manter a calma preserva a paz no lar e na Sociedade. Pena que em geral as pessoas não pensem assim e prefiram sempre defender suas próprias opiniões.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Daniel 4 - 30 - Nabucodonozor e os perigos da soberba
Daniel 4.30
Nabucodonosor – quando a glória do homem embaça a glória de Deus
O Livro de Daneil narra parte da História do rei Nabucodonosor,este homem, que era temente a Deus – capítulo 3-28 – exaltou-se de sua posiçã e, memsoa visado pelo Senhor através de um sonho, Nabucodonosor foi enganado pela soberba.
1 – Um homem Poderoso
Nabucodonosor era um homem que agradva a Deus em suas atitudes até então, era um homem constituído por Deus sobre todos os reinos. Na terra ele era o rei dos reis e o era com a provação do Senhor..Mas um dia ele foi olhar pela varanda e como todo rei descansando, foi laçado pelos olhos.Ali à sua frente apresentava-se toda sua prosperidade e grandeza e aqulio encheu-lhe os olhos.
Só que para Nabucodonosor havia esperança, afinal no sonho ele virá a raiz ser cortada, mas permanecer. Isto quer dizer que havia ainda possibilidade de vida para aquela árvore, que era ele.
Na Prática
Deus avisou a Nabucodonosor e também não nos deixa enganados. Tem nos advertido constantemente através de sua Palavra. Devemo estar atento aos sinais.
2 – Animal no campo
Ao cumprir-se a Profecia de seu sonho, Nabucodonosor viu-se no campo a pastar e ali permaneceu sem conhecimento de si mesmo.
Cortado, na raiz. Por 7 anos ele viveu como um animal irracional pastando no campo. Esquecido do que era, do que foi e de quem eram as pessoas que o cercavam, Nabucodonosor permaneceu em sua situação de demência, sem notar nada á sua volta, até o dia que ergueu os olhos aos céus.
Ao olhar ao céu, Nabucodonosor reconhece que sem Deus ele não é nada.
Na Prática
3 – Deus exalta a quem quer
Deus exaltou Nabucodonosor de tal forma que ele chegou a ser rei sobre todos os reinos, porém ele caiu, perdeu sua glória ao não reconhecer que ele chegara onde chegara por permissão de Deus.
Somos o que somos porque Deus nos exaltou, no entanto devemos tomar cuidado porque sabemos que Deus é Deus e, se nos esquecermos disto poderemos acabar tendo que comer capim.
Tem pessoas que estão desesperadas por exaltação e a buscam de forma desesperada. Esquecemos que o fato de sermos uma Nova Criatura, já e um aexaltação maravilhosa.Sem ela estaríamos mortos. Deus nos tirou da sujeira e nos fez pessoas melhores.
Só que Deus nos Deus esta exaltação para que possamos exaltar o seu nome.
Nós seomos realmente escolhidos, mas não somos a ùltima bolacha do pacote.
4 – Podados
Tem pessoa que se perguntam porque estão passando por certas provações. Na verdade esqueceram-se de que lugar o Senhor ocupava nesta relação.
Durante nossas vidas somos podados, alguns até cortados.
Quando somos podados e fica a raiz, é que ainda a misericórdia do Senhor está sobre as nossas vidas, uma vez que permanecendo a raiz ainda há esperança.
O Senhor disse em Apocalípse que devemos trer a temperatura ideal. Os mornos serão rejeitados. Os vomitados são aqueles que são retirados pela raiz.
Nós brincamos com Deus, somos a diferença, mas as vezes queremos ser os melhores.Somos a menina dos olhos de Deus, somos o sal da terra, você esta querendo mais? Querendo ser exaltado deixamos de reconhecer a verdadeira exaltação, desprezndo-a.
Nabucodonosor poderia pensar que Deus não tocaria nele, para não atingir outros. Deus tocou em Nabucodonosos e guradou os outros reinos.
Neste pondto a diferença entre Nabucodonosor e Davi. Diferente do primeiro, Davi perguntou-se: Elevo os meus olhos para os montes de onde me virá o socorro, mas já sabia a resposta. O meu socorro vem do Senhor. (Salmos 121-1)
Todos os dias devemos nos lembrar de onde viemos, de que charco de lodos fomos retirado. Isto não é viver do passado, é garantir que não voltaremos a ele.
5 – Se afastando pela glória
Muitas vezes estamos nos escondendo de Deus debaixo de nossa árvore. Muitas vezes nos viramos para Deus, em nossa glória e exalatação, toca seu barco Senhor, que eu toco o meu., quando precisar te procuro.
6 – de novo ao se posto
Depois que Nabucodonosor viu bendisse ao Senhor como Todo Poderoso, voltou-lhe o entendimento, a dignidde e o reconhecimento de sua verdadeir a situação de poder. Então ele voltou e foi abençoado em dobro, em suas próprias palavars, Nabucodonosor disse:
“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do Céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.
7 – Em suma
Tem pessoas que dizem que Deus está pesando a mão.
Deus não pesa a mão, mas foi você que abriu mão do compromisso. Deus retira as bençãos quando você rejeita a sua presença.
Este é o mal dos crentes autosuficientes, creditam que fazem sua própria Fotossínteses, esquecem-se que para que ela se realie é necessária que haja a existência e o contato com o sol e sua luz.
Olha o que o Senhor diz para nós quando nos tornamos muito grandes e nos julgamos autosuficientes: Tudo bem, você vai continuar grande, mas vou retirar minha presença. “ A minha glória não dou a outrem”.
O nosso lado material depende do espiritual. O nosso sucesso depende de Deus.
Se você pensa que sua vida espiritual está na faculdade, saiba que o diretor dos diretores ainda não te aprovou.
Conclusão
Devemos aprender com Nabucodonosor que:
Quando aprendermos qual é o noso lugar, Deus nos restiuirá ao noso lugar, como restaurou a vida de Nabucodonosor.
Pastor Sérgio Silveira – Domingo
Nabucodonosor II ou Nebucadrezar (em acadiano Nabu - cudurri-utsur) (c. 632 a.C.-562 a.C.) é o filho e sucessor do Rei Nabopolasar, e governou durante 43 anos o Império Neo-babilónico, entre 604 a.C. a 562 a.C.. Não deve ser confundido com Nabucodonosor I que foi governante 500 anos antes. É o mais conhecido governante do Império Neo-babilónio. Casou-se em 612 a.C. com a filha de Ciáxares, rei da Média. Foi sucedido pelo seu filho Evil-Merodaque. Ficou famoso pela conquista do Reino de Judá e pela destruição de Jerusalém e seu Templo em 587 a.C., além de suas monumentais construções na cidade da Babilónia, entre elas os Jardins Suspensos da Babilônia, que ficou conhecido como uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Sua Doença -
Porfirias são um grupo de distúrbios herdados ou adquiridos que envolvem certas enzimasparticipantes do processo de síntese do heme. Estes distúrbios se manifestam através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas. Existem diferentes tipos de porfirias, atualmente sendo classificadas de acordo com suas deficiências enzimáticas específicas no processo de síntese do hem.
Alguns estudiosos afirmam que na verdade era algo mias parecido coma Licantropia.
(Estes dados estão aqui por pesquisa, não fazem parte esepcífica da Palavra e conhece-la não muda nada no que a Bíblia registra, pelas palvras do próprio Nabucodonosor)
Nabucodonosor – quando a glória do homem embaça a glória de Deus
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| Escritos babilonicos |
Deus não te livra da soberba, a soberba é algo que você deve retirar de sua vida.
O Livro de Daneil narra parte da História do rei Nabucodonosor,este homem, que era temente a Deus – capítulo 3-28 – exaltou-se de sua posiçã e, memsoa visado pelo Senhor através de um sonho, Nabucodonosor foi enganado pela soberba.
1 – Um homem Poderoso
Nabucodonosor era um homem que agradva a Deus em suas atitudes até então, era um homem constituído por Deus sobre todos os reinos. Na terra ele era o rei dos reis e o era com a provação do Senhor..Mas um dia ele foi olhar pela varanda e como todo rei descansando, foi laçado pelos olhos.Ali à sua frente apresentava-se toda sua prosperidade e grandeza e aqulio encheu-lhe os olhos.
Só que para Nabucodonosor havia esperança, afinal no sonho ele virá a raiz ser cortada, mas permanecer. Isto quer dizer que havia ainda possibilidade de vida para aquela árvore, que era ele.
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| Ruínas da Babilônia, no Iraque |
Deus avisou a Nabucodonosor e também não nos deixa enganados. Tem nos advertido constantemente através de sua Palavra. Devemo estar atento aos sinais.
2 – Animal no campo
Ao cumprir-se a Profecia de seu sonho, Nabucodonosor viu-se no campo a pastar e ali permaneceu sem conhecimento de si mesmo.
Cortado, na raiz. Por 7 anos ele viveu como um animal irracional pastando no campo. Esquecido do que era, do que foi e de quem eram as pessoas que o cercavam, Nabucodonosor permaneceu em sua situação de demência, sem notar nada á sua volta, até o dia que ergueu os olhos aos céus.
Ao olhar ao céu, Nabucodonosor reconhece que sem Deus ele não é nada.
Na Prática
Devemos perceber que o afastar-se de Deus se dá sem que percebamos, já que vem aos poucos.Estamos de um tamanho tal que acreditamos que ninguém pode nos derrubar.
Nossa relação de Deus não é de interdependência, é de Dependência,afinal devemos sempre nos lembrar que sem Ele nada podemos fazer.
3 – Deus exalta a quem quer
Deus exaltou Nabucodonosor de tal forma que ele chegou a ser rei sobre todos os reinos, porém ele caiu, perdeu sua glória ao não reconhecer que ele chegara onde chegara por permissão de Deus.
Somos o que somos porque Deus nos exaltou, no entanto devemos tomar cuidado porque sabemos que Deus é Deus e, se nos esquecermos disto poderemos acabar tendo que comer capim.
Tem pessoas que estão desesperadas por exaltação e a buscam de forma desesperada. Esquecemos que o fato de sermos uma Nova Criatura, já e um aexaltação maravilhosa.Sem ela estaríamos mortos. Deus nos tirou da sujeira e nos fez pessoas melhores.
Só que Deus nos Deus esta exaltação para que possamos exaltar o seu nome.
Nós seomos realmente escolhidos, mas não somos a ùltima bolacha do pacote.
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| Ruínas do Palácio de Nabucodonosor, construído por Hamurabi |
Tem pessoa que se perguntam porque estão passando por certas provações. Na verdade esqueceram-se de que lugar o Senhor ocupava nesta relação.
Durante nossas vidas somos podados, alguns até cortados.
Quando somos podados e fica a raiz, é que ainda a misericórdia do Senhor está sobre as nossas vidas, uma vez que permanecendo a raiz ainda há esperança.
O Senhor disse em Apocalípse que devemos trer a temperatura ideal. Os mornos serão rejeitados. Os vomitados são aqueles que são retirados pela raiz.
Nós brincamos com Deus, somos a diferença, mas as vezes queremos ser os melhores.Somos a menina dos olhos de Deus, somos o sal da terra, você esta querendo mais? Querendo ser exaltado deixamos de reconhecer a verdadeira exaltação, desprezndo-a.
Nabucodonosor poderia pensar que Deus não tocaria nele, para não atingir outros. Deus tocou em Nabucodonosos e guradou os outros reinos.
Neste pondto a diferença entre Nabucodonosor e Davi. Diferente do primeiro, Davi perguntou-se: Elevo os meus olhos para os montes de onde me virá o socorro, mas já sabia a resposta. O meu socorro vem do Senhor. (Salmos 121-1)
Todos os dias devemos nos lembrar de onde viemos, de que charco de lodos fomos retirado. Isto não é viver do passado, é garantir que não voltaremos a ele.
5 – Se afastando pela glória
Muitas vezes estamos nos escondendo de Deus debaixo de nossa árvore. Muitas vezes nos viramos para Deus, em nossa glória e exalatação, toca seu barco Senhor, que eu toco o meu., quando precisar te procuro.
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| Leão, símbolo da grandiosidade babilônica infelizmente não tem-se condiçõa de reproduzir em fotos a grandiosidade dos lajedos que cumpunham os caminhos das ruas imperiais bebilônicas |
Depois que Nabucodonosor viu bendisse ao Senhor como Todo Poderoso, voltou-lhe o entendimento, a dignidde e o reconhecimento de sua verdadeir a situação de poder. Então ele voltou e foi abençoado em dobro, em suas próprias palavars, Nabucodonosor disse:
“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do Céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba.
7 – Em suma
Tem pessoas que dizem que Deus está pesando a mão.
Deus não pesa a mão, mas foi você que abriu mão do compromisso. Deus retira as bençãos quando você rejeita a sua presença.
Este é o mal dos crentes autosuficientes, creditam que fazem sua própria Fotossínteses, esquecem-se que para que ela se realie é necessária que haja a existência e o contato com o sol e sua luz.
Olha o que o Senhor diz para nós quando nos tornamos muito grandes e nos julgamos autosuficientes: Tudo bem, você vai continuar grande, mas vou retirar minha presença. “ A minha glória não dou a outrem”.
Você está conectado com o Senhor, Deus não retira nada de fato, na verdade depende muito é da conexão. Caiu o servidor, você perde o serviço.
Por algum tempo você fica trabalhabndo off line, mas o serviço fica limitado.
O nosso lado material depende do espiritual. O nosso sucesso depende de Deus.
Se você pensa que sua vida espiritual está na faculdade, saiba que o diretor dos diretores ainda não te aprovou.
Conclusão
Devemos aprender com Nabucodonosor que:
- Abaixo de Deus está nós e nosso pretenso poder;
- O senhor não nos deixa sem aviso. Ele nos previne antes;
- Se acabarmos comendo capim, reconheça apenas que é Deus tratando
Quando aprendermos qual é o noso lugar, Deus nos restiuirá ao noso lugar, como restaurou a vida de Nabucodonosor.
Pastor Sérgio Silveira – Domingo
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Nabucodonosor II ou Nebucadrezar (em acadiano Nabu - cudurri-utsur) (c. 632 a.C.-562 a.C.) é o filho e sucessor do Rei Nabopolasar, e governou durante 43 anos o Império Neo-babilónico, entre 604 a.C. a 562 a.C.. Não deve ser confundido com Nabucodonosor I que foi governante 500 anos antes. É o mais conhecido governante do Império Neo-babilónio. Casou-se em 612 a.C. com a filha de Ciáxares, rei da Média. Foi sucedido pelo seu filho Evil-Merodaque. Ficou famoso pela conquista do Reino de Judá e pela destruição de Jerusalém e seu Templo em 587 a.C., além de suas monumentais construções na cidade da Babilónia, entre elas os Jardins Suspensos da Babilônia, que ficou conhecido como uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Sua Doença -
Porfirias são um grupo de distúrbios herdados ou adquiridos que envolvem certas enzimasparticipantes do processo de síntese do heme. Estes distúrbios se manifestam através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas. Existem diferentes tipos de porfirias, atualmente sendo classificadas de acordo com suas deficiências enzimáticas específicas no processo de síntese do hem.
Alguns estudiosos afirmam que na verdade era algo mias parecido coma Licantropia.
(Estes dados estão aqui por pesquisa, não fazem parte esepcífica da Palavra e conhece-la não muda nada no que a Bíblia registra, pelas palvras do próprio Nabucodonosor)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
José - A Formação de um Caráter Admirável
José - A Formação de um Caráter Admirável
(ZAFENATE PANÉIA = Ṣāp̄ənaṯ paʿănēªḥ em hebraico tiberiano, do egípcio que significaria "Descobridor das coisas ocultas")
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| Imagem Google |
Desde a infância a história de José me emociona e deixava meu coração bastante abalado, já que sofreu tanto.
Quando se é criança não se percebe o tempo, assim, sempre que ouvia, me entristecia com todas as dores deste que era para mim, um mártir da família.
José é um tema recorrente, no entanto o Senhor me fez ver algo mais nesta história dramática que me deu alívio e por que não dizer alegria. Claro que esta história relata as desventuras de um homem que para conseguir ver seus sonhos realizados passou por apuros. Sua vitória, no entanto, compensou-lhes todos. Ele mesmo viu o agir de Deus em tudo.
José perdeu:
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| José interpretando os sonhos do Faraó, por Peter von Cornelius |
• Sua liberdade: vendido, José deixa sua condição de sonhador e passa a ser um escravo. Mesmo naquela época era humilhante demais ser escravo. A zombaria de seus irmãos, ao venderem era para que ele fosse testado em sua capacidade de sonhar.
• Sua posição social: José deixou de ser um dos senhores de sua casa e passou a fazer todo tipo de trabalho braçal em casa alheia. Costumo acreditar que o amor que Jacó tinha por José faria com que ele passasse o direito ao patriarcado ao menino, mesmo este não sendo o primogênito e este pode ser o temor que seus irmãos tinham. Afinal, José era primogênito também, de sua mãe, mais ainda assim era o mais velho. Jacó, - na cabeça dos irmãos de José - poderia fazer algo para dar maior privilégio ao filho predileto.
• Sua filiação: deixou de ser filho de Jacó, para ser apenas mais um hebreu. Isto fazia dele quase um desertor da promessa feita a Abraão. E no cativeiro ele nem era contado como pessoa, mais como objeto, afinal um escravo era um bem pessoal e era contado com os bens de uma família junto com a terra e o gado.
• Sua auto-estima: arrancaram-lhe a túnica talar. Túnica esta que mostrava a todos a sua importância na família.
• Sua liberdade de religião: foi mandado para um país idólatra, assim estava longe de seus pontos de culto, de suas audições da promessa – afinal era de forma oral que era passado o conhecimento de Deus e da Promessa dada ao seu avô.
• Seu direito de Cidadania: os egípcios não aceitavam sentar à mesa com um hebreu, mesmo que este fosse seu senhor e tivesse o respeito de seu povo, como veio ser o caso do próprio José (Gêneses 42.32).
• Seus costumes e tradições: teve que se rapar para ir à presença do faraó e os hebreus não costumavam arrancar seus pelos.
O que José não perdeu
• Sua Fidelidade: José cria em Deus e até seu dono e senhor, Potifar reconhecia que Deus era com ele (Gêneses 39,3). José também nos mostra que não importa como e onde, uma pessoa realmente fiel a Deus abençoa a todos com suas atitudes e honestidade.
• A capacidade de Sonhar: José ainda acredita que alcançará um benefício de perdão, já que é inocente (40,14). Além disto, José nos presta mais um favor nos ensinando que devemos evitar expor nossos irmãos, mesmo quando eles estão errados.
• A confiança no próximo: Quando ele interpreta o sonho do copeiro de Faraó, José lhe pede que não se esqueça dele (40.14).
• A visão profética: José nos dá um exemplo magnífico de fé e visão espiritual ao afirmar que Deus visitaria seus irmãos e os tiraria do Egito (50,25). Promessa que se cumpriu anos depois através da vida de Moisés.
O que José aprendeu:
• A humildade: No momento em que o rei do Egito lhe pede a interpretação do sonho, José lhe responde: O Senhor Jeová te dará a interpretação (41,16). Reconhece então a grandeza de Deus em relação a si e acaba em crédito, já que mais para frente a Bíblia ensina o Princípio da Exaltação: quem se humilha será exaltado.
• O valor do perdão: Num ato de grandeza humana, José chora com seus irmãos, abraçando-os e como é do conhecimento geral o ser humano jamais mostra sua fraqueza em frente aos inimigos (45,5). E, para todos os efeitos, até ai seus irmãos eram também seus inimigos, afinal amigos não se vendem.
• A relevar – Com o nascimento de Manasses, José demonstra sua nobreza, já que o nome do primeiro filho significa: o Senhor me fez esquecer-me do sofrimento e dos da casa de meu pai (41,51).
• A agradecer: Com o nascimento de Efraim, seu outro filho, ele agradece, já que o nome tem o significado: O Senhor me fez prosperar na terra de minha aflição (41,52).
• Valorizar a dignidade humana: Até aí ele não tinha se dado a conhecer a seus irmãos, mas mesmo assim,ele os faz sentar à mesa respeitando a idade deles, num sinal claro de respeito à tradição da primogenitura (43,33).
• Perceber o propósito divino: Em duas ocasiões José afirma aos seus irmãos que o Senhor transformou em bênçãos a maldade destes para manter a vida de uma nação (45,5-50,20)
José, um exemplo de fidelidade
José é a prova real de que quem tem fé vive além da morte, já que sua história chegou até nós como bom exemplo a ser seguido. Um caráter forjado no sofrimento, acima de tudo, um homem que soube aproveitar as experiências negativas e transformá-las em proveito próprio, tornando-se assim um exemplo de caráter admirável. Um homem que podia viver tanto entre seu povo, quanto entre pessoas de tradição diferente, sem prostituir seu caráter.
Outro detalhe que mostra a grandeza de caráter deste personagem bíblico é o fato de apesar de ter se casado com uma mulher pagã - filha do sacerdote de Om - respeitou sua origem e seu Deus até dar nome aos seus filhos e respeitar sua fé.
É importante também salientar que seu nome egípcio, Zafenate- Paneia, era em homenagem a um dos deuses do Egito, mesmo assim José se manteve fiel ao Senhor Jeová.
José não escolheu seu novo nome, nem sua mulher, mesmo assim manteve sua integridade, sem deixar se envolver pela idolatria que assolava aquele país. Os costumes, tradições e cultos daquele povo não corromperam este nosso herói.
Deus seja louvado.
Elisabeth Lorena Alves
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
José - A Formação de um Caráter Admirável publicado Ontem por Elisabeth Lorena Alves em http://www.webartigos.com
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