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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Amor e Paixão

I Coríntios 13


Já pensou que tem gente que parece que namora o Oxigênio?
Sim, vira e diz: Sem você eu morro.
O outro parece que namora a Glicose: Sem você não sei viver!
Rio com estas frases estranhas.
Apenas!
Mesmo sendo romântica e, como a maioria de meus leitores sabem, gostar de poesias, de escrever e e de lê-las, ainda não entendo este sentimento desvarado que as pessoas vivem. Muitos dizem amar, mas é na verdade um sentimento obsessivo!
Entram em paranoia se imaginam o ser "amado" apenas conversando com outra pessoa. Acho que por isto amo meus livros, minhas poesias e meus amigos.
Não conseguiria viver em função de um sentimento aprisionante como este amor que as pessoas dizem sentir!
Acredito em amor livre, onde há respeito, amizade, companheirismo, diálogo e interesses mais firmes que apenas uma atração sexual.
Sei que quando amamos, queremos ter o carinho da pessoa amada, queremos mais que uma rosa diária - eles não costumam dar tantas flores assim, dirão alguns! - queremos ter mais que as outras pessoas recebem daquele a quem devotamos nossos sentimentos, MAS amor não é atrito de pele, é mais que isto.
É o que espero da pessoa que esta comigo, dividir os sonhos, dividir a missão, somar experiências, viver algo mais que momentos de prazer que como o fogo das velas se apagam logo.
O que faz valer a pena uma relação verdadeira é de fato a confiança, o companheirismo, o diálogo, pois quando todo o mais acabar, é isto que vai segurar a manutenção dos nossos projetos. Isto é amor!
Amor é o que você constrói com alguém, a parceria, o olhar dentro dos olhos e saber o que o outro pensa ou quer, é reconhecer o sentimento pelo toque no rosto, o baixar dos olhos, uma sombra passageira atrás do sorriso, o vincar da testa, o apertar dos lábios, o jogar os ombros de uma forma específica que te faz reconhecer o peso do dia ou da vida.
Isto é amor e não nasce no primeiro olhar, ele é um investimento diário, algo especial que faz com que você queira mostrar ao mundo sua felicidade.
O amor não é egoísta, a paixão é.
O amor é suave como uma tarde de primavera ou uma manhã de outono, já a paixão é quente, transbordante como o mais quente dos dias de verão e, gelado como a pior noite de inverno.
O amor te alimenta, a paixão te suga, te cansa.
O amor te aconchega, a paixão te isola, te consome em sensação de dependência.
O amor te deixa livre, a paixão te aprisiona.
O amor te trás paz e sossego, a paixão desassossega.
O amor cria raízes, a paixão te tira o chão.
O amor trás a vida, mesmo na dor do desapego.
A paixão, em extremo, mata!
A Paixão é falha, afinal, consome-se em si mesmo.

Bem, e como é que a paixão falha?
Veja por exemplo, quando alguns jovens, no calor da paixão, tornam fato o desejo que os consome. Quantos não acabam na fila do aborto, terminam como filhos de pais separados, filhos sem pais, crianças para adoção, abandono de incapaz, e, outros problemas tais, que acabam envolvendo a família.
Quantos casamentos que jamais aconteceria em situação normal, acabam acontecendo por causa da pressa em satisfazer os desejos comuns da paixão e, mais uma vez, a maioria acaba em relacionamentos conflituosos e em separação difíceis e divórcios mais difíceis ainda – muitos tendo os filhos como vítima.
Já o amor faz planos, imagina onde viverão, como serão os filhos, o que vestirão, onde estudarão. Mesmo entre as pessoas mais simples.

O Amor

Lembra do Livro de Coríntios, capítulo ? A Poesia do amor?
Vamos relembrá-la?

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha (1 Coríntios 13:3-8)

A Paixão
Agora, peço licença aos irmãos e amigos – e ao apóstolo Paulo – e refaço a poesia, colocando no lugar do amor, a Paixão. Vejamos como ficaria?

A paixão faz sofrer – e não aceita o sofrimento.
A paixão é maldosa, a paixão é invejosa – dá-se que se a pessoa por quem há este sentimento estar com outra pessoa, o ser “apaixonado” vai fazer de tudo para ter para si.
A paixão é leviana, por sua própria natureza – ela busca a realiza,ão de si mesma, mas uma vez conseguida a satisfação deixa de ter importância.
A paixão se ensoberbece – quantas vezes você não ouviu uma pessoa dizer: “Viu que ele deixou ela para ficar comigo?”
A paixão é indecente – todo apaixonado acredita que os fins justificam o meio – e muitas vezes para conseguir o que quer a pessoa apaixonada faz coisas que não faria em circunstâncias normais! - Isto porque a Paixão busca sempre os seus interesses. A paixão é irritadiça – afinal em sua maioria, os apaixonados são ciumentos – e muitas vezes o são sem nenhum motivo especial e isto em si mostra algo mais sobre a paixão – ela suspeita o mal, afinal sua natureza é astuta.
A paixão compactua com a injustiça, pois para realizar-se, ela usa todos os meios que acredita ser seu direito para satisfazer-se.
A paixão, repito, não aceita o sofrimento – principalmente quando esta sujeito a deixar a pessoa amada seguir seu caminho e ser feliz com alguém que não com ela.
A paixão não compactua com a confiança, pois só crê em si mesma e em seus métodos.
A paixão nada espera, a não ser a realização de seus próprios instintos.
A paixão nada suporta.
A paixão falha.

domingo, 3 de junho de 2012

Porções Diárias - Casamento e Cantares

Porções Diárias – Casamento e Cantares


Abra o livro de Cantares e não pense nele como um livro feito para tratar de Jesus e a Noiva.
Abra este precedente hoje, principalmente você que é esposo e não percebe mais a mulher com quem você casou. Muitos maridos te a coragem de reclamar por causa de coisas que a esposa fazia e não faz mais, só que ela ainda faz.
Hoje te convido a Ler o livro de Cantares com um olhar apaixonado. Reconheça ali os diálogos de um homem que de fato amava sua mulher – e olha que ele tinha um harém cheio delas!
Os casamentos hoje acabam por que os cônjuges não prestam atenção um no outro, já não há diálogo e nem intimidade. A amizade entre o casal é algo difícil hoje. Um casal pode ficar junto por dias, longos dias, mas ambos ocuparão seu tempo com qulquer coisa, menos em prestar atenção no outro.
Falta diálogo e o sábio entendia isto, por este motivo originou-se este livro. Os dois entendiam a importância de namorar, de buscar carinho e de falar claramente sobre seus próprios desejos. Este livro trata de um amor puro entre um esposo e sua esposa e de tudo o que permeia uma relação saudável de dois adultos que se amam. Retrata as brincadeiras e jogos de um casal apaixonado.
Pense agora no teu casamento! O que você esta fazendo para reativar a chama do desejo entre vocês? Faz quanto tempo que não acontece um passeio de casal entre vocês? Não declaram amor um para o outro?
Hoje, deixe recadinhos pelo canto para o outro. Faça o outro feliz! Reproduza aqueles versinhos carinhosos da época do namoro e aproveite para namorar bastante, conversar sobre a família, fazer projetos a dois.
Aquela jovem dizia: Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o seu amor do que o vinho e comparava o amor de seu esposo ao vinho. O coração dele se alegrava e respondia a altura, com versos que encantavam aquela jovem e que nos encanta
também.
Hoje, pense com carinho nesta pessoa que te ama e esta ao teu lado, já sem pedir nada em troca, apenas esperando uma atitude sua, um beijo, uma declaração de amor.
Permita que o amor te surpreenda e que haja ainda possibilidade de fazer tudo mudar e ter um novo significado.
Que tua vida seja renovada!

sábado, 2 de junho de 2012

Quem te abençoar será abençoado. Uma promessa para Elias?

Elias e a viúva de Sarepta

1 Reis 17-1. Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe Vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, que neste anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.


Cenário
É necessário entender o cenário de alguns acontecimentos retratados na Bíblia. E esta passagem de Elias é rica neste sentido. Acabe era então rei sobre o povo de Israel. Rebelde e fraco, este homem casara-se com uma mulher pagã e permitira que ela introduzisse o culto aos seus deuses no meio de Israel.
Os servos de Baal criam que este era o verdadeiro deus e criam que ele era o protetor deles. Na verdade, até os israelitas acreditavam que Baal era deus da chuva, da prosperidade e desviaram do caminho de Deus de Israel.
Mais uma vez esqueceram-se de quem os livrará do poder do Egito, da escravidão e do sofrimento de verem seus filhos sofrerem as torturas comuns e toda espécie de necessidade. Voltaram as costas a quem só lhes fizera o bem.
Neste cenário de ingratidão vivia o povo de Israel, desviados dos preceitos do Senhor.
Nossa história começa três anos e meio antes deste fato. O ano em que Elias profetizara que não haveria chuva.
Naqueles dias, Elias profetizou que não choveria e já se passara três anos e meio e, de fato, a chuva cessará de cair sobre a terra de Israel.
Para livrar seu servo da seca e da ira do desobediente rei Acabe, Deus manda ele seguir até o Ribeiro porque lá seria sustentado por Deus,
Quando Elias profetizou, ele sabia que a fúria do rei viria sobre a sua vida, mas ele não se acovardou em falar. Na verdade esquecemos que as nossas palavras tem poder quando são revestida da Vontade de Deus e quando elas gerarão honra a Deus e a sua Glória. O que esquecemos é que podemos sofrer consequências por sermos os responsáveis por elas, assim como aconteceu a Elias.
O que você não pode nunca esquecer é que não está sozinho. Então qual o conselho para estas horas? Não temas porque Deus é contigo. Sim, devemos falar o que vem de Deus dobre nossas vidas para dizermos aos outros sem temor, pois não devemos temer aos homens e sim a Deus, porque Ele tem Poder de matar e lançar a alma no inferno.
O homem pode até querer matar, mas é Deus que está no controle.
Elias foi sustentado por urubus ou corvos – pássaros que constavam na lista de animais imundos – porque Deus usa quem ele quer para nos sustentar. Sim, pois é de onde menos esperamos que vem a benção do Senhor.
Só que o tempo passou e o Ribeiro secou e Deus fala mas uma vez a Elias, Agora é hora de mudança, você vai viver uma nova experiência. “Levanta-te e vai a Sarepta”. Ora, Sarepta era uma cidade pagã – segundo nos informa alguns estudiosos. Mas o Senhor afirma que é neste lugar que existe alguém para receber o profeta. O Senhor disse a Elias: “Vá a Sarepta, porque lá tem uma viúva que vai te sustentar”.
“Meu Deus” – talvez pensou Elias consigo mesmo – “não podia ser para Judá?” – Mas o do verdadeiro servo tem que confiar no Senhor, porque é Ele que nos guarda, rege as nossas vidas e nos livra dos inimigos. E acima de tudo, nos leva a fazer tudo o que lhe apraz, porque ele é Deus na nossa vida e Ele sabe o milagre que está preparando para o final de nossa caminhada. No caso de Elias este milagre seria grande para a Honra e Gloria do Senhor.
Muita das vezes, falamos: “Senhor esta experiência não está boa, falta-me a sustentação necessária”. Como nossos olhos não vemos saída. Então o Senhor nos manda a outro lugar para vivermos mais uma experiencia. E tem mais, Ele nos envia como profeta para que nós possamos abençoar a vida de outras pessoas com o milagre que Deus vai realizar através da nossa.
Os milagres que acontecem na vida dos outros, através da nossa, é sim para a Gloria do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, mas é também a forma de que o Senhor resplandeça a Sua Grandeza através daquilo que realizará.
Aquela mulher honrou o profeta do Senhor, fazendo-lhe primeiro o bolo para ele e viu um milagre permanente em sua vida, enquanto durou o tempo da seca. Mas o maior milagre que houve na vida daquela família foi ter a, por dias seguidos, a presença do Homem de Deus, de um servo fiel, que dava testemunho de sua experiência com Deus. Aquela mulher recebeu sobre sua vida, a promessa feita lá atrás a Abraão: “Aquele que ti abençoar e abençoarei, aquele que ti amaldiçoar eu amaldiçoarei”. Esta benção chegou até ela pois ela fez o bem ao homem que se apresentou a ela como servo de Deus.
Deus abençoa aquele que abençoa os seus servos porque é palavra de Dele e Ele vela pela sua palavra.
Primeiro a nossa vida tem que ser para Deus porque naquele dia muitos vão saber onde o Senhor teve com ele, quantas vezes o Senhor precisou deles e só saberão a verdade aquele que fez o bem a um dos pequeninos do Senhor. Ele, quando perguntado pelos discípulos sobre quando teve necessidades, disse-lhes: “Quando recebestes um deste pequeno, a mim o fizestes”. Quando perguntaram-lhe sobre ter estado preso também disse: “Quando não visitastes os presos, também não foste me visitar”.
Devemos ajudar quem se nos apresenta com dificuldade, pois Bíblia diz que “Muitos se saber, hospedaram até anjos”.
Sim, aquela viúva obedeceu e aquilo que era morte se tornou vida porque a sua casa ninguém pereceu, pois Deus estava sobre a sua vida. Sim, quando ela ouviu e obedeceu a voz do Profeta, ela permitiu que Deus entrasse em sua casa. E aonde Deus está há abundância de alegria!
Deus seja louvado, sempre.
Que a Graça do nosso Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus e a consolação do Espirito Santo esteja sobre todos vós.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Outras lições de Jonas?

Lições de Jonas
Baseado livremente em pensamento do Pastor Sérgio Carlos da Silveira

O livro de jonas nos deixa grandes ensinamentos e lembranças para nosso dia a dia, que passam pela:
  • Os perigos do preconceito,
    Soberana vontade de Deus,
  • Não conseguimos fugir de Deus,
  • Que desobedecer a Deus é a pior escolha e que nos leva a ter sérios problemas,
  • Que devemos saber priorizar o ser humano,
  • Que a desobediência leva a maldição, e,
  • O tamanho do amor que Deus tem pelos homens.
Jonas viveu sua vida de forma a gradar ao Senhor, foi um profeta obediente e falava o que o Senhor queria. E mais, conhecia a misericórdia de Deus.


Os perigos do preconceito e não conseguimos fugir de Deus
Por estes motivos todos, Jonas tomou uma decisão errônea e esta acarretou uma série de prejuízos a vida deste profeta.
Quando o Senhor pediu que ele fosse a Nínive, Jonas saiu de sua casa e partiu para outra cidade. Jonas não se negou a sair de casa, levantou-se, arrumou seus pertences e partiu, só que no Porto, ele tomou a direção de Tarso, fugindo do Senhor.
Foi uma atitude infantil, principalmente para ele que conhecia o poder do Senhor, mas o que motivava sua fuga, era o preconceito. Preconceito gerado pelas decisões políticas da cidade que ele deveria orientar para aceitar a Salvação. As guerras e outros embates entre Israel e Nínive criara nos cidadãos das duas cidades uma animosidade absurda. E isto levou Jonas a se afastar mais deles. O navio onde Jonas foi parar, teve problemas já que o mar se agitou e, depois de muita busca pela causa da confusão, já que aqueles navegantes acreditavam que aquela fúria era obra da ira de algum deus, a sorte caiu sobre o Profeta Fujão.
A desobediência leva a maldição
Ele, por orientação própria, foi lançado ao mar. E o Senhor deu um jeito de providenciar um novo meio de transporte para seu servo: um grande peixe o engoliu. E ali, no “templo” mais absurdo que alguém pode imaginar, Jonas orou a Deus e foi ouvido. Imagine o susto de Jonas ao ver aquela confusão toda! Aquilo tudo lhe pareceu a maior maldição que alguém pode sofrer! Mas Deus estava trabalhando para que a Sua Soberana Vontade prevalecesse. E qual era esta vontade? Que o povo de Nínive ouvisse a repreensão e se arrependessem de seus caminhos errados.
Jonas chegou a Nínive em seu novo “meio de transporte”, o submarino vivo e ali, já em terra firme, trouxe a Palavra dura que lhe fora dirigida pelo Senhor para ser entregue aquele povo de dura cerviz. Ora, o povo arrependido voltou-se para Deus e Deus perdôo-lhes os seus pecados e os redimiu, já que conhecedor do coração humano, viu-lhes a sinceridade.
Só que Jonas não ficou feliz. Seu preconceito mais uma vez estava agindo ainda e para ele não importava as vidas daquelas pessoas, o mais importante para ele era a justiça humana e em seu entendimento não seria feita se o povo aceitasse a Palavra.
Esta atitude de Jonas estava enquadrada em não sabe priorizar o ser humano, para ele a abobreira que nasceu sobre sua cabeça era mais útil que a vida do povo de toda cidade e quando ela morreu ele reclamou com Deus. Ora, se para ele era importante aquela arvorezinha passageira, de vida curta, que seca quando acabam seus frutos, imagine para Deus aquelas pessoas todas? Mais uma lição deste Livro que devemos trazer para nossas vidas: O tamanho do amor que Deus tem pelos homens. Deus não olha para as outras pessoas como nós olhamos. Ele não vê cor, tamanho, sexo, nacionalidade religiosidade, nada disto. Quando olha para a Terra, Deus vê apenas homens precisando de Salvação e com seus olhos procura quem possa levar a sua Palavra.
Que possamos levantar de nossa acomodação e fazermos o que o Senhor espera de nós. E como diz o louvor da Guiomar Victor:
Se Deus te mandar, não rejeites ir,
se não fores de navio, mas de peixe tem que ir,
não adianta o homem contra Deus lutar,
pois é perigoso de peixe viajar."

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bençãos para a Família

Bençãos para a Família


O Salmo127 é chamado da Família e não é atoa. Afinal, ele nos mostra que a Segurança, prosperidade e fecundidade vem do Senhor.




E muitas vezes nos esquecemos disto, de que o Senhor deve sempre nos guiar em nossos projetos. Isto não significa que você dobre os braços e deixe a vida passar, alegando que esta esperando no Senhor. Não mesmo!
Todos temos que fazer a nossa parte. Arregaçar as mangas e ir a luta é a nossa parte. Estudar, procurar capacitação, procurar o que é melhor, fazer pesquisa de campo, é nosso trabalho, afinal, Deus manda a chuva e o sol, mas a semente quem planta é o homem.
O que esta Palavra nos ensina é que devemos sim trabalhar e fazer nossas edificações, mas buscar no Senhor a aprovação necessária para nossos projetos. Uma vez que espero a aprovação do Senhor, mas faço minha parte, estou edificando minha fé e agindo de modo que a benção do Senhor seja derramada sobre minha vida e a vida de minha família. Assim, a resposta do Senhor me será favorável.
Buscar a guarda do Senhor, envolve também outra questão além da Confiança, envolve a Vigilância. Tem pessoas que arriscam a sua vida e de seus familiares, simplesmente afirmando que Deus guarda. Ora, se sei que andar por determinado lugar, construir no barranco ou encosta de rios, vou correr riscos, mas, afirmando que o Senhor me guarda, persisto nestas atitudes, estou agindo errando e isto não é confiar em Deus, é desafiá-lo!
Deus já esta guardando quando vem a Polícia e diz que tal caminho é perigoso e deve ser evitado em determinado horário. É o agir de Deus na tua vida quando o Departamento de Defesa Civil afirma a impossibilidade de se viver em determinado lugar. Insistir com o erro, ou desafiar as autoridades, afirmando que Deus nos guarda, além de ser ignorância, é também desafiar o Senhor.
A Palavra continua afirmando que os filhos são bençãos especiais para nossas vidas. Mas apenas gerá-los e esperar que Deus faça o resto é outra atitude errônea. Filhos são para ser criados, educados, disciplinados, amados, ouvidos e muitos pais, esperando que Deus faça a parte Dele, coloca filhos no mundo e nada mais fazem, além de dar pão e cama.
Alimentar nossos filhos vai além de suprir a mesa e despensa. É necessário um Planejamento sério, que deve ser feito antes deles nascerem. Devemos, enquanto casal, escrever se necessário for, as formas que os filhos que virão serão criados. Normas de educação, horários, tipo de estudo, espaço próprio para eles, tudo isto deve ser observado com inteligência, afinal “onde come dois não come três” pois deve-se preparar alimento para quem vai comer, pois o desperdício é também um erro.
Sobre “onde come um come dois” é interessante dizer que as famílias que vivem esta “filosofia” vive de forma errada, já que seus filhos não tem condição de estudo decente, não tem roupa e necessidades básicas supridas, pois alimentar “um batalhão” sai caro mesmo e o dinheiro não vai suprir as outras faltas.
É errado colocarmos a nossa parte na mão de Deus, simplesmente por acreditarmos que Ele é o dono do ouro e da prata. Temos que nos planejar sim para a vida saudável de nossos filhos e ainda pensarmos nas eventualidades. O sol e a chuva vem para todos, diz o Senhor, então saber que dificuldades acontecem e que é nossa responsabilidade pensar nelas antes que venham sobre nós é de suma importância.
As promessas do Senhor se cumprirão em nossas vidas, as fazer a nossa parte é essencial.
Que possamos aprender a meditar na Palavra de forma inteligente. Fugir das nossas responsabilidade não é ter fé, é ser Covarde.
Que sempre possamos aprender mais do Senhor e meditarmos na Sua Palavra com Inteligência, pois o que é segredo para nós e vemos como em um espelho baço são as bençãos da vida futura, no plano espiritual, quanto a nossa vida aqui, a Palavra nos ensina a sermos fortes e corajosos e, claro, fazermos a nossa parte. Afinal, o sábio deu um ensinamento magnífico quando disse: Tudo o que vier as tuas mãos para fazer, faça conforme as tuas forças e esta deve ser a nossa atitude quando zelamos por nossa família.
Paz.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Fotos da IPCO-Guaianases


Aos poucos fomos postando as fotos da reforma da Igreja aqui.
Ainda não acabou, como disse-nos o Pastor Sérgio,
mas nada nos impede de publicar aqui as fotos do Culto
de Domingo, dia 27 de Maio/2012.

Podemos declarar: "Até aqui nos ajudou o Senhor."

Os cultos tem sido benção. Diversas pessoas decidindo-se por Jesus.
Aumentando o número dos que descerão as Águas Batismais
em breve. Resultado das orações e trabalho árduo destes homens que Deus
colocou para dirigir esta Igreja e nos ajudar na caminhada.

Lindo o painel!



Os irmãos reunidos.






 

 

Crianças cantando
 






 Gideões cantando

Louvor e Paz cantando

 Adoradores do Pai







Pastor Sérgio pregando
Atenção: Esta  mensagem em breve aqui.


Pastor pregando
 



Jardim da Igreja
Obra de nosso Pastor


terça-feira, 29 de maio de 2012

Neemias, um líder magnífico - que orava




Sempre que vejo alguém dizer que existem exemplos de líderes e citam alguns, percebo que em sua maioria estão falando de déspotas, de homens opressores e não de pessoas que possamos seguir o exemplo. Neemias é uma daquelas figuras que as pessoas esquecem simplesmente porque ele era simples, tinha ideias pouco comuns ao exercício da liderança e quase nunca exigia a atenção para si, a não ser quando era para se colocar como exemplo.
Isto prova mais uma vez que Deus não quer apenas que sejamos condicionados a crer Nele, mas a vivermos uma vida livre da opressão humana, seja ela de líderes religiosos ou de políticos. Deus não quer um povo condicionado, espera que sejamos livres, que falamos a todo tempo o que queremos, que vivamos uma vida livre, digna e despreocupada. Aquele povo foi a praça – e entre eles duas mulheres se destacaram, embora não o livro cite seus nomes – e colocaram em público suas queixas e Neemias NÃO os censurou. Pelo contrário, saiu em sua defesa e os tornou livres do jugo de seus irmãos. Sim, infelizmente entre nós há também aqueles que se tornam nossos opressores, tornando mais difícil o caminho para o Céu, criando normas e tributos impagáveis, através de doutrinas humanas que escravizam o povo que Jesus libertou.


Neemias, um exemplo de líder.
No meio evangélico nega-se o título de líder a Neemias simplesmente porque ele não aceitava viver as custas de seus “liderados”. Neemias “não comia da lã de suas ovelhas”, vivia de suas posses pessoais e olha que ele poderia cobrar sim algo de alguém, as pessoas com a “Síndrome de Vítima” amam explorar os demais pela violência que sofreram e ele viveu anos fora de sua Terra Natal, no palácio do rei da Pérsia, como escravo e – pelo que supõe a história – como eunuco no sentido real da palavra. Repare que no versículo 14 ele cita seus irmãos como família e não filhos ou esposa, o que torna aceitável – eu disse torna aceitável – a opinião de que ele vivia como eunuco na casa de Artaxerxes.
Como líder ele nos deixa uma lição valiosíssima de não mostrar de cara as pessoas – sejam elas amigas ou inimigas – as nossas intenções, mas planejar em silêncio (capítulo 2). A sabedoria e estratégia deste líder fez dele um dos mais importantes governadores daquela época.
Só que Neemias tinha consigo um segredo: Ele orava.
Quando o melhor é orar
Neemias vivia uma vida abastada ao lado do rei da Pérsia, por volta do ano 445 a.C. Mesmo sendo servo do rei, adquiriu a amizade e o respeito deste. Um dia, ao receber notícias da sua terra Natal o seu semblante decaiu. Não era para menos. Os muros de Jerusalém estavam destruídos e a terra devastada.
Com a imagem deste cenário na mente, Neemias continuou seus trabalhos. Mas o rei notou a sua tristeza e o questionou.
O rei permitiu que Neemias se afastasse de seus afazeres no Palácio e o mandou a Jerusalém, reconstruir os muros e refazer os laços do seu povo, ajuntando-os como nação. Ora, como diria Alceu Pires, como há por aí Sambalate e Tobias, estes se levantaram contra o Projeto de Neemias. Para eles era importante que o povo continuasse disperso, sem sentimentos nacionais e sem sentido de unidade, pois eles poderiam continuar aprontando das suas.
Eles não contavam com a tenacidade do jovem Neemias. Ele fora temperado nas agruras da vida cativa e enfrentara muitas situações difíceis até chegar a ser o copeiro de confiança do rei. Ele sabia que qualquer projeto deve ser levado a cabo de forma objetiva e nunca, jamais deixar de lado algo apenas para manter a paz aparente, já que na raiz há sempre um problema. Neemias olhou a situação de frente, conquistou o respeito de Esdras, e juntos, juntou o povo em torno de um ideal: Levantar os muros de Jerusalém.
Neemias orava
Em todo o tempo Neemias manteve sua confiança Naquele que nunca dorme, no Guarda de Israel, mas além de colocar a mão à Obra, ele permaneceu em oração.
O exemplo deixado por Neemias, serve hoje para nossas Igrejas e Pastores. Apesar de ser considerado pela Legislação de Israel direito o governador receber seus víveres, Neemias e seus familiares jamais aceitaram-nos. Ele vivia de suas posses, não tornava mais pesado a vida de seus governados (5-1 a 19) e por isto conseguiu deles o seu respeito.
Neemias foi perseguido pelos poderosos de seu povo, mas venceu suas ameaças, suas acusações com sabedoria e coragem. Não permitiu que a Palavra fosse desprezada e fez com que o povo tomasse conhecimento dela através da Leitura pública que Esdras fez. Foi através disto que o povo voltou-se para Deus, tornando público seus pecados e todos, pedindo perdão pelos seus e pelo de seus compatriotas. Houve no meio daquele povo total libertação.
Através de Neemias – e de Esdras que foi seu fiel colaborador – o povo de israel teve duas grandes vitórias:
  1. Foram livres da Escravidão do Pecado; e,
  2. Foram livres do domínio e opressão dos poderosos de então.
Conclusão
Neemias deixa para nós a lição do liderado que se torna líder, mas que não aceitava para si louvores e honras que não lhes pertencia.
Grande homem este Neemias.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Jonas, Salvação e Graça

Vamos falar de Jonas?
Jonas é um dos chamados Profetas Menores, mas a sua História é de vital importância para o entendimento humano do que é a Graça Divina.
Sim, nós os que vivemos no chamado Período da Graça não levamos a fundo o verdadeiro significado da chamada Profecia de Jonas.
Antes, vamos nos orientar em que período histórico viveu este profeta. Jonas, filho de Amitai, profetizou na época do Rei Jeroboão (II Reis 14-25)e é a autoria de seu livro é dele próprio, sendo por assim dizer, este sua autobiografia.
Agora voltemos a Jonas e sua profecia. No versículo 9 do capítulo 3 está registrado o entendimento do rei de Nínive sobre a misericórdia do Senhor e no versículo 10 está a prova do poder da Graça que em nós, que chegou a nós.
O rei movimenta seu povo para que se arrependam e demonstrem a Deus esta atitude de arrependimento, sugerindo-lhes que cria que o Senhor teria misericórdia deles e lhes salvaria do juízo a ele proposto por causa das atitudes anteriores. O rei e seu povo sabiam que eles eram inimigos do povo de Deus, mas entenderam que a Salvação prometida a eles era independente de seus atos anteriores. Eles entenderam que uma vez arrependidos e convertidos de seus atos, poderiam alcançar o benefício da graça. Assim fizeram eles e o entendimento que o rei incutiu em seu povo era corretíssimo, pois o Senhor agiu como eles creram e os salvou da situação de perdição que se aproximava (3-10).
Sabe como cheguei a conclusão que nós de fato Não entendemos o que aconteceu com aquela cidade? Ora, a maioria dos pregadores – e até eu já fiz isto – falam sobre a salvação de Nínive, mas afirma que a profecia não se cumpriu ali, indo se cumprir mais adiante. Ora, a Salvação do Senhor é para pessoas e não esta relacionada a viver a eternidade de outro povo que não o seu escolhido.
Como se faz entender isto?
Ora, uma vez que aceitamos, ao Senhor, somos automaticamente levados a pertencer a um outro povo: O Povo Santo. Então a nossa nacionalidade não interessa ao Senhor. O que interessa ao Senhor é a nossa inteireza de coração.
Aquele povo entendeu isto e eles NÃO podem se julgados pelas atitudes de seus sucessores. Seus descendentes erraram, a História Geral levou consigo o fim de seus filhos, MAS aqueles que se arrependeram, converteram-se de seus maus caminhos, adquiriram na época de Jonas, a sua própria Salvação.
Sabe o que acontece ainda? Toda vez que justificamos a situação, alegando que Nínive foi destruída pelo pecado de seu povo desde Jonas, estamos agindo de duas formas errôneas:

  1. Julgando aqueles novos convertidos e,
  2. Provando que cremos em Salvação automática de nossos descendentes.
Sim, julgamos um povo arrependido e convertido quando dizemos que aquela profecia se cumpriu por seus pecados. O povo de Nínive, descendentes dos que se converteram, caíram no erro que caiam sempre os filhos de Israel e no que nós mesmo e nossos filhos estamos propensos a cair: Voltar ao erro. Aquele povo mudou suas atitudes, converteram-se ao Senhor e conheceram a Sua Graça, seu favor. Foram salvos.
Seus filhos e os nossos também, se quiserem ser salvos deverão buscar a Salvação da parte do Senhor através de sua própria Fé. Afinal fé é dom pessoal e não transferível, como acreditam alguns que tentam impor a fé aos outros em seus rituais de: Diga comigo, repita comigo e vamos exercer a fé de nosso irmão.
Vamos falar de Nós e nossos Filhos?
Fé cada um tem para si. Isto sim que é difícil entender.
Quanto aos nossos filhos, podemos sim incutir neles o Temor sadio ao Senhor, o respeito por sua Palavra e a Fé virá pelo ouvir e ouvir a Palavra de Deus e não os “mantras” no altar.
A propósito, quem tem fé não fica apagando e acedendo como vivem alguns de nossos irmãos desnutridos. Adeptos de cantores “artistas da adoração” e pregadores idem, pulam, gritam e passam mal – que algumas atitudes só podem ser mesmo classificadas como doentias – e depois de todo aquele alvoroço, estão enfraquecidos, esperando um novo final de semana de “avivamento” para sentirem-se fortes, especiais e alimentados por mais dois dias.
Quanto a aprendermos mais sobre a Misericórdia e Graça Salvadora, atentemo-nos para o versículo 11 do capítulo 4, onde o Senhor adverte Jonas sobre ele dar mais valor a uma pequena abobreira do que as vidas do povo de Nínive.
Quem sabe assim, deixemos nós de prestar atenção em miudezas e passamos a crer de fato que o propósito de salvação do Senhor é bem maior do que acreditamos até hoje.
  • Oremos pela Salvação de nossos filhos,
  • Ensinemos a verdade a eles,
  • Mostremos a eles exemplos de fé e testemunho de vida equilibrada
  • Resultado: Poderemos viver sossegados quanto a eles optarem por crer em Deus, pois é o que farão.
Que o Senhor fale melhor em nossos corações, a partir de meditarmos nesta mensagem.
Boa semana

Recadinhos para a Igreja de Guaianases - Irmã Sirlene

 

Notícias de Mogi Guaçu

Irmã Sirlene e Família
Paz do Senhor Jesus
Estamos com muitas saudades.
Por motivos de ordem pessoal, não consegui estar com vocês. Estou trabalhando muito, mas muito feliz aqui em Mogi Guaçu.
Ainda está difícil para mim estar com vocês, mas se Deus quiser, logo ageitaremos tudo.
Tenho saudades das Irmãs e também da Igreja em geral.
Amo todos vocês.
Um abraço em todos. Amo vocês
Fiquem todos com Deus!
Irmã Sirlene


PS - Mensagem entra pela manhã.
Não esqueçam que em todo o tempo o Senhor nos acompanha e jamais dispede os seus servos de mãos vazias.
Sempre tem uma resposta ao que clama e ajuda aquele que entra na batalha diária.
Paz seja com todos.
Boa Semana
Equipe IPCO-Brasil

domingo, 27 de maio de 2012

Escolha e Consequência - Sara e Agar, exemplo de crise desnecessária

Genesis 16 -1 a 4
Você precisa saber ou lembrar que na vida recebemos as respostas às nossas atitudes. Toda vez que escolhemos determinada resposta, a vida nos reserva um futuro, cada escolha produz uma consequência. É o que comumente associamos à Lei da Física, de ação e reação. 
Todas as nossas ações acarretam novas situações e somos responsáveis por cada uma delas. Mas na questão da escolha, devemos sempre analisar não só o que vamos conseguir quando escolhemos fazer determinada coisa ou seguir por este ou aquele caminho.
 Quando estamos falando de família, devemos tomar todos os cuidados possíveis, pois muitas vezes as nossas escolhas podem transformar a vida dos demais membros de forma radical e perigosa.
Nem sempre o que é bom para um, será bom para os demais.

Temos um exemplo claro de problema na família iniciado porque alguém acreditou que uma atitude imediata iria resolver todos os problemas.
Sara, esposa de Abraão deu Agar por amante a ele. De imediato pareceu-lhe um problema resolvido, mas tão logo sua serva se vê grávida, passa a desprezar sua senhora. E esta não foi a única consequência. Agar e seu filho passaram a viver em uma situação difícil naquele lugar, não era mais apenas uma escrava, mas também não era uma senhora.
Só para citar 4 problemas podemos dizer que:
  •  Os irmãos tiveram que viver separado. 
  • As brigas de irmãos eram potencializadas pela situação conflitante - duas mães sedentas por defender seus rebentos.
  • As discórdia no lar em razão de que destino dar ao filho bastardo. 
  • As diferenças constantes geradas pela convivência das duas mulheres.

    Estas e outras consequências que poderiam ter sido evitadas com uma atitude bem pensada tomada na hora certa.
    Sara nunca pensou que sua serva egipcia iria revoltar-se contra sua autoridade. Ela esperava que Agar por ser escrava, fosse ter uma atitude servil em relação a tudo o que lhe acontecera.
    Antes de fazer qualquer coisa, de tomar qualquer decisão, não analise apenas o seu lado, ou o que trás vantagem a apenas um dos membros do núcleo familiar, mas ao que beneficia o conjunto.
    E ore.

    Nós ainda este apoio.Firmamos nossas escolhas na vontade do Senhor para a manutenção e bem estar do lar. Para ter um estilo de vida de acordo com as vontade de Deus, é necessário sabermos fazer a escolha certa. 
Pense nisto...


sábado, 26 de maio de 2012

Família - O Controle Remoto

   Infelizmente os pais e alguns psicólogos acreditam que se a programação da Televisão não presta, basta trocarmos de canal. Esquecem-se que na vida, quando os filhos destanciam-se dos seus lares, não há controle remoto que possa decidir o que eles verão ou aprenderão.
           Ou os pais assumem a criação e a educação dos seus filhos e de cara mostre o que há no mundo, ensinado-os a seguir uma caminho melhor, ou os parâmetros da Televisão e da internet serão os que nossos filhos seguirão no futuro.
           E nada mais poderá ser feito.
(Pastor Sérgio Carlos da Silveira)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O que você escreveu hoje, Esposa?


O que você escreveu hoje, Esposa?

Páginas de Silêncio?

Muitas vezes esquecemos que nossa vida é um livro e que somos os personagens principais dela. É a nossa vida, então somos de fato a pessoa mais importante nela. Só que diferente dos livros normais, este pode ter páginas e mais páginas escritas pelo protagonista, mas esquecemos que temos este direito e deixamos de utilizá-lo.
Só o que muita gente não sabe é que o simples fato de nada fazer para interferir e mudar sua própria História é e si um ato, ou fato como se diz no Direito, quando você não faz algo (Ato) gera um Fato (Ato inexistente) e isto em si trás na vida e no Direito, prejuízo.
Não fazer nada é escrever nas páginas de nossas vidas a derrota, o declínio e a infelicidade.
A Bíblia nos ensina que Tudo o que vem as nossas mãos, devemos fazer conforme as nossas próprias forças, mas nem sempre obedecemos esta advertência, principalmente quando o assunto é nossa vida sentimental, nosso casamento. Por um motivo qualquer algo que podíamos fazer para que o outro não se irrite, deixamos passar e, temos nossos motivos. Geralmente este motivo é um só: “Só eu cedo nesta relação”. Então não cedemos mais uma vez e começamos a enfrentar problemas que poderiam ter sido evitados simplesmente com uma atitude pequena, um pequeno ceder. De repente as páginas de nossas vidas se tornam escuras, temerosas e acabamos sofrendo, nós mulheres geralmente mais que os homens, afinal temos necessidade de apoio e carinho e como estamos “de cara virada” o outro não se aproxima.
Certas rusgas de casal se torna como aquelas quebra de braços, os dois estão cansados, mas ninguém deixa cair pois não quer passar “atestado” de perdedor. Tenho uma coisa para dizer: “Vocês dois já perderam”. Sim, perderam a guerra quando um não quis ceder lá atrás, quando o problema era uma rusga pequenina e vocês deixaram ela criar corpo e forma de problema.
Seja você esposa ou esposo, mas esqueça esta de quem cede primeiro é fraco e vai com seu jeito todo especial e resolve isto com amor. As esposas tem a vantagem de saber o prato que o querido gosta. Então vai lá, arrume tudo para uma noite de perdão, faça-se mais bela, arrume o cabelo, capricha na maquiagem, use aquele perfume especial, faça aquela comida deliciosa e espere-o de braços abertos. Detalhe: Se você pedir ajuda para a sogra cuidar dos netos, ela vai ficar feliz. Não se envergonhe em pedir ajuda dela e, se ele prefere a comida dela, não se faça de rogada. Peça a ela a receita ou melhor, que prepare. Passem as duas uma tarde juntas, lanchem, conversem e deixa ela cortar cebola. Depois que ela sair com os netos, vai para sua sessão de amor próprio, se cuida, ouça músicas românticas, converse com o Senhor e depois espere linda e carinhosa o esposo. Façam as pazes hoje. Não deixe para depois.
Lembre-se que a Palavra nos ensina que “quando depende de nós, devemos manter a paz com todos” e, neste caso o todos aí é aquele homem lindo e maravilhoso que você prometeu amar e respeitar até que a morte os separasse. E morte agora trocou de nome e função? Agora morte atende pelo nome de ORGULHO?
Não ceder, querida, é dar lugar para o orgulho. Pense bem se é isto que você quer. Viver em guerra com o seu amado? Destruir tudo o que construíram até aqui?
Querida, não há nada que um bom carinho não resolva. Faça a sua parte para que a sua felicidade seja plena, escreva mais este capítulo de sua história.


Aos esposos
Ora, tem uma dica para vocês também.
Passe na floricultura, compre flores e bombons. Nem vem com a desculpa da falta de dinheiro, já inventaram o cartão de crédito amigo! E se ela esta chateada contigo, sabes que tem sua parcela de culpa, então nada de desculpas. Capricha no presente e vai para casa pronto a pedir perdão se preciso for e é preciso. Para o casal deve ser sempre importante retirar todas as rusgas do caminho.
Pense nisto e busque a felicidade daquela que você prometeu proteger. Chegoua hora. Proteja-a de seu orgulho homem, ele vai acabar matando a relação de vocês.


A Oração
Senhor Jesus, hoje oro a ti para pedir que me ensine a ser menos orgulhosa. Que eu aprenda Senhor, que abrir mão geralmente dói, mas dói mais ainda quando faço a minha vontade e depois brigamos e ele se afasta de mim. Senhor ajude-me a viver bem com meu esposo, abrindo meus olhos e entendimento para que eu não me esqueça nunca da promessa que fiz a Ti de respeitá-lo e honrá-lo enquanto vivêssemos. Senhor, é muito difícil ir contra a minha própria vontade, mas sei que é para o nosso bem, assim, peço-Te que me ajude a ser uma esposa melhor.
Amém.


PS – Esta é uma sugestão de oração, você pode fazer a que bem entender, mas assuma para si mesma e para Deus que tudo está assim pois vocês permitiram que chegasse a este ponto.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Orgulho e Simplicidade por estratégia de guerra

O orgulho e a simplicidade – Estratégias de Guerra
Introdução
Algumas pessoas não tem limites quando o assunto é amor próprio. Vivem suas vidas de forma a fazer sempre a sua própria vontade e acreditam que as outras pessoas vieram a este mundo para cumprir-lhes os mais variados desejos. Ninguém é bom o suficiente para estas pessoas e elas sabem como ninguém manipular as outras para conseguir alcançar seus objetivos.
A ciência classifica pessoas com estas características como psicopata, mas eu não vejo isto como psicopatia, vejo como orgulho.
Obviamente que incentivo as pessoas amarem a si mesmo, a olhar para si com carinho e respeito, mas alguns pessoas parecem ter em si a mesma síndrome de Hamã. Lembra-se dele?

Entrando na História

Diz a Bíblia que um dia o Rei Assuero perdeu o sono e fez com que seus servos lessem para ele o livro das crônicas. Algo chamou a atenção de Assuero ao ser lembrado da traição que ele sofrera por parte dos eunucos Bigtã e Teres, responsáveis pela segurança do Palácio, que intentaram contra a vida do rei. Ali estava escrito que Mardoqueu denunciara os traidores.
O surpreendeu-se ao saber que nada se fizera pelo homem que lhe salvara a vida. Naquele mesmo momento entrava no pátio do Palácio um de seus ministros, Hamã. Quando ele chegou, trazia em sua mente um pensamento de morte contra o judeu Mardoqueu e vinha contar ao rei que levantara uma forca para dar cabo da vida de seu inimigo.
Ao encontrar o rei agitado, este abriu seu coração a Hamã, que ficou sabendo da vontade do rei honrar um de seus servos.
Certo de que não havia ninguém que pudesse agradar ao rei e ser digno de um grande presente, além dele, deu a Assuero as coordenadas para exaltar o homem que julgava ser ele, exatamente da forma que o agradaria.

Quando o orgulho erra o cálculo

E foi assim que ele, por de fato ser o homem mais importante do reino, depois do rei, quem teve de levar Mardoqueu pelas ruas, montado no cavalo real, vestido com as roupas reais e até com a coroa na cabeça e aclamando: Assim se faz ao homem a quem o rei se agrada honrar (6-9).
Mardoqueu não recebeu ouro ou prata pelo serviço prestado e aquela honra não subiu ao coração daquele sábio que trabalhava nos portões do rei, mas aquilo feriu a dignidade do orgulhoso Hamã. Ele nem achou oportunidade para falar ao rei o que desejava, voltou para casa sentindo-se humilhado, não suportando levar sobre si a lembrança da humilhação vivida. Diz a Palavra que sua vergonha era tanta que ele voltou para sua casa de cabeça coberta.
Começava ai a derrocada do orgulhoso Hamã.
Só que não é apenas isto que fica de lição para nós. Mesmo que já tenhamos aprendido até aqui com Mardoqueu que não importa quais honras recebamos, devemos honrar a nossa chamada. Ele era apenas o escrivão da porta real e, depois de receber as honras que não esperava ou almejava, voltou ao seu trabalho, simples, mas com sua cabeça erguida, como estava sempre antes de receber todas aquelas honrarias reais.
O que aprendemos então?
Aprendemos que o orgulho, a vontade exacerbada de ser grande a qualquer preço e a custo da vida de qualquer um, pode sim nos levar a sermos poderosos, a conquistarmos nossos objetivos, mas também cairemos. Hamã caiu de sua posição simplesmente porque intentou e seu coração ser maior do que já era. Veja, quando ele instiga a honraria, pensando ser ele quem a receberia, sugere ao rei que um dos príncipes do reino leve a pessoa honrada e o rei o escolhe, isto porque ele era um dos principais dali, sendo o mais importante conselheiro do Palácio. Era tão importante que tinha em sua casa, sábios particulares (6-13). E se ele queria ser grande, o maior, o que mais ele ambicionava ali? Qual posição era seu desejo maior? Ora, ele queria ser o rei de todas as Províncias e de Susã. Um sonho nada ambicioso, se formos irônicos. Para ser rei ele teria que destruir o homem mais poderoso de então, o homem que confiava nele: Assuero.
O que Hamã não sabia era que aquele que ele julgava ser alguém desprezível, o judeu Mardoqueu, a quem ele julgava uma pedra pequena em seu caminho, simplesmente por não se curvar a ele, seria o causador de sua derrota.

Não se deve julgar a pessoa pela aparência

Aquele simples homem à porta do Palácio era ninguém menos que o pai da rainha e através dela, a bela jovem Ester, Mardoqueu destruiria Hamã.
Esta lição de orgulho versus simplicidade é algo útil em nossos dias, onde as pessoas ensinam em todos os lugares, que para se conseguir chegar ao sucesso é necessário investir nas pessoas certas, mas quem são as pessoas certas?
O orgulhoso olha para cima quando quer conhecer os poderosos, os sábios olha para os simples, pois nem sempre a sabedoria mora nos Palácios.
A vontade de ser grande levou Hamã a ser o primeiro ministro de Assuero, sabe Deus quantos homens ele destruiu neste seu caminho, mas ele tropeçou no estrategista Mardoqueu. Sim, Mardoqueu ao aconselhar sua filha a não declarar sua procedência gentílica, estava protegendo-a da fúria de alguns que por ali odiavam os judeu, entre eles, o próprio Hamã, mas esta estratégia serviu no futuro para outro propósito. Para um propósito maior, salvar a vida de seu povo da morte.
Se vamos a guerra, o melhor é conhecer os inimigo
Hamã não sabia reconhecer seus inimigos. Ele só sabia lutar com alguém que julgava ser igual ou superior a ele. As outras pessoas, que ele via como inferiores, ele nem considerava inimigo, considerava apenas como pedra de tropeço, que você chuta para fora do caminho e que nem se machuca. Mas aquele homem que ele desprezava, era um grande estrategista, era o sogro do rei, era sábio e cria em Deus. Não necessariamente nesta ordem. NA verdade, Mardoqueu cria em Deus, era sogro do rei e um excelente estrategista e o orgulhoso Hamã nada sabia sobre seu inimigo.
Fica ai mais uma lição para nós. Se vamos a guerra, que seja preparado, mas jamais deixemos que nosso inimigo conheça o nosso arsenal e que saibamos manter firme nossa mente e jamais apresentar a quem quer que seja as nossas estratégias.
O orgulho é sempre o pior conselheiro, mas o orgulhoso jamais aprende. Que possamos aprender com estes dois homens, com Hamã a evitar o orgulho e respeitar as demais pessoas e com Mardoqueu a respeitar o tempo da verdadeira honra, aquela que vem do Senhor. Que possamos permanecer aonde fomos chamados até o dia que o Senhor nos chamar em outro lugar.
Pense nisto!

terça-feira, 22 de maio de 2012

O Pai Nosso de fato?

Algo para refletir.
Será que nossa comunhão com Deus é verdadeira ou estamos servindo apenas por hábito?
Nos habituamos  a fazer nossas orações e elas nada mais são que repetições conhecidas, mas que perderam o sentido com o passar do tempo.
Acredito que a Oração do Pai Nosso é uma das mais automáticas que fazemos. Esquecemo-nos de que oração é Diálogo e não Monólogo  e que para ouvirmos alguém falar conosco, é necessário prestarmos  atenção a outra pessoa, para que haja de fato comunicação. Caso contrário  ela se torna de mão única e não haverá entendimento.
Oração é muito mais que pedir, é trocar idéias, é falar ouvindo bem as suas próprias palavras, pois somos responsáveis por cada uma delas e devemos pensar em cada uma delas durante nosso momento de comunhão com Deus.
Baseado neste pensamento, observei o diálogo que se segue  e pensei que nós, na maioria das vezes, somos uma espécie de robos cristãos, ou repetimos nossas próprias orações ou repetimos os mantras e orações  que alguns pastores costumam nos induzir a fazer para 'valorizar' as suas mensagens, para que elas pareçam mais espirituais, mais ungidas.
Veja:

VOCÊ: Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Sim? Estou aqui...
VOCÊ: Por favor, não me interrompa, estou orando!
DEUS: Mas você me chamou!
VOCÊ: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou
orando.... Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Ai, você fez de novo.


VOCÊ: Fiz o que?
DEUS: Me chamou! Você disse: Pai nosso que estais no céu. Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?
VOCÊ: Mas eu não quis dizer isso. É que estou
orando. Oro o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem orando assim. É como se fosse um dever. E não me sinto bem até cumprí-lo...
DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é amor a todos?
VOCÊ: É, realmente ainda não havia pensado nisso.
DEUS: Mas prossiga sua oração.
VOCÊ: Santificado seja o Vosso nome...
DEUS: Espera ai! O que você quer dizer com isso?
VOCÊ: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!
DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo, Sagrado.
VOCÊ: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO. "Venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu..."
DEUS: Esta falando sério?
VOCÊ: Claro! Por que não?
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?
VOCÊ: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no céu e na terra também.
DEUS: Tenho controle sobre você?
VOCÊ: Bem, eu freqüento a igreja!
DEUS: Não foi isso que Eu perguntei! Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá a televisão, as propagandas que você corre atrás e o pouco tempo que você dedica a Mim?
VOCÊ: Por favor. Pare de criticar!
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que oram, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.
VOCÊ: Esta certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente, peço saúde, mas não cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...
DEUS: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos Eu e Você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.
VOCÊ: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: ... "o pão nosso de cada dia nos dai hoje..."
DEUS: Pare ai! Você esta me pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão, lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que me veja como um Pai amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!
VOCÊ: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido..."
DEUS: E o seu irmão desprezado?
VOCÊ: Está vendo? Olhe Senhor, ele já criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
DEUS: Mas, e a sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?
VOCÊ: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.
VOCÊ: Pode? Mas como?
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei.
VOCÊ: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
DEUS: Então não me peças perdão também!
VOCÊ: Mais uma vez está certo! Mais só quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Esta bem, esta bem, eu perdôo a todos, mas ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você, como está se sentindo?
VOCÊ: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...
VOCÊ: "E não deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal..."
DEUS: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.
VOCÊ: O que quer dizer com isso?
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de emergência!
VOCÊ: Não estou entendendo!
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias vezes. Entra no erro, depois corre a me pedir socorro.
VOCÊ: Estou com muita vergonha, Perdoe-me Senhor!
DEUS: Claro que perdoo! Sempre perdôo a quem esta disposto a perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala! Termine sua oração.
VOCÊ: Terminar? Ah, sim, "AMÉM!"
DEUS: O que quer dizer AMÉM?
VOCÊ: Não sei. É o final da oração.
DEUS: Você só deve dizer AMÉM quando aceita dizer tudo o que eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM! quer dizer, ASSIM SEJA, concordo com tudo que rezei.
VOCÊ: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora obrigado por fazer-me entendê-la.
DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles que querem sair do erro, aqueles que querem ser livres do pecado. Abençôo-te e fica com minha paz!
VOCÊ: Obrigado Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo.


Releia quantas vezes achar necessário e só diga Amém quando de fato aceitares o Que o Senhor quer te falar.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Amando Próximo de forma positiva

Romanos 12 – O Amor por arma


O escritor aos Romanos, adverte a necessidade do amor, da humildade, beneficência como armas para a nossa vida. No verso 9 ensina-nos a aborrecer o mal e ainda mais apegarmo-nos ao bem. Ora apegar-se é ter uma relação de intimidade, de inteireza, sem fingimentos ou constrangimento.
Não sei se o leitor já percebeu, mas as pessoas que afirmam não ajudar ao próximo, alegam sempre como justificativa para esta não ação a ingratidão alheia, mas na verdade existe menos ingratos no mundo do que se fala. A maioria das pessoas que reclamam da ingratidão dos outros, são aquelas que ao ajudar alguém as constrange. Sendo assim, a pessoa ajudada, por mais grata que seja, acaba sendo ferida.
Certa atitudes ditas como de “amor ao próximo” são na verdade exercício de autopromoção. A pessoa ajuda aquele que ela classifica como necessitado e condiciona esta pessoa a viver debaixo de suas asas e sobre seu constrangimento de forma permanente. Mas as pessoas precisam de ajuda para dar passos longos, grande parte dos necessitados do mundo estão procurando alguém que os ensine pescar e não pedindo o peixe, como se diz.
Uma certa parcela dos injustiçados de plantão é composta por “ajudadores interesseiros” que querem ter o controle da vida das pessoas sobre suas mãos. O que verdadeiramente ama o próximo, faz com uma mão e esconde a outra. Além de cumprir assim uma ordenança cristã e um princípio ético, trás ao coração do “ajudado” a certeza de que tudo o que recebeu ou recebe faz parte do sentimento que envolve a doação: O Amor.
Em que sentido entra aqui o tal mal do versículo 9? Ora, se faço o bem e condiciono a pessoa a quem dou meu auxílio a viver debaixo de minhas asas, estou sendo mal. Minha malignidade afronta esta pessoa, pois ela reconhece sim, por mais necessitada que esteja, que minha ajuda é interesseira, mesquinha e que por mais justa que eu pareça ser, sou uma pessoa mesquinha e uma hora, seja esta qual for, vou fazer a cobrança da gratidão de forma que seja exaltada a minha atitude de proteção.
Quando faço o bem, se olhar a quem, sem esperar nada em troca, acabo recebendo sim a gratidão, o reconhecimento daquele a quem estendi a mão e, no futuro, quando aquela pessoa tem a sua vida modificada pela atitude que consegui impor em um gesto de amor.
Sim, a verdadeira ajuda trás a certeza que a vida vai mudar, que há ainda esperanças, que existe sim um futuro a frente e que fazer algo novo, investir nele, é possível. Mesmo que quem estende a mão com verdadeiro sentimento nada diga para fazer com que os passos do necessitado mude, sua atitude de amor faz nascer naquele ser sensibilizado pela necessidade a semente do verdadeiro ajudador. Sim, quando ajudamos alguém com amor, estamos espalhando nestes corações a semente do verdadeiro amor.
O verso 10 diz para tratarmo-nos com honra e é o resumo do que significa ajudar alguém. Quando você dignifica o ato de auxílio a uma pessoa, transformando-o em uma atitude de amor, está na verdade investindo honra aquela pessoa, seja ela o mendigo da rua, o pedinte do farol ou o amigo necessitado que vive na mesma Comunidade que você.
Se nós que nos chamamos cristãos, amassemos o próximo – independente de quem seja e de onde esteja – teríamos plantado muito amor nestes corações e estaríamos colhendo exatamente isto: Amor. Mas ao contrário, aderimos a esta noção trágica de que ajudar as pessoas é perpetuar a pobreza e esta é uma filosofia deste Sistema Capitalista. O que faz da miséria moeda de troca e manipula o sentimento do povo, é esta política de emergência, que cria programas sociais para tapar buracos na esfera social. Agora estender a mão, parar no tempo e ensinar alguém a ter dignidade não limita a Sociedade, abre na verdade os olhos das pessoas no momento de necessidade para a sua verdadeira capacidade.
Jesus agia assim, foi através deste princípio de fazer a pessoa necessitada reconhecer sua capacidade que Ele salvou Zaqueu – com necessidades do espírito – e curou a mulher hemorrágica – da inferioridade imposta pelo sistema religioso, político e médico de então.
Pense Nisto.

Gratos pelo cometário

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