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sábado, 4 de junho de 2016

Lição de Dorcas - Edifique-se

Passando rapidinho por aqui para trazer uma Mensagem para que seu dia seja abençoado...
E a Mensagem escolhida faz parte do Livro #‎Edifique_Se‬  de nosso pastor Sergio. Uma Mensagem voltada ao enriquecimento do relacionamento humano, ao contato que todos devemos ter entre nós - cristãos ou não, pois aproximarmo-nos do outro além de ser uma necessidade individual, é também coletiva para a manutenção da Sociedade  e, se precisamos estar próximos, que seja um contato de solidariedade, de troca e de amor. 

[...]
O que precisamos aprender com Dorcas é que é importante sim conquistar o amor das pessoas com o que temos em nossas mãos, mas devemos levar mais que o pão e o calçado, devemos investir amor na vida destas pessoas.Ela usou seu dom natural, sua habilidade com tecidos e agulha para chegar ao
coração daquelas pessoas ali em Jope. Ela era fiel a Deus em tudo, afinal cumpria a ordem de amar o próximo como Jesus amou a nós todos e por nós se entregou.
Por Pastor Sergio Carlos da Silveira

Tenham todos um Fim de semana maravilhoso.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Você crê?

O importante é crê.

Muitas vezes deixamos de crê e tentamos resolver as coisas na pressa, se, a direção de Deus.
Mas se sairmos da posição, acabamos perdidos e não veremos a saída,por mais perto que ela esteja.
Lembra do homem que estava escalando e escureceu?
Ele deixou de prestar atenção ao caminho, satisfeito que estava com o frio da noite, e por fim, perdeu-se, no escuro das geleiras.
Clamou por Deus horas a  fio.
E sempre que clamava ouvia uma voz dizer que era só pular, mas ele não fez isso...
Pela manhã a equipe de busca o encontrou morto, preso à sua corda a 20 centímetros do chão...
Ninguém entendeu nada...
Era um escalador experiente, mas cometeu o único erro que não poderia:
Deixou de crer.

Este exemplo nos serve bem devemos crer apesar de tudo, agarrar-nos à nossa Fé e continuarmos nossa caminhada, sabendo que o Senhor vem a melhor resposta!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Porque o justo sofre?

Nem tudo é colheita própria...

 As gotículas das evaporização (das atitudes humanas) 

sobem formando as nuvens; depois são derramadas 

molhando indiscriminadamente a todos.

Assim é o mal, a soma dos males praticados pelos homens 

recaem sobre o injusto e da mesma forma sobre o justo. 

Alguém pode sofrer muitos danos mesmo sendo justo em 

tudo o que faz.

Evangelista Joel Lourenço 


Conclui-se que: Não julgar os outros pelos seus males é uma sábia atitude!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O Segredo da Riqueza

Conhece a história do senhor Palha?


Não?
Então leia-a e pense em suas atitudes.
Você tem sido grato? Generoso? Amável?

Muitas vezes nosso sucesso depende de nossa generosidade. Da forma que nos relacionamos com as outras pessoas...


Era uma vez, há muitos e muitos anos, é claro, porque as melhores histórias passam-se sempre há muitos e muitos anos, um homem chamado Senhor Palha. Ele não tinha casa, nem mulher, nem filhos. Para dizer a verdade, só tinha a roupa do corpo. Ora o Senhor Palha não tinha sorte. Era tão pobre que mal tinha para comer e era magrinho como um fiapo de palha. Era por esse motivo que as pessoas lhe chamavam Senhor Palha.
Todos os dias o Senhor Palha ia ao templo pedir à Deusa da Fortuna que melhorasse a sua sorte, mas nada acontecia. Até que um dia, ele ouviu uma voz sussurrar:
— A primeira coisa em que tocares quando saíres do templo há- de trazer-te uma grande fortuna.
O Senhor Palha apanhou um susto. Esfregou os olhos, olhou em volta, mas viu que estava bem acordado e que o templo estava vazio. Mesmo assim, saiu a pensar: “Terei sonhado ou foi a Deusa da Fortuna que falou comigo?” Na dúvida, correu para fora do templo, ao encontro da sorte. Mas, na pressa, o pobre Senhor Palha tropeçou nos degraus e foi rolando aos trambolhões até o final da escada, onde caiu por terra. Ao levantar-se, ajeitou as roupas e percebeu que tinha alguma coisa na mão. Era um fio de palha.
“Bom”, pensou ele, “uma palha não vale nada, mas, se a Deusa da Fortuna quis que eu o apanhasse, é melhor guardá-lo.”
E lá foi ele, com a palha na mão.
Pouco depois, apareceu uma libélula zumbindo em volta da cabeça dele. Tentou afastá-la, mas não adiantou. A libélula zumbia loucamente ao redor da cabeça dele. “Muito bem”, pensou ele. “Se não queres ir embora, fica comigo.” Apanhou a libélula e amarrou-lhe o fio de palha à cauda. Ficou a parecer um pequeno papagaio (de papel), e ele continuou a descer a rua com a libélula presa à palha. Encontrou a seguir uma florista, que ia a caminho do mercado com o filho pequenino, para vender as suas flores. Vinham de muito longe. O menino estava cansado, coberto de suor, e a poeira fazia-o chorar. Mas quando viu a libélula a zumbir amarrada ao fio de palha, o seu pequeno rosto animou-se.
— Mãe, dás-me uma libélula? — pediu. — Por favor!
“Bem”, pensou o Senhor Palha, “a Deusa da Fortuna disse-me que a palha traria sorte. Mas este garotinho está tão cansado, tão suado, que ficará certamente mais feliz com um pequeno presente.” E deu ao menino a libélula presa à palha.
— É muita bondade sua — disse a florista. — Não tenho nada para lhe dar em troca além de uma rosa. Aceita?
O Senhor Palha agradeceu e continuou o seu caminho, levando a rosa. Andou mais um pouco e viu um jovem sentado num tronco de árvore, segurando a cabeça entre as mãos. Parecia tão infeliz que o Senhor Palha lhe perguntou o que tinha acontecido.
— Hoje à noite, vou pedir a minha namorada em casamento — queixou-se o rapaz. — Mas sou tão pobre que não tenho nada para lhe oferecer.
— Bem, eu também sou pobre — disse o Senhor Palha. — Não tenho nada de valor mas, se quiser dar-lhe esta rosa ela é sua.
O rosto do rapaz abriu-se num sorriso ao ver a esplêndida rosa.
— Fique com estas três laranjas, por favor — disse o jovem. — É só o que posso dar-lhe em troca.
O Senhor Palha continuou a andar, levando três suculentas laranjas. Em seguida, encontrou um vendedor ambulante a puxar uma pequena carroça.
— Pode ajudar-me? — disse o vendedor ambulante, exausto. — Tenho puxado esta carroça durante todo o dia e estou com tanta sede que acho que vou desmaiar. Preciso de um gole de água.
— Acho que não há nenhum poço por aqui — disse o Senhor Palha. — Mas, se quiser, pode chupar estas três laranjas.
O vendedor ambulante ficou tão grato que pegou num rolo da mais fina seda que havia na carroça e deu-o ao Senhor Palha, dizendo:
— O senhor é muito bondoso. Por favor, aceite esta seda em troca.
E, uma vez mais, o Senhor Palha continuou o seu caminho, com o rolo de seda debaixo do braço.
Não tinha dado dez passos quando viu passar uma princesa numa carruagem. Tinha um olhar preocupado, mas a sua expressão alegrou-se ao ver o Senhor Palha.
— Onde arranjou essa seda? — gritou ela. — É justamente aquilo de que estou à procura. Hoje é o aniversário de meu pai e quero dar-lhe um quimono real.
— Bem, já que é aniversário dele, tenho prazer em oferecer-lhe a seda — disse o Senhor Palha.
A princesa mal podia acreditar em tamanha sorte.
— O senhor é muito generoso — disse sorrindo. — Por favor, aceite esta jóia em troca.
A carruagem afastou-se, deixando o Senhor Palha com uma jóia de inestimável valor refulgindo à luz do sol.
“Muito bem”, pensou ele, “comecei com um fio de palha que não valia nada e agora tenho uma jóia. Sinto-me contente.”
Levou a jóia ao mercado, vendeu-a e, com o dinheiro, comprou uma plantação de arroz. Trabalhou muito, arou, semeou, colheu, e a cada ano a plantação produzia mais arroz. Em pouco tempo, o Senhor Palha ficou rico.
Mas a riqueza não o modificou. Oferecia sempre arroz aos que tinham fome e ajudava todos os que o procuravam. Diziam que a sua sorte tinha começado com um fio de palha, mas quem sabe se não terá sido com a sua generosidade?
William J. Bennett
O Livro das Virtudes II – O Compasso Moral
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Prisão versus Pergunta Correta!

Não se prenda, faça as perguntas certas!


Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto em cima ele se tornará um prisioneiro, apesar de sua habilidade para o vôo. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.
Um zangão, se cair em um pote aberto ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente de tanto atirar-se contra as paredes do vidro.
(AD)


                Muitas pessoas vivem aprisionadas em seus problemas, como se eles fossem a última coisa que lhes acontecesse na vida. Praticamente morrem apegados à uma corda fraca, seguros com medo de se lançarem ao chão, que está a centímetros de seus pés. Outros, com Inteligência e saúde, poderiam procurar uma saída, mas não sabem usar pensar em uma nova solução, fica tentando usar os mesmos caminhos sempre.
            Quando você fica preso ao chão, mas tem saída por cima, deve sim aprender a utilizá-la. E para nós, a saída está sempre no alto: Jesus.
            Se não conseguimos resolver sozinho nossos problemas devemos procurar novas soluções e não nos tornarmos prisioneiros de nossos medos. A prisão não nos levará a lugar algum e nem mesmo continuar insistindo em bater na parede. Ao olharmos para cima (Jesus) acharemos um novo caminho, pois é do Senhor que vem as melhores respostas. Mas para se obter RESPOSTA é necessário fazer PERGUNTAS.  
            E muitos de nós já perdeu a capacidade de fazer perguntas (orar). Meu desejo hoje é que não sejamos Falcão, Morcego ou Zangão e sim Águia.
            As Águias usam suas garras, asas e bico para se defender. Não se focam em apenas um detalhe para erguer vôo.
            Pense nisto!
Elisabeth Lorena Alves

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Deixe Deus Agir II - Pastor Rodrigo Panni

Jeremias 18

O vaso do Oleiro

 
Muitas vezes precisamos de uma resposta do Senhor, mas não estamos buscando no lugar certo esta resposta.
E por quê?
Porque estamos agindo de forma errada.
Jeremias é  chamado a ter uma responsabilidade, a dispor-se, a descer.
E descer é descobrir que existem vasos bons e vasos quebrados. E vaso quebrado não serve. Mas Deus transforma e faz um vaso novo, afinal, o Oleiro hoje é Jesus e nós somos vasos.
E a promessa do Senhor, através da pergunta feita a Jeremias, é que Ele pode nos fazer de novo. Pode transformar cada vaso quebrado em vasos úteis.



Confie em Deus e seja transformado.
Por Pastor Rodrigo Panni







terça-feira, 9 de julho de 2013

Pequenas Reflexões

Pequenas Reflexões
(Autor Desconhecido)
É não se fazendo nada que se aprende a fazer o mal.
Cada criança que chega ao mundo nos diz:"DEUS ainda espera alguma coisa dos homens".
A prudência é o olho de todas virtudes.
Se tiveres que concordar devido ás circunstâncias,avalie se vale a pena ser falso.
As mais altas torres começam do chão.
O importante na vida não e a situação em que estamos,mas a direção para a qual nos movemos.

Gratos pelo cometário

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