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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Eram 3 as árvores

No alto de uma montanha, três pequenas árvores que sonhavam com o que seriam depois que crescessem; logo que ficassem grandes...

A imaginação floresceu e elas comentavam, sonhavam com o maravilhoso futuro. Assim, conversavam elas: 
A primeira, olhando as estrelas brilhando no céu dizia que queria ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.
A segunda, levando seu olhar para um lindo rio que cruzava o local, dizia que queria ser um grande navio para transportar reis e rainhas.
A terceira árvore dizia que gostaria de ficar ali mesmo, permanecer no alto da montanha e crescer, crescer tanto que as pessoas quando olhassem para ela, levantassem seus olhos e pensassem em Deus.

Bem! O tempo foi passando!
As árvores crescendo com aqueles lindos sonhos!

Muitos anos se passaram, e certo dia vieram os lenhadores prontos para executarem seu serviço.
Muito ansiosas, as árvores já começaram a imaginar que seria aquilo que tanto sonhavam quando pequenas.
Mas, infelizmente, os lenhadores não entenderam seus sonhos! 

A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais coberto de feno.
A segunda virou um simples barco de pesca carregando pessoas e peixes, pra lá e pra cá, todos os dias.
A terceira árvore, mesmo sonhando em ficar no alto de uma montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

E, logo chegaram os pensamentos "desencorajadores". A decepção invade o pensamento. Nisso as três árvores começam a meditar muito.
Tristes demais com os acontecimentos, se questionam:
- Para que isso? Por que passar por isso? 
O silencio toma conta da situação!

Mas numa certa noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mulher colocou seu bebe recém-nascido naquele cocho de animais e de repente a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore anos mais tarde acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco o homem levantou-se e disse ao mar e ao vento revolto: - "Aquieta-se.... Acalma-te..."; então a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos reis, o Rei dos céus e da terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado a morte mesmo sendo inocente.
Logo, sentiu-se horrível e cruel. 
Mas no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.
texto adaptado

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