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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O servo infiel

O servo infiel
Mateus 25:14-30

Mais uma vez o Senhor Jesus usa a Parábola como meio de ensino aos seus discípulos. Desta feita ele conta a Parábola dos Dez Talentos.
Observando-a temos aqui 3 personagens, mas vamos nos ater ao Terceiro. Sim, pois este foi o que não se esforçou, manteve em sua guarda o que não lhe pertencia e não fez o que era esperado dele.
O primeiro esforçou-se e dobrou o que lhe foi entregue, o segundo também, mediante aos seu esforço conseguiu fazer o mesmo, quem tinha dez conseguiu vinte, quem tinha cinco teve dez. Já o Terceiro é um infame, teve oportunidade, mas teve medo.
Sim, ele teve a mesma oportunidade que os demais, mas cruzou os braços.
Porque ele fez isto? A História dele é a nossa.
Sim, a história dele é a nossa, quando nos escondemos em nossa pouca fé, em nossa pequenez e nos acovardamos, afirmando que nada podemos fazer.
Aquele servo primeiro ele teve medo de sua pequenez, mas ele recebeu o talento segundo sua competência.
Sim e nós também, se recebemos algo de Deus, recebemos por nossa própria competência, afinal Ele acredita em nosso potencial, acredita que vamos procurar aprimoramento, capacitação. E temos aonde buscar, afinal temos o Espírito Santo e a Palavra nos ensina que se precisamos de ajuda neste aspecto podemos pedir: Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes imprópria; e ser-lhe-á concedida (Tiago 1-5).
Outros antes de nós sentiram-se fracos e informaram ao Senhor quando foram chamados, mas o Senhor lhes garantiu que seriam vitoriosos.
Na passagem de Josué vemos que ele também se sentiu assim, mas o Senhor lhe pediu que fosse forte: Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares (Josué 1-9).
Assim era também com o povo que foi escolhido por Gideão, aquele povo desprezado e amargurado vivia cercado pelos midianitas, mas o Senhor chamou o menor e com ele um Exército menor ainda, mas quem garante a vitória é o mesmo que chama. Só precisamos obedecer a sua Voz e fazer Sua vontade, afinal Ele não nos deixa só.
Em segundo lugar aquele servo teve medo de aplicar, e o que é pior, culpou seu próprio senhor por sua covardia, alegando que conhecia seu caráter e que se algo ruim acontecesse ele seria castigado. E o pior mesmo é você saber que vai ser cobrado e mesmo assim não fazer nada.
Se nos lembrarmos que as Parábolas geralmente classificam alguns personagens como Deus, assim sendo o senhor desta é comparado a Deus, assim sendo aquele homem teve Deus como mal.
Em terceiro lugar, falemos do que ele perdeu muito mais do que poderia ganhar, afinal 1 Talento equivale a 6.000 denário, se o denário valia um dia de trabalho e um talento 6.000 denários, logo um talento equivalia 20 anos de trabalho. Aquele homem em um curto período de tempo, perdeu muito mais do que ganharia em anos de trabalho e recebeu seu castigo da forma que cria.
Devemos tomar cuidado com o que fazemos com o que foi colocado em nossas mãos e fazer o nosso melhor e jamais nos acovardarmos com nossa própria pequenez, pois Deus conta conosco, Ele espera o nosso melhor: Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças [,] (Eclesiastes 9-10).
Diferente deste servo infiel, Josué e todos os outros que se sentiam fracos, buscaram força no Senhor no Senhor, afinal sabiam que a fraqueza trás péssimos resultados: Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena
(Provérbios 24:10).
Que possamos observar os resultados destas vidas, e fazermos como os sábios e jamais como o servo infiel.

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