Translate / Traduza

domingo, 9 de setembro de 2012

Sabedoria – Diferença entre o Justo e Injusto

Sabedoria – Diferença entre o Justo e Injusto
Elisabeth Lorena Alves
PROVÉRBIOS 12
O Livro de Provérbios esta repleto de ensinamentos que serve para o homem em todas as suas relações. E são ensinamentos que serve não só para o cristão, servem para as pessoas que pretendem seguir uma vida de justiça. No capítulo 12, por exemplo, logo de início vemos o contraste entre aquele que procura a sabedoria e aqueles que a desprezam: O que ama a correção ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreensão é insensato (1).
O segundo versículo faz comparação entre aquele age direito e aos perversos, que vivem longe dos desígnios divino: O homem de bem alcançará o favor do Senhor; mas ao homem de perversos desígnios ele condenará (2).
A Bíblia ensina algo importante sobre como se pode criar raízes e é algo muito útil na Sociedade em que vivemos, onde as pessoas acreditam que podem usar qualquer caminho e pisar em qualquer pessoa para alcançar os seus objetivos. No versículo 3 vemos algo importante sobre isto: O homem não se estabelece pela impiedade; a raiz dos justos, porém, nunca será, removida (3). Aprendemos que aquele que usa qualquer meio para se estabelecer, pode até chegar em algum lugar, mas não se estabelece, pois não tem alicerce na verdade e justiça.
No versículo 5 ainda nos adverte sobre o que ouvimos e colocamos em prática: Os pensamentos do justo são retos; mas os conselhos do ímpio são falsos (5). Infelizmente esquecemos de por em prática este conselho, pois na maioria das vezes o conselho dos ímpios parecem certo, pois são os que se adequam a nossa necessidade. E no verso seguinte o sábio esclarece porque devemos fugir destes conselhos, afirmando que estes não servem para a nossa vida, pois não trazem a felicidade, mas investem na destruição: As palavras dos ímpios são emboscadas para derramarem sangue; a boca dos retos, porém, os livrará (6) e do contrário, nos ensina que se seguirmos o conselho do justo, alcançamos o sucesso.
Os ímpios prosperam, mas não alcançam a verdadeira felicidade, pois esta esta relacionada a paz de espírito, algo que quem anda na injustiça não alcança. Afinal, faz o que é errado e atrapalha a caminhada do próximo, não alcançando assim a paz desejada.
Diferente do ímpio, aquele que age com justiça alcança a paz, a admiração e o respeito dos demais: Segundo o seu entendimento é louvado o homem; mas o perverso de coração é desprezado (8). Na verdade quando agimos de forma errada, falta-nos tudo, desde a paz ao pão, mas quando agimos da forma correta, encontramos o respeito dos demais e a alegria: Melhor é o que é estimado em pouco e tem servo, do que quem se honra a si mesmo e tem falta de pão (9). Ser honrado por nossa justiça, nosso comportamento adequado e por sermos pessoas melhores que os que agem de forma contrária a nossa, é, sem dúvida, um prêmio por nossos esforços.
Seguir os preceitos bíblicos é uma forma moderna de viver. O sábio já se preocupava com os direitos dos animais, pois já advertia que o homem que pratica a Justiça queria o bem estar dos animais, mas deixava claro que os que os ímpios não agem da mesma forma (10).
Ainda louva o que trabalha a terra e deixa claro que este se farta do suor de seu rosto, o que não acontece com o preguiçoso (11), afirmando ainda que muitas das vezes o ímpio desfruta do que encontra de forma fácil, diferente do justo, que tem prazer no trabalho (12).
Viver a pratica da justiça faz com que se viva longe da angústia, pois tem sua consciência limpa (13).
Quando procuramos viver de forma adequada com nossos próprios princípios, alcançamos um nível de sabedoria adequado ao nosso desejo, aprendemos que nossas palavras, quando boas, são como bons frutos que nós mesmo colhemos (14).
Por outro lado, aquele que trilha um caminho errado, acredita que esta no caminho certo, pois seus olhos tem o foco em seu interesse imediato, mas ouvir conselhos, é, sem sombra de dúvida, uma atitude sábia (15), que nos mantem no caminho reto, pois a prudência nos faz andar de forma segura, longe de discórdia (16).
As palavras do sábio nos faz viver em segurança, pois nos orienta a viver de forma onde a justiça impera, afinal ele nos dá orientações precisas de comportamento, nos ensina a fugir da fraude e darmos falso testemunho (17) e falarmos sempre a verdade, pois o sábio faz com que os outros tenham saúde através de suas palavras (18), já que a verdade permanece para sempre (19).
É muito interessante pensarmos que de fato o sábio estava correto quando afirmou que o que dá bom conselhos sente-se feliz, encontra nesta atitude, prazer para si (20), já que o justo não trás desgraça a vida de ninguém através de seus atos (21). E acima de tudo, estes, que praticam a verdade, agradam ao Senhor (22).
Ao analisarmos estes preceitos, descobrimos que a vida pode ser feliz quando investimos na busca por conhecimento, pois é através deste que encontramos a verdadeira sabedoria.
É maravilhoso pensar nisto, pois através desta consciência podemos notar a diferença entre quem busca a Justiça e quem investe na impiedade.


sábado, 8 de setembro de 2012

Como agir com quem nos magoa



Como agir com quem nos magoa
Elisabeth Lorena Alves
II CORINTIOS 2

O apóstolo Paulo, em sua segunda carta aos Coríntios nos dá um ensinamento magnífico sobre perdão.
Ele começa falando que aquele que causa tristeza a um irmão, causa na verdade a todos: Ora, se alguém tem causado tristeza, não me tem contristado a mim, mas em parte (para não ser por demais severo) a todos vós (5), e, uma vez que fere a todos, pode ser repreendido até pela maioria da congregação: Basta a esse tal esta repreensão feita pela maioria (6). Só que ele não permite que esta palavra termine assim, antes orienta algo profundamente valioso sobre como agir de fato nesta situação: De maneira que, pelo contrário, deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que ele não seja devorado por excessiva tristeza (7). Sim, ele nos orienta a perdoar aquele que nos entristece, para que este não se devore em sua própria tristeza. E porque nos ensina isto? Ora, a maioria das pessoas que agem de forma errada com outra, esta na verdade sofrendo algo em si e usa sua revolta para ferir alguém. Infelizmente acabam ferindo aqueles a quem mais amam e isto o apóstolo entendia bem, afinal estava acostumado a lidar com pessoas.
Um líder, um ministro ou pastor, deve sempre aproveitar sua experiência de convívio com outras pessoas e usá-la nos seus procedimentos comuns e nos relacionamentos com as demais pessoas. Não deve jamais abandonar suas experiências e agir de forma impensada e é isto que o apóstolo faz ao analisar os problemas ocorridos em Corinto.
Aqui, ao ensinar que devam antes, perdoar, ele nos orienta, na verdade, como devemos olhar as pessoas que cometem faltas contra nós e este olhar sobre eles deve ser não só de misericórdia, mas sim de amor: Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor (8), e ao nos ensinar, nos roga, ou seja, não é um pedido simples, pois também não é uma atitude simples amar aqueles que nos magoam. Esta atitude esta fora dos padrões humanos e sempre esteve. Ser misericordioso não é uma atitude natural no homem e o apóstolo, grande conhecedor do ser humano, sabia muito bem disto. E sabia também que obedecer a esta solicitação não é algo simples, por isto afirma adiante: É pois para isso também que escrevi, para, por esta prova, saber se sois obedientes em tudo (9). Se agirmos assim, de boa vontade, com amor e misericórdia, provamos a nossa obediência a Deus e a Palavra.
Ao nos ensinar perdoar aqueles que nos magoam, Paulo nos dá uma aula de como não agradar ao diabo: E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; pois, o que eu também perdoei, se é que alguma coisa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo, para que Satanás não leve vantagem sobre nós (10). E esta é uma aula completa, pois ele ensina que devemos perdoar, afirma que tem perdoado e nos lembra que o nosso adversário não pode ser ignorado em suas maquinações (11).
É dura esta aula do apóstolo, mas é muito proveitosa.
Que nos sirva não só hoje, mas em todo o tempo.







sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Quem não ama não conhece a Deus





Quem não ama, não conhece a Deus!
Elisabeth Lorena Alves
Deus é amor - Devemos amar a Deus e aos nossos irmãos
I João 4
João deixa-nos algumas advertências sobre o compromisso de amarmos uns aos outros, mas ele vai além e fundo ao pedir: Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus (7). e ao pedir que amemos uns aos outros, esclarece-nos, como se necessário fosse salientar, que o Amor é de Deus. Vai mais além ao declarar que todo o que ama é nascido de Deus e o conhece. Continuando seu ensino ele diz: Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor (8) e esta afirmação mexe com os cristãos de hoje, que por viverem em busca de seus próprios interesses, abandonam pelo caminho os mais necessitados, os carentes de amor e de afeto, por considerá-los fracos.
Não entendemos direito o que seja amar ao próximo e isto nos afasta de Deus. Mas entender este mandamento é simples pois é o que ele nos ensina no próximo versículo: Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos (9). Amar ao próximo é entregar-se sem reservas, sem pensar em seu próprio benefício, para que o próximo viva por meio de nós.
Muitas pessoas veem isto como blasfêmia, mas se observarmos a vida de Paulo, por exemplo, vemos que ele amava assim, afinal permitiu-se viver por amor daqueles que não ouviram e nem viram a salvação, sabendo que estava colocando em risco sua vida e perdendo-a no final por amor a Deus.
Servir ao próximo como Paulo serviu, seguindo o exemplo de Jesus, que ele, Paulo, pediu que nos imitássemos (I Coríntios 11-1) e imitar a Paulo ou a Cristo não é algo difícil. Depende apenas de nossa verdadeira intimidade com Deus. Quem ama a Deus e ao próximo não posa de santo, não faz acepção de pessoa, não escolhe com quem andar, antes procura viver o amor sempre, atendendo a todos os que precisam de amor, abraçando aqueles que os outros desprezam e vivendo conforme o Senhor ensinou.
Amar a Deus é importante, mas o mais valioso é saber que somos amados primeiro por Este que é o próprio amor: Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (10).
e para coroar esta mensagem, fica-nos a advertência final deste apóstolo, que nos servirá em toda a nossa caminhada de Fé: Amados, se Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros (11). Sabemos, como bem disse o apóstolo João que Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado (12), e como é aperfeiçoado este amor em nós? Através de nossa atitude de amor para os que nos cercam, sejam eles irmãos ou não, pois independe de laços, o que nos une é saber que todos somos próximos, pois todos fazemos parte de um só propósito, o Plano de Deus para a salvação dos homens e este Projeto Santo quer exatamente isto, que todos nós nos achegamos em amor uns aos outros e vivamos em união. Sim, o amor nos irmana. E nos irmana pois se de fato temos o Espírito de Deus, permanecemos Nele e Ele em nós (13). O apóstolo nos afirma que seremos cobrados por este amor no dia do Juízo: Nisto é aperfeiçoado em nós o amor, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos também nós neste mundo (17). Sim, em tudo é possível amar como Jesus amou! Muitos se acovardam, temendo fazer o bem aos outros, criando defesas e procurando seu próprio conforto, mas no amor não há medo (18): No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor. De tudo fica uma grande lição sobre a importância de amar a Deus e ao próximo: Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu (20). Uma grande prova de amor a Deus sem dúvida, é amar ao próximo, afinal, é um de seus mandamentos (21): E dele temos este mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão.
Que possamos aprender a viver este amor!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Vamos Orar?


Vamos orar?
Elisabeth Lorena Alves
Orar é algo importante na vida do cristão. Buscar ter comunhão com o Senhor através de um diálogo claro e objetivo, deixando claro para nós mesmos o que estamos apresentando a Deus, como louvor, como agradecimento ou como pedido.
Sim, orar é na verdade observar seus próprios desejos, analisar se eles são compatíveis com a vontade de Deus, se respeitam os direitos das pessoas que nos cercam. Orar é mais importante para nós, que para Deus. Afinal, Deus é Fiel, Eterno e Pai, independente de nossa existência ou de nossa observância aos seus preceitos. Mas nós, por outro lado, precisamos de Deus.
A forma ideal de transformar nossa precisão real em dependência é através de oração. É na oração que nos mostramos como realmente somos, pois estamos a sós com Deus e abrimos o mais secreto de nosso íntimo e o expomos, tanto para nós mesmo, quanto para o Senhor Jesus.
Orar é tão importante, mas mais importante é a condição que deve estar o nosso coração quando oramos. Não podemos orar enquanto nosso coração está chateado. O Apóstolo Pedro ensinou que se estamos em desacordo com nossos cônjuges, temos a nossa ligação com Deus interrompida (I Pedro 3-7), assim, devemos conversar e perdoar-nos mutuamente antes de nos dirigirmos ao Eterno, que é Santo e nos aceita quando procuramos aplicar nosso coração a viver em santidade.
Muitos de nós estamos mais preocupados com o que vamos receber e estipulamos a Deus que Ele deva fazer isto e não aquilo, isto fugindo de um dos maiores preceitos da oração que é ser da vontade do Senhor e não nossa: " E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve (1 João 5:14) ." E mais ainda nos disse o Senhor Jesus, que antes de buscarmos o que nos agrada, buscássemos as coisas do Céu: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Mateus 6:33)”. E mais, excelente exemplo de abnegação nos deu o próprio Senhor Jesus quando pediu que Deus fizesse a Sua vontade e não a de seu Filho que naquele momento era ver passar Dele o cálice da Morte: “ E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres (Mateus 26:38-39).” Sim, mesmo sendo Deus, ao moldar-se a Natureza humana, Jesus aceitou sua condição de Filho e não desejou que sua vontade fosse feita, mas que fosse respeitada a vontade Daquele que é Fiel e que sabe todas as coisas.
Nossas orações devem ser pautadas na orientação do Espírito Santo, pois nós não sabemos o que precisamos de fato, nossa visão é limitada pela nossa condição terrena, mas, uma vez guiados por Aquele que esta conosco para nos auxiliar em nossos pedidos, podemos alcançar o Céu através de nossa oração, mesmo que em lágrimas inexplicáveis: "Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos (Romanos 8:26-27)” . Sim, nossas orações em todo o tempo devem ser de acordo com o Coração de Deus.
Orar é algo que deve ser feito dia e noite, afinal é uma observância bíblica: “Orai sem cessar ( I Tessalonicenses 5-17) .” Não devemos interromper nossas orações, antes estarmos sempre em comunhão com o Senhor, em todos os nossos passos. Isto não quer dizer que devamos deixar nossas responsabilidades e seguirmos apenas orando, mas quer dizer que é possível se ter sim uma vida de observância a Oração, mesmo entre nossos afazeres.
Os heróis antes de nós venceram pois tiveram suas vidas entregues no altar da oração. Que possamos aprender com eles!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Filho, Sua resposabilidade


' 



Filho, sua Responsabilidade
Elisabeth Lorena Alves
Efésios 6-4 : “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
Antes de fala sobre Família e cuidados com exemplo, autoridade familiar e tudo, gostaria de dividir com você suma Ilustração que mexe comigo, pois mostra o quanto estamos longe do que falamos quando devemos provar que amamos ao próximo:
AMARGO REGRESSO
Diz-se que esta história é verídica.
Um dia, logo ao findar a guerra, um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa. Corajoso, combatera arduamente naquela guerra sangrenta. Assim ele ligou para seus pais avisando que esta voltando. Os pais alegraram-se com isto. Mas ele tinha algo mais s dizer-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.
- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!
- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.
- Puxa, filho, não é fácil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.
- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.
- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.
- Está certo, papai, o senhor tem razão!
Os dias passaram e o filho demorou a voltar para casa. Assim, tempos depois, eles receberam um outro telefonema, agora da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles. Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.


Esta história fala de pais que amam seus filhos, mas o amor destes era centralizado no próprio bem estar. Eles não sentiram-se prontos para ajudar o próximo. E foram testados nisto.
Imagine a dor deles ao reconhecer seu filho mutilado! O desespero de ver ali o ser amado morto porque eles assumiram não poder ajudar um estranho e que era, na verdade, seu filho!
Muitas vezes, enquanto pais e cristãos, agimos assim, deixamos que a vida mutile nossos filhos através de nosso descaso, quando deixamos de investir nosso tempo na vida deles. Permitimos que outras pessoas tornem-se responsáveis por sua educação, por prepará-los para a vida e com isto vão crescendo cada dia mais longe de nós.
Sendo mutilados pelos nossos erros, por nossa aceitação que o mundo molde seu caráter.
Crescem longe dos preceitos bíblicos, não aprendendo como seguir Caminho da Verdade. Por isto muitos filhos de cristão hoje estão nas prisões. Não foram criados de forma correta.
Infelizmente muitas mães e pais acreditam que as poucas horas que os filhos passam na Escola Dominical são o suficiente para moldá-los e fazer deles cristãos íntegros. Esquecem de fazer a sua parte, de educá-los para a vida e para o Evangelho, de impor limites, de dar exemplos. Quando existe falha em casa, por mais seguro e bem feito que é um trabalho fora, não encontra respaldo e não firma, não cria raízes.
Se não há investimento em tempo e amor, por certo todo o trabalho vai por água abaixo e os resultados serão sempre negativos e, se demorar para reconhecer onde esta o erro, poderá perder todos os esforços anteriores.
Como aconteceu com os pais da Ilustração. Cuidaram do filho com amor, incutiram-lhe respeito pelos outros, mas na hora de darem o exemplo, falharam e tudo acabou de forma trágica.
Que aprendamos a cuidar de nossa casa e ensinar nossos filhos os preceitos da Fé e da moral, agindo assim não nos sentiremos responsáveis por tragédias formadas por nossas mãos.
Pense nisto!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como reconhecer um falso Mestre


 

Como reconhecer um falso Mestre
Elisabeth Lorena Alves
Leitura Bíblica
I JOÃO 4
Os falsos profetas e os verdadeiros crentes

1 Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.
2 Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
3 e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo.
4 Filhinhos, vós sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo.
5 Eles são do mundo, por isso falam como quem é do mundo, e o mundo os ouve.
6 Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos ouve. Assim é que conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.

Esta leitura bíblica é extremamente clara e por si só explica-se. Desde os primórdios do Evangelho muitos tem se levantado com “cristos” e feito muitos segui-lo com seus feitos e promessas. Muitos tem se levantado afirmando que Jesus, o único Filho de Deus não terminou sua missão na Terra e que falhou em seu propósito. Pergunto-me quando ouço estas afirmações, como esta pessoa, este dito 'cristo especial' possa usar a Bíblia como livro de fé, se não consegue entender que o Plano de Deus para a Salvação do homem foi concluído na cruz.
Jesus, no Getsemane, ao orar a Deus apresentando-lhe sua situação emocional e sua preocupação com seus discípulos, também falou de sua dor, mas deixou claro que faria a vontade de Deus. E fez.
Ele não correu ao campo e escondeu-se, esperou ser encontrado e entregou-se aos homens. Ao dar o último suspiro na cruz, exclamou: Está consumado (João 19-30). E ali acabou a parte de Deus e iniciou-se a dos homens.
A passagem ora em estudo, ensina-nos o passo a passo para entendermos quem é de Deus e quem não é, pois nos dá os indicadores que podemos usar para reconhecer se alguém serve de fato a Deus ou ao seus próprios propósitos.
Quando alguém intitula-se o emissário de Deus para a Salvação do homem e alega que Jesus falhou neste ponto, automaticamente cai seu argumento quando confrontado com esta passagem. Claro que este ser irá lançar um método ou livro que o proclame como verdadeiro, usando para isto versículos e passagem isoladas da própria Bíblia. E muitos se deixarão enganar. As pessoas se permitem isto, pois não conhecem a Palavra. E não a conhecem por culpa própria. Esperam sempre que outros sejam responsáveis por sua salvação. E a salvação é um processo individual.
O livro lançado, como dito antes, trará a validação desta suposta verdade. E por certo aparecerá sempre alguém orientando a fazer a Leitura com o auxílio da Bíblia.
Aprenda algo prático sobre a Bíblia: Ela não precisa de explicação. Leia a Bíblia e leia bem, e, depois de conhecê-la leia outros livros.
Em minha vida tenho visto pessoas que leem todo tipo de livro religioso, mas nunca leu a Bíblia de fato. Nunca parou para fazer ao menos uma leitura anual.
Vou dizer uma coisa que pode assustar a todos, mas li a Bíblia toda diversas vezes. A Escola Dominical e fui professora por no mínimo 8 anos, embora quem me conhece saiba que passei parte da minha vida cristã ensinando.
Se eu que já li a Bíblia tantas vezes, que já parei para preparar aula milhares de vezes, afirmo que não conheço a Bíblia, como algum crente novo, sem experiência de fé, possa afirmar que estou enganada quanto a falsos profetas?
Estes que se deixam enganar só leram a Bíblia com a ajuda de livros comprometidos com mentira, com Teologias perniciosas e não podem declara-se professores, pois não são e eu não sou, sou sempre serva do Altíssimo. Muitos destes líderes são seres manipulados por mentiras, engodados por interesses de poucos e não conseguem ler a Palavra para conhecê-la pois estão habituados a utilizar métodos de Leitura.
A passagem acima nos ensina a analisar estas pessoas. Vejamos como:
Ao dizer não creiais a todo espírito, o apóstolo continua e nos ensina algo importante: mas provai se os espíritos vêm de Deus; e afirma que desde então já existia no meio deles muitos falsos profetas e este já saiam pelo mundo levando suas próprias teorias.
Continuando a nos ensinar, ele nos diz um primeiro passo para descobrirmos se alguém fala em nome do Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus. Alguns até confessam isto, mas acrescentam que Jesus, mesmo sendo Filho de Deus, falhou em seu projeto, sendo assim, dizem eles, Deus os enviou para terminar a Obra Redentora e apresentam uma Teoria que agrada aos ouvintes, pois fala sobre como resolver os problemas da atualidade.
Há porém os que não confessam a Jesus não é de Deus; e o apóstolo diz que estes são o anticristo, afirmando que estes já estão no mundo. E o apóstolo afirma no presente, significando que mesmo naqueles dias haviam estes detentores do título anticristo, embora jamais aceitassem para si este nome. E porque estes são tão bem recebidos? Fácil de saber e veja o que o apóstolo diz sobre isto: Eles são do mundo, e ainda nos explica porque o mundo os dá atenção: por isso falam como quem é do mundo, e o mundo os ouve. Sim, uma vez que é do mundo, fala como ele e por ele é ouvido. Fácil de entender.
Quanto a verdade, nós somos de Deus; assim, apenas quem conhece a Deus nos ouve; disse-nos o apóstolo, mas também disse que quem não é de Deus não nos ouve. E para concluir nos diz: Assim é que conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.
De posse destas informações, utilize a Bíblia para saber se algo ou alguém é de Deus ou não. E pense bem se estas teorias todas levam em consideração o amor a Deus e ao próximo. Mas isto é base de outro estudo bíblico.
Que o Senhor fale melhor em cada coração!

domingo, 2 de setembro de 2012

Conselhos contra falsos mestres





Conselhos contra falsos mestres
Elisabeth Lorena Alves
Leitura Bíblia
II Pedro 2 – 1 ao 3
1 - Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. 2 E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; 3 também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita.

Ao findar seu ministério terrestre, poucos são os pastores e líderes cristãos que podem dizer: Recebei-nos em vossos corações; a ninguém fizemos injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos (II Coríntios 7-2). Mas se há pastores assim, é por existir pessoas que aceitam ser pastoreadas por alguém assim, O mundo esta cheio de Teoria e Teologia que agradam a todos, mas isto por total falta de conhecimento da Bíblia. Jesus disse porque o povo erra: Jesus, porém, lhes respondeu: Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus; (Mateus 22-29) e não compreender não significa não ouvir ou não ler, Significa não entender de fato o que determinada passagem quer nos ensinar. Para compreender é necessário examinar a Palavra de forma minuciosa, Olhar cada versículo com o devido cuidado, orando e estudando com extremo cuidado: Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim (João 5-39). Quando examinamos a Palavra nos tornamos conhecedores Daquele recebe testemunho dela: Jesus, e nossa aliança torna-se perfeita, pois conhecemos Aquele que nos comprou. E conhecer a Palavra de fato nos faz evitar a Interpretação pessoal, atitude que nos ensinou nosso irmão Pedro: Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação (I Pedro 1-20). Antes o apóstolo nos ensina a usar a Palavra com luz para nossa caminhada: E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações (I Pedro 1-19).
Talvez o melhor conselho, para que não nos apeguemos as diversas doutrinas fora da Bíblia seja do próprio Senhor Jesus, que declarou: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos (Mateus 24:4-5). Então irmão, tomemos cuidado, pois há entre nós muitos se chamando Escolhidos para terminar a Obra do Senhor Jesus e muitos entre nós alegam que a Obra do Senhor não foi concluída, apesar de suas palavras decisivas: Está consumado! (João 19-30).
O Senhor Jesus veio entregou-se por todos nós, por amor: Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos (I João 3-16).
Se o Evangelho que pregam não mostra amor ao próximo, fujamos dele, pois não é bíblico, não provêm de Deus. Afinal se o amor de Deus não está em nós, não estamos ligados no Senhor: Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade: Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obras e em verdade (I João 3-18).



Elisabeth Lorena Alves   posta no Cristo Hoje, toda quinta-feira e aos sábados. Obreira da  IPCO-Brasil, articulista do Unidos para Cristo, também participa do Ser Cristão e Recanto das Letras. Redatora do Conversa de Mulher, página do Projeto Ser Cristão e da Revista Ser  Criança e do Ser Cristão Criança.

sábado, 1 de setembro de 2012

Santidade não converte ninguém!






Santidade converte?
Elisabeth Lorena Alves
“Você pode entrar no chiqueiro, só não pode chafurdar na lama com ele”.
(Pastor Sérgio Carlos da Silveira)
O que é santidade? As pessoas acostumaram-se a cobrar das outras santidade, mas estes arrotos nada valem diante Daquele que é Santo e sempre será, cuja Fidelidade e Santidade jamais podem ser questionadas, pois fazem parte Dele, são inerentes de Sua Natureza.
O que as pessoas tem e denominam Santidade é nada mais nada menos que mania de grandeza. E isto vem de sua condição de pecadores e não significa em nada Intimidade com Deus.
Aquele que não ama seu irmão, não tolera o próximo em suas fraquezas ou diferenças, humilha os que não comungam da mesma fé, desprezam os mais humildes, não é Santo, não tem Intimidade com Deus, pois Jesus nos ensinou a ser exatamente o oposto do que são e de como agem a maioria dos 'santos' da atualidade.
Entre os cristãos, o Santo, arrotador de Santidade é o que manda, adora apontar o dedo para as atitudes alheias e vendo falha até onde não tem.
Constantemente lembro-me de um dos comentários frequentes do pastor Sérgio sobre santidade. Ele sempre diz que corre de gente muito santa. E concordo com ele. Jesus quando esteve aqui não andava com aqueles que desfilavam suas franjas, mas com os que estes 'santos homens' declaravam pecadores e ensinava que Ele não veio para os justos e sim para os pecadores (Marcos 2-17).
Jesus não fazia acepção de pessoas, antes entrava em todos os lugares e falava com todas as pessoas. E mais uma vez cito meu pastor: “Você pode entrar no chiqueiro, só não pode chafurdar na lama com ele”. Sim, para vivermos em santidade não devemos fugir das pessoas do mundo, para alcançá-las podemos ir ao mundo, mas jamais permitir que o mundo entre em nós.
Ir a mundo nada mais é do que não fazer diferença entre quem serve a Deus e quem não serve no trabalho, na Escola ou na condução, mas jamais permitir que as atitudes, os vícios e as palavras torpes tomem conta de nossa vida. Quando sabemos entrar no meio daqueles que nãr comungam a mesma fé que nós, estes nos respeitam, pois o que faz com que sejamos respeitados não é a nossa pseudo santidade é sim a nossa atitude de respeito para com as outras pessoas. No quesito respeito, nós recebemos o que plantamos. Se sabemos entrar com educação, com uma postura digna, receberemos o respeito que oferecemos e isto facilita com que as pessoas notem a nossa atitude de amor e fé.
Toda vez que alguém cobrar de você santidade, responda-lhe que és ainda um vaso em construção e que este processo é demorado, pois só o oleiro sabe o ponto exato em que você deixará de ser barro e será moldado para o uso devido. Afinal, foi o Oleiro quem começou esta Obra, e será Ele que a concluirá (Filipenses 1-6).
Não estou com isto dando abertura para que possamos viver uma vida dissoluta, desregrada e sem a busca pela perfeição. Estou tornando válida a observação de Apocalipse 22-11 que afirma: Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda. Mas santificar-se não é viver distante das outras pessoas, é afastar-se do pecado que é gerado em nós (Tiago 1- 12 a 15) e não nos afastarmos das outras pessoas. Quando nos afastamos das outras pessoas, tiramos dela o direito de conhecer a Deus de forma verdadeira. Por este motivo as pessoas não conhecem Deus de fato, por nossa culpa, por nosso desejo de nos afastarmos das pessoas acabamos nos tornando seres repulsivos. E Jesus era sociável, visitava as pessoas, independente de suas atitudes e alcançou a muitos agindo assim.
Exemplo Ele nos deixou. Que possamos deixar ecoar em nós as palavras do apóstolo Paulo: Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo (I Coríntios 11-1), e colocá-la em prática.
A Igreja deve ser separada das atitudes do mundo, mas tem que esta inserida no mundo para alcançar vidas e o melhor método para levar alguém a Jesus é o amor. Só o amor salva (João 3-16).



Elisabeth Lorena Alves   posta no Cristo Hoje, toda quinta-feira e aos sábados. Obreira da  IPCO-Brasil, articulista do Unidos para Cristo, também participa do Ser Cristão e Recanto das Letras. Redatora do Conversa de Mulher, página do Projeto Ser Cristão e da Revista Ser  Criança e do Ser Cristão Criança.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Admiração não é Salvação


Admiração não é Salvação
Elisabeth Lorena Alves

Constantemente encontramos em nossa caminhada pessoas que se achegam ao Evangelho por simpatia a alguém. Ao pastor, a um membro e com o advento das figuras artísticas do meio cristão este fenômeno tem se tornado bastante normal. No entanto seguir a Deus por ser fã de um cantor, pastor ou seja lá quem for não garante salvação. O que garante que somos salvos é a nossa fé, comunhão e busca diária de conhecimento de Deus.
Ouvir testemunhos é edificante, mas se não colocar em prática os princípios da fé, não muda vida. Por isto aos domingos e nas Festividades a Igreja incha, mas na semana sobra apenas alguns, outros ficam em suas casas desanimados, procurando uma resposta para a sua tristeza, uma saída para seus problemas.
Jesus quando veio a terra não tinha a intenção de tornar ninguém rico, na verdade Ele ensinou buscarmos primeiro o Reino de Deus e sua Justiça, pois os demais seriam acrescentados (Mateus 6-33). Não nos prometeu uma vida de bonança, antes disse-nos que teríamos aflições no mundo (João 16-33). Pelo contrário nos orientou para que vivêssemos a favor do próximo, em amor e bondade.
Muitas vezes estamos agindo da forma errada diante de Deus, quando entregamos algo a alguém, tornamos pública nossa ação, invalidando o padrão do galardão: se alguém assistir tua bondade, perdes o que receberias no Céu (Mateus 6-4).
E este mesmo padrão serve para as nossas orações, se mostramos aos outros que estamos orando não estamos mostrando santidade de fato, estamos sendo hipócritas, mas Jesus nos aconselha vivermos uma vida de oração mais secreta, buscarmos ter comunhão particular com Ele e então Ele nos ouvirá!
Aprender com o exemplo de fé de seus pais ou líderes é extremamente importante, mas não nos torna íntimos de Deus. O que nos aproxima de Deus é abrirmos mão de nossas vontades e procurar viver uma vida pautada nos mandamentos de Cristo, que em resumo são, mas jamais abra mão de ter sua própria fé em Deus: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como você se ama!



Elisabeth Lorena Alves   posta no Cristo Hoje, todas terça e quinta-feira. Obreira da  IPCO-Brasil, articulista do Unidos para Cristo, também participa do Ser Cristão e Recanto das Letras. Redatora do Conversa de Mulher, página do Projeto Ser Cristão e da Revista Ser  Criança e do Ser Cristão Criança.

Gratos pelo cometário

Siga-nos no Twiiter