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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Não se entregue



                       Se José tivesse se entregado ao sofrimento, a solidão, aos pensamentos negativos, aos sentimentos de saudade de casa quando se viu Escravo, a história dele se quer seria lembrada, seu nome se perderia entre os de seus irmãos. Mas José não se apegou ao sofrimento. José tentou continuar ativo e para isso, entregou-se com dedicação a tudo que lhe veio as mãos para ser feito José fez com todas as suas forças (Eclesiastes 9:10), não deixou nada pela metade, foi fundo em suas atividades e jamais perdeu a Fé.  A Fé de José foi testada em todo o tempo, mas firmemente vemos quando ele interpreta o sonho do padeiro e do copeiro do rei. Ele pede ao que ao copeiro que não o esqueça, mas  a primeira coisa que este faz ao sair da prisão é esquecer tudo. E isto nem mesmo é errado, o ideal é sim se livrar das lembranças opressivas e seguir adiante. Mas as boas amizades, aqueles que nos estenderam as mãos, a estes jamais devemos esquecer. Nossa Gratidão tem que ser maior que as dores que certas lembranças possam trazer à nossa vida. Quando o tempo passou e a situações ficou difícil no Palácio, os pensamentos do coveiro voltaram ao jovem hebreu.
                     Sentir-se só e tristes quando enfrentamos uma dificuldade é algo normal. Nossas emoções são afetadas quando somos feridos por uma circunstância, por uma traição ou algo  ruim de qualquer natureza. O que muda é a forma que permitimos que a situação  interfira em nossa Paz. Se permitimos que as lágrimas vençam sempre, chorar passa  a fazer parte de nossa vida. José entendeu que engolir o choro era mais importante e seguir adiante essencial. De todas as lições de José, fugir do sofrimento com certeza é a que mais nos ensina a buscar o Equilíbrio e uma mente equilibrada não perde a Fé e nem o Foco.
                     Pense nisso e viva bem.
                 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ló e Jó, qual destes você seria?

Ló e Jó - Família, primeira Igreja


             Falemos de Família.
             Família é a primeira Igreja. Isto é certo. Como também é certo que é a primeira Escola. E sendo Escola ou Igreja, é no Lar que os componentes de uma Família vão aprender os princípios socias necessários para uma vida saudável. E, especialmente, enquanto primeira Igreja, é no seio da Família que os filhos aprenderão a exercer uma vida espiritual sadia, de respeito aos demais, de conhecimento da Palavra, de apego pessoal ao Louvor e de hábito da Oração.
             Bem, no Lar a figura do Sacerdote é atribuída ao pai. O Pai, como líder moral e espiritualda Família deve orientar e ensinar os bons costumes e o exercíco da Fé juntamente com a Esposa. Bem, mas nem sempre acontece assim. Vamos observar a vida de dois pais que aparecem na Bíblia. Ló e Jó.
             Comecemos por Ló, ou Lot. Um pai que conseguiu estabelecer o nome de sua Família entre pessoas de origem diferente da sua, tendo senso de empreendedorismo, quando separou-se de seu tio, escolheu a melhor terra para morar  e criar seus animais. Na cidade em que foi morar se tornou próspero e respeitado até pelos grandes homens, mas quanto a sua Fé, foi relapso, não conseguiu envolver ninguém com seu testemunho.  Suas filhas aprenderam a seguir outra cuktura e estavam noivas d ehomens que não tinha  a mesma fé que seu pai. O apego ao material era algo que toda a sua Família tinha. A mulher voltou-se para ver a cidade onde fora próspera, desobedecendo a ordem que recebera e acabou virando uma estátua de sal e as filhas enganarm o próprio pai.
            Jó ou Job, também foi um homem rico. Poderoso em seu tempo, querido e amado por todos, vivia plenamente sua Fé e cuidava da vida espiritual de sua Família, jamais esquecendo-se de seus filhos. Seu papel como sacerdote do lar foi pleno, pois nem mesmo na maior das adversidades, quando a doença, a fatalidade e a pobreza o cercaram, ele não deixou de crer. Mesmo perdendo os filhos, que era sua maior riqueza e fonte de seu maior cuidado, ele permeneceu firme.
           Estamos à frente de dois grandes EXEMPLOS  de vida familiar, onde todas as caracterísiticas são semelhantes, pois estamos falando de pessosas prósperas, bem quistas em seu meio social, mas que agiam, no aspecto espiritual, de forma diferente. Ló se adaptou ao meio em que vivia, Jó vivia sua fé apesar do meio em que vivia. Ló não teve um final de vida próspero, foi viver distante, justo ele que sabia fazer escolhas materiais perfeitas. Jó, pelo contrário, teve uma vida abençoada e feliz, ao lado de sua mulher e filhos. Sim, ambos passaram por situação difíceis, mas o resultado final de suas vidas foi diferente, justamente por causa da forma em que viveram fora do instante de provação em que a vida os colocou. Que possamos saber escolher qual dos exemplos seguir, para que nossa Família seja feliz e nosso Lar seja sempre um lugar onde Deus queira estar.
         


           

terça-feira, 2 de junho de 2015

Planeje-se - Lições de Noé [Pastor Sergio Carlos da Silveira]



        Prioridade e Planejamento

Noé vivia sua vida como todos os outros humanos que viviam no Mundo de então. No entanto, Noé tinha um Projeto para desenvolver. Noé acordava cedo para fazer suas tarefas. juntar madeiras, forjar ferramentas, fazer pregos, colher alimento em grande quantidade. O povo de sua época vivia a fazer festa, diz a Bíblia que casavam e davam-se em casamentos. Mas Noé não ia à estas festas, ele tinha criado uma lista de prioridade e vivia de acordo com ela, mesmo que não estivesse escrita em lugar algum. Ele obedecia sua lista todos os dias ao acordar e o fazia até o momento que não se podia ver mais nada.
        Noé trabalhou com vigor todos os anos em que Projetou e construiu a Arca. Sabe o que ele nos ensina? Que priorizar nossas necessidades é essencial, que para alcançar a realização de nossos sonhos vamos ter que abrir mão de tudo o que está acontecendo à nossa volta e focar em nossa lista de Prioridades.
        Noé nos ensina também algo surpreendente: Planejamento é a chave de todo bom negócio. Quando ele construiu a Arca, não estava chovendo.
        Pense nisso e aprenda com Noé.
Sergio Carlos da Silveira

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Davi e sua responsabilidade



Vamos falar sobre responsabilidade?
No Salmo 132 vemos que o salmista relata os sofrimentos de Davi depois de ter colocado um propósito em seu coração, ter decidido que faria um lugar para o senhor estar representado no meio de Israel. Neste Salmo vemos que ao tomar para si esta Responsabilidade, de forma espontânea, ele não teve mais sossego e lutou por conseguir alcançar seus objetivos.
Vejamos os estágios de sua alma e de seu propósito:
Aflito: (v1) Ao relatar as aflições passadas, ele trás à lembrança do Senhor os seus sentimentos de então. Isto prova que mesmo que sendo vitorioso em seu projeto, uma pessoa ão esquece o caminho pelo qual trilhou para chegar ao sucesso. E conhecer o caminho nos faz mais forte se tivermos que voltar a ele, por mais difícil que ele tenha sido.
Votou: (V2) Mesmo sendo uma opção pessoal, Davi fez voto, ou seja determinou que faria. Na verdade, voto é uma palavra de origem latina, VOTUM e significa uma promessa solene, quer dizer, uma promessa que se faz por respeito e, pelo visto, Davi sabia do propósito desta palavra e fez uso dela ao afirmar que faria uma Casa ao Senhor.
Afligiu sua Individualidade (v.3), abdicando de seu conforto. Quando Davi determina que não dormira em paz e que não subirá à sua cama, ele quer dizer, como guerreiro que era, que toma esta responsabilidade para si com garantias de uma Batalha e que só voltará à paz depois de a realizar. Ao deixar de lado o conforto, ele abre mão de valores específicos de um rei e passa  a viver como servo de um propósito, neste caso, um propósito firmado para benefício de sua Fé, de seu Deus.
Não desanimou (vv. 4,5) e isto se nota na afirmação de que ele não se permitiria descansar, estava firmado em seu propósito e nada o desanimaria. Quem conhece a História sabe que Davi não viu a construção do Templo. Quem o construiu foi Salomão, seu filho, mas o rei, em II Samuel 6, ao retirar a Arca da casa Obede-Edom e em um ritual de alegria e devoção traze-la de volta para perto de si, faz um grande Festa ao Senhor e anima o povo, levando-os à Adoração. Esta postura de adorador, de pessoa preocupada com o próximo, de ser humano que não se diferencia dos demais, é o que Deus espera de nós. Muitos contestam o fato de Deus amar Davi apesar de seus pecados, esquecidos que o Senhor é aquele que nos aceita por Misericórdia e esquecem-se que Davi foi um homem que soube se portar com os homens e se prostrar ao Senhor com honras.
Que estas lições de Davi nos sirva quando decidirmos fazer algo, seja para Deus ou para o próximo.
Davi criou para si a responsabilidade de trazer a Arca de Deus para perto de todos os fieis e executou seu plano a contento, mesmo com as dificuldades que encontrou no caminho, com a morte de Uzá e com o escárnio de uma de suas esposas.
Quem está determinado, não se abate!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A lição de José - Crer apesar de tudo

Deus não esqueceu de mim...

Quando vemos a História de José  acabamos por nos perguntar o que foi que moveu sua vitória. Ele não tinha apoio de ninguém.
Bem, alguns vão dizer que Potifar o apoiava. Mas não era bem assim. José era escravo na casa de Potifar. E era usado em seu serviço, o que diferenciava José dos outros escravos era sua capacidade de administração e ele era usada para esta função específica. Assim como quem cozinhava bem estava na cozinha, quem administrava bem estava mais próximo dos bens do seu senhor. Potifar tinha apego a José porque ele era bom, honesto, servil, além de inteligente. Potifar usava os serviços administrativos de José, como usava o de qualquer um de seus servos, mas o que diferenciava este dos outros era algo que seu senhor não podia ver: Sua Fé.
Quando a mulher de Potifar resolveu se divertir com o jovem servo e o assediou, ela trás a nós a prova de que seu marido não tinha verdadeira consideração por José, uma vez que ele o mandou para a prisão. Mas ele não conseguiu destruir aquilo que movia José. José permaneceu crendo que Deus não tinha lhe esquecido e agarrado ao seu acreditar, acabou como servo administrativo da prisão. Era ainda servo, agora prisioneiro legal, mas continuou crendo.
Anos depois  ele foi chamado para ser administrador do Rei do Egito, mas nem isso mudou seu foco. Ele cria:
- Deus não se esqueceu de mim.Para muitos ele tinha chegado ao máximo que qualquer ser humano poderia chegar, mas José ainda não tinha encontrado a paz, pois acreditava que socorreria os seus, mas ainda se lembrava da dor que estes lhe causaram... 
Estar focado em um objetivo específico e este estar ligado à uma dor pessoal é muito traumático. E José chega chorar por causa disto. 
Só que o que fez José liberar perdão aos que lhe fizeram mal estava ligado à sua Fé. Deus não o esquecera, mas para que ele fosse socorro aos seus e encontrasse de volta seu pai e o irmão amado, precisava passar por cima das mágoas e perdoar quem lhe ferira e, por crer que Deus não lhe abandonara, José perdoou seus irmãos e os trouxe para perto de si.
Podemos tirar várias lições do comportamento de José, mas sem dúvida, crer apesar das dificuldade será sempre a melhor.

domingo, 21 de abril de 2013

Respeito e Amizade - Lições de Davi


Respeito e Amizade
Irmã Beth
Leitura Bíblica
E disse Davi: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? 
2 Samuel 9:1
Certo é  que todos conhecem a História de Davi , o rei de Israel. E mais, conhecem o valor que ele dava às suas alianças, já que a passagem sobre Mefibosete, o filho de Jônatas, que ele resgatou em lembrança da amizade é comum nas Mensagens e já foi tema de filme. São poucos, se existir algum, os que não conhecem esta História.
Davi, na juventude, conheceu Jônatas e ambos tornaram-se amigos. Nem o fato de um ser Príncipe com direito ao Trono e o outro ter sido ungido para ocupar o mesmo trono não impediu que eles se respeitassem e estreitassem os laços. Em diversas vezes Jônatas livrou Davi das mãos de Saul, que tentava eliminar o jovem soldado. Não sabemos, mas TALVEZ, durante os muitos períodos de guerra em que viveram, tenham salvado a  vida  um quanto o outro, já que Davi se destacava como herói nas batalhas, é de se esperar que lutassem juntos, já que a Bíblia afirma que Saul era um bom guerreiro.
EM um batalha, que Davi não estava, pois encontrava-se exilado, longe de Israel, tanto Saul quanto Jônatas e outro filho do rei, morreram.
Os anos passaram e Davi agora faz esta pergunta:  Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas?  Só que desta vez ele obtém uma resposta. Há sim um filho de seu grande amigo, um jovem aleijado, que mora em terras distantes: Mefibosete e Davi manda buscar.
Davi recebe o jovem como a um filho e lhe restitui todos os seus bens e seu lugar na Corte.

Uma história linda em que a vida de um rapaz muda, que passa a ser visto como filho do Rei e que todos que conhecem a história de Davi e sabem da amizade que tinha a Jônatas, por certo repetem com orgulho, dando como exemplo aos seus filhos, como fazemos hoje quando meditamos nesta passagem.
Só que hoje, a título de meditação, quero me prender nos valores dados a esta amizade por Davi.
Davi honrou sua amizade, sua aliança  com Jônatas mesmo quando não parecia mais necessário, afinal o amiga era morto e os anos que passara longe da casa de Israel, não o  permitira conhecer detalhes específicos sobre a vida de seu amigo.
Se Davi não procurasse informação, ela não chegaria aos seus ouvidos. Afinal, Mefibosete era um herdeiro direto ao trono de Israel e poderia ser confundido com alguém que quisesse tomar para si os direitos de seu pai.
Davi PROCUROU Mefibosete, perguntou por ele sem saber ao menos que ele existia, estava disposto a fazer algo por seu amigo mesmo que ele sendo morto e o tempo ter passado.
Esta atitude de Davi mostra o respeito que ele tinha por seus laços.  E isto deve ser algo que devemos aprender.
Vivemos uma época em que acredita-se que tudo é descartável, até mesmo as pessoas. Deixamos de lado sentimentos verdadeiros por paixões avassaladoras, mesmo sabendo que está vai se apagar e sumir no espaço, deixando em nós apenas o vazio.
Vemos pais que abandonam filhos, filhos que abandonam pais, amigos que se esquecem por tão poucos motivos. A vida tornou-se descartável, as pessoas tornaram-se  objetos para nosso uso e quando não nos servem mais, as descartamos, sem nos importar se estamos ferindo sentimentos, se estamos maltratando alguém que tem algum amor por nós.
A Sociedade perdeu o RESPEITO pelo próximo e junto com este foram valores importantes como a GRATIDÃO,  por exemplo, vivemos uma época em que a ingratidão se alastra como uma bomba silenciosa, mais perigosa e deixa atrás de si pessoas feridas, descrentes nos outros seres humanos.
Talvez a maior lição de Davi não seja a de ser um homem de coração humilde e arrependido, talvez seja esta, a de RESPEITO pelos laços de amizade.
Davi não abandonava seus amigos. E seus amigos não o abandonavam, vale lembrar aqui de Itaí, o filisteu que se tornou guarda pessoal do rei de Israel e que mesmo quando este ordenou que ele ficasse para trás, quando Absalão tentava destruir o próprio pai, disse-lhe:
"no lugar em que estiver o rei, meu senhor, seja para morte seja para vida, lá estará também o teu servo".  
Davi fez muitos inimigos em seus anos de soldado e como rei, afinal ninguém agrada todo mundo e mesmo os de sua casa se levantaram contra ele, mas o respeito que ele tinha com os laços criados ao longo da vida, lhe deram segurança na jornada.
Davi morreu velho e fartos de dias,  cercado  por aqueles que ele soube amar e respeitar.

Quando sabemos criar laços e mantê-los, garantimos uma velhice rodeada de lembranças e de alegria.
Que possamos reservar conosco este ensinamento.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Outras Lições de Davi


Outras lições de Davi.
Introdução

Por certo você se recorda de Davi e seu primeiro contato com a Guerra. Ele enfrentou um gigante, herói dos inimigos do povo de Israel com uma  arma no mínimo inusitada. Ele pegou  a funda, ganhou distância e atirou no inimigo. Mas uma preciosa lição que Davi nos deixa, vai além desta luta de um jovenzinho com um soldado bem treinado.
Só que antes, é válido pensar em algo importante: O Orgulho.
No momento em que Davi deixou de lado seu propósito original, deu lugar ao ORGULHO, sentiu-se importante, prestou mais atenção em suas supostas necessidades fisiológicas, e, caiu em pecado. Meses depois, quando ele teve um encontro com o sacerdote, que o repreendeu e o fez voltar a razão, voltou a ser um rei preocupado com seu povo, mesmo já sabendo que as consequências de seus atos se refletiria em seus filhos e netos.
 
Aprenda a usar suas armas
Davi nos ensina, através de sua História, que a gente não pode cruzar os braços e usar apenas as armas que temos conhecimento – a nossa funda.
Davi usou armas diferentes em situações muito perigosos e suas primeiras armas foram: As mãos, o cajado, a funda e a harpa.
Quando ele começou viver entre os soldados, aprendeu a usar as armas deles, tornou-se um exímio espadachim – afinal a espada era a arma mais comum aos Exércitos de sua época. Tornou-se hábil  em usar bem seu escudo e aprendeu usar as lanças.  Desenvolveu técnicas próprias de defesa e manteve-se vivo mesmo quando foi obrigado pelas circunstâncias a viver no meio dos maiores inimigos de Israel.
Alguém me perguntou hoje, na Internet, depois que comecei pensar nesta Mensagem: Agora eu pergunto para irmã:  o que você tem como arma e quais são as que estão guardadas caso precise?
Respondi prontamente: Tenho usado as mãos, o cajado, a funda e a harpa. Mas estou ainda aprendendo a usar a espada. Sim, devemos nos munir  e bem com as armas da fé, mas não é só o nosso arsenal espiritual que deve ser cuidado. Temos que usar outras armas, em nosso dia a dia, cuidar para que nossas lanças estejam afiadas para o uso geral em nossa vida, devemos saber como usar os dardos, as lanças e escudos, além de sabermos manter nossas provisões em dia, cuidando para que não nos falte alimento e água.
Um bom soldado deve estar pronto para  a peleja, entender que muitas das vezes vai dormir no chão e ter por travesseiro uma pedra, mas jamais poderá abandonar seu posto.
Davi, em certa época, abandonou seu posto frente ao seu Exército e trouxe com seu deslize - e o pecado cometido por esta atitude -  consequências trágicas para sua casa, família e descendentes.
Davi ao longo da sua vida aprendeu estratégias de guerra importantíssima e por saber usá-las permaneceu vivo.
Um homem que saiu tanto à guerra, morreu em sua casa, ao lado da família. E ele permaneceu firme e vivo, por usar todas as suas armas, mas com certeza a maior delas era a sua Fé em Deus.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Não posso ser igual a ele [Pr. Sérgio Carlos da Silveira]


Não posso ser igual a ele
(Pastor Sérgio Carlos da Silveira)

Tenho me perguntado tanto como Eliseu com uma escola de Profetas a sua disposição, escolheu logo Geazi.
  • ·         A Bíblia relata que ele Foi Displicente na Preparação da Sopa.
  • ·         Não Acreditava nem em Eliseu que era seu Mestre. Questionou Eliseu sobre os 20 pães e as espigas.
  • ·         Foi desacreditado pela sunamita quando a mesma corria atrás do profeta para que intercedesse pelo seu filho.
  • ·         Não teve Fé ao usar o Bordão de Eliseu para ressuscitar o menino.


Chego a uma conclusão que estar com Homens de Deus não me faz Homem de Deus.

Hofni e Finéias serviam no templo mas não tinham compromisso com Deus
Gedazi começou bem andou com Elias, Eliseu, mas não tinha um caráter transformado vivia com uma capa de iniquidade ambicionava coisas terrenas. Acredito que queria muito do Poder dado aos seus Mestres para ser usado em proveito próprio, Era ambicioso, mas mesmo assim Deus o escolhera,
Esta escolha nos mostra que esta em nossas mãos o caminho que tomar. Deus nunca vai te obrigar a isto ou aquilo. Sabemos como devemos proceder e por mais que a carne anseie outras coisas devemos lutar se quisermos ter intimidade com Deus.
Geazi começou bem, mas terminou mal, não importa como começamos mas sim como vamos terminar nossa caminhada. No caminho terei vários desvios mas se eu seguir o que o Mestre nos ensinou de maneira alguma serei reprovado.
Geazi reflete muitos que estão servindo a Deus com outros interesses, se escondendo por debaixo de Capas. Só que a Bíblia fala que é necessário que estas coisas aconteçam para que aqueles que são verdadeiros se evidenciem dos outros.
Eu posso esta até servindo no templo, mas isto não quer dizer que esteja fazendo aquilo que me foi determinado.
Que o Espirito Santo nos ensine a ser verdadeiros na presença de Deus para que a Lepra não contamine nossa alma.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Maria Madalena - Coragem [Pastor Sérgio Silveira]



A ressurreição e a coragem de uma mulher
Pastor Sérgio Carlos da Silveira
(Mateus 28-1) No fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
A História de Jesus todos nós conhecemos, sabemos que veio ao mundo, viveu aqui, exerceu seu ministério e cumprido os dias de sua Obra, expirou na cruz, onde padeceu dores horrendas.
Só que depois de 3 dias, Jesus ressuscitou.
Amanheceu um domingo que não era como outro qualquer, seus discípulos estavam escondidos temendo o pior, mas houve alguém que resolveu agir de forma diferente e foram as mulheres, elas pegaram os olhos, ervas e essências necessários para o cuidado do corpo de seu Mestre e seguiram em direção ao túmulo onde Ele jazia.
Ao descobrirem que Ele não estava mais lá, elas se desesperaram, mas houve entre elas alguém que agiu de forma diferente: Maria Madalena.
Quando todos se atemorizaram, ela ao ver um dos guardas do campo onde Jesus fora enterrado, foi ao encontro dele e cobrou dele a responsabilidade que ela julgava ser daquele homem, mas qual não foi sua surpresa, ela descobriu que Jesus estava vivo e que iria ter com eles onde estavam escondidos os seus irmãos.
Jesus prometeu. Ela creu. Assim como creu no que parecia impossível e seguiu para contar aos demais.
Ela sabia que a notícia que levava era absurda, mas ela seguiu seu caminho com a Mensagem do Mestre não importando como reagiria os outros discípulos.
Maria foi a Mensageira da Vitória da Vida contra a Morte!
De fato, como era previsível, os demais seguidores de Jesus, que agora estavam amedrontados, não acreditaram em sua Mensagem, tanto que foram eles para o lugar onde Jesus fora sepultado.
E de fato Jesus não estava mais ali.
Podemos usar as mais belas palavras para falar sobre a atitude desta mulher, mas jamais poderemos esquecer de sua coragem.
Ela venceu seu próprio medo, foi corajosa, venceu a barreira criada pelo medo daqueles homens, venceu o preconceito de ser uma das poucas mulheres, que sozinhas seguiram naquela madrugada para o sepulcro, venceu ainda o medo de crer, reagiu a desconfiança dos discípulos quanto à sua descoberta e em sua condição de mulher, em uma época onde elas tinham pouco respeito na Sociedade, não se negou a fazer a sua parte.
E como era dolorosa sua parte!
Ao afirmar que Jesus ressuscitara, ela estava mexendo com os sentimentos dos demais discípulos, mas ela cumpriu seu papel e transmitiu a Mensagem, sem se importar com o que os outros iriam falar!
Esta mulher nos deu uma lição maravilhosa de crer no que parece não merecer crédito.
E ela foi abençoada com a presença do Senhor no lugar onde estavam escondidos os seus seguidores.
O que nós faríamos no lugar de Maria Madalena?


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Ananias, no lugar e hora certa [Pastor Sérgio Carlos da Silveira]


Diferença entre Paulo e Ananias
Pastor Sérgio Carlos da Silveira

Ananias era um discípulo de Jesus. Um homem justo que fazia a Obra do Senhor de forma anônima. Seus irmãos o conheciam e reconheciam suas qualidades, mas ele era um soldado especial.
Paulo era um seguidor dos sacerdotes e não cria que Jesus fosse realmente o Messias aguardado pelos judeus. Ele entendia a Palavra ao pé da letra e assim, acabara ''cego'' para as pequenas coisas envolvidas no advento de nosso Senhor.

Ananias vivia sua vida sossegado, com suas preocupações normais e, claro, prestando atenção nas perseguições que ele e seus irmãos sofriam por parte dos que nada entendiam do Plano de Salvação. Sabemos que a maioria dos judeus esperavam o Messias com poderes políticos grandiosos, que os livrariam da colonização romana, que imperava ali. Era neste cenário tenso que vivia Ananias.
Do outro lado estava Paulo, um homem zeloso, cumpridor da Lei, que perseguia os cristãos e tinha ordem para os exterminá-los. Paulo, que ainda era Saulo, vivia do lado forte da situação, para ele os cristãos estavam agindo errado e deviam ser castigados por isto. Tempos antes ele assistira a morte de Estevão, que dera testemunho de Jesus até seus últimos momentos de vida, mas isto não amoleceu o coração de Saulo.
Um dia, no entanto, as coisas mudaram para estes dois personagens.
Saulo, que seguia para Damasco, acabou tendo um encontro com o Senhor e foi chamado para ser apóstolo enquanto seguia com cartas de Jerusalém, para perseguir os cristãos das outras regiões de Israel.
Deste encontro saiu cego de verdade, agora.
Ficou na casa de um dos discípulos, para onde foi levado, por ordem do Senhor. Sem comer ou beber, em suas orações e preso as suas confusões pessoais. Ali na casa de Simão, um curtidor, Saulo meditava em tudo o que ouvira, sem entender nada.
Em outro lugar da cidade Ananias recebe um avios do Senhor que terá que encontrar Saulo, o perseguidor. Depois de apresentar ao Senhor suas dúvidas, Ananias seguiu ao seu encontro com Saulo.
Deste encontro saiu uma vitória.
Ananias conversou com Saulo, falou-lhe da Palavra, explicou-lhe tudo o que precisava entender para sair da situação de escuridão em que se encontrava e depois orou por Saulo. As escamas de Saulo caíram por terra e ele ficou liberto, da cegueira física e da espiritual.

Aqui entra a nossa meditação...
Em nosso meio hoje existem muitos querendo ser Paulo. Um pregador respeitado, cheio de autoridade e que possa ir e vir e falar tudo o que acredita que as pessoas precisam ouvir.
Só que Deus está mais interessado em ter para si novos Ananias, que não se acovarde diante de inimigos e que abra aboca e fale tudo, limpando as feridas, dando alento, acalmando corações aflitos.
A diferença e que Ananias não tem a fama de Paulo.
Cada qual tem sua importância ministerial, entretanto percebemos mais os que são mais presentes, os que ocupam cargos mais vistos.
Só que deus quer levantar um Exército de Ananias, homens aptos a identificar as cegueiras e aplicar o tratamento correto.
Hoje, dado a corrupção em nosso meio, existem mais pessoas cegas pelas belas palavras dos líderes espirituais comprometidos com suas própria Teorias, do que com a Verdade que liberta. E para liberta os muitos que se deixam cegar é necessário que Ananias se habilite e faça seu trabalho invisível, que no entanto é muito necessário.
Quando libertamos os cegos, aumentamos o Exército do Senhor e para cada um cego liberto há milhares para salvar. Só que Ananias deve salvar cegos, Paulo deve salvar os gentios. Os cegos que devem ser responsabilidade de Ananias, estão entre nós, escandalizados com as diversas manipulações da Palavra. Cabe a este Discípulo quase anônimo a responsabilidade de curar as almas feridas com a Verdade, derramar bálsamo sobre as feridas velhas e purificá-las.
É bom aprendermos algo importante sobre isto: Os que abrem os olhos aos cegos, faz ex-cego missionário.
Sim, Ananias foi semeador de Missionário!
Nunca esqueça: Deus está esperando por Ananias. Venha ser um.



Uma canção que fala exatamente sobre ser usado...

Esta poderia ser a oração de Ananias.


Eu preciso ser usado 
Na unção do Santo Espírito 
Ser um vaso em Tuas mãos 
Não perder a comunhão 
Oh meu Salvador Bendito 

Acender uma fogueira 
No escuro do deserto 
Para conduzir alguém 
Que hoje chora sem ninguém 
Quero ser a mão mais perto 

E pra isto acontecer 
Venho esvaziar meu ser 
Pra me encher da Tua vontade 
Que não seja mais meu eu 
Mas do vaso que hoje é Teu 
Seja Tua santidade 

Coro: 

Senhor me usa pra levar o teu amor 
Como o sol usa o calor 
Para germinar a vida e a semente 
Faz brotar nos corações o Teu querer 
Vem Senhor e faz nascer 
O desejo de seguir e Te servir 

Que a justiça resplandeça em meu rosto onde eu for 
Santifica-me e usa-me Senhor

domingo, 16 de dezembro de 2012

Jesus - um homem sensível ao próximo - [Pastor Sérgio Carlos da Silveira]




Jesus – um homem sensível ao próximo
Pastor Sérgio Carlos da Silveira
A passagem sobre a ressurreição de Lázaro nos mostra diversas lições sobre o perfil de Maria e Marta e nós nos fixamos nestas características, mas existe algo mais profundo escrito ali, levantando-se diante de nossos olhos, mas muitas vezes nos esquecemos. E esta lição esta relacionada a nosso querido e amado Jesus Cristo. Quando Maria vem ter com ele, logo depois que Marta a avisara de que o mestre a chamara, ao perceber o sofrimento desta sua fiel amiga e servidora, Jesus chorou.
Muitos descrevem estas lágrimas do Senhor Jesus e falam sobre ela, mas o que poucos percebem é que ao chorar o Senhor não estava preocupado com a fé ou falta dela, daquelas duas irmãs em luto, ele se solidarizou ao sofrimento delas. Jesus chorou. O versículo, na versão em português da Bíblia só diz isto. São duas frases, o nome de Jesus e o verbo chorar flexionado na terceira pessoa: Jesus chorou. Só que este versículo tão pequeno encerra algo maravilhoso para nosso aprendizado: Jesus não tinha vergonha de seus sentimentos, expunha sua dor através das lágrimas como faz qualquer outro mortal.
Quando Jesus chorou ali, frente a situação que para a maioria dos assistentes era impossível de ser desfeita, Ele nos mostra a necessidade de não só dar o ombro para alguém chorar, mas chorarmos com o próximo, mesmo que nós possamos resolver a situação. Jesus planejara este milagre, mas ao chegar ali ele viu o sofrimento de todos os presentes. Não era só Marta e Maria que sofriam a dor da separação, os amigos e vizinhos ali presentes também sofriam pois perderam um amigo querido. Agora todos ali vendo Jesus chorar percebiam que Ela amava Lázaro e sentia a dor de sua família e amigos.
A Bíblia não fala sobre a situação civil destes irmãos, mesmo que eles apareçam várias vezes no Ministério de nosso Senhor. Sabemos que Marta era a dona da casa, mas não sabemos se por ser casada ou por ser mais velha ou porque outro motivo ela fosse sempre a anfitriã de nosso Senhor. Certo é que ela sempre estava a frente de tudo, mas desta vez ela perdera seu irmão e agora o luto abalava as estruturas desta forte mulher. Maria, sempre silenciosa, agora chora sentida a morte de seu irmão e o clima entre todos era de tristeza. Quando Jesus falou com Maria, que viu sua dor, chorou e isto mostra a sensibilidade de nosso Senhor.
Em nossos dias...
Infelizmente temos visto muitos que se dizem cristãos, mas se negam a chorar com os outros. Muitos afirmam que não choraram nem mesmo no velório de seus pais, mas eles não aprenderam a ser secos com Jesus. Jesus era um homem sensível aos sentimentos e necessidades humanas.
O verdadeira seguidor de Jesus tem o coração compadecido com os problemas de outras pessoas, chora e compartilha dos sentimentos pois reconhece a necessidade de amor do próximo. Quando vemos pessoas que se negam a amar o próximo e partilhar os sentimentos, sabemos que de fato não tem compromisso com Deus, afinal a verdadeira marca do cristão é o amor ao próximo.
Que saibamos seguir o exemplo de Jesus. Que possamos abrir nosso coração a todas as necessidades do próximo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Lições de Pedro

Pedro, o apóstolo
Falar de Pedro, o apóstolo do Senhor Jesus, é falar de um homem com defeitos e qualidades comuns aos homens em geral. Pedro era um pescador e um dia foi chamado pelo Senhor para segui-lo e aceitou.
Esta foi uma atitude corajosa, pois até então Jesus era um pregador desconhecido.
Pedro, que segundo a História nasceu em Betsaida, conheceu Jesus quando morava em Cafarnaum, mas este encontro se deu em seu lugar de trabalho. Provavelmente Jesus tenha solicitado um dos barcos de Pedro, para evangelizar as pessoas que já o seguiam.
Pedro tornou-se um dos mais citados apóstolos por ser corajoso no falar e ter confiança em sua franqueza, o que o tornava um líder natural entre os discípulos do Senhor.
Em nossos dias, em nossas Igrejas Pedro não se destacaria, pois tinha contra ele mesmo alguns pontos negativos que julgamos atrapalhar as pessoas. Pedro tinha emoções conflitantes e por este motivo, passava de momentos de muita fé, para momentos de dúvida. Por certo poucas pessoas dariam crédito a uma pessoa como Pedro. O bom mesmo é que ele viveu na época de Jesus, que conhecia os homens de forma diferente da nossa, afinal como Deus, Ele v6e o coração dos homens e não a aparência.
Esta talvez seja a primeira lição que recebemos quando analisamos seu perfil. Pedro mesmo assim, mantinha-se atento, não deixava de questionar quando via a necessidade e esta é uma das atitudes que nós não temos hoje, como cristão. Por esta nossa falta hoje muitas pessoas sem nenhum compromisso com Deus tem envergonhado o Evangelho com decisões errôneas e semeando doutrinas absurdas, que acaba por atrapalhar nossa Missão, que é Evangelizar.
Pedro também teve momentos de vitórias que nos faz ver que quando estamos atentos em nossas vidas espirituais. Ele andou sobre as águas (Mateus 14-29) e o fez pois teve coragem de contestar, de colocar em prova o que ele estava vendo que era antinatural. Por este motivo acredito que quando vemos certos costumes que diferem da Palavra de Deus, devemos sim contestar e mostrar onde está o erro destas situações. Somos protestantes e nosso protesto deve ser em defesa da Verdade, da Decência e da Ordem, pois o Senhor Deus não aceita desordem (Eclesiastes 5- 1 e 2).
Pedro era um dos 3 apóstolos mais próximos do Senhor Jesus e por isto mesmo testemunhou maravilhas que os outros não tiveram a oportunidade de vivenciar. Ele estava no monte da Transfiguração de Cristo (Mateus 17.1). Pescou um peixe que tinha uma moeda na boca (Mateus 17.27). Testemunhou a ressurreição da Filha de Jairo (Lucas 8.51). Testemunhou a agonia de Cristo no Getsêmani (Mateus 26.37).
Depois que nosso Senhor voltou ao Céu, Pedro, após ter tido uma experiencia especial com o Espírito Santo, ele pregou no dia de Pentecostes e trouxe muitas vidas para Cristo (Atos 2). por sua autoridade, Ananias e Safira morreram. Curou um coxo na porta do Templo (Atos 3). Curou um paralítico (Atos 9-34), além de ressuscitar Dorcas.
    Pedro é um apóstolo que nos deixa exemplos de vida para que possamos escolher entre o que é certo e errado, optarmos por agirmos de forma a agradar a Deus ou agradar a nós mesmos. Toda vez que Pedro fez sua própria vontade, foi envergonhado. Mas seus bons exemplos servem para levarmos por toda a nossa vida.
    Se duvidarmos, sabemos que não vamos afundar, pois o Senhor nos socorre e restaura a nossa confiança. Se por orgulho reclamarmos com o Senhor, como Pedro fez (Mateus 16-22), nosso Deus é longânimo e misericordioso e nos perdoará. Mesmo que negarmos ao Senhor (Marcos 14-66 em diante), Ele sempre nos dá uma nova oportunidade para provar nosso amor.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Davi- um homem agradecido

Davi – Um homem Agradecido
Davi louva a Deus e dá-lhe graças pelas bençãos recebidas
Elisabeth Lorena Alves
Davi, como sempre, lembra-se de agradecer a Deus pelas vitórias e não esquece as promessas que faz ao Senhor. Em seu êxtase de adorador, lembra a todos os moradores de sua cidade que entre seus muros deve-se louvar ao Senhor: A ti, ó Deus, é devido o louvor em Sião; e a ti se pagará o voto (Salmo 65-1). Em seu Salmo, declara que conhece a origem de suas vitórias, pois as atribui a Deus: Ó tu que ouves a oração! a ti virá toda a carne (Salmo 65-2). Mais uma vez Davi reconhece as transgressões pessoais e crê que delas será perdoado e apresenta ao Senhor os que prevalecem em suas iniquidades, levantando-se contra ele: Prevalecem as iniquidades contra mim; mas as nossas transgressões, tu as perdoarás (v. 3).
Davi acredita que há bem-aventurança para os que são escolhidos pelo Senhor (v. 4) e sua fé é inabalável no fato de que estes habitarão nos átrios do Senhor e serão beneficiados com a bondade que há na Casa do Senhor.
Davi, agradecido, exalta ao Senhor por suas respostas justas e reconhece mais uma vez que Deus é o autor da nossa Salvação. Declara ainda que estes prodígios, estas maravilhas que vem da parte do Senhor é esperança para todos os seres de todos os lugares da terra, até os mais remotos (v. 5).
O Salmo continua mostrando a grandeza do Senhor e o temor daqueles que não conhecem o seu poder e desconhece a sua glória e bondade.
Agradecer era uma atitude constante de Davi e ele também incentivava a outros que o fizessem em agradecimento pelos feitos do Senhor: 1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. (2) Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios (Salmo 103).
Não devemos esquecer de agradecer ao Senhor, esta é a grande lição de hoje, deste grande homem, que procurava em sua vida, servir ao Senhor com alegria.
Para nós fica a lição de que não devemos aceitar as acusações de satanás e os temores de nossa mente por termos em algum tempo agido de forma a desagradar ao Senhor. Mesmo quando olhando para nós encontramos atitudes que nos afastem do Senhor, devemos pedir perdão e cremos que Ele nos perdoará e isto de forma imediata, afinal, como bem disse o salmista Davi: Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniquidades (Salmo 103-10). Afinal, é grande a sua benignidade para com os que o temem (v. 11).
Que aprendamos também a sermos gratos ao Senhor.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Lições de Davi

Davi e uma de suas maiores lições: Estar pronto
Baseado em Mensagem do Pastor Sérgio Carlos da Silveira
E tendo deposto a este, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também, dando testemunho, disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que fará toda a minha vontade (Atos 13-22 ).

Davi é um exemplo de como devemos agradar a Deus. Com suas atitudes ele nos ensina o modo certo de agradar ao Senhor e servi-lo com inteireza de coração. Mesmo quando errava este rei, que foi julgado como um homem segundo o coração de Deus, deixava-nos lição de como agir. Davi jamais acusou alguém de seus erros. Ele assumia prontamente a autoria de suas atitudes.
Sábio, percebia onde estava o coração daqueles que o cercava. Quando Joabe aconselha uma mulher para enganá-lo, usando de meios para trazer Absalão de novo ao convívio familiar, ele percebe na conversa da mulher a trama de seu amigo.
Sua energia em enfrentar os males conforme se apresentavam, fizeram dele um dos grandes guerreiros de Israel e sua fé e respeito a Deus levaram a ser o segundo rei dos hebreus.
Para nossas batalhas diárias, um grande exemplo que este grande homem nos deixa, sem dúvida, é a necessidade de estar preparado para toda e qualquer batalha. Davi estava sempre preparado para enfrentar todas as pressões que a vida lhe apresentava e este é sem dúvida o exemplo que devemos seguir, afinal, se nos acovardarmos frente aos leões e ursos, com certeza seremos derrotados pelos gigantes que se fizerem presentes em nosso caminho.
Davi não foi derrotado pelo medo, como foram os soldados de Israel, simplesmente por conhecer sua verdadeira força. Para todos ele era apenas um musico ou pastor de ovelha, mas ele não deixou que a certeza dos outros destruíssem sua fé em si mesmo e sua confiança em Deus. Ele não permitiu que o medo o destruísse pois estava acostumado ir aluta na certeza que o Senhor ia com ele. Seus cânticos e salmos deixam para nós a prova de que ele ocupava o tempo que passava entre as ovelhas para estar também perto de Deus e estes momentos de comunhão serviam-lhe quando a dificuldade aparecia em sua vida.
Quando Davi foi levar alimento para seus irmãos que estava acampados com o Exército de Israel, seguia sem saber como aquele dia iria terminar, mas dentro de seu coração ia a certeza de que fosse como fosse, Deus seria com ele aonde ele estivesse. Ele não sabia como seria o final do seu dia, mas estava preparado para o que viesse.
Davi não se atemorizou ao ver o gigante, simplesmente por considerá-lo pequeno frente ao Deus que ele servia e ao qual o filisteu afrontava. Para ele o nome de Deus era tremendamente maior e mais poderoso que qualquer um daqueles inimigos e foi esta certeza que fez com que aquela funda levasse aquela pedra exatamente no lugar certo e bloqueasse a resistência do herói filisteu.
Acostumado a tomar suas decisões baseado em sua fé em Deus e encarar a vida com certeza de que sairia vitorioso, ele não se permitia ouvir as pessoas que tinham uma ideia negativa sobre sua coragem e sua habilidade. Ele sabia que a sua habilidade não era a de um guerreiro, mas ele enfrentou o gigante como um pastor de ovelhas que cria em Deus.
Muitas pessoas são derrotadas em suas lutas diárias porque acreditam em si somente e esta certeza que tem esta errada, pois acreditam ser mais do que de fato são. Davi não ouviu os outros, mas ele também não se viu superior ao que era. Ele não enfrentou o gigante como um homem ungido a rei, ele enfrentou o gigante como o desconhecido filho de Jessé, que era apenas um pastor de ovelhas e ao falar de suas atividades no campo, ele não acrescentou nada ao que de fato tinha feito. Não floreou o currículo, como diriam alguns, ele se apresentou como o que era: um servo insignificante, mas pronto para lutar até a morte.
Muitas vezes reclamamos das provações diárias, mas não entendemos que os leões e ursos de nosso caminho servem apenas para nos treinar e preparar nossos corpos e mentes para lutar contra problemas maiores.
Que tal de hoje em diante você pensar nas dificuldades de sua vida como um aprendizado para algo maior? Afie suas armas, prepares sua mente, unte seus pensamentos com oração, coloque em seus lábios louvores a Deus e prepare-se para lutas maiores. Pode ser que você seja um dos escolhidos para morrer cheio de dias e em paz como Davi, mas para ter este destino, vai ter que enfrentar o desprezo de seus irmãos, as agruras do deserto, matar leões e ursos, enfrentar Golias, defender Saul que te persegue, se fazer de louco para conseguir sair vivo de dificuldades, sofrer baixa na família e chorar muito. Mas se passar por tudo isto, sem perder a fé, sem perder a direção, alcançará vitória. E a nossa vitória é vencer o mundo, afinal o nosso descanso é no Céu!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Outras lições de Jonas?

Lições de Jonas
Baseado livremente em pensamento do Pastor Sérgio Carlos da Silveira

O livro de jonas nos deixa grandes ensinamentos e lembranças para nosso dia a dia, que passam pela:
  • Os perigos do preconceito,
    Soberana vontade de Deus,
  • Não conseguimos fugir de Deus,
  • Que desobedecer a Deus é a pior escolha e que nos leva a ter sérios problemas,
  • Que devemos saber priorizar o ser humano,
  • Que a desobediência leva a maldição, e,
  • O tamanho do amor que Deus tem pelos homens.
Jonas viveu sua vida de forma a gradar ao Senhor, foi um profeta obediente e falava o que o Senhor queria. E mais, conhecia a misericórdia de Deus.


Os perigos do preconceito e não conseguimos fugir de Deus
Por estes motivos todos, Jonas tomou uma decisão errônea e esta acarretou uma série de prejuízos a vida deste profeta.
Quando o Senhor pediu que ele fosse a Nínive, Jonas saiu de sua casa e partiu para outra cidade. Jonas não se negou a sair de casa, levantou-se, arrumou seus pertences e partiu, só que no Porto, ele tomou a direção de Tarso, fugindo do Senhor.
Foi uma atitude infantil, principalmente para ele que conhecia o poder do Senhor, mas o que motivava sua fuga, era o preconceito. Preconceito gerado pelas decisões políticas da cidade que ele deveria orientar para aceitar a Salvação. As guerras e outros embates entre Israel e Nínive criara nos cidadãos das duas cidades uma animosidade absurda. E isto levou Jonas a se afastar mais deles. O navio onde Jonas foi parar, teve problemas já que o mar se agitou e, depois de muita busca pela causa da confusão, já que aqueles navegantes acreditavam que aquela fúria era obra da ira de algum deus, a sorte caiu sobre o Profeta Fujão.
A desobediência leva a maldição
Ele, por orientação própria, foi lançado ao mar. E o Senhor deu um jeito de providenciar um novo meio de transporte para seu servo: um grande peixe o engoliu. E ali, no “templo” mais absurdo que alguém pode imaginar, Jonas orou a Deus e foi ouvido. Imagine o susto de Jonas ao ver aquela confusão toda! Aquilo tudo lhe pareceu a maior maldição que alguém pode sofrer! Mas Deus estava trabalhando para que a Sua Soberana Vontade prevalecesse. E qual era esta vontade? Que o povo de Nínive ouvisse a repreensão e se arrependessem de seus caminhos errados.
Jonas chegou a Nínive em seu novo “meio de transporte”, o submarino vivo e ali, já em terra firme, trouxe a Palavra dura que lhe fora dirigida pelo Senhor para ser entregue aquele povo de dura cerviz. Ora, o povo arrependido voltou-se para Deus e Deus perdôo-lhes os seus pecados e os redimiu, já que conhecedor do coração humano, viu-lhes a sinceridade.
Só que Jonas não ficou feliz. Seu preconceito mais uma vez estava agindo ainda e para ele não importava as vidas daquelas pessoas, o mais importante para ele era a justiça humana e em seu entendimento não seria feita se o povo aceitasse a Palavra.
Esta atitude de Jonas estava enquadrada em não sabe priorizar o ser humano, para ele a abobreira que nasceu sobre sua cabeça era mais útil que a vida do povo de toda cidade e quando ela morreu ele reclamou com Deus. Ora, se para ele era importante aquela arvorezinha passageira, de vida curta, que seca quando acabam seus frutos, imagine para Deus aquelas pessoas todas? Mais uma lição deste Livro que devemos trazer para nossas vidas: O tamanho do amor que Deus tem pelos homens. Deus não olha para as outras pessoas como nós olhamos. Ele não vê cor, tamanho, sexo, nacionalidade religiosidade, nada disto. Quando olha para a Terra, Deus vê apenas homens precisando de Salvação e com seus olhos procura quem possa levar a sua Palavra.
Que possamos levantar de nossa acomodação e fazermos o que o Senhor espera de nós. E como diz o louvor da Guiomar Victor:
“Se Deus te mandar, não rejeites ir,
se não fores de navio, mas de peixe tem que ir,
não adianta o homem contra Deus lutar,
pois é perigoso de peixe viajar."

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Barnabé – Exemplo de Generosidade

Barnabé – Exemplo de Generosidade

Barnabé, cujo codinome do discípulo José, que significa Filho da Consolação e que aparece na História da Igreja, ainda no livor de Atos: Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre, (Atos 4:36), é uma figura que nos impressiona pelo seu caráter de bondade e amor a Obra de Deus. Ele era um grande exemplo de Generosidade, afinal, decidiu de forma voluntária, oferecer seu tempo e posses para promover o Evangelho e auxiliar seus irmãos.
Assim como Estevão, ele não se prendia a uma única tarefa e procurava atender aos novos convertidos com sua palavra de apoio e sua fé, como fez com os irmãos recém-convertidos da Antioquia: Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor (Atos 9-23). Afinal por ser cheio do Espírito Santo e manter acesa a sua fé, era um bom professor e um grande profeta, era amado
pelos apóstolos e era recebido como um deles, mesmo não tendo recebido este título no início, isto porque era reconhecido pela sua comunhão com Deus, através do fato de ser por eles visto como um enviado do Espírito Santo (Atos 13: 1-4).
Barnabé também é um exemplo de amizade, apesar de ao final, entre ele e Paulo houve uma divisão pela diferença de opinião, mas enquanto estiveram juntos, a amizade e o ideal que os unia fossem especial para ambos. Eles se conheceram por volta de 3 a 4 anos da conversão de Paulo, e foram amigos por muitos anos, foi este mesmo discípulo que apresentou Paulo a Pedro e Tiago.
Por estar sempre disposto a lutar pelo Reino, Barnabé foi aproveitado, por seu conhecimento nato da língua grega, e este foi enviado a Antioquia. Quando esta igreja cresceu, ele insistiu com Paulo para que fosse trabalhar com este, no que foi ouvido, afinal este o seguiu.
Sua comunhão com Deus lhe possibilitou juntar alimento para a fome que fora avisada, através do profeta Acabo, que viria sobre a terra, colaboração esta que foi levada a Judeia através de Paulo e do próprio Barnabé.

Barnabé e Paulo ainda viajaram para Chipre, onde evangelizaram Sérgio Paulo, o procônsul e pela Asa Menor. De volta a Antioquia separaram-se, por discordarem sobre João Marcos, mas nem esta situação rompeu com o compromisso de continuar levando o Evangelho, cada um seguiu seu caminho com o discípulos escolhido, Barnabé seguiu para Chipre com João Marcos.




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