Ser Cristão - Antes de Abrir a Bíblia, Abra o Coração Assunto de ovelha é aqui, no Ser Cristão.Um pensamento, uma interpretação. Um sentimento cristão.Uma lembrança do céu.
Translate / Traduza
Mostrando postagens com marcador Perfis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perfis. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Não se entregue
Se José tivesse se entregado ao sofrimento, a solidão, aos pensamentos negativos, aos sentimentos de saudade de casa quando se viu Escravo, a história dele se quer seria lembrada, seu nome se perderia entre os de seus irmãos. Mas José não se apegou ao sofrimento. José tentou continuar ativo e para isso, entregou-se com dedicação a tudo que lhe veio as mãos para ser feito José fez com todas as suas forças (Eclesiastes 9:10), não deixou nada pela metade, foi fundo em suas atividades e jamais perdeu a Fé. A Fé de José foi testada em todo o tempo, mas firmemente vemos quando ele interpreta o sonho do padeiro e do copeiro do rei. Ele pede ao que ao copeiro que não o esqueça, mas a primeira coisa que este faz ao sair da prisão é esquecer tudo. E isto nem mesmo é errado, o ideal é sim se livrar das lembranças opressivas e seguir adiante. Mas as boas amizades, aqueles que nos estenderam as mãos, a estes jamais devemos esquecer. Nossa Gratidão tem que ser maior que as dores que certas lembranças possam trazer à nossa vida. Quando o tempo passou e a situações ficou difícil no Palácio, os pensamentos do coveiro voltaram ao jovem hebreu.
Sentir-se só e tristes quando enfrentamos uma dificuldade é algo normal. Nossas emoções são afetadas quando somos feridos por uma circunstância, por uma traição ou algo ruim de qualquer natureza. O que muda é a forma que permitimos que a situação interfira em nossa Paz. Se permitimos que as lágrimas vençam sempre, chorar passa a fazer parte de nossa vida. José entendeu que engolir o choro era mais importante e seguir adiante essencial. De todas as lições de José, fugir do sofrimento com certeza é a que mais nos ensina a buscar o Equilíbrio e uma mente equilibrada não perde a Fé e nem o Foco.
Pense nisso e viva bem.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Ló e Jó, qual destes você seria?
Ló e Jó - Família, primeira Igreja
Falemos de Família.
Família é a primeira Igreja. Isto é certo. Como também é certo que é a primeira Escola. E sendo Escola ou Igreja, é no Lar que os componentes de uma Família vão aprender os princípios socias necessários para uma vida saudável. E, especialmente, enquanto primeira Igreja, é no seio da Família que os filhos aprenderão a exercer uma vida espiritual sadia, de respeito aos demais, de conhecimento da Palavra, de apego pessoal ao Louvor e de hábito da Oração.
Bem, no Lar a figura do Sacerdote é atribuída ao pai. O Pai, como líder moral e espiritualda Família deve orientar e ensinar os bons costumes e o exercíco da Fé juntamente com a Esposa. Bem, mas nem sempre acontece assim. Vamos observar a vida de dois pais que aparecem na Bíblia. Ló e Jó.
Comecemos por Ló, ou Lot. Um pai que conseguiu estabelecer o nome de sua Família entre pessoas de origem diferente da sua, tendo senso de empreendedorismo, quando separou-se de seu tio, escolheu a melhor terra para morar e criar seus animais. Na cidade em que foi morar se tornou próspero e respeitado até pelos grandes homens, mas quanto a sua Fé, foi relapso, não conseguiu envolver ninguém com seu testemunho. Suas filhas aprenderam a seguir outra cuktura e estavam noivas d ehomens que não tinha a mesma fé que seu pai. O apego ao material era algo que toda a sua Família tinha. A mulher voltou-se para ver a cidade onde fora próspera, desobedecendo a ordem que recebera e acabou virando uma estátua de sal e as filhas enganarm o próprio pai.
Jó ou Job, também foi um homem rico. Poderoso em seu tempo, querido e amado por todos, vivia plenamente sua Fé e cuidava da vida espiritual de sua Família, jamais esquecendo-se de seus filhos. Seu papel como sacerdote do lar foi pleno, pois nem mesmo na maior das adversidades, quando a doença, a fatalidade e a pobreza o cercaram, ele não deixou de crer. Mesmo perdendo os filhos, que era sua maior riqueza e fonte de seu maior cuidado, ele permeneceu firme.
Estamos à frente de dois grandes EXEMPLOS de vida familiar, onde todas as caracterísiticas são semelhantes, pois estamos falando de pessosas prósperas, bem quistas em seu meio social, mas que agiam, no aspecto espiritual, de forma diferente. Ló se adaptou ao meio em que vivia, Jó vivia sua fé apesar do meio em que vivia. Ló não teve um final de vida próspero, foi viver distante, justo ele que sabia fazer escolhas materiais perfeitas. Jó, pelo contrário, teve uma vida abençoada e feliz, ao lado de sua mulher e filhos. Sim, ambos passaram por situação difíceis, mas o resultado final de suas vidas foi diferente, justamente por causa da forma em que viveram fora do instante de provação em que a vida os colocou. Que possamos saber escolher qual dos exemplos seguir, para que nossa Família seja feliz e nosso Lar seja sempre um lugar onde Deus queira estar.
Falemos de Família.
Família é a primeira Igreja. Isto é certo. Como também é certo que é a primeira Escola. E sendo Escola ou Igreja, é no Lar que os componentes de uma Família vão aprender os princípios socias necessários para uma vida saudável. E, especialmente, enquanto primeira Igreja, é no seio da Família que os filhos aprenderão a exercer uma vida espiritual sadia, de respeito aos demais, de conhecimento da Palavra, de apego pessoal ao Louvor e de hábito da Oração.
Bem, no Lar a figura do Sacerdote é atribuída ao pai. O Pai, como líder moral e espiritualda Família deve orientar e ensinar os bons costumes e o exercíco da Fé juntamente com a Esposa. Bem, mas nem sempre acontece assim. Vamos observar a vida de dois pais que aparecem na Bíblia. Ló e Jó.
Comecemos por Ló, ou Lot. Um pai que conseguiu estabelecer o nome de sua Família entre pessoas de origem diferente da sua, tendo senso de empreendedorismo, quando separou-se de seu tio, escolheu a melhor terra para morar e criar seus animais. Na cidade em que foi morar se tornou próspero e respeitado até pelos grandes homens, mas quanto a sua Fé, foi relapso, não conseguiu envolver ninguém com seu testemunho. Suas filhas aprenderam a seguir outra cuktura e estavam noivas d ehomens que não tinha a mesma fé que seu pai. O apego ao material era algo que toda a sua Família tinha. A mulher voltou-se para ver a cidade onde fora próspera, desobedecendo a ordem que recebera e acabou virando uma estátua de sal e as filhas enganarm o próprio pai.
Jó ou Job, também foi um homem rico. Poderoso em seu tempo, querido e amado por todos, vivia plenamente sua Fé e cuidava da vida espiritual de sua Família, jamais esquecendo-se de seus filhos. Seu papel como sacerdote do lar foi pleno, pois nem mesmo na maior das adversidades, quando a doença, a fatalidade e a pobreza o cercaram, ele não deixou de crer. Mesmo perdendo os filhos, que era sua maior riqueza e fonte de seu maior cuidado, ele permeneceu firme.
Estamos à frente de dois grandes EXEMPLOS de vida familiar, onde todas as caracterísiticas são semelhantes, pois estamos falando de pessosas prósperas, bem quistas em seu meio social, mas que agiam, no aspecto espiritual, de forma diferente. Ló se adaptou ao meio em que vivia, Jó vivia sua fé apesar do meio em que vivia. Ló não teve um final de vida próspero, foi viver distante, justo ele que sabia fazer escolhas materiais perfeitas. Jó, pelo contrário, teve uma vida abençoada e feliz, ao lado de sua mulher e filhos. Sim, ambos passaram por situação difíceis, mas o resultado final de suas vidas foi diferente, justamente por causa da forma em que viveram fora do instante de provação em que a vida os colocou. Que possamos saber escolher qual dos exemplos seguir, para que nossa Família seja feliz e nosso Lar seja sempre um lugar onde Deus queira estar.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Planeje-se - Lições de Noé [Pastor Sergio Carlos da Silveira]

Prioridade e Planejamento
Noé vivia sua vida como todos os outros humanos que viviam no Mundo de então. No entanto, Noé tinha um Projeto para desenvolver. Noé acordava cedo para fazer suas tarefas. juntar madeiras, forjar ferramentas, fazer pregos, colher alimento em grande quantidade. O povo de sua época vivia a fazer festa, diz a Bíblia que casavam e davam-se em casamentos. Mas Noé não ia à estas festas, ele tinha criado uma lista de prioridade e vivia de acordo com ela, mesmo que não estivesse escrita em lugar algum. Ele obedecia sua lista todos os dias ao acordar e o fazia até o momento que não se podia ver mais nada.Noé trabalhou com vigor todos os anos em que Projetou e construiu a Arca. Sabe o que ele nos ensina? Que priorizar nossas necessidades é essencial, que para alcançar a realização de nossos sonhos vamos ter que abrir mão de tudo o que está acontecendo à nossa volta e focar em nossa lista de Prioridades.
Noé nos ensina também algo surpreendente: Planejamento é a chave de todo bom negócio. Quando ele construiu a Arca, não estava chovendo.
Pense nisso e aprenda com Noé.
Sergio Carlos da Silveira
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Davi e sua responsabilidade
Vamos falar sobre responsabilidade?
No Salmo 132 vemos que o salmista relata os sofrimentos de Davi depois de ter colocado um propósito em seu coração, ter decidido que faria um lugar para o senhor estar representado no meio de Israel. Neste Salmo vemos que ao tomar para si esta Responsabilidade, de forma espontânea, ele não teve mais sossego e lutou por conseguir alcançar seus objetivos.
Vejamos os estágios de sua alma e de seu propósito:
Aflito: (v1) Ao relatar as aflições passadas, ele trás à lembrança do Senhor os seus sentimentos de então. Isto prova que mesmo que sendo vitorioso em seu projeto, uma pessoa ão esquece o caminho pelo qual trilhou para chegar ao sucesso. E conhecer o caminho nos faz mais forte se tivermos que voltar a ele, por mais difícil que ele tenha sido.
Votou: (V2) Mesmo sendo uma opção pessoal, Davi fez voto, ou seja determinou que faria. Na verdade, voto é uma palavra de origem latina, VOTUM e significa uma promessa solene, quer dizer, uma promessa que se faz por respeito e, pelo visto, Davi sabia do propósito desta palavra e fez uso dela ao afirmar que faria uma Casa ao Senhor.
Afligiu sua Individualidade (v.3), abdicando de seu conforto. Quando Davi determina que não dormira em paz e que não subirá à sua cama, ele quer dizer, como guerreiro que era, que toma esta responsabilidade para si com garantias de uma Batalha e que só voltará à paz depois de a realizar. Ao deixar de lado o conforto, ele abre mão de valores específicos de um rei e passa a viver como servo de um propósito, neste caso, um propósito firmado para benefício de sua Fé, de seu Deus.
Não desanimou (vv. 4,5) e isto se nota na afirmação de que ele não se permitiria descansar, estava firmado em seu propósito e nada o desanimaria. Quem conhece a História sabe que Davi não viu a construção do Templo. Quem o construiu foi Salomão, seu filho, mas o rei, em II Samuel 6, ao retirar a Arca da casa Obede-Edom e em um ritual de alegria e devoção traze-la de volta para perto de si, faz um grande Festa ao Senhor e anima o povo, levando-os à Adoração. Esta postura de adorador, de pessoa preocupada com o próximo, de ser humano que não se diferencia dos demais, é o que Deus espera de nós. Muitos contestam o fato de Deus amar Davi apesar de seus pecados, esquecidos que o Senhor é aquele que nos aceita por Misericórdia e esquecem-se que Davi foi um homem que soube se portar com os homens e se prostrar ao Senhor com honras.
Que estas lições de Davi nos sirva quando decidirmos fazer algo, seja para Deus ou para o próximo.
Davi criou para si a responsabilidade de trazer a Arca de Deus para perto de todos os fieis e executou seu plano a contento, mesmo com as dificuldades que encontrou no caminho, com a morte de Uzá e com o escárnio de uma de suas esposas.
Quem está determinado, não se abate!
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
A lição de José - Crer apesar de tudo
Deus não esqueceu de mim...
Quando vemos a História de José acabamos por nos perguntar o que foi que moveu sua vitória. Ele não tinha apoio de ninguém.
Bem, alguns vão dizer que Potifar o apoiava. Mas não era bem assim. José era escravo na casa de Potifar. E era usado em seu serviço, o que diferenciava José dos outros escravos era sua capacidade de administração e ele era usada para esta função específica. Assim como quem cozinhava bem estava na cozinha, quem administrava bem estava mais próximo dos bens do seu senhor. Potifar tinha apego a José porque ele era bom, honesto, servil, além de inteligente. Potifar usava os serviços administrativos de José, como usava o de qualquer um de seus servos, mas o que diferenciava este dos outros era algo que seu senhor não podia ver: Sua Fé.
Bem, alguns vão dizer que Potifar o apoiava. Mas não era bem assim. José era escravo na casa de Potifar. E era usado em seu serviço, o que diferenciava José dos outros escravos era sua capacidade de administração e ele era usada para esta função específica. Assim como quem cozinhava bem estava na cozinha, quem administrava bem estava mais próximo dos bens do seu senhor. Potifar tinha apego a José porque ele era bom, honesto, servil, além de inteligente. Potifar usava os serviços administrativos de José, como usava o de qualquer um de seus servos, mas o que diferenciava este dos outros era algo que seu senhor não podia ver: Sua Fé.
Quando a mulher de Potifar resolveu se divertir com o jovem servo e o assediou, ela trás a nós a prova de que seu marido não tinha verdadeira consideração por José, uma vez que ele o mandou para a prisão. Mas ele não conseguiu destruir aquilo que movia José. José permaneceu crendo que Deus não tinha lhe esquecido e agarrado ao seu acreditar, acabou como servo administrativo da prisão. Era ainda servo, agora prisioneiro legal, mas continuou crendo.
Anos depois ele foi chamado para ser administrador do Rei do Egito, mas nem isso mudou seu foco. Ele cria:
- Deus não se esqueceu de mim.Para muitos ele tinha chegado ao máximo que qualquer ser humano poderia chegar, mas José ainda não tinha encontrado a paz, pois acreditava que socorreria os seus, mas ainda se lembrava da dor que estes lhe causaram...
Estar focado em um objetivo específico e este estar ligado à uma dor pessoal é muito traumático. E José chega chorar por causa disto.
Só que o que fez José liberar perdão aos que lhe fizeram mal estava ligado à sua Fé. Deus não o esquecera, mas para que ele fosse socorro aos seus e encontrasse de volta seu pai e o irmão amado, precisava passar por cima das mágoas e perdoar quem lhe ferira e, por crer que Deus não lhe abandonara, José perdoou seus irmãos e os trouxe para perto de si.
Podemos tirar várias lições do comportamento de José, mas sem dúvida, crer apesar das dificuldade será sempre a melhor.
domingo, 21 de abril de 2013
Respeito e Amizade - Lições de Davi
Respeito e Amizade
Irmã Beth
Leitura Bíblica
E disse Davi: Há ainda
alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por
amor de Jônatas?
2 Samuel 9:1
2 Samuel 9:1
Certo é que todos conhecem a História de Davi , o rei
de Israel. E mais, conhecem o valor que ele dava às suas alianças, já que a
passagem sobre Mefibosete, o filho de Jônatas, que ele resgatou em lembrança da
amizade é comum nas Mensagens e já foi tema de filme. São poucos, se existir
algum, os que não conhecem esta História.
Davi, na juventude, conheceu Jônatas e ambos tornaram-se amigos. Nem o fato de um ser Príncipe com direito ao Trono e o outro ter sido ungido para ocupar o mesmo trono não impediu que eles se respeitassem e estreitassem os laços. Em diversas vezes Jônatas livrou Davi das mãos de Saul, que tentava eliminar o jovem soldado. Não sabemos, mas TALVEZ, durante os muitos períodos de guerra em que viveram, tenham salvado a vida um quanto o outro, já que Davi se destacava como herói nas batalhas, é de se esperar que lutassem juntos, já que a Bíblia afirma que Saul era um bom guerreiro.
Davi, na juventude, conheceu Jônatas e ambos tornaram-se amigos. Nem o fato de um ser Príncipe com direito ao Trono e o outro ter sido ungido para ocupar o mesmo trono não impediu que eles se respeitassem e estreitassem os laços. Em diversas vezes Jônatas livrou Davi das mãos de Saul, que tentava eliminar o jovem soldado. Não sabemos, mas TALVEZ, durante os muitos períodos de guerra em que viveram, tenham salvado a vida um quanto o outro, já que Davi se destacava como herói nas batalhas, é de se esperar que lutassem juntos, já que a Bíblia afirma que Saul era um bom guerreiro.
EM um batalha, que Davi não
estava, pois encontrava-se exilado, longe de Israel, tanto Saul quanto Jônatas
e outro filho do rei, morreram.
Os anos passaram e Davi agora faz esta pergunta: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? Só que desta vez ele obtém uma resposta. Há sim um filho de seu grande amigo, um jovem aleijado, que mora em terras distantes: Mefibosete e Davi manda buscar.
Os anos passaram e Davi agora faz esta pergunta: Há ainda alguém que tenha ficado da casa de Saul, para que lhe faça benevolência por amor de Jônatas? Só que desta vez ele obtém uma resposta. Há sim um filho de seu grande amigo, um jovem aleijado, que mora em terras distantes: Mefibosete e Davi manda buscar.
Davi recebe o jovem como a um filho e lhe restitui todos os
seus bens e seu lugar na Corte.
Uma história linda em que a vida de um rapaz muda, que passa a ser visto como filho do Rei e que todos que conhecem a história de Davi e sabem da amizade que tinha a Jônatas, por certo repetem com orgulho, dando como exemplo aos seus filhos, como fazemos hoje quando meditamos nesta passagem.
Davi honrou sua amizade, sua aliança com Jônatas mesmo quando não parecia mais
necessário, afinal o amiga era morto e os anos que passara longe da casa de
Israel, não o permitira conhecer
detalhes específicos sobre a vida de seu amigo.
Se Davi não procurasse informação, ela não chegaria aos seus ouvidos. Afinal, Mefibosete era um herdeiro direto ao trono de Israel e poderia ser confundido com alguém que quisesse tomar para si os direitos de seu pai.
Davi PROCUROU Mefibosete, perguntou por ele sem saber ao menos que ele existia, estava disposto a fazer algo por seu amigo mesmo que ele sendo morto e o tempo ter passado.
Esta atitude de Davi mostra o respeito que ele tinha por seus laços. E isto deve ser algo que devemos aprender.
Se Davi não procurasse informação, ela não chegaria aos seus ouvidos. Afinal, Mefibosete era um herdeiro direto ao trono de Israel e poderia ser confundido com alguém que quisesse tomar para si os direitos de seu pai.
Davi PROCUROU Mefibosete, perguntou por ele sem saber ao menos que ele existia, estava disposto a fazer algo por seu amigo mesmo que ele sendo morto e o tempo ter passado.
Esta atitude de Davi mostra o respeito que ele tinha por seus laços. E isto deve ser algo que devemos aprender.
Vivemos uma época em que acredita-se que tudo é descartável,
até mesmo as pessoas. Deixamos de lado sentimentos verdadeiros por paixões
avassaladoras, mesmo sabendo que está vai se apagar e sumir no espaço, deixando
em nós apenas o vazio.
Vemos pais que abandonam filhos, filhos que abandonam pais, amigos que se esquecem por tão poucos motivos. A vida tornou-se descartável, as pessoas tornaram-se objetos para nosso uso e quando não nos servem mais, as descartamos, sem nos importar se estamos ferindo sentimentos, se estamos maltratando alguém que tem algum amor por nós.
Vemos pais que abandonam filhos, filhos que abandonam pais, amigos que se esquecem por tão poucos motivos. A vida tornou-se descartável, as pessoas tornaram-se objetos para nosso uso e quando não nos servem mais, as descartamos, sem nos importar se estamos ferindo sentimentos, se estamos maltratando alguém que tem algum amor por nós.

A Sociedade perdeu o RESPEITO pelo próximo e junto com este
foram valores importantes como a GRATIDÃO,
por exemplo, vivemos uma época em que a ingratidão se alastra como uma
bomba silenciosa, mais perigosa e deixa atrás de si pessoas feridas, descrentes
nos outros seres humanos.
Talvez a maior lição de Davi não seja a de ser um homem de
coração humilde e arrependido, talvez seja esta, a de RESPEITO pelos laços de
amizade.
Davi não abandonava seus amigos. E seus amigos não o abandonavam, vale lembrar aqui de Itaí, o filisteu que se tornou guarda pessoal do rei de Israel e que mesmo quando este ordenou que ele ficasse para trás, quando Absalão tentava destruir o próprio pai, disse-lhe: "no lugar em que estiver o rei, meu senhor, seja para morte seja para vida, lá estará também o teu servo".
Davi não abandonava seus amigos. E seus amigos não o abandonavam, vale lembrar aqui de Itaí, o filisteu que se tornou guarda pessoal do rei de Israel e que mesmo quando este ordenou que ele ficasse para trás, quando Absalão tentava destruir o próprio pai, disse-lhe: "no lugar em que estiver o rei, meu senhor, seja para morte seja para vida, lá estará também o teu servo".
Davi morreu velho e fartos de dias, cercado por aqueles que ele soube amar e respeitar.
Quando sabemos criar laços e mantê-los, garantimos uma velhice rodeada de lembranças e de alegria.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Outras Lições de Davi
Outras lições de Davi.
Introdução
Por certo você se recorda de Davi e seu primeiro contato com a Guerra.
Ele enfrentou um gigante, herói dos inimigos do povo de Israel com uma arma no mínimo inusitada. Ele pegou a funda, ganhou distância e atirou no
inimigo. Mas uma preciosa lição que Davi nos deixa, vai além desta luta de um
jovenzinho com um soldado bem treinado.
Só que antes, é válido pensar em algo importante: O Orgulho.
No momento em que Davi
deixou de lado seu propósito original, deu lugar ao ORGULHO, sentiu-se
importante, prestou mais atenção em suas supostas necessidades fisiológicas, e,
caiu em pecado. Meses depois, quando ele teve um encontro com o sacerdote, que
o repreendeu e o fez voltar a razão, voltou a ser um rei preocupado com seu
povo, mesmo já sabendo que as consequências de seus atos se refletiria em seus
filhos e netos.
Aprenda a usar suas armas
Davi nos ensina, através de sua História, que a gente não pode cruzar os
braços e usar apenas as armas que temos conhecimento – a nossa funda.
Davi usou armas diferentes em situações muito perigosos e suas primeiras armas foram: As mãos, o cajado, a funda e a harpa.
Davi usou armas diferentes em situações muito perigosos e suas primeiras armas foram: As mãos, o cajado, a funda e a harpa.
Quando ele começou viver entre os soldados, aprendeu a usar as armas
deles, tornou-se um exímio espadachim – afinal a espada era a arma mais comum
aos Exércitos de sua época. Tornou-se hábil em usar bem seu escudo e aprendeu usar as
lanças. Desenvolveu técnicas próprias de
defesa e manteve-se vivo mesmo quando foi obrigado pelas circunstâncias a viver
no meio dos maiores inimigos de Israel.
Alguém me perguntou hoje, na Internet, depois que comecei pensar nesta Mensagem:
Agora eu pergunto para irmã: o que você tem como arma e quais são as que estão guardadas caso precise?
Respondi prontamente: Tenho
usado as mãos, o cajado, a funda e a harpa. Mas estou ainda aprendendo a usar a
espada. Sim, devemos nos munir e bem com
as armas da fé, mas não é só o nosso arsenal espiritual que deve ser cuidado.
Temos que usar outras armas, em nosso dia a dia, cuidar para que nossas lanças
estejam afiadas para o uso geral em nossa vida, devemos saber como usar os
dardos, as lanças e escudos, além de sabermos manter nossas provisões em dia,
cuidando para que não nos falte alimento e água.
Um bom soldado deve estar
pronto para a peleja, entender que
muitas das vezes vai dormir no chão e ter por travesseiro uma pedra, mas jamais
poderá abandonar seu posto.
Davi, em certa época, abandonou seu posto frente ao seu Exército e trouxe com seu deslize - e o pecado cometido por esta atitude - consequências trágicas para sua casa, família e descendentes.
Davi, em certa época, abandonou seu posto frente ao seu Exército e trouxe com seu deslize - e o pecado cometido por esta atitude - consequências trágicas para sua casa, família e descendentes.
Davi ao longo da sua vida
aprendeu estratégias de guerra importantíssima e por saber usá-las permaneceu
vivo.
Um homem que saiu tanto à guerra, morreu em sua casa, ao lado da família. E ele permaneceu firme e vivo, por usar todas as suas armas, mas com certeza a maior delas era a sua Fé em Deus.
Um homem que saiu tanto à guerra, morreu em sua casa, ao lado da família. E ele permaneceu firme e vivo, por usar todas as suas armas, mas com certeza a maior delas era a sua Fé em Deus.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Não posso ser igual a ele [Pr. Sérgio Carlos da Silveira]
Não posso ser igual a ele
(Pastor Sérgio
Carlos da Silveira)
Tenho
me perguntado tanto como Eliseu com uma escola de Profetas a sua disposição,
escolheu logo Geazi.
- · A Bíblia relata que ele Foi Displicente na Preparação da Sopa.
- · Não Acreditava nem em Eliseu que era seu Mestre. Questionou Eliseu sobre os 20 pães e as espigas.
- · Foi desacreditado pela sunamita quando a mesma corria atrás do profeta para que intercedesse pelo seu filho.
- · Não teve Fé ao usar o Bordão de Eliseu para ressuscitar o menino.
Chego a uma conclusão que estar com Homens de Deus não me faz Homem de Deus.
Gedazi
começou bem andou com Elias, Eliseu, mas não tinha
um caráter transformado vivia com uma capa de iniquidade ambicionava
coisas terrenas. Acredito que queria muito do Poder dado aos seus Mestres para
ser usado em proveito próprio, Era ambicioso, mas mesmo assim Deus o escolhera,
Esta
escolha nos mostra que esta em nossas mãos o caminho que tomar. Deus nunca vai
te obrigar a isto ou aquilo. Sabemos como devemos proceder e por mais que a
carne anseie outras coisas devemos lutar se quisermos ter intimidade com Deus.
Geazi
começou bem, mas terminou mal, não importa como começamos mas sim como vamos terminar
nossa caminhada. No caminho terei vários desvios mas se eu seguir o que o
Mestre nos ensinou de maneira alguma serei reprovado.
Geazi
reflete muitos que estão servindo a Deus com outros interesses, se
escondendo por debaixo de Capas. Só que a Bíblia fala que é necessário
que estas coisas aconteçam para que aqueles que são verdadeiros
se evidenciem dos outros.
Eu
posso esta até servindo no templo, mas isto não quer dizer que esteja fazendo
aquilo que me foi determinado.
Que o Espirito Santo nos ensine a ser verdadeiros na presença de Deus para que a Lepra não contamine nossa alma.
Que o Espirito Santo nos ensine a ser verdadeiros na presença de Deus para que a Lepra não contamine nossa alma.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Maria Madalena - Coragem [Pastor Sérgio Silveira]
A ressurreição e a coragem
de uma mulher
Pastor Sérgio Carlos da Silveira
(Mateus
28-1) No fim do sábado, quando já
despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria
foram ver o sepulcro.
A História de Jesus
todos nós conhecemos, sabemos que veio ao mundo, viveu aqui, exerceu
seu ministério e cumprido os dias de sua Obra, expirou na cruz, onde
padeceu dores horrendas.
Só que depois de 3
dias, Jesus ressuscitou.
Amanheceu um domingo
que não era como outro qualquer, seus discípulos estavam escondidos
temendo o pior, mas houve alguém que resolveu agir de forma
diferente e foram as mulheres, elas pegaram os olhos, ervas e
essências necessários para o cuidado do corpo de seu Mestre e
seguiram em direção ao túmulo onde Ele jazia.
Ao descobrirem que Ele
não estava mais lá, elas se desesperaram, mas houve entre elas
alguém que agiu de forma diferente: Maria Madalena.
Quando todos se
atemorizaram, ela ao ver um dos guardas do campo onde Jesus fora
enterrado, foi ao encontro dele e cobrou dele a responsabilidade que
ela julgava ser daquele homem, mas qual não foi sua surpresa, ela
descobriu que Jesus estava vivo e que iria ter com eles onde estavam
escondidos os seus irmãos.
Jesus prometeu. Ela
creu. Assim como creu no que parecia impossível e seguiu para contar
aos demais.
Ela sabia que a notícia
que levava era absurda, mas ela seguiu seu caminho com a Mensagem do
Mestre não importando como reagiria os outros discípulos.
Maria foi a Mensageira
da Vitória da Vida contra a Morte!
De fato, como era
previsível, os demais seguidores de Jesus, que agora estavam
amedrontados, não acreditaram em sua Mensagem, tanto que foram eles
para o lugar onde Jesus fora sepultado.
E de fato Jesus não estava mais ali.
E de fato Jesus não estava mais ali.
Podemos usar as mais
belas palavras para falar sobre a atitude desta mulher, mas jamais
poderemos esquecer de sua coragem.
Ela venceu seu próprio
medo, foi corajosa, venceu a barreira criada pelo medo daqueles
homens, venceu o preconceito de ser uma das poucas mulheres, que
sozinhas seguiram naquela madrugada para o sepulcro, venceu ainda o
medo de crer, reagiu a desconfiança dos discípulos quanto à sua
descoberta e em sua condição de mulher, em uma época onde elas
tinham pouco respeito na Sociedade, não se negou a fazer a sua
parte.
E como era dolorosa sua
parte!
Ao afirmar que Jesus
ressuscitara, ela estava mexendo com os sentimentos dos demais
discípulos, mas ela cumpriu seu papel e transmitiu a Mensagem, sem
se importar com o que os outros iriam falar!
Esta mulher nos deu uma
lição maravilhosa de crer no que parece não merecer crédito.
E ela foi abençoada
com a presença do Senhor no lugar onde estavam escondidos os seus
seguidores.
O que nós faríamos no
lugar de Maria Madalena?
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Ananias, no lugar e hora certa [Pastor Sérgio Carlos da Silveira]
Diferença
entre Paulo e Ananias
Pastor Sérgio
Carlos da Silveira
Ananias
era um discípulo de Jesus. Um homem justo que fazia a Obra do
Senhor de forma anônima. Seus irmãos o conheciam e reconheciam suas
qualidades, mas ele era um soldado especial.
Paulo
era um seguidor dos sacerdotes e não cria que Jesus fosse realmente
o Messias aguardado pelos judeus. Ele entendia a Palavra ao pé da
letra e assim, acabara ''cego'' para as pequenas coisas envolvidas no
advento de nosso Senhor.
Ananias
vivia sua vida sossegado, com suas preocupações normais e, claro,
prestando atenção nas perseguições que ele e seus irmãos
sofriam por parte dos que nada entendiam do Plano de Salvação.
Sabemos que a maioria dos judeus esperavam o Messias com poderes
políticos grandiosos, que os livrariam da colonização romana, que
imperava ali. Era neste cenário tenso que vivia Ananias.
Do outro lado estava Paulo, um homem zeloso, cumpridor da Lei, que perseguia os cristãos e tinha ordem para os exterminá-los. Paulo, que ainda era Saulo, vivia do lado forte da situação, para ele os cristãos estavam agindo errado e deviam ser castigados por isto. Tempos antes ele assistira a morte de Estevão, que dera testemunho de Jesus até seus últimos momentos de vida, mas isto não amoleceu o coração de Saulo.
Do outro lado estava Paulo, um homem zeloso, cumpridor da Lei, que perseguia os cristãos e tinha ordem para os exterminá-los. Paulo, que ainda era Saulo, vivia do lado forte da situação, para ele os cristãos estavam agindo errado e deviam ser castigados por isto. Tempos antes ele assistira a morte de Estevão, que dera testemunho de Jesus até seus últimos momentos de vida, mas isto não amoleceu o coração de Saulo.
Um dia, no entanto, as coisas mudaram
para estes dois personagens.
Saulo, que seguia para Damasco, acabou tendo um encontro com o Senhor e foi chamado para ser apóstolo enquanto seguia com cartas de Jerusalém, para perseguir os cristãos das outras regiões de Israel.
Saulo, que seguia para Damasco, acabou tendo um encontro com o Senhor e foi chamado para ser apóstolo enquanto seguia com cartas de Jerusalém, para perseguir os cristãos das outras regiões de Israel.
Deste encontro saiu cego de verdade,
agora.
Ficou na casa de um dos discípulos,
para onde foi levado, por ordem do Senhor. Sem comer ou beber, em
suas orações e preso as suas confusões pessoais. Ali na casa de
Simão, um curtidor, Saulo meditava em tudo o que ouvira, sem
entender nada.
Em outro lugar da cidade Ananias recebe
um avios do Senhor que terá que encontrar Saulo, o perseguidor.
Depois de apresentar ao Senhor suas dúvidas, Ananias seguiu ao seu
encontro com Saulo.
Deste encontro saiu uma
vitória.
Ananias conversou com Saulo, falou-lhe da Palavra, explicou-lhe tudo o que precisava entender para sair da situação de escuridão em que se encontrava e depois orou por Saulo. As escamas de Saulo caíram por terra e ele ficou liberto, da cegueira física e da espiritual.
Ananias conversou com Saulo, falou-lhe da Palavra, explicou-lhe tudo o que precisava entender para sair da situação de escuridão em que se encontrava e depois orou por Saulo. As escamas de Saulo caíram por terra e ele ficou liberto, da cegueira física e da espiritual.
Aqui entra a nossa meditação...
Em nosso meio hoje existem muitos
querendo ser Paulo. Um pregador respeitado, cheio de autoridade e que
possa ir e vir e falar tudo o que acredita que as pessoas precisam
ouvir.
Só que Deus está mais interessado em ter para si novos Ananias, que não se acovarde diante de inimigos e que abra aboca e fale tudo, limpando as feridas, dando alento, acalmando corações aflitos.
Só que Deus está mais interessado em ter para si novos Ananias, que não se acovarde diante de inimigos e que abra aboca e fale tudo, limpando as feridas, dando alento, acalmando corações aflitos.
A diferença e que Ananias não tem a
fama de Paulo.
Cada qual tem sua importância
ministerial, entretanto percebemos mais os que são mais presentes,
os que ocupam cargos mais vistos.
Só que deus quer levantar um Exército
de Ananias, homens aptos a identificar as cegueiras e aplicar o
tratamento correto.
Hoje, dado a corrupção em nosso meio,
existem mais pessoas cegas pelas belas palavras dos líderes
espirituais comprometidos com suas própria Teorias, do que com a
Verdade que liberta. E para liberta os muitos que se deixam cegar é
necessário que Ananias se habilite e faça seu trabalho invisível,
que no entanto é muito necessário.
Quando libertamos os cegos, aumentamos
o Exército do Senhor e para cada um cego liberto há milhares para
salvar. Só que Ananias deve salvar cegos, Paulo deve salvar os
gentios. Os cegos que devem ser responsabilidade de Ananias, estão
entre nós, escandalizados com as diversas manipulações da Palavra.
Cabe a este Discípulo quase anônimo a responsabilidade de curar as
almas feridas com a Verdade, derramar bálsamo sobre as feridas
velhas e purificá-las.
É bom aprendermos algo importante
sobre isto: Os que abrem os olhos aos cegos, faz ex-cego
missionário.
Sim, Ananias foi semeador de Missionário!
Sim, Ananias foi semeador de Missionário!
Nunca esqueça: Deus está esperando
por Ananias. Venha ser um.
Uma canção que fala exatamente sobre ser usado...
Esta poderia ser a oração de Ananias.
Eu preciso ser usado
Na unção do Santo Espírito
Ser um vaso em Tuas mãos
Não perder a comunhão
Oh meu Salvador Bendito
Acender uma fogueira
No escuro do deserto
Para conduzir alguém
Que hoje chora sem ninguém
Quero ser a mão mais perto
E pra isto acontecer
Venho esvaziar meu ser
Pra me encher da Tua vontade
Que não seja mais meu eu
Mas do vaso que hoje é Teu
Seja Tua santidade
Coro:
Senhor me usa pra levar o teu amor
Como o sol usa o calor
Para germinar a vida e a semente
Faz brotar nos corações o Teu querer
Vem Senhor e faz nascer
O desejo de seguir e Te servir
Que a justiça resplandeça em meu rosto onde eu for
Santifica-me e usa-me Senhor
domingo, 16 de dezembro de 2012
Jesus - um homem sensível ao próximo - [Pastor Sérgio Carlos da Silveira]
Jesus
– um homem sensível ao próximo
Pastor
Sérgio Carlos da Silveira
A
passagem sobre a ressurreição de Lázaro nos mostra diversas lições
sobre o perfil de Maria e Marta e nós nos fixamos nestas
características, mas existe algo mais profundo escrito ali,
levantando-se diante de nossos olhos, mas muitas vezes nos
esquecemos. E esta lição esta relacionada a nosso querido e amado
Jesus Cristo. Quando Maria vem ter com ele, logo depois que Marta a
avisara de que o mestre a chamara, ao perceber o sofrimento desta sua
fiel amiga e servidora, Jesus chorou.
Muitos
descrevem estas lágrimas do Senhor Jesus e falam sobre ela, mas o
que poucos percebem é que ao chorar o Senhor não estava preocupado
com a fé ou falta dela, daquelas duas irmãs em luto, ele se
solidarizou ao sofrimento delas. Jesus chorou. O versículo, na
versão em português da Bíblia só diz isto. São duas frases, o
nome de Jesus e o verbo chorar flexionado na terceira pessoa: Jesus
chorou. Só que este versículo tão pequeno encerra algo maravilhoso
para nosso aprendizado: Jesus não tinha vergonha de seus
sentimentos, expunha sua dor através das lágrimas como faz qualquer
outro mortal.
Quando
Jesus chorou ali, frente a situação que para a maioria dos
assistentes era impossível de ser desfeita, Ele nos mostra a
necessidade de não só dar o ombro para alguém chorar, mas
chorarmos com o próximo, mesmo que nós possamos resolver a
situação. Jesus planejara este milagre, mas ao chegar ali ele viu o
sofrimento de todos os presentes. Não era só Marta e Maria que
sofriam a dor da separação, os amigos e vizinhos ali presentes
também sofriam pois perderam um amigo querido. Agora todos ali vendo
Jesus chorar percebiam que Ela amava Lázaro e sentia a dor de sua
família e amigos.
A Bíblia
não fala sobre a situação civil destes irmãos, mesmo que eles
apareçam várias vezes no Ministério de nosso Senhor. Sabemos que
Marta era a dona da casa, mas não sabemos se por ser casada ou por
ser mais velha ou porque outro motivo ela fosse sempre a anfitriã de
nosso Senhor. Certo é que ela sempre estava a frente de tudo, mas
desta vez ela perdera seu irmão e agora o luto abalava as estruturas
desta forte mulher. Maria, sempre silenciosa, agora chora sentida a
morte de seu irmão e o clima entre todos era de tristeza. Quando
Jesus falou com Maria, que viu sua dor, chorou e isto mostra a
sensibilidade de nosso Senhor.
Em nossos
dias...
Infelizmente
temos visto muitos que se dizem cristãos, mas se negam a chorar com
os outros. Muitos afirmam que não choraram nem mesmo no velório de
seus pais, mas eles não aprenderam a ser secos com Jesus. Jesus era
um homem sensível aos sentimentos e necessidades humanas.
O
verdadeira seguidor de Jesus tem o coração compadecido com os
problemas de outras pessoas, chora e compartilha dos sentimentos pois
reconhece a necessidade de amor do próximo. Quando vemos pessoas que
se negam a amar o próximo e partilhar os sentimentos, sabemos que de
fato não tem compromisso com Deus, afinal a verdadeira marca do
cristão é o amor ao próximo.
Que
saibamos seguir o exemplo de Jesus. Que possamos abrir nosso coração
a todas as necessidades do próximo.
domingo, 25 de novembro de 2012
Vídeo - O Maior inimigo de Sansão - Pastor Sérgio Carlos - Culto de Domingo
Vídeo - O Maior inimigo de Sansão -
Pastor Sérgio Carlos - Culto de Domingo
Pastor Sérgio Carlos - Culto de Domingo
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Lições de Pedro
Pedro,
o apóstolo
Falar
de Pedro, o apóstolo do Senhor Jesus, é falar de um homem com
defeitos e qualidades comuns aos homens em geral. Pedro era um
pescador e um dia foi chamado pelo Senhor para segui-lo e aceitou.
Esta
foi uma atitude corajosa, pois até então Jesus era um pregador
desconhecido.
Pedro,
que segundo a História nasceu em Betsaida, conheceu Jesus quando
morava em Cafarnaum, mas este encontro se deu em seu lugar de
trabalho. Provavelmente Jesus tenha solicitado um dos barcos de
Pedro, para evangelizar as pessoas que já o seguiam.
Pedro
tornou-se um dos mais citados apóstolos por ser corajoso no falar e
ter confiança em sua franqueza, o que o tornava um líder natural
entre os discípulos do Senhor.
Em
nossos dias, em nossas Igrejas Pedro não se destacaria, pois tinha
contra ele mesmo alguns pontos negativos que julgamos atrapalhar as
pessoas. Pedro tinha emoções conflitantes e por este motivo,
passava de momentos de muita fé, para momentos de dúvida. Por certo
poucas pessoas dariam crédito a uma pessoa como Pedro. O bom mesmo é
que ele viveu na época de Jesus, que conhecia os homens de forma
diferente da nossa, afinal como Deus, Ele v6e o coração dos homens
e não a aparência.
Esta
talvez seja a primeira lição que recebemos quando analisamos seu
perfil. Pedro mesmo assim, mantinha-se atento, não deixava de
questionar quando via a necessidade e esta é uma das atitudes que
nós não temos hoje, como cristão. Por esta nossa falta hoje
muitas pessoas sem nenhum compromisso com Deus tem envergonhado o
Evangelho com decisões errôneas e semeando doutrinas absurdas, que
acaba por atrapalhar nossa Missão, que é Evangelizar.
Pedro também teve momentos de vitórias que nos faz ver que quando
estamos atentos em nossas vidas espirituais. Ele andou sobre as águas
(Mateus 14-29) e o fez pois teve coragem de contestar, de colocar em
prova o que ele estava vendo que era antinatural. Por este motivo
acredito que quando vemos certos costumes que diferem da Palavra de
Deus, devemos sim contestar e mostrar onde está o erro destas
situações. Somos protestantes e nosso protesto deve ser em defesa
da Verdade, da Decência e da Ordem, pois o Senhor Deus não aceita
desordem (Eclesiastes 5- 1 e 2).
Pedro
era um dos 3 apóstolos mais próximos do Senhor Jesus e por isto
mesmo testemunhou maravilhas que os outros não tiveram a
oportunidade de vivenciar. Ele estava no monte da Transfiguração de
Cristo (Mateus
17.1).
Pescou um peixe que tinha uma moeda na boca (Mateus 17.27).
Testemunhou a ressurreição da Filha de Jairo (Lucas
8.51).
Testemunhou a agonia de Cristo no Getsêmani (Mateus
26.37).
Depois
que nosso Senhor voltou ao Céu, Pedro, após ter tido uma
experiencia especial com o Espírito Santo, ele pregou no dia de
Pentecostes e trouxe muitas vidas para Cristo (Atos 2). por sua
autoridade, Ananias e Safira morreram. Curou
um coxo na porta do Templo (Atos 3). Curou um paralítico (Atos
9-34), além de ressuscitar Dorcas.
Pedro é um apóstolo
que nos deixa exemplos de vida para que possamos escolher entre o
que é certo e errado, optarmos por agirmos de forma a agradar a
Deus ou agradar a nós mesmos. Toda vez que Pedro fez sua própria
vontade, foi envergonhado. Mas seus bons exemplos servem para
levarmos por toda a nossa vida.
Se duvidarmos, sabemos
que não vamos afundar, pois o Senhor nos socorre e restaura a nossa
confiança. Se por orgulho reclamarmos com o Senhor, como Pedro fez
(Mateus 16-22), nosso Deus é longânimo e misericordioso e nos
perdoará. Mesmo que negarmos ao Senhor (Marcos 14-66 em diante),
Ele sempre nos dá uma nova oportunidade para provar nosso amor.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Davi- um homem agradecido
Davi
– Um homem Agradecido
Davi louva a Deus e dá-lhe
graças pelas bençãos recebidas
Elisabeth
Lorena Alves
Davi,
como sempre, lembra-se de agradecer a Deus pelas vitórias e não
esquece as promessas que faz ao Senhor. Em seu êxtase de adorador,
lembra a todos os moradores de sua cidade que entre seus muros
deve-se louvar ao Senhor: A
ti, ó Deus, é devido o louvor em Sião; e a ti se pagará o voto
(Salmo 65-1). Em seu Salmo, declara que conhece a origem de suas
vitórias, pois as atribui a Deus: Ó
tu que ouves a oração! a ti virá toda a carne
(Salmo 65-2). Mais uma vez Davi reconhece as transgressões pessoais
e crê que delas será perdoado e apresenta ao Senhor os que
prevalecem em suas iniquidades, levantando-se contra ele:
Prevalecem as iniquidades contra mim; mas as nossas transgressões,
tu as perdoarás (v. 3).
Davi acredita que há bem-aventurança para os que são
escolhidos pelo Senhor (v. 4) e sua fé é inabalável no fato de que
estes habitarão nos átrios do Senhor e serão beneficiados com a
bondade que há na Casa do Senhor.
Davi,
agradecido, exalta ao Senhor por suas respostas justas e reconhece
mais uma vez que Deus é o autor da nossa Salvação. Declara ainda
que estes prodígios, estas maravilhas que vem da parte do Senhor é
esperança para todos os seres de todos os lugares da terra, até os
mais remotos (v. 5).
O
Salmo continua mostrando a grandeza do Senhor e o temor daqueles que
não conhecem o seu poder e desconhece a sua glória e bondade.
Agradecer
era uma atitude constante de Davi e ele também incentivava a outros
que o fizessem em agradecimento pelos feitos do Senhor: 1
Bendize,
ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo
nome.
(2)
Bendize,
ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus
benefícios (Salmo
103).
Não
devemos esquecer de agradecer ao Senhor, esta é a grande lição de
hoje, deste grande homem, que procurava em sua vida, servir ao Senhor
com alegria.
Para
nós fica a lição de que não devemos aceitar as acusações de
satanás e os temores de nossa mente por termos em algum tempo agido
de forma a desagradar ao Senhor. Mesmo quando olhando para nós
encontramos atitudes que nos afastem do Senhor, devemos pedir perdão
e cremos que Ele nos perdoará e isto de forma imediata, afinal, como
bem disse o salmista Davi:
Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo
as nossas iniquidades
(Salmo 103-10). Afinal,
é grande a sua benignidade para com os que o temem
(v. 11).
Que
aprendamos também a sermos gratos ao Senhor.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Lições de Davi
Davi
e uma de suas maiores lições:
Estar
pronto
Baseado
em Mensagem do Pastor Sérgio Carlos da Silveira
E
tendo deposto a este, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também,
dando testemunho, disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo
o meu coração, que fará toda a minha vontade (Atos
13-22 ).
Davi é um exemplo de
como devemos agradar a Deus. Com suas atitudes ele nos ensina o modo
certo de agradar ao Senhor e servi-lo com inteireza de coração.
Mesmo quando errava este rei, que foi julgado como um homem segundo o
coração de Deus, deixava-nos lição de como agir. Davi jamais
acusou alguém de seus erros. Ele assumia prontamente a autoria de
suas atitudes.
Sábio, percebia onde
estava o coração daqueles que o cercava. Quando Joabe aconselha uma
mulher para enganá-lo, usando de meios para trazer Absalão de novo
ao convívio familiar, ele percebe na conversa da mulher a trama de
seu amigo.
Sua energia em
enfrentar os males conforme se apresentavam, fizeram dele um dos
grandes guerreiros de Israel e sua fé e respeito a Deus levaram a
ser o segundo rei dos hebreus.
Para nossas batalhas
diárias, um grande exemplo que este grande homem nos deixa, sem
dúvida, é a necessidade de estar preparado para toda e qualquer
batalha. Davi estava sempre preparado para enfrentar todas as
pressões que a vida lhe apresentava e este é sem dúvida o exemplo
que devemos seguir, afinal, se nos acovardarmos frente aos leões e
ursos, com certeza seremos derrotados pelos gigantes que se fizerem
presentes em nosso caminho.
Davi não foi
derrotado pelo medo, como foram os soldados de Israel, simplesmente
por conhecer sua verdadeira força. Para todos ele era apenas um
musico ou pastor de ovelha, mas ele não deixou que a certeza dos
outros destruíssem sua fé em si mesmo e sua confiança em Deus. Ele
não permitiu que o medo o destruísse pois estava acostumado ir
aluta na certeza que o Senhor ia com ele. Seus cânticos e salmos
deixam para nós a prova de que ele ocupava o tempo que passava entre
as ovelhas para estar também perto de Deus e estes momentos de
comunhão serviam-lhe quando a dificuldade aparecia em sua vida.
Quando Davi foi levar
alimento para seus irmãos que estava acampados com o Exército de
Israel, seguia sem saber como aquele dia iria terminar, mas dentro de
seu coração ia a certeza de que fosse como fosse, Deus seria com
ele aonde ele estivesse. Ele não sabia como seria o final do seu
dia, mas estava preparado para o que viesse.
Davi não se
atemorizou ao ver o gigante, simplesmente por considerá-lo pequeno
frente ao Deus que ele servia e ao qual o filisteu afrontava. Para
ele o nome de Deus era tremendamente maior e mais poderoso que
qualquer um daqueles inimigos e foi esta certeza que fez com que
aquela funda levasse aquela pedra exatamente no lugar certo e
bloqueasse a resistência do herói filisteu.
Acostumado a tomar
suas decisões baseado em sua fé em Deus e encarar a vida com
certeza de que sairia vitorioso, ele não se permitia ouvir as
pessoas que tinham uma ideia negativa sobre sua coragem e sua
habilidade. Ele sabia que a sua habilidade não era a de um
guerreiro, mas ele enfrentou o gigante como um pastor de ovelhas que
cria em Deus.
Muitas pessoas são
derrotadas em suas lutas diárias porque acreditam em si somente e
esta certeza que tem esta errada, pois acreditam ser mais do que de
fato são. Davi não ouviu os outros, mas ele também não se viu
superior ao que era. Ele não enfrentou o gigante como um homem
ungido a rei, ele enfrentou o gigante como o desconhecido filho de
Jessé, que era apenas um pastor de ovelhas e ao falar de suas
atividades no campo, ele não acrescentou nada ao que de fato tinha
feito. Não floreou o currículo, como diriam alguns, ele se
apresentou como o que era: um servo insignificante, mas pronto para
lutar até a morte.
Muitas vezes
reclamamos das provações diárias, mas não entendemos que os leões
e ursos de nosso caminho servem apenas para nos treinar e preparar
nossos corpos e mentes para lutar contra problemas maiores.
Que
tal de hoje em diante você pensar nas dificuldades de sua vida como
um aprendizado para algo maior? Afie suas armas, prepares sua mente,
unte seus pensamentos com oração, coloque em seus lábios louvores
a Deus e prepare-se para lutas maiores. Pode ser que você seja um
dos escolhidos para morrer cheio de dias e em paz como Davi, mas para
ter este destino, vai ter que enfrentar o desprezo de seus irmãos,
as agruras do deserto, matar leões e ursos, enfrentar Golias,
defender Saul que te persegue, se fazer de louco para conseguir sair
vivo de dificuldades, sofrer baixa na família e chorar muito. Mas
se passar por tudo isto, sem perder a fé, sem perder a direção,
alcançará vitória. E a nossa vitória é vencer o mundo, afinal o
nosso descanso é no Céu!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Outras lições de Jonas?
Lições de Jonas
Baseado livremente em pensamento do Pastor Sérgio Carlos da Silveira
O livro de jonas nos deixa grandes ensinamentos e lembranças para nosso dia a dia, que passam pela:
- Os perigos do preconceito,Soberana vontade de Deus,
- Não conseguimos fugir de Deus,
- Que desobedecer a Deus é a pior escolha e que nos leva a ter sérios problemas,
- Que devemos saber priorizar o ser humano,
- Que a desobediência leva a maldição, e,
- O tamanho do amor que Deus tem pelos homens.
Jonas viveu sua vida de forma a gradar ao Senhor, foi um profeta obediente e falava o que o Senhor queria. E mais, conhecia a misericórdia de Deus.
Por estes motivos todos, Jonas tomou uma decisão errônea e esta acarretou uma série de prejuízos a vida deste profeta.
Quando o Senhor pediu que ele fosse a Nínive, Jonas saiu de sua casa e partiu para outra cidade. Jonas não se negou a sair de casa, levantou-se, arrumou seus pertences e partiu, só que no Porto, ele tomou a direção de Tarso, fugindo do Senhor.
Foi uma atitude infantil, principalmente para ele que conhecia o poder do Senhor, mas o que motivava sua fuga, era o preconceito. Preconceito gerado pelas decisões políticas da cidade que ele deveria orientar para aceitar a Salvação. As guerras e outros embates entre Israel e Nínive criara nos cidadãos das duas cidades uma animosidade absurda. E isto levou Jonas a se afastar mais deles. O navio onde Jonas foi parar, teve problemas já que o mar se agitou e, depois de muita busca pela causa da confusão, já que aqueles navegantes acreditavam que aquela fúria era obra da ira de algum deus, a sorte caiu sobre o Profeta Fujão.
A desobediência leva a maldição
Ele, por orientação própria, foi lançado ao mar. E o Senhor deu um jeito de providenciar um novo meio de transporte para seu servo: um grande peixe o engoliu. E ali, no “templo” mais absurdo que alguém pode imaginar, Jonas orou a Deus e foi ouvido. Imagine o susto de Jonas ao ver aquela confusão toda! Aquilo tudo lhe pareceu a maior maldição que alguém pode sofrer! Mas Deus estava trabalhando para que a Sua Soberana Vontade prevalecesse. E qual era esta vontade? Que o povo de Nínive ouvisse a repreensão e se arrependessem de seus caminhos errados.
Jonas chegou a Nínive em seu novo “meio de transporte”, o submarino vivo e ali, já em terra firme, trouxe a Palavra dura que lhe fora dirigida pelo Senhor para ser entregue aquele povo de dura cerviz. Ora, o povo arrependido voltou-se para Deus e Deus perdôo-lhes os seus pecados e os redimiu, já que conhecedor do coração humano, viu-lhes a sinceridade.
Só que Jonas não ficou feliz. Seu preconceito mais uma vez estava agindo ainda e para ele não importava as vidas daquelas pessoas, o mais importante para ele era a justiça humana e em seu entendimento não seria feita se o povo aceitasse a Palavra.
Esta atitude de Jonas estava enquadrada em não sabe priorizar o ser humano, para ele a abobreira que nasceu sobre sua cabeça era mais útil que a vida do povo de toda cidade e quando ela morreu ele reclamou com Deus. Ora, se para ele era importante aquela arvorezinha passageira, de vida curta, que seca quando acabam seus frutos, imagine para Deus aquelas pessoas todas? Mais uma lição deste Livro que devemos trazer para nossas vidas: O tamanho do amor que Deus tem pelos homens. Deus não olha para as outras pessoas como nós olhamos. Ele não vê cor, tamanho, sexo, nacionalidade religiosidade, nada disto. Quando olha para a Terra, Deus vê apenas homens precisando de Salvação e com seus olhos procura quem possa levar a sua Palavra.
Que possamos levantar de nossa acomodação e fazermos o que o Senhor espera de nós. E como diz o louvor da Guiomar Victor:
“Se Deus te mandar, não rejeites ir,
se não fores de navio, mas de peixe tem que ir,
não adianta o homem contra Deus lutar,
pois é perigoso de peixe viajar."
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Barnabé – Exemplo de Generosidade
Barnabé – Exemplo de Generosidade
Barnabé, cujo codinome do discípulo José, que significa Filho da Consolação e que aparece na História da Igreja, ainda no livor de Atos: Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre, (Atos 4:36), é uma figura que nos impressiona pelo seu caráter de bondade e amor a Obra de Deus. Ele era um grande exemplo de Generosidade, afinal, decidiu de forma voluntária, oferecer seu tempo e posses para promover o Evangelho e auxiliar seus irmãos.
Assim como Estevão, ele não se prendia a uma única tarefa e procurava atender aos novos convertidos com sua palavra de apoio e sua fé, como fez com os irmãos recém-convertidos da Antioquia: Tendo ele chegado e, vendo a graça de Deus, alegrou-se e exortava a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor (Atos 9-23). Afinal por ser cheio do Espírito Santo e manter acesa a sua fé, era um bom professor e um grande profeta, era amado
pelos apóstolos e era recebido como um deles, mesmo não tendo recebido este título no início, isto porque era reconhecido pela sua comunhão com Deus, através do fato de ser por eles visto como um enviado do Espírito Santo (Atos 13: 1-4).
pelos apóstolos e era recebido como um deles, mesmo não tendo recebido este título no início, isto porque era reconhecido pela sua comunhão com Deus, através do fato de ser por eles visto como um enviado do Espírito Santo (Atos 13: 1-4).
Barnabé também é um exemplo de amizade, apesar de ao final, entre ele e Paulo houve uma divisão pela diferença de opinião, mas enquanto estiveram juntos, a amizade e o ideal que os unia fossem especial para ambos. Eles se conheceram por volta de 3 a 4 anos da conversão de Paulo, e foram amigos por muitos anos, foi este mesmo discípulo que apresentou Paulo a Pedro e Tiago.
Por estar sempre disposto a lutar pelo Reino, Barnabé foi aproveitado, por seu conhecimento nato da língua grega, e este foi enviado a Antioquia. Quando esta igreja cresceu, ele insistiu com Paulo para que fosse trabalhar com este, no que foi ouvido, afinal este o seguiu.
Sua comunhão com Deus lhe possibilitou juntar alimento para a fome que fora avisada, através do profeta Acabo, que viria sobre a terra, colaboração esta que foi levada a Judeia através de Paulo e do próprio Barnabé.
Barnabé e Paulo ainda viajaram para Chipre, onde evangelizaram Sérgio Paulo, o procônsul e pela Asa Menor. De volta a Antioquia separaram-se, por discordarem sobre João Marcos, mas nem esta situação rompeu com o compromisso de continuar levando o Evangelho, cada um seguiu seu caminho com o discípulos escolhido, Barnabé seguiu para Chipre com João Marcos.
Assinar:
Postagens (Atom)


.jpg)



