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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Sob jugo desigual?

     
     Hoje, segunda-Feira, que tal um Devocional do Amor em Cristo em nosso Outros Altares, o Mesmo Deus?
        Escolhemos uma de 2012, disponível no site do Amor em Cristo,onde o Pastor Olavo Feijó aborda o que de fato significa este viver sob um jugo desigual e nos lembra que devemos ser Luz em meio às Trevas, mas só iluminamos os lugares escuros se apesar de viver em meio ao que não presta, não nos deixarmos contaminar por elas. Leiam, reflitam e tenham uma semana abençoada.
Por Elisabeth Lorena Alves


2 Coríntios 6:14 - Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 

Ao escrever sobe o cultivo da santidade, o apóstolo Paulo inclui um alerta: "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (II Coríntios 6:14).
Uma coisa é viver no mundo cheio de injustiça como o nosso. Estamos aqui pela vontade do Senhor e Ele mesmo diz aos cristãos: "no mundo tereis tribulações". Mesmo enfrentando tribulações, o Senhor quer que sejamos "a luz do mundo". Já uma outra coisa, que não tem base bíblica, é chegarmos à conclusão de que, por estarmos neste mundo, o único jeito de sobreviver é assinar embaixo de todas as coisas desonestas que o mundo nos oferece. Paulo diz que não tem nada a ver.
É impossível estar no mundo e não conviver com o mundo. Da mesma maneira que Deus, ao mandar chuva, permite que ela umedeça a plantação dos justos e a plantação dos infiéis. Mesmo abençoando a plantação dos injustos, o Senhor não aprova sua infidelidade e não conta com eles para o estabelecimento do Seu Reino na terra. Nós, os cristão, fomos salvos com o objetivo de servir no Seu Reino. Com o objetivo de proclamar o poder redentor do Cristo, no meio corrupto do pecado. Todas as vezes que levamos a sério nossa missão e não dizemos amém às imposições do mundo, somos discriminados. Mais cedo ou mais tarde, se procuramos viver cristãmente, o próprio mundo se separará de nós. O jugo é desigual.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Jesus através de Maria - Outros altares...


Jesus, Através De Maria  |  Pr. Olavo Feijó

Lucas 1:35 - E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. 

Desde o passado, até o futuro, é pelo poder do Espírito Santo que Jesus é apresentado ao mundo. Foi assim com Maria, a bem aventurada: "O anjo respondeu: O Espírito Santo virá sobre você e o poder do Altíssimo a cobrirá com a Sua sombra. Assim, Aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus." (Lucas 1:35).

Maria é um personagem especial, no grande projeto divino de transformar criaturas em filhos de Deus, através do poder do Jesus, o Cristo. Maria foi a primeira a receber Jesus, o Senhor humanizado. Pela graça e poder do Espírito, Maria aceitou a missão de levar Jesus ao mundo. Maria é nosso exemplo porque, mesmo não entendendo as maravilhas que lhe estavam acontecendo, ela "guardava todas as coisas, conferindo-as no seu coração".

Nos dias de hoje, o Espírito decidiu nos escolher para levar Jesus ao mundo. Por mais que não entendamos a graça divina, atuando em nossa humildade, somos os canais contemporâneos de anunciação do Salvador Jesus. O essencial é permitir o nascimento de Jesus no próprio interior. O essencial é permitir em nossa alma a soberania do amor de Cristo. É permitir que "o poder do Altíssimo nos cubra com a Sua sombra". Foi isto que Jesus nos mandou, antes de subir aos céus: "receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês e serão minhas testemunhas... até os confins da terra".

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Outros Altares - Pastor Olavo Feijó

A Medida Do Dom De Cristo  |  Pr. Olavo Feijó


Efésios 4:7 - Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo. 

O cristianismo é apresentado por Paulo como um padrão consciente e voluntário de viver. Por isso, cristãos são ensinados a “viver em Cristo” e, não, a apenas repetir práticas “religiosas” que nada nos valorizam espiritualmente. “Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo (Efésios 4:7).

A revelação bíblica nos ensina que “desde antes da criação do mundo” o Senhor quis transformar simples criaturas humanas em “filhos de Deus”. Esta capacitação, diz o Evangelho de João é conferida a todos os humanos que aceitam Jesus como o Cristo, o Filho Único, através de quem o Criador vai chegar ao ponto definitivo da Sua obra, com o “novo céu e a nova terra”. Todo humano que exercita esta fé transforma-se em parte integrante do “corpo de Cristo”, já que “Cristo é tudo em todos”.

Pertencemos à família de Cristo. Somos membros do “corpo de Cristo”. Consequentemente, cada um de nós recebe, quando aceita a Cristo, uma função própria, um dom a ser desenvolvido. Quando a Bíblia declara que “ninguém vive para si ou morre para si”, ela está reafirmando o significado orgânico de “viver em Cristo”. Ninguém é mais importante que ninguém. Ninguém é menos importante que ninguém. Em Cristo, somos todos dotados, todos valorizados, todos responsabilizados. É a medida do dom de Cristo. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Outros Altares ... Amor, Essência Do Que É Real




 Outros Altares, o Mesmo Deus
Amor, Essência Do Que É Real  |  Pr. Olavo Feijó

João 15:9 - ¶ Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
No final do Seu ministério terreno, Jesus revelou aos Seus discípulos a essência e o motivo do projeto divino da criação. O desígnio do Deus Criador, na pessoa Pai-Filho-Espírito Santo sempre foi, desde antes da formação do universo, tornar concreta a realidade da Sua essência, que é o amor. Disse Jesus: “Assim como o Meu Pai me ama, Eu amo vocês. Portanto, continuem unidos comigo por meio do Meu amor por vocês” (João 15:9).

A história da decadência do ser humano acompanha, paralelamente, a história do abandono do amor divino. A história do desamor é o mesmo que a história do pecado. E, como descreveu Isaías, pecado é, basicamente, o que quer que nos separa da comunhão com o amor de Deus. E foi neste contexto que Jesus alertou os Seus discípulos: “o mundo vai odiar vocês, simplesmente porque vocês me amam”.

As últimas palavras de Jesus, antes da Sua morte, foram o testamento do amor. Porque, em última análise, a vinda ao mundo do Filho Unigênito do Pai foi, exatamente, para resgatar a soberania do Deus de amor. O resumo da estratégia do Cristo não poderia ser outro: Deus, o Pai, é amor. Jesus, o Filho, veio a nós para enfatizar a inteireza do amor do Pai. Os discípulos de Jesus, ao viverem o amor do Pai revelado através do Cristo, têm a missão de pregar este amor. A missão do testemunho dos cristãos não é a de pregar liturgias religiosas. A missão do cristão é amar ao Pai, como amam ao Filho. Pregar o amor revelado em Cristo é o único caminho para restabelecer no mundo a essência profunda da criação.

Fonte: Amor em Cristo

sábado, 2 de agosto de 2014

Nossos Políticos E Nossas Orações

Pr. Olavo Feijó
 Gotas Bíblicas
Nossos Políticos E Nossas Orações  |  Pr. Olavo Feijó

1 Timóteo 2:2 - Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; 

Deus é superior a todo e qualquer governante ou autoridade. O Senhor Jeová só delega responsabilidades, funções e poder, quando é o bem estar das comunidades humanas. Por esta razão, Paulo nos exorta a orar por quem quer que esteja em posição de administração pública. “Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros” (I Timóteo 2:2).

O modelo bíblico de “autoridade” ou “poder” já fora estabelecido por Jesus, quando disse a Seus discípulos: “Se alguém quer ser o primeiro, deve ficar em último lugar e servir a todos” (Marcos 9:35). O vício do poder político/administrativo escraviza e desumaniza quem quer que o sofra. O antídoto do orgulho que exige ser servido, é a humildade realista e saudável que vê grandeza na atitude de servi ao próximo.

Dá para entender, então, porque pessoas guiadas a posições de autoridade e governo precisam, desesperadamente, da soberania do Espírito de Cristo. E dá para entender, também, porque a oração intercessória pelos líderes e governantes torna-se uma necessidade categórica. Servir os subordinados é uma postura tão superior à nossa pequenez humana, que somente a vivência existencial do amor de Cristo nos capacita. Parodiando o salmista Davi, exclamemos: “Feliz é o povo cujo Deus é o Senhor”, porque tal povo é o que ora por seus políticos e governantes! (Salmo 144:15).

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Outros Altares - Tenho Muita Gente Nesta Cidade

Pr. Olavo Feij&#-15437;Tenho Muita Gente Nesta Cidade  |  Pr. Olavo Feijó

Atos dos Apóstolos 18:10 - Porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.

Após ter pregado em Atenas, Paulo foi para Corinto, onde deu testemunho por mais de um ano. O apóstolo sofreu muita oposição dos judeus da sinagoga, mas permaneceu pregando, depois da mensagem recebida do Senhor: “Estou com você e ninguém vai lhe fazer mal ou feri-lo, porque tenho muita gente nesta cidade.“ (Atos 18:10).

Deve ter havido uma razão para a mensagem confortadora enviada a Paulo pelo Senhor. Ela foi parecida com a afirmação do Senhor feita para Elias – “ainda há sete mil... cujos joelhos não se inclinaram diante de Baal”. Todos nós, como aconteceu com Elias e Paulo, temos lá os nossos momentos de cansaço ou de desânimo.

E, não raramente, cremos que nossas forças se foram e o nosso trabalho perdeu seu significado.

Ao dizer a Paulo “tenho muita gente nesta cidade” o Senhor pode ter tido pelo menos duas intenções. A primeira: “Eu, o Senhor, providenciei mais intercessores pelo seu trabalho do que você pensa”. A segunda: “Eu, o Senhor, ainda tenho muita gente que precisa ouvir a sua pregação”. De qualquer maneira, obviamente o Senhor pretende nos dizer: “quem cuida do processo do Reino sou Eu, o Senhor do Reino”. Isto é importante. Quando em fadiga ou em dúvida, é sempre bom aceitar a realidade divina de que “tenho muita gente nesta cidade”.

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