Translate / Traduza

Mostrando postagens com marcador Deserto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deserto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Viva em Liberdade, mesmo no Deserto (João 8-36)

Mesmo no Deserto, busque a Liberdade



Muitas vezes estamos como o povo de Israel no Deserto...
E se estamos no deserto é muito difícil ver e sentir a presença de Deus.
Tudo está dando errado, nada conspira ao meu favor, o celeiro está vazio, um dos meus encontra-se doente, as portas se fecharam e tudo isso por quê?... Porque Deus me tirou de onde eu estava para fica aqui perecendo.
O povo ia falar com Moisés e já chegava reclamando:
- Por que Deus nos trouxe até este lugar...
- Tudo isso é culpa sua Moisés e Deus não teve misericórdia de nós.
- Faraó não era bom, mas lá não passávamos fome.
- Então agora o que será de nós em meio ao deserto.
O povo cativo já estava acostumado a ser cativo...
Não sabiam ou não queriam anda com as próprias pernas.Aconteceu assim com Israel. Aquele povo vivia cativo no Egito por anos e quando Deus os libertou, não conseguiam usufruir da Liberdade, logo em seguida eles começaram a querer um rei, um representante físico.
Queriam novamente ser cativo, não sabiam que Deus é Rei sobre eles e sobre nós... Porém Ele e diferente Deus não quer escravos no seu Reinado, não quer que vivamos presos e acorrentados.
Podemos tudo por Cristo Jesus que nos libertou das correntes de satanás, todas algemas foram quebradas.

Está na hora de aprendermos a andar com nossas pernas e ir além, buscar nossas respostas, conquistar nossa Terra, aproveitar nossa Liberdade e vivermos livres!
É essa a promessa: Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres! (João 8-36)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Solidão, arme-se contra ela

Solidão é normal, arme-se contra ela
(Baseado em Mensagem do Pastor Sérgio Carlos da Silveira) 
 
Muitos citam Isaías 61-1, declarando que foram levantados Senhor, dizendo: O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, no entanto não tem a mínima paciência com a solidão alheia. Na loucura de viver uma falsa santidade, apedreja os que estão entristecidos pelas circunstâncias da vida e, se o que sofre for um obreiro ou qualquer pessoa que eles acreditam que deveria ser forte, aí sim tudo fica pior.

As pessoas não suportam as fraquezas do outro. A dor alheia não comove mais ninguém! Acusar o que esta triste de erros inimagináveis é mais fácil que estender a mão. Como estão errados os que assim agem!
Sentir-se só é algo difícil, mas também é um sentimento humano comum a todos nós. No entanto quando falamos daqueles que deixam tudo para seguir a vontade de Deus. Acabamos notando que estes não tem realmente para quem voltar, quando os anos de ministério se tornam pesados sobre seus ombros e sentem-se obrigados pelas circunstâncias ou pela interrupção de seu trabalho por influencia das autoridades eclesiásticas. Estes soldados do Exército de Deus retornam para suas casas vazias, sem receber um abraço. Não há ninguém a esperar por eles. O que dizer a eles então? Como animá-los nestes dias que retornam ao seu lugar de origem, mas encontra apenas amigos desconhecidos?
Infelizmente somos um Exército que não sabe como agir com os soldados feridos e nem mesmo com os heróis da fé que retornam. É comum em alguns lugares que ninguém pense em receber um missionário jubilado com o devido respeito que ele merece. Na verdade, muitos deles chegam aos aeroportos, portos ou rodoviárias de suas cidades e observam todos os desconhecidos que são recebidos com flores, carinhos, aplausos e abraços e ele segue agarrado a sua malinha, onde ten seus parcos bens pessoais e mais nada.
Se fossemos seres mais sensíveis, colocaríamo-nos em seus lugares e, ao imaginar a dor e o vazio que estes encontrariam ali, e partiríamos nós a recebê-los com tanto amor que eles jamais esqueceriam deste momento de carinho.
Observo meu pastor com certa frequência. Temos duas irmãs na IPCO-Guaianases que figuram entre os primeiros membros e são senhorinhas já. A irmã Marinete e irmã Clara, ambas com a saúde debilitada, passam dias sem poder ir a Igreja e quando vão, são levadas pelos obreiros e membros, em seus carros, pois ambas tem problemas de mobilidade. Observo que o pastor senta com elas e conversa com elas por horas até, vejo o carinho que ele demonstra por elas e o respeito que tem, que vai além das palavras. Ambas, as duas participantes das orações, enquanto podiam estar sempre na Casa do Senhor, hoje são apenas as duas irmãs mais velhas da Igreja para a maioria das pessoas. Mas para nosso pastor são guerreiras que merecem ser cuidadas com amor. Esta atitude de nosso pastor mexe com a maioria dos irmãos, que acabam também respeitando estas duas servas do Altíssimo.
Sabemos que as pessoas mais idosas, quando são esquecidas por não serem mais úteis a Sociedade, acabam tendo problemas de baixa estima. E muitos destes nunca vão assumir isto. Espiritualizar o fato, dizendo que quem tem Deus não sofre é enganar-se a si mesmo. Vivemos em um mundo onde as pessoas tratam com descaso os mais velhos, quando estes se tornam improdutivos e isto é comum acontecer sim dentro da Igreja do Senhor. Jogar o lixo para baixo do tapete não é correto e não resolve o problema. Para que este problema seja solucionado o melhor mesmo é primeiro reconhecer que ele existe e depois descobrir um modo de resolvê-lo.
Quando perceber que um dos idosos da Igreja estão sentindo-se rejeitado – mesmo que não esteja – achegue-se a ele e refaça os laços de amizade, convide-o para celebrar algo importante com a sua família e o coloque de volta em um núcleo onde sinta-se aceito. Partilhar entre irmãos é uma advertência bíblica que devemos seguir ao pé da letra: Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a Lei de Cristo (Gálatas 6-2) e mais adiante o apóstolo nos adverte mais: E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido (Gálatas 6-9), além do mais nos ensina a sermos solidários com os da mesma fé: Então, enquanto temos oportunidade, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé (Gálatas 6-10).
No mais, quando puder, sempre lembre a você mesmo e aos idosos e obreiros fora da ativa, que somos todos forasteiros aqui e que por isto não somos recepcionados em nossas voltas como gostaríamos, mas que um dia tudo isto será diferente e seremos recebidos no Céu, que é nossa morada definitiva.
Só não use esta certeza como desculpa para ser grosseiro e não apoiar seus irmãos que necessitam de amor, carinho e compreensão, assim como você. As pessoas, quando mais jovens, em sua maioria, não respeitam os mais velhos em seus momentos de fraquezas. E mesmo os momentos de fraquezas de nossos irmãos mais velhos, são lições de vida para que possamos colocar em prática durante nossa caminhada.
Quando notamos que aqueles que foram ou são nossos heróis possuem fraquezas e temores, nos tornamos mais humanos e descobrimos que nós mesmo jamais seremos tão perfeitos que não venhamos sentir-nos solitários.
Não devemos esquecer que vivemos a colher o que plantamos e quando a semente é boa, o fruto trás prazer a alma. Muitas vezes, aquela pessoa que você anima hoje, pode te abraçar amanhã e te ajudar, dando apoio. E quando isto acontece, nos sentimos melhores, prontos para continuarmos nossa caminhada.
Sim, muitas vezes em nossas andanças pela vida vamos nos sentir fracos, desanimados, e, nestas horas, Deus usará alguém para alegrar o nosso coração e nos impulsionar a viver.
Gosto do Livro de Salmos pois lá vemos que mesmo as pessoas que mais agradam a Deus, tem momentos de fraquezas e, às vezes, se pegam olhando a vida do ímpio, daqueles que os perseguem e, mesmo este sendo infiel, recebem benefícios que aquele que serve a Deus não possui: Descansa no Senhor, e espera nele; não te enfades por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa maus desígnios (Salmo 37-7). Não esqueça que mesmo que você não perceba, aqueles que praticam o mal, cedo ou tarde perecerão, se persistirem no erro.
Comece hoje mesmo a olhar ao seu lado e procure aqueles que sofrem por causa da solidão, por falta de amigos verdadeiros, deixe de falar de amor e comece hoje a praticar o verdadeiro amor e vai descobrir que a pessoa que vai ganhar mais é você.
Paz Sempre.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Deserto e Comunhão

Deserto e comunhão

 Irmã Beth 


Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.
(
Oseias 2-14)


Introdução
Comumente ouvimos alguns irmãos falarem que estão no deserto, mas a maioria não sabe o que é de fato estar neste lugar e não entende qual o propósito para isto na vida de um cristão.
O deserto serve para provar o crente, para conhecer a têmpera do servo do Senhor. Mas erra quem acredita que é para provar para Deus algo. Você não fará nada que surpreenda o Senhor, se conseguisse, então Ele não seria mesmo Deus.
Na verdade o deserto serve para que nós conheçamos a nós mesmos e as pessoas que nos cercam.
O deserto e seus perigos
As areias e ventos que assolam nossa caminhada no deserto marcam-nos para sempre, deixando em nossa pele os sinais de nossa peregrinação. As cicatrizes e traumas deixaram de doer, mas permanecerão em nós para o resto de nossa vida e nos acompanharão em nossa caminhada. É no deserto que aprendemos confiar de fato no Senhor. Afinal, no deserto tem todo o tipo de animal, leões que rugem hienas que gritam, serpentes que sibilam, corvos que sobrevoam procurando alimento, elefantes e crocodilos, o clima é seco de dia e gelado de noite.

As Lições do deserto
No deserto ou você confia em Deus ou é devorado pelo inimigo, que se disfarça de qualquer coisa para destruir a sua vida.
Muitas vezes é necessário reconhecer o motivo de estarmos no vale, mas vai ser uma descoberta solitária, pois você esta sozinho.
Certo é que no deserto ou você aprende e cresce ou sofre e morre.
Só que o deserto não é algo prejudicial, ele te muda, molda teu caráter. As perdas que nos acontecem ali são para formar nossas defesas. Há falta aparente de alimento, pois o deserto parece improdutivo, mas não é assim. No deserto é que conhecemos a despensa do Senhor, que supre nossas necessidades e nada nos falta, pois apesar de nos sentirmos sozinhos, o nosso Pastor nos guia neste lugar. Assim, aprendemos a viver pela Graça e conhecemos enfim o significado de nossa oração: o pão nosso de cada dia dai-nos hoje (Mateus 6-11).
É normal a pessoa sair do deserto transformada e com isto ela acaba sendo usada pelo Senhor de forma surpreendente. Isto acontece pois a pessoa conhece o seu limite e o ultrapassa em sua luta para permanecer viva e firme em Deus. Isto se torna possível, pois neste lugar é que ao conhecer até que ponto podemos confiar e depender do Senhor, aprendemos a contornar situações antes catastróficas e aprendemos que no Senhor superamos todos os obstáculos, pois a Sua Fidelidade não nos abandona.
Os abutres que esperam ver a nossa derrota, decepcionam-se, pois o Senhor nos tira do deserto no tempo certo, quando nossos olhos já suportam todos os ventos, quando nossos ombros estão fortes para tomarmos nossa cruz e seguirmos adiante. Os leões passam fome, quando o servo do Senhor peregrina no deserto, assim como sofrem as hienas, os crocodilos e todos os bichos que tentarem destruir aquele que serve a Deus.
Infelizmente os leões, abutres, crocodilos, hienas, serpentes e elefantes deste deserto, são pessoas que nos cercam e nos acusam, mas mesmo destes o Senhor nos livrará!

A Comunhão
É no deserto que o Senhor testa os nossos corações e que nós descobrimos o quanto somos dependentes do Senhor, pois ali nada nos falta, mas isto não se deve ao nosso esforço ou as nossas posses, pois nada encontramos que justifique nossas conquistas. É ali também que reconhecemos o que de fato significa dizer: Tudo posso Naquele que me fortalece (Felipenses 4-13) .
Aprendemos a reconhecer qual a vontade do Senhor para as nossas vidas e também reconhecemos a Sua Voz, quando fala conosco, pois durante os ventos e tempestades clamamos a Ele, que sempre vem em nosso socorro, assim, aprendemos a percebê-lo quando se manifesta a nós e quando nos resta apena o silêncio de Sua presença. Sim, aprendemos que o Senhor não se afasta de nós, mesmo quando não ouvimos a Sua Voz ou não sentimos o Seu mover ao nosso encontro. Aleluias!
No deserto vemos leão passar fome, hiena ficar sem graça, crocodilo sumir e abutre chorar, quando o Senhor nos livra, pois a promessa é irmos ao deserto para aprender e não para morrer nas garras dos animais selvagens. E ali também ao aprendermos o que o Senhor espera e clamarmos a Ele, então nos livrará, pois é esta a promessa: Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei (Salmos 91:15).
Quando clamamos ao Senhor, mesmo no deserto, no tempo certo, Ele vem em nosso socorro e então somos livres. Uma vez livres, nos descobrimos melhor, mais fiel, mas gratos e mais íntimos de Deus.
Agora, quando pensar em deserto, esteja certo, mesmo lá, o Senhor é contigo.

Gratos pelo cometário

Siga-nos no Twiiter