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terça-feira, 11 de outubro de 2011

O que é o Amor?

O que é o Amor

Olha, as pessoas passam anos explicando o que é o amor em poesia, verso, prosa, comédia, filme e novelas.
As Bibliotecas estão repletas de livros de Amor, mas o que é o amor?
Amor é o prazer que sentimos quando doamos algo de nós a alguém.
É quando doamos algo de nós. Mesmo que nos custe muito, mesmo que nada nos custe. O amor é dar e receber e, lembre-se sempre dar mais que receber.
Quem ama se doa, dá sem esperar nada em troca. isto é amor, passou disto é apenas paixão. O amor de Vinicius que seja eterno enaquanto dure, é paixão.
Amor que te consome a alma, que te tira do chão, que te dá asas, é paixão.
O verdadeiro amor, não tem rancor, não aceita medos.
Se você ama, você vai abrir mão de sua vontade para fazer alguém feliz. E vai ser feliz assim. Simplesmente se doando.

Existe uma ilustração que fala de amor pela perspectiva das crianças que gosot muito e vou partilhar. Nada vou dizer depois. Quero apenas que você pense neste amor. Possível e verdadeiro.

Amor de fato não espera vantagem. O amor deve ser como o amor de criança, intregue, perfeito. As criançs quando amam nos dão lição de perdão e comunhão. Você bate em uma criança e ela se afasta de você, mas logo depois vem com qualquer desculpa e se aboleta em seu colo e quando você vê, toda a tristeza foi embora. mas sabe porque elas agem assim? Elas sabem que não precisam d emuito para serem feliz, elas perdoam no automático e nós fazemos cera, acumulamos informações. As crianas de verdade,esquecem logo. Nós, diferente delas, amamos acumular sujeiras debaixo do tapete princip[al do coração. Jesus um dia falou ... "em verdade vos digo que quem não receber o reino de Deus como criança , de maneira nenhuma entrará nele" (Mc 10:15)


O que é o amor?
Numa sala de aula haviam várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo.
Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
- Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho.
Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração e não em nada físico".

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quando você é a única Bíblia que alguém vai ler na vida.

Cuidado!
Você pode ser a única Bíblia que o próximo
vai ler na vida!

E sereis minhas testemunhas, tanto aqui, quanto em Jerusalém.

Pense: Você é uma carta aberta,
enviada às nações.
Atos 1.8
Muitas vezes estamos nos deculpando para não fazer algo. Não abençoamos vidas através de nossas vidas, siomplesmente porque estamos ocupados.
Ou pior, estamos condicionados pela Sociedade que ensina que ajudar um pobre, por exemplo, é perpetuar a miséria. Ei, e quem foi que disse que o povo anda miserável porque estamos ajudando?
Basta olhar as estatísticas para perceber que este pensamento é no mínimo absurdo. Moisés disse que sempre haveria pobres e Jesus, na passagem de Maria de Betânia também o diz.
E que ninguém venha dizer também que Jesus, com este versículo isolado, estava incentivando ao povo dar presentes a quem não precisa, no lugar de ajudar quem tem fome. Basta você lembrar que ele multiplicou pão e peixes para alimentar a multidão que estava com fome.
Estas atitudes que temos no meio social se repetem em todas as áreas de nossa vida. Principalmente no universo espiritual.

Deixamos de lado pequenas atitudes por acreditarmos que  por estarmos incapacitados de fazer muito, é inválido fazer o pouco que podemos. Isto porque não prestamos atenção na galinnha que enche o papo, comendo de grão em grão.
Nossas atitudes podem sim mudar o mundo. Muitas vezes nosso orgulho nos impede de ser a luz necessária aos que jazem nas trevas da desesperança. Muitos caminham a passos largos para a destruição física, psiquica e espiritual, simplesmente porque nos negamos a estender nossas mãos,  abraçar o aflito,  ouvir o desiludido,  dar esperança ao desesperado,  estender o pão ao faminto e, às vezes, apenas um sorriso ajudaria...

A resposta branda desvia o furor,
mas a palvra dura suscita
a ira . Provérbios 15-1
Particularmente, gosto desta história:
Bill é um jovem, norte-americano, como outro qualquer, só que usa um corte de cabelo que chocaria a maioria das pessoas, uma camiseta incomum e jeans rasgados, e, pior, não costuma usar sapatos. Universitário, este era o gurada-roupa dele durante os 2 anos que viveu no campus.
O caso é que do outro lado do campus, tem uma igreja extremamente conservadora, e Bill, decide visita-la.
Lá entra o Bill, com seu visual de sempre,sem spatos e com seu cabelo em desordem.
Igreja lotada, ele não consegue um lugar se quer na assitência para sentar-se.Então ele segue pelo longo corredor e desce o corredor central e se senta diante do púlpito - algo que simplesmente não se faz ensta igreja.
Uma inquietação toma conta da igreja e o pastor, incomodado, pára de pregar..
De repente, um diácono de 80 anos, com modos polidos, sua bengala e cabelos prateados, começa a andar lentamente na direção do estranho visitante. Devido sua idade, ele leva muito tempo para chegar até ele, e a maior parte da congregação tem certeza absoluta do que  ele vai fazer quando chegar lá - e ninguém o culpa por isto! No entanto, o que acontece na sequência, deixa de fato todos perplexos e com certeza muda aquela igreja para sempre.

Ninguém busque o seu próprio
interesse e sim o de
outrem. I Coríntios 10 - 24
Para espanto geral de todos, quando o idosos chega perto de Bill, ele deixa cair sua bengala no chão e, com grande dificuldade, se abaixa e senta-se ao lado dele - para que Bil não fique só!
Minutos depois, quando pastor estupefato, recupera o controle,ele se dirige à congregação també assustada e emudecida com tudo aquilo e diz: 
"Aquilo que eu vou pregar agora, vocês nunca mais se lembrarão. Mas o que vocês acabaram de ver, vocês jamais esquecerão"


Preste muita atenção nos seus atos. Você pode ser o único Evangelho que alguém ouvirá na vida.
Paulo, na segunda carta aos Córíntios (3-2), nos adverte que somos uma carta, escrita nos corações, conhecida e lida por todos os homens. Devemos tomar cuidado com as letras que estão representadas em nossas vidas. Os caractéres que compõe esta carta devem ser de: Amor, Paciência, Longanimidade, Benignidade e Retidão..
Em Provérbios (20-7) o sábio Salomão afirma que o homem que anda em integridade, deixa como herança, felicidade aos filhos.

Nosso testemunho tem que ser de vida e ele se perpetuará para sempre. Pense bem! Afinal, nós ficamos exatamente por testemunhas! “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” 
(Atos  1.8)


Elisabeth Lorena Alves

domingo, 9 de outubro de 2011

Jesus a diferença entre fazer e ser a Vontade de Deus


Jesus a diferença entre fazer
e ser a Vontade de Deus

Leitura Bíblica
Filipenses 2:4-8
Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.
De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.


Em João 17 esta registrado que Jesus orou no Jardim. Ali Jesus chorou e viveu uma experiência incrível de comunhão. Uma experiência que só quem entende o propósito de Deus poderia viver.
Jesus negou-se a si mesmo e viveu o Projeto de Deus. Viveu o Projeto de Vida, mas para que os outros tivessem Vida, era necessário que alguém vivesse para a morte.
E Jesus viveu este Projeto de Vida, de viver para outros e por eles morrer para que estes tenham vida.
Ali, já no final da caminhada, Jesus se prosta no Jardim e ora ao Pai. Suas palavras são um exemplo para nós, é um verdadeiro exemplo de oração. Ali Jesus chorou por pessoas que nem estavam ali ainda, orou por aqueles que estavam com Ele e orou por si mesmo.
Quando a Bíblia diz em João 3 -16, que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Único para que todos os que Nele crrem não pereçam, mais tenha a Vida Eterna” esclarece a quem pertencia originalmente o Projeto de Salvação: Deus.
Salvar o mundo era o Projeto de Deus, mas Jesus disse: “Eis-me aqui, envia-me a mim”. Deus amou o Mundo e elaborou um Projeto audacioso para tirar o homem das garras do pecado, das mãos do inimigo de Deus. Agora Jesus interessou-se pelo Projeto. Jesus assumiu o Projeto de Deus para a Salvação da Humanidade. Negou-se a si mesmo, à sua condição de Princípe e desceu ao nosso nível.
É fácil dizer que Jesus desceu ao Inferno, simplesmente porque não queremos dizer e aceitar que Jesus desceu as mais baixas regiões e que estas baixas regiões é descer ao nosso nível. No céu não tem ingratidão, o orgulho no céu é tão desprezado que Deus não se importou de perder 1/3 (um terço) de seus anjos quando eles se rebelaram e unidos a Lucifer, tentaram criar um novo Governo, um trono acima do trono de Deus. O ambiente no Céu é de louvor e adoração e Jesus abriu mão disto e veio viver entre traidores, entre homens que eram capazes de matar crianças para manterem vivo seus projetos, sua dinastia, homens que eram capazes de arrancar a cabeça de um amigo por causa da luxúria. Jesus desceu ao nosso nível, era o mais baixo que um Deus poderia descer e, diferente dos deuses apresentados pela mitologia, não veio aqui receber nada dos homens, não veio aqui tirar nada dos homens, Jesus veio dar.
Jesus veio para doar sua vida aos homens, veja: Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos (1 João 3:16). Deu a sua vida por nós, por amor de nós. Derramou seu sangue, verteu-se em sangue para que nós tivessemos vida.
Quando Jesus desceu a Terra para cumprir o Projeto de Salvação, Ele veio e cumpriu a Lei, pois para fazer o que estava fazendo era necessário que se cumprisse o mandamento que diz: Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças (Deuteronômio 6:5).
Amar de todo o coração – Amar de todo coração, é na verdade assumir um compromisso, firmar uma aliança e dela não abrir mão. Não importando os ganhos e percas do caminho e sim objetivando o final.
Amar de toda a tua alma – Amar de todo entendimento, diz aqui, em algumas versões, é como esta claro ai, ter noção do que esta fazendo. Deus não está interessado em que amemos de forma alienada. Ele exige que o sirvamos com inteligência. Por isto esta escrito que nosso culto deve ser racional, deve ser dotado de inteligência. Deus espera que sejamos inteligentes em nossa fé, que estejamos certos de nossas escolha. E Jesus quando disse: “Eis-me aqui” estava consciente de suas atitudes. Escolheu viver a vontade de Deus. E viver a vontade de Deus é diferente de viver debaixo da vontade de Deus. Quem vive debaixo da vontade de Deus pode sair, pode optar por desistir – mesmo que nunca desista. Mas viver a vontade de Deus – Enoque, Moisés, Samuel, Elias, Isaias – é abrir mão de suas vontades e assumir a vontade de Deus, é tornar-se parte dela, é ser a Vontade de Deus.
Amar com toda as suas forças – Usar tudo o que pode para amar. Só quem ama com toda sua fora pode compadecer-se do aflito, acolher o necessitado e amparar o que chora. Porque vai usar o que tem e o que não tem vai gerar para atender aos outros.
O Ministério Humano de Jesus estava pautado em Deuteronomio 6 – 5, e por isto Ele executou com perfeição, pois quando atendeu o IDE, assumiu o Projeto de Deus e não apenas tornou parte do Projeto, mas foi além, tornou-se Ele o Projeto, pois sem Jesus não há Salvação. Veja o que Paulo diz sobre Ele:
Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai (Filipenses 2:9 a 11).
Ora, porque Deus o ealtou de maneira tão surpreendente, acima de todos? Porque era seu Filho? Não, simplesmente por que Ele tornou-se seu Projeto, assumiu com tamanha responsabilidade de não sabermos de imediato onde termina o Projeto e começa o Senhor Jesus. Pode-se dizer que a Missão que Jesus assumiu, que o Projeto, a Causa que Jesus defendeu foi a maior de todas, pois ele assumiu os pecados da humanidade. E qual foi esta causa gigantesca? Pagar o preço dos pecaods da Humanidade. Esta era a maior humilhação, era o mais baixo que alguém poderia descer e Jesus desceu. Agora por recompensa Ele tem sobre si o nome que é sobre (acima) de todos os nomes. Nome onde encontramos Salvação!  E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos (Atos 4-12).
Quando Jesus subiu ao monte e orou, deu-nos o exemplo de como orar de fato, mas era a oração de alguém que vivia o Propósito de Deus, que assumiu o propósito de Deus para si, como seu próprio.
E, mais na frente, quando Paulo diz que devemos seguir o exemplo de Cristo, como ele mesmo faz, esta assumindo que seguir o exemplo de Cristo, ser imitador de Cristo é muito além do que fazer sinais, é assumir a vontade de Deus.
Jesus assumiu os pecados dos homens e subiu a cruz, para que nós tivéssemos vida. Paulo assumiu as Cadeias pelo Evangelho, para que nós tivessemos liberdade e muitos outros abriram mão de suas vidas, por amor d enossas vidas. Mas de todos, o maior foi o Senhor Jesus, que abriu mão de seu trono e de seu nome puro,de sua condição de Deus, para sofrer a pior morte que alguém poderia sofrer, pois diz a Palavra: E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz (Filipenses 2:8).




Recanto das Letras   3266052

Pastor Sérgio Carlos da Silveira  posta no Cristo Hoje, toda sexta-feira. Pastor vice-presidente da IPCO-Brasiltambém participa do Ser Cristão e Recanto das Letras.

sábado, 8 de outubro de 2011

O Silêncio de Deus e o nó do afeto






O nó do afeto

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos.
Pedia-lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.
Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana. Quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença,ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado.
O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora ficou emocionada com aquela singela história. E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente.
E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias. É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso.
Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras. É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.
As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.


À Luz da Bíblia
Davi conheceu o silêncio de Deus, Jesus conheceu o silêncio de Deus, mas Elias, de todos os personagens bíblicos é o mais parecido conosco.
Ele estava sozinho no deserto e ali foi alimentado, mas ele não percebe que Deus estava cuidando dele. Chegou a acreditar que ele era o único profeta a dizer a verdade em Israel. Não se apercebia que Deus estava guardando milhares de outros profetas que não se curvaram à Baal. Não percebia que o fato de sustenta-lo, mesmo no momento de desespero, era Deus dando um nó em seu lençol para demonstrar seu amor por nós.

Muito se diz sobre o silêncio de Deus e seu efeito sobre nossas vidas.
Em nossos momentos de dor e desespero é comum nos perguntarmos sobre a posição de Deus quanto nossas orações.
O próprio Senhor Jesus passou por esta situação quando clamou ao Pai ali na cruz e não encontrou o apoio e o socorro de que precisava. Os que assistiam seu sofrimento sorriam e zombavam de sua dor observavam ele clamar: “Eli Eli, clama sabatani”.
Imagine a dor de nosso Jesus!
Crucificado, sofrendo uma dor alucinante, mas nada podia fazer para livrar a si mesmo daquela dor, sem que assim perdesse a vida de todos nós. Mesmo em seu momento de angustia Jesus optou por manter – se firme ao seu propósito redentor.

Quando a dor nos atinge e parece querer afundar nossa fé, quando os ventos sopram de todos os lados, devemos nos lembrar que por mais que pareça, o Senhor não nos desampara. As possibilidades paracem limitadas? A noite chegou? O mar se agitou e agigantou-se à noss a frente? Não se preocupe, fazemos parte da geração pós Moisés. Afinal ele passou pelo mar com pés secos, mas não se preocupe, pois somos da geração de Jesus e como Ele, seo mar não abri, agente passa por cima.
Só que, no momento em que nossa fé não alcança, o melhor é crer que Deus não nos desampara. Ele nos ama, sempre vai dar um jeito de provar que nos ama, que esta conosco e que jamais deixará que sejamos destruídos na nossa fé.
Jesus esta conosco, meso quando o mar agita-se e parece que noss barco vai afundar. Ele nos socorre e como um Pai preocupado sempre mostra que não estamos sozinhos. Temos a garantia que Ele não deixa-nos sós: Na minha angústia clamei ao Senhor e Ele me ouviu (Salmo 120 -10). Sim, mesmo que todos os nossos amigos não possa nos ouvir, que estejam ocupados com suas vidas e não tenham tempo para nos socorrer, os ouvidos do Senhor não estão surdos para a nossa oração (Isaias 59-1). Deus vai dar um jeito de, mesmo em seu silêncio, mostrar-nos que não nos deixou sozinhos.
Ao despertarmos de nossos momentos de auto comiseração, veremos que nosso lençol esta com uma das pontas amarradas.
Pense nisto!
Elisabeth Alves

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Relato do Filho Pródigo

Relato de um Pródigo
O importante é saber que Deus nunca deixa de nos amar
Obreiro Cássio Soares
"Este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado." (Lucas 15 - 24)

 A glória desta última casa será maior que a primeira, diz o Senhor dos Exércitos; e, neste lugar, darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos (Ageu 2 - 9).
Quando uma pessoa se afasta da Palavra, seu coração fica oprimido, seus passos ficam incertos e quando ele percebe a ausência de Deus, todos os outros dias é um constante prometer a si mesmo que vai voltar.
Amanhã eu volto, amanhã eu vou a igreja, mas cada dia vai ficando mais distante esta volta, o retorno vai ficando todo dia para depois.
Existe a sede, a necessidade de voltar a beber da fonte. Mas as dificuldades aparecem do nada e oprime a nossa vontade, o nosso desejo de retornar à Casa do Pai. Às vezes, é como se estivéssemos preferindo as bolotas, mas a fome, o desejo de comer do melhor ainda está ali. Estamos aceitando ser nem que seja servos de nosso Pai.
No dia que conseguimos retornar, nos vemos de novo como se na olaria de Deus. É por isto mesmo que Deus nos vê como vasos de barro.
Não somos de vidro, somos de barro, que quando quebrados podem ser refeitos. O vidro, quando quebrado para nada serve, seus cacos se inutilizam para fazer outro vaso, barro não. Barro é de novo amassado e moldado, antesde enfim ir ao fogo.
De volta a casa do Pai olhamos e vemos o tempo que perdemos comendo mal no mundo.
Quantos morreram sem ouvir nosso testemunhos? A quantos não preguei? A quantos deixei de falar do Amor de meu Pai? Estas são as perguntas que nos assombrarão volta e meia a nossa mente e, serão anuladas sempre pelo Espírito Santo, que nos consola nestas horas de ansiedade e arrependimento.
Ali na Olaria de Deus somos restaurados em nossa estrutura, voltamos a ser o que éramos, vaso de barro apenas, prontos para ser manuseados pelo Oleiro.
Só que depois de reconstruído podemos ver que nossa nova condição é bem melhor do que a primeira. Que a glória de nossa segunda casa pode ser permanente, pois é maior.
É muito bom poder dizer: Estou feliz, de volta a minha Igreja, a Casa de meu Pai, em comunhão com os meus irmãos, que oraram por mim, dia a dia, para que eu voltasse aos Caminhos do Senhor e a me reunir em comunhão com eles.
E saber que o Pai em festa diz: Festejemos, pois o meu filho que estava perdido foi achado!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Preconceito,Discriminação, Livre Escolha e Resultados


"Tudo o que o homem semear, isso também ceifará." (Gálatas 6:8)

O Vendedor de balões



Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que
aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.
O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil 
para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia. 
Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões
para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção.
Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor
e elevar-se lentamente pelos ares.
Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo,
e finalmente um balão de cor branca.

Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava.
Aproximou-se meio sem jeito e perguntou:
"moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?"
O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto,
arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe:

"Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir."
O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando,
para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.




À Luz da Bíblia
“Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas.” (Atos 10:34)

Deus não aceita a discriminação, não aceita o favoritismo. Tanto que Deus enviou seu filho a morrer pela humanidade. Para que não houvesse nenhuma dúvida, João registra o seguinte no capítulo 3, estas Palavras de Jesus ditas a Nicodemos: "E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;
Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele" (João 3:14-17).

Deus é misericordioso, compassivo e é Amor.Amor não por palavra, não por Atitude - como deve ser nosso amor - mas é sua Natureza, é o que Deus é de fato, Ele é Amor e não apenas a essência do Amor.


Deus não faz com que as pessoas sejam diferenciadas pelo que apresentam, aparentam ou são na visualidade, Deus nos conhece na essência, Ele sabe o que temos escondido do mundo.
Muitos em sua ignorância, criticam por Deus  não fazer nada contra os que discriminam as outras pessoas, contra quem escraviza o próximo, contra quem comete todo tipo de atrocidade. No entanto estas mesmas pessoas não aceitam que sua individualidade seja contestada, que Deus se intrometa em suas próprias decisões. E Deus não se interpõe na vontade humana. 
O Livre Arbítrio é para os bons e para os que não são bons.



Pode ser que a maioria das pessoas não aceitam isto, que queiram que Deus interfira na vida humana e mude o destino não importando a vontade humana. Isto seria ir contra a sua própria vontade e seu projeto inicial para a Humanidade.
Deus respeita seu Direito de Ir e Vir, respeita seu livre Direito de Livre Expressão, Deus não é Democrático, mas não é Ditador, Ele é apenas Deus. 
Se é que podemos colocar a pessoa do Altíssimo limitada à uma palavra tão pequena quanto apenas. Só que Deus é tão somente Deus.


O que é sempre marcado para o homem bom ou não é a Lei da Colheita, planta e colhe. Onde a Injustiça Impera, a a Justiça reinará quando  a terra der seus frutos. 
Não podemos plantar vento e esperarmos colher brisa, é de tempestade à tsuname sempre.
O mal só prevalece quando o Bem não age e a maldade impera porque os que se dizem bons não arregaçam as mangas para mudar.
Aceitamos as maldades alheias, simplesmente por que não queremos que ninguém interfira nas nossas maldades.



A nossa Salvação é pela Graça, pois a Bíblia ensina que  "também aos gentios foi por Deus concedido o arrependimento para vida" (Atos 11:18).Tiago afirma em sua carta que "Toda boa dádiva todo dom perfeito são do alto, descendo do Pai das Luzes" (Tiago 1-17)


 Este é outro assunto!
As pessoas fazem muitas confusões por quererem entender a Deus, mas se pudéssemos entende-lo,  Ele não seria Deus. Salvação é pela Graça, através da ação do Espírito Santo. Isto quando o assunto é a Salvação, no mais, quanto a nossa vida comum, nossas escolhas são determinadas por nosso direito de Escolher, o Chamado Livre Arbítrio, pois mais que queiramos lutar contra, em muitas vezes é o mal que impera, pois a nossa natureza e predominantemente pecaminosa.
Pense nisto quando for dizer que Deus não se importa com o homem, pois na verdade Deus se importa.
O que Deus nunca faz é ir contra a nossas escolhas, por elas somos responsáveis, como foram Adão e Eva (Gênesis 3) quando escolheram desobedecer ao Senhor e comer da fruta proibida e assumiram depois as consequências. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 6 - 23).

Quem mata, machuca, atrapalha a vida dos outros simplesmente porque estes são diferentes, não serão castigados hoje, serão vitimados no momento de suas colheitas. 
Os problemas legais devem ser resolvidos pela Lei. Problemas sérios, crimes hediondos ou não, devem ser punidos  pela Justiça. Em Ezequiel 7 - 23 está escrito que deveriam ser feito Cadeias para punir crimes de sangue e violência. 
Então se não estamos satisfeitos com algo, façamos leis que puna estes que ameaçam a Sociedade.



 

Elisabeth


A Ilustração


Autor : Anthony de Mello
Com base no conto “O Vendedor de Balões”
do livro "As 100 Mais Belas Parábolas de Todos os Tempos."
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

No Vale de Ossos Secos: Vida

Ezequiel 37 – Vale de Ossos Secos: Vida
Ezequiel 37 – 7 ao 10
Em frente ao Vale de Ossos Secos, quando olhamos com o olhar de profeta, determinamos que não há jeito.
Quando Deus olha o Vale de Ossos Secos vê vidas. Pois para Deus sempre há vida.
Aqui, nesta passagem Bíblica é a casa de Israel, são os que se afastam do caminho. Precisamos profetizar vida nova e uma nova chance de salvação..
Com a presença de Deus, com a sua chegada ao Vale, houve cura sobre os ossos outrora sem vida.
As pessoas que se afastam são como ossos para o mundo, mas uma vez que falamos de Jesus, profetizamos renovo no Espírito Santo e haverá.
Se há fé até depois de morto há ressurreição e vida que foi o que aconteceu a Lázaro. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; (João 11:25). E estas situações de morte devem ser avaliadas e confrontadas com a Palavra de vida, que vem de Deus através de nossas vidas. Nós somos o Ezequiel de hoje, devemos profetizar vida pois nós é que somos o remédio dos doentes.
Que tenhamos vida em abundância para profetizar aos que estão nos vales de morte, envolvidos com seus problemas que destruiram a esperança.
Morte a dois
Às vezes em nosso casamento vemos apenas morte, parece-nos que está tudo morto sem futuro. Mas com oração e a Palavra haverá restauração. Qualquer situação seca pode voltar a vida.
Algo ruim pode vir sobre você, afinal tudo pode ocorrer durante nossa caminhada, mas com o espírito de vida há vida.
Nos iludimos achando que porque nos casamos interessados um no outro, tudo vai dar certo e, por falta de investimento diário, necessário para que o casamento floresça. Assim, o casamento acaba atingido em suas estruturas.
Se pararmos de chorar a morte e começarmos profetizar vida, tudo se restaurará. Até porque no casamento quando há vontade, tudo pode ser restaurado quando há vontade de ambas as partes.
Para quem tem Jesus e conhece a Palavra, a vida sentimental pode ser restaurada, pois ao orar e ser assistido, um casal pode ver aí a chance de encontrarem a resposta correta para a situação.
Quem busca e ama ao Senhor encontra vida.
Esperando mais que nesta vida é crer além da vida. Diz a Palavra que Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão (1 Coríntios 15:19). Então podemos dizer que há mais para recebermos de Deus. Há um segredo para nós guardado com o Senhor. Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2.9), sim,há muito mais de Deus para nós. Vivemos nos condiconando a uma vida limitada, mas somos nós, não é Deus. Deus é maior que tudo, Ele supre-nos de vida, pois a vida esta com Ele, afinal Deus é Vida.
Apresentemos ao nosso vale de morte o nosso Deus que é vida e haverá renovação.
Quando o temor da morte chegar, lembremos do salmista que dizia Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me consolam” (Salmo 23.4). A promessa é o Senhor estar no vale conosco e onde Ele está há vida!
Pastor Ailton Soares



terça-feira, 4 de outubro de 2011

Paulo preocupado com o fracasso dos judeus

Paulo preocupado com o fracasso dos judeus
Colaborador Anônimo
(Romanos 3)

Não existe justo, nenhum se quer. Mesmo assim Paulo estava preocupado com os irmãos judeus, já que muitos não aceitavam ainda o Senhor Jesus como Deus. O Senhor, através da vida de Paulo nos ensina a diferença entre Justiça pela Lei e Justiça pela Fé.

Aceitar pela fé. Para os judeus tornava-s edifícil aceitar ao Senhor, era ir contra o que eles acreditavam, pois esperavam um governante político, que os livrassem do Império Romano. Só que o orgulho deste povo era o que fazia com que ele não entendesses a Fé em Jesus.

Jesus como Pedra de Tropeço para os judeus. Para os judeus era impossível adorar um homem  eles  viam sim Jesus apenas como profeta. Eles não conseguiam adorar a Deus em espírito e em verdade.

As obras sem fé é vazia.

Era ir contra seu orgulho religioso. Contra a fé de seus pais.

Quando Paulo olha para o povo judeu e para os gentios, seu coração se angustia porque ele esperava que eles vivessem em paz e união. Paulo queria que ambos tivesse oportunidade de servir a Deus. Paulo temia pelo fracasso dos judeus. Desejava ver os cristãos unidos, independente de serem gentios ou judeus.

Jesus Cristo em nós gera vida.
E entre os judeus era o que Paulo desejava. Paulo queria que Jesus dirigisse a vida dos judeus. Que Jesus gerasse em seus corações a vida e vida eterna.



A  necessidade da prática da fé na justiça.



Procurar pela fé  - Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo (Tiago 2 - 14)

Paulo sabia que a vida deles mudaria com a presença do Senhor. Ele esperava que suas vidas fossem tocadas pela presença do Senhor. Para Paulo era importante que todos fossem santuário do Senhor.

Quem crê não é confundido  

Paulo cria que se alguém cria no Senhor, tinha seus olhos abertos pelo conhecimento da Palavra. Afinal o Senhor é rico em resposta. O Senhor não faz acepção de pessoas, Ele aceita gregos, gentios e judeus, com seu amor.

O povo vivia em uma cosntante diferença de fé. Os Judeus criam na salvação  pela obra e os gentios criam  na salvação pela fé. Mas em muitas situações eles criam de forma desconectada. Afinal a Fé sem obras é morta, diz a Palavra.

Em tudo o que vale é nossa comunhão com Deus. Afinal nossa comunicação com o Senhor não é unilateral. Nós falamos e Deus nos ouve, Deus nos fala e nos ouvimos. Com o Senhor a comunicação é direta, assim como invocamos o nome do Senhor, Ele nos ouve. Deus tem resposta. Quem completa é a obra é o Senhor, através do Espírito Santo.

Paulo, com sua preocupação nos ensina a nos preocuparmos uns com os outros, a zelarmos pela Fé de nossos irmãos. Cristãos ou não.









segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Parem o enterro!


Parem o velório!
Lucas 7 – 11 – Jesus e a viúva de Naim
Viúva. Na maioria das situações, as viúvas eram as pessoas mais pobres da população de Israel e até do mundo daquela época. Não havia as mesmas facilidades entre homens e mulheres e quando os esposos morriam, era comum estas mulheres terem seus bens delapidados para quitar as divídas do falecido. Então, esta viúva já não tinha nada. 
Suas esperanças estavam depositada em seu único filho. E seu filho morreu. Agora ele segue para enterrar seu filho, era uma situação terrível. Um espetáculo deprimente. Seguindo pelo caminho ia ela, o povo que assistia a tudo e o corpo de seu filho. Para todos era apenas mais um velório. Para ela era o fim de tudo.
Jesus vinha na direção contrária com seus discípulos e com a multidão que sempre o seguia. Os choros e a lamentação daquela mulher incomodou o Mestre. Aquela poderia ser a única oportunidade para aquela mulher, mas era tarde.
Seu filho estava morto. Também poderia ser esta a última vez que Jesus passava por ali.
Nada disto importava mais. Era tarde!
O enterro poderia continuar porque o encontro que estava para acontecer era tardio. O menino estava morto. Mais uma vez Jesus chegou tarde.
Jesus chegou tarde para Lázaro – e neste caso, chegou tarde de propósito. Mais havai em seu coração um projeto de vida. Marta e Maria choravam triste pelo fim da vida de seu irmão. Decepcionadas ao saber que Cristo Jesus não voltou à Betânia quando soube que Lázaro estava doente. Pelo contrário, seguiu adiante, aparentemente não se importando com o estado débil da saúde do seu amigo. Mas Jesus manteve firme em seu propósito. Era para Ele mais uma situação para a glorificação do nome de Seu Pai.
Lázaro ressuscitou!
Existem setores mortos em sua vida, coisas que você diz: Acabou. Você pode pensar que é o fim. Pode até ter certeza, mas Jesus encontrou você?
O que estava morto tornou-se vida.
Voltemos à viúva de Naim. Talvez o que mantinha viva era a existência de seu filho. Ela depositava nele suas esperanças. Afinal o normal, é os pais serem levados pelos filhos ao cemitério e não o contrário. Só que agora a sua esperana esvaiu-se.
Aquela viúva vai levando seu filho para ser enterrado e pelo caminho vão ficando sus esperanças mortas também. Era o fim de seus sonhos, o arrebatar de suas alegrias.
Só que no mesmo caminho de dor, na direção contrária vinha aquela que dizia de si mesmo “Eu sou a ressurreição e a vida”. No outro lado do caminho vinha Jesus.
Jesus ficou triste com a morte do menino. Então Jesus tocou o esquife e o menino reviveu!
Jesus esta disposto a tocar nossos caixões. Interromper os velórios todos. Quando encontramos Jesus em nosso momento de luto, de maior perda, Ele ressuscita em nós a esperança. Os nossos mortos se colocam de pé, porque o encontro com Jesus gera vida.
Jesus muda os seus sonhos – Não é a última tentativa. Ele muda a situação quando parece que é o fim.
Ore e clame porque aonde o Senhor está não pode haver morte.
Quando a filha de Jairo morreu, Jesus disse a ele: “ creia somente”. Uma outra multidão seguiu Jesus até a casa de Jairo. E na casa de Jairo havia um a outra multidão. As pessoas estavam rodeando a Jairo, mas não estavam ajudando. Afinal não criam no impossível. Quando Jesus chegou à casa de Jairo ele dispensou os presentes e chamou apenas os pais da menina e os amigos mais íntimos para ficarem com a menina morta, que o Senhor alegava dormir. O povo que a tudo assistia, zombaram de Jesus, mas é que eles não sabiam que Jesus era de fato A Vida.
E porque o Senhor chamou apenas os íntimos? Porque os íntimos do Senhor possuem a fé necessária para que haja o milagre.
Lázaro ressuscitou e o nome de Jesus foi glorificado. A filha de Jairo ressuscitou e agora o filho da viúva de Naim também ressuscitou, para a glória do nome do Senhor!
Quando Jesus chega, chega a vida. Aquele encontro mudou aquelas vidas. A mãe que via sua vida morta junto com o filho, agora teve seus sonhos ressuscitado ao receber seu filho vivo.
Jesus  ainda para os velórios hoje, mas você só precisa aprender a esperar.  
Obreiro Carlos Alexandre

domingo, 2 de outubro de 2011

Não há amor maior

Um amor maior que tudo!

Deus amou de tal modo o mundo que deu seu Filho Único para que todos os que Nele creem não pereça, mas tenha a vida Eterna (João 3-16).


De todas as Histórias de Amor, a que mais se conta não é de fada ou mesmo Romeu e Julieta. A História de Amor mais contada no mundo não teve um final feliz como o esperado, mas embora tenha tido sim um grande drama e até traição, não é uma história triste.
Na verdade é a História do Amor de Deus. Diz a Palavra que “As misericórdias de Deus são as causas de não sermos consumidos (Lamentações 3)” e estas misericórdias nos alcançou mesmo não sendo merecedores.
Quando Jesus deixou sua Glória e assumiu sua forma humana pelo nascimento, estava também aceitando tomar sobre si nossas dores e enfermidades. Mas suas dores foram além quando ele aceitou morrer por nós, mesmo Ele sendo inocente. Ao vir a este mundo e aceitar morrer por nós em uma cruz, Ele diz que estava morrendo por seus amigos. Sim, Jesus disse estava morrendo por seus amigos.
Só que não foi apenas por amigos, foi também por pessoas que não queriam salvação. Sim, Jesus entregou-se por amor a muitos, mas durante séculos muitos tem rejeitado este sacrifício.
Jesus derramou seu sangue por amor de pessoas que se quer aceitam sua história como verdadeira, mas mesmo sabendo de tudo, não mudou seu projeto inicial.
I Pedro 2-9 afirma que somos especiais para o Senhor : “Vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” Separados como eleitos pelo Senhor, podemos viver e conhecer seu amor. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5-8)  diz a Palavra. É este o amor dado a nós.
Você precisa prestar atenção no prêmio que ganhamos do Senhor que possamos sim, glorificar a Deus por sua graça e misericórdia.
 
Só que para fazermos parte desta História de amor, é necessário que o aceitemos. Afinal, Jesus disse: EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. Com sua morte, Jesus tornou possível que possamos chegar a Deus através de Jesus. Aceitando-o como Salvador, crendo em sua palavra, entendendo que Ele se entregou para nos dar a vida eterna, por isso está escrito “Há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo homem, que se deu em resgate por todos”  (Timóteo 2:5 e 6).
Existe uma história que fala de amor incondicional também, é sobre a doação de sangue que aconteceu em um vilarejo vietnamita. Leia e medite no que é doar a vida por alguém, foi isto que Jesus fez por nós!

Não Há Amor Maior


Qualquer que fosse seu alvo inicial, os tiros de morteiros caíram em um orfanato dirigido por um grupo missionário na pequena aldeia vietnamita. Os missionários e uma ou duas crianças morreram imediatamente e várias outras crianças ficaram feridas, incluindo uma menininha de uns oito anos de idade.

As pessoas da aldeia pediram ajuda médica de uma cidade vizinha que possuía contato por rádio com as forças americanas. Finalmente, um médico e uma enfermeira da Marinha americana chegaram em um jipe apenas com sua maleta médica. Determinaram que a menina era a que estava mais gravemente ferida. Sem uma ação rápida, ela morreria por causa do choque e da perda de sangue.

Uma transfusão era imprescindível e era necessário um doador com o mesmo tipo sangüíneo. Um teste rápido revelou que nenhum dos americanos possuía o tipo correto, mas vários dos órfãos que não haviam sido atingidos tinham.

O médico falava um pouco de vietnamita simplificado e a enfermeira possuía uma leve noção de francês aprendido no colégio. Usando essa combinação, juntos e com muita linguagem de sinais improvisada, eles tentaram explicar para a jovem e assustada platéia que, a não ser que pudessem repor uma parte do sangue perdido da menina, ela com certeza morreria. Então perguntaram se alguém estaria disposto a doar um pouco de sangue para ajudar.

Seu pedido encontrou um silêncio estupefato. Após longos momentos, uma mãozinha lenta e hesitantemente levantou-se, abaixou-se e levantou-se novamente.

- Oh, obrigada - disse a enfermeira em francês. - Qual é o seu nome?
- Heng - veio a resposta.

Heng foi rapidamente colocado em um catre, os braços limpos com álcool e uma agulha inserida em sua veia. Durante toda a penosa experiência, Heng permaneceu tenso e em silêncio.

Depois de algum tempo, ele soltou um soluço trêmulo, cobrindo rapidamente seu rosto com a mão livre.

- Está doendo, Heng? - perguntou o médico.

Heng balançou a cabeça, mas, após alguns instantes, outro soluço escapou e mais uma vez ele tentou esconder o choro. Novamente o médico perguntou se a agulha o estava machucando e novamente Heng balançou a cabeça.

Porém agora seus soluços ocasionais haviam dado lugar a um choro constante e silencioso, seus olhos apertados, o punho na boca para abafar seus soluços.

A equipe médica estava preocupada. Algo obviamente estava muito errado. Nesse momento, uma enfermeira vietnamita chegou para ajudar. Vendo o sofrimento do pequeno, ela falou rapidamente com ele em vietnamita, escutou sua resposta e respondeu-lhe com a voz reconfortante. Após um instante, o paciente parou de chorar e olhou interrogativamente para a enfermeira vietnamita. Quando ela assentiu, um ar de grande alívio se espalhou pelo rosto do menino.

Olhando para cima, a enfermeira contou calmamente para os americanos:

- Ele achou que estava morrendo. Entendeu errado. Achou que vocês haviam pedido que ele desse todo o seu sangue para que a menina pudesse viver.

- Mas por que ele estaria disposto a fazer isso? - perguntou a enfermeira da Marinha.

A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta para o menino, que respondeu simplesmente:

- Ela é minha amiga.

COL. JOHN W. MANSUR
Extraído de Thé Missileer

Gratos pelo cometário

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