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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Negando-se a si mesmo [Pr Sérgio Carlos da Silveira]

Negando-se a si mesmo
Pr Sérgio Carlos da Silveira


II Coríntios 4
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte.
8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados;
9 perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
10 trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos;
11 pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
12 De modo que em nós opera a morte, mas em vós a vida.
Se observarmos bem a mensagem de II Coríntios 4, vemos que Paulo esta falando sobre como devem proceder os fiéis, aqueles que querem levar adiante a Palavra de Deus com o objetivo claro de alcançar vidas.

No versículo 7, Paulo fala que devemos ser vasos de barro, com a única finalidade de guardar um tesouro. Ele quer dizer que uma vez que somos vasos de barro, sem chamativo algum, o que importa é o que tem dentro de nós, o que guardamos. E o que será que guardamos? Qual o tesouro escondido em nós? Resposta fácil esta: A Palavra, a mensagem de Boas Novas.
O Apóstolo nos ensina que como mensageiros seremos atribulados, surpreendido, perseguidos, abatido e que teremos sempre em nós a marca da morte. Mas ele diz que mesmo quando formos atribulados não devemos nos angustiar. E esta advertência é forte, pois no geral, quando as tribulações aparecem, o mais natural é deixarmos que a angústia se aposse de nós e abale todas as nossas estruturas.
Quando ele afirma que seremos surpreendidos, e na vida somos mesmo pego de surpresa, de todas as formas, adverte também que não devemos nos desesperar. Só que o normal na vida, quando somos traídos, quando uma pessoa nos decepciona, é nos afligirmos a ponto de o desespero tomar conta de nossos pensamentos e abala a nossa fé nas pessoas.
Continuando ele afirma que seremos perseguidos, mas ele diz que não seremos desamparados e isto que dizer que quem não nos desampará é o Senhor. Com uma garantia destas, para que nos abalarmos? Sabemos a quem clamar quando as perseguições surgirem.
Paulo ainda afirma que com o correr dos acontecimentos negativos, nos sentiremos abatidos. Vamos concordar que isto é normal. O sofrimento oprime mesmo as pessoas e são poucas as que sabem transformar em benção as desilusões da vida. No entanto Paulo afirma que mesmo quando nos sentirmos abatidos, nós não seremos destruídos!
Aleluia!
Talvez a parte mais importante e que poucos observam aparece no próximo versículo: trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos (;) (II Coríntios 4-1). O que é ''trazer em si o morrer de Jesus''? É o abrir mão de sua vida para que outros tenham vida. É a velha pergunta, quase sempre sem resposta: ''Você estaria disposto a morrer para que alguém vivesse''?
Talvez seja importante salientar que não estamos falando de morrer por alguém que é bom para você, pela pessoa amada, por um conhecido, por um vizinho. Não! ''Trazer em si o morrer de Jesus'' é abrir mão de sua vida – até através da morte – para que os que não parecem merecedores recebam a Paz, conheçam o Amor e tenham um encontro com o Senhor Jesus, aceitando-o como Salvador de suas almas e sejam perdoados de seus pecados.
Abrir mão de seus sonhos para que outra pessoa tenha uma vida nova e que ele venha sonhar no lugar do que evangeliza, é algo difícil até de se imaginar, mas foi o que o Senhor Jesus fez.
Jesus abriu mão de sua Glória, de ser visto como Filho de Deus pelos anjos no Céu, de estar assentado junto ao Trono de Seu Pai, de viver rodeado de toda honra, majestade e riquezas que nossos olhos jamais viram, para descer a este mundo, numa pequena vila de Israel, para assumir o papel de um sofredor, que viveria uma vida limitada, que viveria em função de vidas que não mereciam um segundo olhar. Mas Jesus não se importou com o que estava perdendo. Importou-se com as vidas para as quais viveria e morreria, para que elas tivessem Vida Eterna e Paz.
Jesus aceitou viver para morrer por pecadores.
Jesus aceitou viver para morrer por Meus pecados.
E eu?
Se você observar bem, mesmo que Jesus tivesse nascido em um Palácio, como descendente direto de Davi ou qualquer outra casa real do mundo, mesmo assim, todas estas riquezas seriam nulas frente as que Ele deixou no Céu.
Nascer rico ou pobre realmente não interessa quando se quer viver pelo próximo. Quando se quer morrer pelo próximo. E Jesus aceitou viver pelo próximo. Ele morreu por mim. Ele morreu por você.
E o que faremos nós? Vamos permitir que as lutas destruam nossa fé, nos retire do propósito para o qual fomos chamados? Ou como vasos de barro, aceitaremos trazer em nós o Tesouro que libertará o mundo?
Morrer para que outro vivam deve ser um lema de todo verdadeiro cristão. Mas, a escolha é nossa!


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Nem ouro, nem prata [Pr. Sérgio Carlos da Silveira]

Sem ouro ou prata, mas ricos


Ato 3 - 6
 Disse-lhe Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho, isso te dou; em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda.
A História todos já conhecem. Pedro e João subiam ao Templo para orar por volta das 3 horas da tarde. Iam conversando, contando as bençãos, partilhando das vitórias, quando foram interrmpidos por uma figura conhecida de todos os frequentadores do Templo: O coxo de nascença.
Aquele homem fez o pedido que lhe era comum desde seus primeiros dias ali: ''Uma esmola, por favor''.
Ele pedia tão pouco, apenas o resto das moedas dos passantes e era isto que ganhava quase sempre. Mas voltava a mendigar, pois era este seu meio de vida.
Uma coisa é garantida, o coração daquele coxo era infeliz ali. Ele não optara por viver esta forma amrga de vida - como alguns fazem hoje, criando para si enfermidades para ''manguear''  esmola, sendo que pode trabalhar.
Para aquele homem a esmola era a única opção. Ele era colocado ali para mendigar e o fazia sempre, sofrendo todas as mudanças do tempo, queimando sua pele ao sol, sofrendo sua dor calado e tendo que forçar um sorriso para garantir ao menos o suficiente para o pão.
Ao dirigir-se aqueles dois homens que subiam ao tempo, ele poderia ter várias respostas, negativas, xingamnetos ou afirmativas e um esmola, mas ele recebeu algo inesperado.
Quando se dirigiu aos homens pedindo uma esmola, um deles disse-lhe:  Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho, isso te dou; em nome de Jesus Cristo, o nazareno, anda. Aquela resposta absurda e inesperada, aqueceu de tal forma o coração do coxo, que ele acreditou nela e tomou a mão que lhe fora oferecida.
Colocou-se de pé, sentiu suas articulações responder ao impulso e seus ossos firmarem e então ele andou.
Imagine a alegria daquele homem!
Fora coxo por tantos anos, nascera nesta condição, mas agora estava de pé, andando. E ele acompanhou os dois homens. Saltava de alegria, sem saber como expressar sua emoção. Estava curado!
Eles não eram homens ricos, disseram não possuir nenhuma posse, mas o que lhe deram o enriqueceu de tal forma que jamais ele precisaria sentar de novo a esmolar.
As pessoas admiravam-se de ver o coxo a saltar e muitas delas agradeciam também a Deus pelo milagre ocorrido.
Que alegria!
Temos esta mesma riqueza e ela se chama Fé.
 Acreditamos que Deus pode fazer algo novo acontecer na nossa vida, mas como o coxo devemos estar no lugar certo.
Muitas vezes  o próprio Jesus fizera este mesmo caminho, mas o coxo não se dirigiu a Eel, outras vezes os discípulos também fizeram este trajeto, mas o coxo também não lhes falara, só que aquele era o dia da benção daquele homem e ele mesmo sem saber, dirigiu-se aos discípulos e foi alcançado pela Graça, sendo então curado.
Que riqueza maravilhosa de Pedro e João. Eles transmitiram àquele homem a força da  Fé e ele foi surpreendido pela cura.
Existem entre nós muitos coxos e paralíticos que não foram curados pelo poder da Fé e jamais serão se não tivermos coragem de estender as mãos a eles.
Não se trata das deficiências físicas, hoje tão bem reabilitadas pela Medicina e Fisioterapia, trata-se das deficências do corpo espiritual.
Este é o tempo de erguermos nossas mãos e dirigirmo-nos a estas pessoas doentes, à beira do caminho, mostrando-lhes que há motivos para crerem e mudarem de foco. Afirmar a elas com convicção que elas precisam levantarem-se do chão e esquecer o que as maltratou e as deixou enfermas e de posse da fé, mudar suas vidas e acreditarem que Deus tem mais, muito mais para elas.
Que possamos ser como Pedro e João, estarmos indo para o Templo, mas nos preocuparmos também com as vidas dos outros seres que nos cercam, afinal, Jesus prefere ser amado no próximo.
Sim, a atitude do apóstolo Pedro foi de amor pelo próximo. Quando ele estendeu a mão  para aquele homem, eole estava mostrando que se importava e que não aceitava passar sem agir, mas preferia que sua ação fosse definitiva. Uma esmola satisfaria o homem, mas não resolveria seu problema, já a cura o livraria de seu problema em definitivo.
Quando tiver oportunidade de ajudar alguém, escolha resolver o problema em definitivo, quando depender de você.
Evite dar remédios paliativos, mostre ao próximo que sua atitude é para que ele seja curado em definitivo.
A solução é sempre amar e agir.




Ed Silva e Otânia Nem Ouro e nem Prata

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Maria Madalena - Coragem [Pastor Sérgio Silveira]



A ressurreição e a coragem de uma mulher
Pastor Sérgio Carlos da Silveira
(Mateus 28-1) No fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
A História de Jesus todos nós conhecemos, sabemos que veio ao mundo, viveu aqui, exerceu seu ministério e cumprido os dias de sua Obra, expirou na cruz, onde padeceu dores horrendas.
Só que depois de 3 dias, Jesus ressuscitou.
Amanheceu um domingo que não era como outro qualquer, seus discípulos estavam escondidos temendo o pior, mas houve alguém que resolveu agir de forma diferente e foram as mulheres, elas pegaram os olhos, ervas e essências necessários para o cuidado do corpo de seu Mestre e seguiram em direção ao túmulo onde Ele jazia.
Ao descobrirem que Ele não estava mais lá, elas se desesperaram, mas houve entre elas alguém que agiu de forma diferente: Maria Madalena.
Quando todos se atemorizaram, ela ao ver um dos guardas do campo onde Jesus fora enterrado, foi ao encontro dele e cobrou dele a responsabilidade que ela julgava ser daquele homem, mas qual não foi sua surpresa, ela descobriu que Jesus estava vivo e que iria ter com eles onde estavam escondidos os seus irmãos.
Jesus prometeu. Ela creu. Assim como creu no que parecia impossível e seguiu para contar aos demais.
Ela sabia que a notícia que levava era absurda, mas ela seguiu seu caminho com a Mensagem do Mestre não importando como reagiria os outros discípulos.
Maria foi a Mensageira da Vitória da Vida contra a Morte!
De fato, como era previsível, os demais seguidores de Jesus, que agora estavam amedrontados, não acreditaram em sua Mensagem, tanto que foram eles para o lugar onde Jesus fora sepultado.
E de fato Jesus não estava mais ali.
Podemos usar as mais belas palavras para falar sobre a atitude desta mulher, mas jamais poderemos esquecer de sua coragem.
Ela venceu seu próprio medo, foi corajosa, venceu a barreira criada pelo medo daqueles homens, venceu o preconceito de ser uma das poucas mulheres, que sozinhas seguiram naquela madrugada para o sepulcro, venceu ainda o medo de crer, reagiu a desconfiança dos discípulos quanto à sua descoberta e em sua condição de mulher, em uma época onde elas tinham pouco respeito na Sociedade, não se negou a fazer a sua parte.
E como era dolorosa sua parte!
Ao afirmar que Jesus ressuscitara, ela estava mexendo com os sentimentos dos demais discípulos, mas ela cumpriu seu papel e transmitiu a Mensagem, sem se importar com o que os outros iriam falar!
Esta mulher nos deu uma lição maravilhosa de crer no que parece não merecer crédito.
E ela foi abençoada com a presença do Senhor no lugar onde estavam escondidos os seus seguidores.
O que nós faríamos no lugar de Maria Madalena?


domingo, 20 de janeiro de 2013

Fazer por Jesus [Irmã Beth]


Fazer por Jesus
Mateus 25
37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.

Tem horas que ouvimos ou lemos algo e isto fica registrado em nossa mente. Estes dias li uma história sobre uma família que vivia em uma situação conflitante, cheia de problemas de todas as espécies e que procuraram muitas formas de resolvê-los. Na última porta que bateram, um sábio os atendeu e afirmou-lhes que eles hospedavam entre si alguém importante: Jesus. Só que Jesus não se fizera conhecer. Ele precisava ser descoberto.
Os dias passaram e as pessoas desta família elegeram para ser Jesus a pessoa menos querida da família e assim passaram a tratá-la com consideração e respeito. O tratamento dado a um dos membros desta família acabou sendo partilhado entre si e com o passar dos tempo eles estavam restaurados.
Ora, esta história pode até não fazer sentido para a maioria das pessoas, mas para quem conhece a Palavra faz todo o sentido do mundo.
Jesus nos ensinou que quando fazemos o bem a qualquer pessoa, de qualquer tipo, atendendo suas necessidades, estamos na verdade fazendo a Ele.
Se olhamos com amor as pessoas que convivem conosco, mesmo que elas não mereçam nosso amor, estamos agindo com ela da forma correta, amando-a como o Senhor nos ensinou e assim nossa vida muda.
NA verdade é nosso amor que faz com que as pessoas sejam de fato como se fosse Jesus, pois quando olhamos com os mesmos olhos que o Senhor nos vê, enxergamos nelas a presença de nosso amado Jesus.
Ao olhar para os outros membros da família com misericórdia, construímos bases sólidas para nossos relacionamentos e firmamos nossos passos em relação ao nosso próprio crescimento. Assim, vemos nos membros de nossa família o reflexo de Deus, que só pode ser visto por quem de fato conhece o amor. E conhecemos o amor quando praticamos.
Amar as pessoas é uma decisão pessoal, nós decidimos viver com alguém, dividir nossos passos, tristezas e alegrias e por ser uma decisão única, não podemos culpar as outras pessoas quando não somos correspondidos. Investir sentimento nas pessoas nem sempre é uma atitude considerada inteligente, mas quando nos relacionamos com pessoas emocionalmente saudáveis, aprendemos nos respeitar e entender o desejo do outro, mesmo que não concordemos. Na verdade, com o exercício do amor, acabamos reconhecendo no outro a imagem de Jesus.
Que ao lermos esta palavra hoje (Mateus 25) possamos aprender que estender a mão àquele que necessita e doar-lhe amor e Amor sempre é de graça, para quem dá e para quem e recebe.
Hoje olhe para as pessoas com as quais irá conversar e imagine que qualquer uma delas pode ser um anjo escondido e que esta entre vocês para curar-lhes as feridas e transformar sua vida em um cenário de amor.
Comece treinando com as pessoas mais difícil de sua convivência e aos poucos o diálogo será muito mais lúcido e feliz.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Em Segurança [Irmã Beth]


Em Segurança 
 [Elisabeth Lorena Alves]

Nossa segurança deve estar sempre em Jesus. Em Deus é que fazemos proeza, nos ensina a Palavra, mas esquecemos de todas as promessas quando os problemas assolam nossas vidas.
Recuar e reclamar é sempre o caminho mais fácil.
Quando a ansiedade apertar, quando as lutas oprimirem sua fé, experimente meditar no Salmo 91. Não como um amuleto, por favor e por amor a Deus, mas como uma promessa deixada para nossas vidas e que podem ser trazidas à lembrança sempre que as o céu se tornar cinza.
Leia trazendo para sua vida as promessas desta mensagem e perceba quão grandiosas são.
Quando confiamos em Deus com todas as nossas forças, podemos sim descansar no Deus da nossa Salvação, Podemos ser acalentados por Ele através de suas promessas e por este motivo, deixo para que medite no Salmo 91 e sejam renovados pelas promessas que nele há para sua vida.

SALMOS 91
A segurança daquele que se refugia em Deus

1 Eu que habito no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Todo-Poderoso *descansarei. - [É um prazer poder contar com o Senhor, principalmente quando todos nos falham.]
2 Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio. - Quando creio, também declaro que o Senhor é meu guardador fiel e que sou protegido por Ele.
3 Porque ele me livrará do laço do passarinho, e da peste perniciosa. - [Não há mal que o Senhor não extermine com as suas mãos].
4 Ele me cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas encontrarei refúgio; a sua verdade é meu escudo e broquel. - [Através de sua verdade sou protegido e nada me alcança.]
5 Não temerei os terrores da noite, nem a seta que voe de dia, - [Eu confiarei, mesmo que tudo pareça perdido!]
6 nem peste que anda na escuridão, nem mortandade que assole ao meio-dia. - [Confiarei mesmo vendo as dificuldades me cercando.]
7 Mil poderão cair ao meu lado, e dez mil à minha direita; mas não serei atingido. - [Sei que não serei atingido, pois sou protegido pelo Senhor.]
8 Somente com os meus olhos contemplarei, e verei a recompensa dos ímpios. - [Não me importarei com os atos dos ímpios, sei que serão responsáveis por sua própria colheita, de meu lado semearei amor e perdão.]
9 Porquanto fiz do Senhor o meu refúgio, e do Altíssimo a minha habitação, - [Sei em quem firmei minha fé e posso dizer como o apóstolo Paulo: Eu sei em quem tenho crido (II Timóteo 1:12 ).]
10 nenhum mal me sucederá, nem praga alguma chegará à minha tenda. - [Minha fé permanecerá firmada em Deus.]
11 Porque aos seus anjos dará ordem a meu respeito, para me guardar em todos os meus caminhos. - [Nenhum mal me assustará, enquanto eu continuar firme em minha fé.]
12 Eles me susterão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra. - [Estou protegida por todos os lados, pois o Senhor tem reservado seus anjos para me guardarem.]
13 Pisarei o leão e a áspide; calcarei aos pés o filho do leão e a serpente. - [Confiante, enfrentarei todas as barreiras, ciente de que o Senhor me dá forças e me capacita para a luta.]
14 Pois que tanto amei ao Senhor, Ele me livrará; me colocará num alto retiro, porque eu conheço o nome do Senhor. - [Sempre louvarei ao Senhor e lhe darei Glórias, pois o amo e sou amada por Ele.]
15 Quando eu invocar ao Senhor, Ele me responderá; estará comigo na angústia, me livrará e me honrará. - [Nunca me deixará sem resposta, pois mesmo o seu silêncio é prova de que Ele está ao meu lado e entende minha aflição.]
16 Com longura de dias me fartará, e sempre me mostrará a Sua salvação. - [Enquanto viver aqui o Senhor estará comigo e por fim me levará a descansar em Seus braços. Amém.]
(Linguagem de hoje – Adaptado)

Devemos crer que nossa Segurança está no Senhor e que nenhum mal nos acontecerá e quando algo nos atingir, Ele estará conosco nos auxiliando a recomeçar.
Muitas vezes queremos que nada nos atinja, mas devemos nos lembrar que estamos em uma guerra e que entre uma batalha e outra sempre haverá um soldado ferido e, claro, um dia poderemos ser atingidos, mas o Senhor nos ajudará em nossa reabilitação.
O Exército do Senhor não abandona seus soldados nas trincheiras. Somos atendidos com amor. E se tombarmos no campo, nosso galardão estará garantido (II Timóteo 4- 7 e 8): Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé./ Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
Sim, mesmo quando terminarmos nossa viagem, estaremos seguros de que temos fé para guardar e um galardão a receber.
Amém!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Sonhos [Pastor Sérgio Carlos da Silveira]

Sonhos
Pastor Sérgio Carlos da Silveira
(25 de julho de 2011 )
Os sonhadores não são compreendidos pelos que possuem mentalidade pequena. A família de José não acreditou em seus sonhos – e por não acreditarem, zombavam dele.
O Esposo de Ana quis fazê-la desistir de seu sonho – tentava comprar a paz de espírito dela com presentes e chegou a tentar convencê-la que ele era melhor que muitos filhos.
O Pai de Davi e seus Irmãos e até mesmo o rei Saul, não acreditaram que ele poderia ser Rei de Israel – Saul ao perceber que havia sim esta possibilidade passou até a persegui-lo, mesmo ele sendo agora seu genro.
Se ninguém acreditar em seus sonhos,continue sonhado,porque Deus tem prazer em quem ousa sonhar – mesmo que sejam Sonhos Impossíveis.
Deus esta comprometido com nossos sonhos,quando nós estamos comprometidos com os Sonhos de Deus.
Assim, devemos sempre nos preocuparmos para que os nossos sonhos sejam sempre compatíveis com seus sonhos.
Nunca esqueça que são sonhos de Deus que devem reger sua vida
(Pastor Sérgio para sempre um Sonhador de Deus.)


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Isaías 6 - Visão de Isaías

A Visão de Isaías 
Lembrem-se das coisas passadas, das coisas muito antigas! Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu.
Isaías 46:9 


Morreu o rei Uzias. Na verdade este não é o único acontecimento histórico ligado ao início do ministério deste Profeta. Na mesma época da morte do rei, era fundada Roma.

A visão que Isaías tem de Deus em meio a todo o caos nacional é do Senhor “Assentado” no trono. Sim, o Senhor não estava agitado, correndo de um lado para o outro, nem aflito. Mas está tranquilo, no controle de tudo e continua sendo o mesmo Deus glorioso e tremendo em seus grandes feitos! Isto no faz lembrar da ação criativa do Espírito Santo que pairava soberanamente sobre a Terra quando ela ainda estava em trevas e sem forma e vazia para que do caos surgisse a vida, a beleza e a ordem (Gênese 1.2)!
Deus não está indiferente ao que se passa na terra (3.13-26). Ele tem um plano de restauração (4.1-6; 6.. Deus reina soberanamente e tem um caminho na tormenta (Naum 1.3)! Ele dará ordem para que haja luz (Gênese 1.3).
E quando a luz passar a existir, trará para a claridade a mostra da Grandeza de nosso Deus. O que Ele tem reservado para aqueles que Nele confiam e esperam.
No momento de luto, quando o coração de Isaías estava ferido pela perda sofrida, Deus deu-lhe algo melhor, um ministério, uma visão, uma amostra do futuro.
A situação era crítica, nada cooperava pela paz, mas ao perceber que o Senhor estava calmo em frente a tudo, procurando alguém para fazer algo, para ser enviado por Mensageiro, o jovem Isaías oferece-se: 8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim (Isaías 6).
E esta frase mudou o ministério de Isaías, tornando-o um dos mais importantes Profetas em Israel e tendo a oportunidade de ser Aquele que profetizaria toda a vida e Ministério de Jesus.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

As lições de Davi e Urias [Elisabeth Lorena Alves]

E disse Urias a Davi: A arca, e Israel, e Judá ficaram em tendas; e Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados no campo; e hei de eu entrar na minha casa, para comer e beber, e para me deitar com minha mulher? Pela tua vida, e pela vida da tua alma, não farei tal coisa.
2 Samuel 11:11
Quando lemos este versículo percebemos  a grandiosidade do ato de Urias.
Amo esta mensagem e vejo nela as grandes oportunidades que temos. Algumas vezes escolhemos certo, outras vezes fazemos as piores escolhas e nem sempre ao escolhermos o certo, o resultado é positivo.

Urias fez uma escolha ética e moral louvável, mas os resultados foram negativos para ele.
A nobreza de Urias, seu proceder como soldado, respeitador da ética, mesmo que fosse só oral, ficou de exemplo para nós, mas custou-lhe a vida.
Por outro lado...
O desleixo de um homem bom, que deixou de seguir para a guerra com seus homens, originou um desejo proibido. 

Se o rei tivesse seguido seu costume tudo seria diferente.
Na verdade nem a morte de Urias, nem a morte do filho de Bate-seba, nem os pecados do rei são os maiores males  desta história. Não são as lições que devemos agregar a nossas vidas espirituais. O que existe ai é muito mais especial.
O que aprendemos com esta história toda é algo que vale para nosso dia a dia. Devemos aproveitar este aprendizado.
Muitas vezes ficamos apontando os erros dos personagens bíblicos, para  justificar nossos próprios erros. Outras vezes evidenciamos estes erros para enfeitar nossas mensagens, mas isto não tem importância, uma vez que estes erros todos foram perdoados.
Sim, o  que  se sobresái sempre é a Misericórdia de nosso Deus.

Conclusão
Esta história deixa duas lições, a primeira vem do rei: Devemos tomar cuidado com o lugar que estamos.  

Será que estamos no nosso ambiente de fato? Será que estamos agindo como é esperado? O importante  é fazer a nossa parte sempre e jamais passar aos outros nossa responsabilidade. 
Davi jogou em cima de Joabe a responsabilidade de rei ao mandá-lo para a guerra sozinho. Naquela época os reis de Israel acompanhavam seus soldados  durante o período de batalha. Lembre-se que foi assim que morreu Saul e o príncipe Jônatas, este último melhor amigo de Davi.
A segunda lição, sem dúvida, a melhor, é deste soldado. 

Urias nos ensina que devemos nos preocupar com os demais e sermos solidários com eles. Esta é a lição mais difícil, pois vai contra nosso orgulho.
Ele era um homem querido e o rei deu a ele o privilégio de visitar sua casa e ir ao encontro de sua bela esposa. Mas ele, de maneira nobre, preferiu seguir o costume dos soldados em tempo de guerra.
 Ele não se sentiu importante, não se viu como um amigo especial do rei que tinha vantagens em frente aos outros, seguiu a sua honra de homem de guerra e deitou-se de forma desconfortável entre os outros servidores do rei.
Mesmo dentro dos muros da cidade, ele estava submisso as ordens de Joabe, seu general.
Muito s de nós voltaríamos para nossas casas felizes com a nossa vantagem, afinal, o rei mandou! 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Chega o Carnaval



Chegado o Carnaval
... não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2.

Chega o Carnaval e sempre aparece alguém dizendo que vai evangelizar no meio da Escola da Samba. Primeiro eu me pergunto, como alguém consegue conversar ali no meio daquela batucada? Segunda pergunta, 52 semanas tem o ano e você escolhe evangelizar justo na do Carnaval? Terceira pergunta: Já percebeu que geralmente inventa de participar destes ''evangelismo'' aqueles irmãos que não gostam de visitas, usam o culto de oração para atualizar o Facebook e não tem compromisso com o Grupo de Evangelismo da Igreja?
Bem, na verdade os 'bem intencionados' fazem parte deste grupo. Criticam o trabalho outro, mas não trás uma solução melhor, apontam o dedo para o comportamento alheio sem notar seus próprios deslises. Acho que esta tribo é bem de descendentes dos fariseus da época de Jesus.
Se você realmente deseja cuidar das almas dos foliões, vá a Igreja e ore com os irmãos para que o Senhor dê mais oportunidade de vida para estas pessoas e que elas possam aproveitar seus dias e terem um encontro com Deus. Pedir a Deus também que você eu sejamos o canal que os levará a Deus.
O melhor modo de não se contaminar com o mundo é evitando contato com ele, principalmente em uma época em que tudo é permitido, em que as pessoas aceitam a promiscuidade e luxúria como algo normal só por ser Carnaval. O melhor modo de manter a sanidade é ficar longe dos loucos, dizem alguns, mas quando o assunto é comunhão com Deus, o melhor modo de evitar o pecado é manter-se longe dele. Nos demais dias do ano as pessoas são mais normais, seguem as normas sociais padrões e evitam os excessos. Nestes dias saia ao campo e evangelize, fale do amor de Deus, de Sua Bondade, Sua Justiça, sua Misericórdia, mas prove que você não é só mensageiro da Bondade, do Amor e da Justiça, seja generoso sendo mais que um crente com as pessoas, seja um ser humano que ama, que perdoa, que age com Justiça. Principalmente, quem realmente ama sabe o modo certo de falar a verdade, arranca a carne morta da ferida usando bálsamo e não fere mais a parte machucada. Assim é e deve ser quem evangeliza, deve saber o modo certo de dizer a Verdade.
Quem gosta de evangelizar deve sempre buscar a sabedoria do Senhor, esta que jamais erra em seu parecer e que não fere de morte, mas que na verdade gera vida. Quando oramos e buscamos a Deus para irmos ao encontro daqueles que precisam do Senhor, aprendemos agir de forma certa e alcançamos vidas ao Céu e não as perdemos. Jesus soube falar com a samaritana, disse a verdade a ela sem apontar seus pecados de forma a ferir seu amor próprio. Na verdade Jesus levou ela admitir sua própria situação. Ela disse a Jesus que tivera uma vida conjugal atribulada e que agora vivia com um homem que não era dela. Jesus apenas mandou ela chamar seu marido. Um grande exemplo para nós, a Sabedoria.
Então, neste Carnaval, deixe os foliões divertirem-se e fique com os irmãos em oração por estas almas para que tenham uma nova oportunidade de encontrarem com o Senhor.

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PS – A Igreja Casa de Oração mantem um relógio de Oração que inicia na sexta-feira anterior ao Carnaval e termina na Quarta-feira. Se você quiser pode participar. Você pode participar. Fique a vontade.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Nascidos de Novo [Pr. Sérgio Carlos da Silveira]




Nascer de novo
Baseado em Palavra do Pastor Sérgio Carlos da Silveira
Já pensou no que de fato significa nascer de novo?
Significa deixarmos nascer em nós a pessoa que o Senhor deseja, alguém compromissado com a Vontade de Deus, que aceite viver e fazer aquilo que Ele deseja para nós. Que não se envergonhe de tornar público o seu desejo de servir ao Senhor e segui-lo em comunhão.
Quando nascemos de novo o que nos incomodava antes perde a importância, o Espírito Santo passa a guiar nossas vidas e nós iniciamos um processo de mudança que pode levar algum tempo, mas aos poucos nos fará diferença. As pessoas não nos reconhecerão, não por evitarmos elas, mas por sermos diferentes dos demais, termos preocupação novas e sonhos novos, todos relacionado com nossa fé, com o amor ao próximo.
Ao crermos no Senhor e assumirmos nosso compromisso com o Senhor, começamos nossa mudança espiritual, nossas vidas vão sendo remodeladas , através de nossa Fé, e acabamos nos tornando defensores da Verdade, como verdadeiros Filhos de Deus. Assumimos a nossa real Identidade, pois em nosso proceder há amostras que provam que temos uma nova informação genética, que prova que somos filhos de Deus, por possuirmos agora este novo DNA.
Com o novo nascimento, vem novas responsabilidades, somos agora embaixadores de um Reino de Justiça, Bondade e Amor e nosso dever é agirmos de forma que estes valores estejam claros em nossas vidas e atitudes.

Jesus quando esteve aqui agiu sempre de forma Justa e Amorosa. Salvou Zaqueu por amor aquela alma, mas por justiça, afinal o Senhor conhecia o coração daquele homem e sabia quais as suas verdadeiras necessidades, conhecia suas fraquezas e sabia que ele era injustiçado, pois vivia debaixo da ira do povo, que o julgava igual aos demais cobradores de impostos. Jesus agiu com amor quando salvou o gadareno, pois este vivia ausente de seu convívio familiar, distante de seus amados e sua necessidade de maior era maior que de muitos, mas ele precisava de ser alcançado em meio aos seus temores e entre a possessão que vivia. Jesus agiu com Justiça quando salvou a mulher adúltera – que não era Maria Madalena – de ser apedrejada. Ao fazer aqueles homens perceberem seus próprios pecados, Ele exerceu a Justiça plena. Quando Jesus quebrou as bancas dos vendedores do Templo, agiu por Bondade; Ele estava pensando nas pessoas humildes que precisavam de adquirir os animais para serem usados nos sacrifício de perdão, mas tinham que comprar ali no pátio da sinagoga apreços altíssimos, com a desculpa da praticidade. Ele quebrou as bancas por amor e bondade e, quem sabe, por Justiça Social.
Só que nascer de novo não pode nos tornar duros e menos humanos, como alguns acreditam.
Quando Jesus chorou ao ver Maria sofrendo a morte de seu querido irmão Lázaro, Ele estava mostrando a todos os presentes a sua face humana, ali Ele mostrou-se aos demais como o amigo que sente a dor da perca de um ente querido e nada tem a fazer que apenas chorar. A situação era para que se mostrasse o milagre de Deus, do que o Senhor era capaz entre aqueles que de fato tem fé, mas antes de tudo, Jesus foi humano. E este é um exemplo que devemos levar para nossa vida, tanto secular, como espiritual.
Nascer de novo é tornar alguém pronto a entender as necessidade do próximo, tanto de amor, justiça quanto de salvação. Mas também nos torna sensíveis a entender que a salvação se dá pelo exemplo, que devemos testemunhas de Jesus através de nossos atos. No Evangelho vence as atitudes mais que as palavras. Devemos sim assumirmos nosso papel como cristãos, mas isto significa muito mais do que irmos à Igreja, participarmos dos cultos, observarmos a Palavra. Significa exercer a Justiça, a Bondade e o Amor. Sem isto não somos de fato cristão. Afinal cristão não é ser apenas seguidor de Cristo, é ter o mesmo proceder, como incentivou o apóstolo Paulo que fôssemos imitadores de Cristo.
Seguidor todos podem ser, mas com o tempo pode deixar de ser, mas quando nos tornamos filhos de Deus e agimos como Jesus age ou agiria em nossa situação, aí somos cristãos de fato e não apenas de Palavra. Verdadeiros filhos nascidos de Deus.

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