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domingo, 17 de junho de 2012

Vida Ministerial – Cuidando do Financeiro



Vida Ministerial – Cuidando do Financeiro
Muitos jovens que decidiram viver uma vida itinerante, reclamam que não encontram uma jovem disposta a casar com eles e viver de forma a confiar apenas em Deus. Na verdade elas não estão de todo erradas. Enquanto um jovem estuda e se prepara para fazer a Obra deve sim providenciar algo para suster sua família, caso a Igreja em algum momento não possa provê os víveres necessários para a manutenção de sua casa.
Sei que muitos me dirão que estou agindo como uma pessoa sem fé. Mas não é este o problema. Quando um jovem tira uma moça da casa dos pais, esta tornando-se responsável por ela, mesmo que ela tenha seu próprio trabalho. Mas quando falamos de pessoas que possuem um ministério pessoal itinerante o problema agrava-se, pois a jovem que tinha antes uma vida profissional vai passar a depender dele.
Se o jovem providencia logo uma casa, no futuro, quando se fizer necessário deixar a Obra por qualquer motivo terão um lugar para voltar.
Deus provê em nossas vidas, mas existe muitos exemplos na Bíblia de homens trabalhando e já que pode vir a existir a necessidade de obreiros itinerantes, cabe a estes antes de abandonar tudo, providenciar um lugar aonde pousar a cabeça quando a situação apertar. Se seguirem para a Obra, mas deixarem atrás uma casa, por exemplo, poderá conseguir desta uma ajuda para as suas despesas, pois alugar uma casa é algo seguro. É como as tendas que Paulo fazia. Muitas vezes recebeu ajuda da Igreja, mas ele adquiria também fundos para manter seu ministério com o seu trabalho. E Paulo nem era casado.
É uma questão de amor próprio providenciar um ponto de apoio para a vida, mesmo sendo um obreiro que não pretenda se casar. E amar a si mesmo é uma necessidade para sabermos basear o amor que temos pelo próximo. É necessário pensar na família que será constituída, cuidar da Saúde, cuidar do Corpo e muito disto demanda o uso do dinheiro.
Muitas Igrejas estão sempre exigindo dos mais jovens um comprometimento maior não explicam que os problemas serão difíceis de enfrentar. E outras denominações apressam em jogar sobre ombros mais jovens as suas próprias responsabilidade. Enquanto jovens felizes em fazer a Obra de Deus deixam suas vidas, pastores e obreiros locais continuam suas carreiras de ostentação. Por isto mesmo os jovens que decidem levar uma vida direcionada ao Ministério devem estar com seus olhos abertos.
Muitas Igrejas não assumem os missionários e obreiros itinerantes quando eles acidentam-se e já não podem ser úteis a Igreja, impossibilitados de dar continuidade ao trabalho ministerial. Assim estes acabam esquecidos no meio da Igreja, sem nenhuma assistência. É pensando nisto que relembro a importância de se ter uma fonte direta de renda, para que 'quando aparecer os dias maus' possam ter algo em que se agarrar.


Qual é sua escolha? E quais são os planos do Senhor?
O ideal a qualquer obreiro, sendo jovem ou não, é saber se esta fazendo a escolha certa, se abrir mão de sua vida é algo que o fará forte. Deus não quer nosso coração dividido, nos quer por inteiro, mas muitas vezes estamos buscando do Senhor uma resposta que nos agrade, que se molde aos nossos desejos. Só que muitas vezes a resposta do Senhor para nossa vida é outra e infelizmente abrimos mão, escolhendo justamente a que não agrada do Senhor.
Diferente do que se acredita de forma corrente, sobre Deus está preocupado com quem deseja salvar, na verdade não há nada mais errado que esta ideia. Deus quer qe sejamos felizes e abençoados e, muitos de nós, que desejamos ardentemente sermos como Paulo, temos temperamento quando muito para sermos como Ananias.
Ananias, mesmo não aparecendo com tanta frequência na Bíblia, deu-nos uma grande lição: Mesmo confiando em Deus, deixou claro ao Senhor os seus temores, mas também assumiu a vontade de Deus e seguiu adiante, em obediência ao Senhor.
Se ao fazer uma análise de sua vida o jovem obreiro encontrar uma resposta diferente da que esperava, pode deixar de ser Paulo e tornar-se como Ananias. Não sabemos qual os planos de Deus para a nossa vida, apenas aceitamos o que Ele quer para nós.
Se por acaso Deus interrompe um ministério, transformando o jovem em Ananias, imagine quantos Paulo este poderá conquistar? Quantos olhos abrirá através da oração e da Palavra?
O que todo obreiro precisa aprender, é que deve orar por sua própria vida, pelo seu ministério e propósitos e jamais permitir que as pessoas condicione sua vida a um ministério vazio.
Que jamais esqueça do importante, se está em suas mãos, faça direito: Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças (Eclesiastes 9:10). Sim, fazer a Obra do Senhor dentro de nossas forças, mas jamais ultrapassar a vontade do Senhor, para sua vida.
Que estas considerações possam abrir os olhos dos jovens e eles possam dar continuidade aos seus ministérios e que a Causa do Senhor cresça cada dia mais. E que possa dizer: O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; (Isaías 61-1). Pois aquele que foi escolhido e ungido pelo Espírito do Senhor para levar as boas-novas, por certo fará tudo o que o Senhor direcionar sempre.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vida Ministerial - Casamento

Quem encontra uma esposa acha uma coisa boa; e alcança o favor do Senhor. (Provérbios 18:22)


Casamento
Acredito que um dos maiores erros do cristão, principalmente enquanto obreiro e na juventude, é a aproximação da chamada idade do Matrimônio. Na verdade, as pessoas não percebem que esta escolha é determinada mais pelo seu organismo, seus hormônios que sua vontade racional.
E durante o tempo em que se aproxima esta necessidade de possuir as raízes de um lar, os jovens começam a se fazer perguntas, cada um as suas próprias, mas todas relacionadas a quem unirão suas vidas através do casamento. Uma grande maioria dos jovens se pegam em suas paixões e acabam resolvendo a questão eles mesmos sem questionar ninguém, mas quando falamos de jovens que tem um ministério pessoal a coisa muda de figura.
Os jovens que os cercam se intimidam por achá-los muito espirituais e os ditos adultos resolvem interferir com todas aquelas informações e interferências que acaba criando mais insegurança e claro, alguns acabam confusos e acabam optando pela solidão.
Muitos outros acabam em casamentos fadados ao fracasso simplesmente por que entraram na barca furada de buscar em Deus um companheiro.
Na minha opinião, humilde e sem rodeios, Deus não se infiltra nesta história de casamento, para mim Deus não une pessoas, mas une propósitos. Mas quem encontra a pessoa ideal somos nós.
Quem sabe de suas reais necessidades é você e não pode empurrar para outra pessoa as suas responsabilidades.
Para encontrar um companheiro a sua altura, o verdadeiro obreiro precisa fazer algumas perguntas a si mesmo – na verdade todos os jovens deveriam se fazer estas perguntas:
  1. O que eu quero para minha vida?
  2. O que vou fazer para alcançar meus objetivos?
  3. Qual a importância de meu ministério pessoal para a minha vida?
  4. Meu ministério é definitivo?
De posse destas resposta o jovem agora deve enumerar as qualidades de sua companheira.
Primeiro, tem que observar se a pessoa em questão esta de acordo com seu ministério. Depois se ela apoiará sua escolha ministerial, se tem noção do que terão que abrir mão para continuarem juntos e ainda exercer o Ministério junto com você.
É válido aqui salientar que muitos casais acabam se afastando, mesmo que continuem casados, simplesmente porque ambos querem continuar a prática de um ministério em separado. Muitas esposas não conseguem auxiliarem seus esposos por acreditarem que elas também tem um ministério pessoal a desenvolver e assim, começam os problemas. Particularmente acredito que a esposa deve auxiliar seu marido em seu ministério, ela passa a ser parte do que ele faz, auxiliando-o em todo o tempo. E em alguns casos, são os esposos quem se adequam ao ministério da esposa e juntos caminham para a realização da Obra de Deus, cuidando também em serem felizes.
Segundo, não espere que Deus resolva seus problemas emocionais, afinal Ele já te deu o essencial: Juventude, beleza, animo e vida. Encontrar a pessoa certa para auxiliá-lo em seu ministério não é uma tarefa difícil, mas é a sua parte.
Assim, procure uma pessoa sábia, que te entendam cuide de você e aceite partilhar contigo seu ministério – afinal isto é submissão, estar abaixo da missão de alguém. Esta pessoa tem que ter a capacidade de ouvir e entender você, saber dar uma palavra de apoio, pois existem momentos que exercer um ministério, seja ele qual for, se torna uma tarefa difícil e tendo alguém que dê apoio, fica tudo mais fácil.
Sei que esta busca, por um cônjuge adequado, pode tornar-se complicada pois envolve muitos aspectos e na maioria das vezes a aparência influi muito, é natural quando se é jovem – e até quando não se é tão jovem assim – mas o que importa é classificar as qualidades que esta pessoa precisa ter.
O essencial mesmo é encontrar alguém e iniciar suas análises. Manter os olhos abertos a todas as possibilidades e continuar orando. E namorar ainda é o melhor meio se conhecer uma pessoa.
Terceiro, preste atenção como esta pessoa trata os outros. Para um jovem obreiro, é importante saber se aquela pessoa que vai acompanhá-lo em toda sua vida, é uma pessoa atenciosa, se cuida bem da Obra de Deus. Assim, deve-se prestar atenção como ela interage com as pessoas de seu convívio e como ela trata a Obra de Deus. Afinal, não se deve fazer a Obra de forma relaxada.
Seguir fazendo a Obra sozinho nem sempre é uma boa opção, principalmente quando se é homem. Existem muitas outras coisas envolvidas neste processo e ter alguém que o auxilie se torna, na maioria das vezes uma prioridade.
Sempre que tenho oportunidade de aconselhar um jovem – embora não goste – digo-lhe, deixe de esperar por Rebeca e vai atrás de Rute, ou Boaz, quando o jovem em questão é uma moça. Gosto de imaginar que existe sim pessoas mais maduras, mesmo em tenra idade, eu mesmo fui uma desta, logo cedo já sabia o que desejava.
Quarto, tenha sabedoria em suas escolhas. Preste atenção no que de fato é importante, verifique quais são suas reais necessidades em todo o tempo, não perca o foco.
Muitos jovens são mal aconselhados durante sua busca, principalmente no tocante a esperar. Devemos esperar sim em Deus, mas fazer a nossa parte e escolher alguém é sem dúvida a nossa parte. Com todo o respeito que as demais pessoas merecem, não é Deus e nem os “profetas” que vão viver contigo.
Infelizmente muitos dos jovens que estão na Igreja não assumem nenhuma responsabilidade e tem atitudes que comprovam o total descomprometimento com Deus. Muitos não querem nada a sério, só perder tempo em namoros vazios de significado.
O casamento não pode ser visto apenas como algo condicionado a Obra. Se um dia deixar de fazer a Obra, vai continuar casado, por isso mesmo a pessoa tem que saber escolher. Existe muito mais a se procurar em uma pessoa antes de contrair casamento. Existem os aspectos da convivência enquanto casal, a compatibilidade, a amizade, atração. E tudo deve ser considerado quando se busca alguém.
Quando você equivoca em relação a pessoa com quem se casou o problema é maior, por isto mesmo averiguar seus sentimentos antes de firmar compromisso. Até porque um casamento ruim dificulta o trabalho na Obra e já vi muitos jovens promissores terem suas vidas ministerial destruída por um péssimo casamento. E vi muito de perto, sei o quanto as pessoas envolvidas sofreram com tudo isto. Quando um casamento fracassa a Obra ou fica comprometida e não devemos fazer nada para Deus de forma relaxada: "Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente! " (Jeremias 48:10).
Quinto, nunca, jamais pense em contratar casamento com uma pessoa que pensa diferente de você, que veja a fé de forma diferente, pois mesmo que esta pessoa seja da igreja, ainda assim, é desigual: Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? (II Coríntios 6-14). Sim, infelizmente em nosso meio existem muitos que pensam de forma diferente de nós e sem nenhum compromisso com Deus, assim, nossos jovens precisam sim tomar cuidado com suas escolhas.
Que o Senhor fale melhor aos corações!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vida Ministerial - Cuidando do Emocional

Cuidando do Emocional
"Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome." (Salmos 23-3)

Acredito, pela minha experiência, que na vida ministerial a prioridade sempre seja o indivíduo, o próprio ministro.
Sabe-se que Jesus valorizava a pessoa enquanto indivíduo, foi por isto que Ele deu atenção a mulher que fora hemorrágica, enfrentou o desprezo de uma cidade inteira para salvar a vida de um endemoniado, conversou animadamente com Pedro quando o inquiriu sobre amar a Ele por 3 vezes. A cada um Jesus tratou as feridas da alma. A mulher curada daquela hemorragia estava livre de seu problema físico,mas trazia em seu coração a dor do desprezo de 12 longos anos, Jesus a curou dando-lhe atenção, foi seu Psicólogo. Ao morador de Gadara ele trouxe alívio e paz, pois não se importou em ser enxovalhado da cidade, mas nela entrara e fora ter com ele e o curara a alma e foi esta cura que tornou aquele homem um missionário e não a libertação apenas. O mesmo se deu com Pedro, que o traíra quando de seu mal fadado julgamento e morte. Quando Jesus se dirigiu a Pedro, tratou-lhe a alma, provou-lhe que o perdoara e isto foi o que fez com que este homem se tornasse ferrenho defensor do Evangelho.
Eu poderia continuar, citar ainda Zaqueu, mas minha intenção não é me alongar nisto, é apenas introduzir o tema Prioridade.
A prioridade de um obreiro é seu ministério, concordo, mas antes deve ser sim o ministro, só alguém que esta bem, exerce bem seu trabalho na Obra, pega no arado e não abandona. Se bem que existe o que não abandona, mas faz o trabalho relaxadamente, simplesmente por falta de animo, pois no fundo tem o coração ferido.
Estar curado é essencial para dar continuidade a Obra.
Ora, obreiros doentes geram obreiros doentes e isto é muito importante esclarecer antes de continuarmos.
Existem todo tipo de lenda quanto ao comportamento de um obreiro, como deve se portar, o que deve fazer e tudo o mais, só que ninguém se importa de fato com o que acontece com um jovem que tem sua chamada logo na juventude e é lançado no ministério sem qualquer preparo emocional.
As pessoas apresentam-lhes um amontoado de regras e exige dele um comportamento ético, mas não pensam neste jovem como alguém com outros desejos. Muitos obreiros apresentam desgaste emocional e ninguém percebe, pois não sabem o que dizer a ele. Mas a Bíblia esta recheada de conselhos práticos sobre o comportamento humano. Devemos aprender sobre como agir com os nossos irmãos de forma correta, cuidar dos jovens que se mostram ativos e prontos para colocar a mão no arado.
Ao longo dos anos temos visto jovens que se destacaram no início de suas vidas ministerial perderem o foco e deixarem o plano inicial e outros até se afastam dos caminhos de Deus, simplesmente por não encontrarem o apoio que precisavam e que muitas vezes nem perceberam precisar.
Veja o caso de Timóteo, Paulo preocupava-se com ele não só como obreiro, ensinava-lhe a valorizar o que aprendeu em casa (Valor a Família), ensinou-lhe diminuir a força do vinho por causa de seu problema no estomago ( preocupação com o indivíduo), além de dar ao jovem pastor coordenadas ministerial. Timóteo não estava sozinho, ele foi muito bem assessorado pelo apóstolo Paulo.

Saúde Emocional
O jovem que se dispõe seguir uma vida ministerial, deve ser informado desde o princípio que o caminho não é fácil, mas deve encontrar também obreiros mais experientes que sejam capaz de orientá-lo nesta jornada.
Deve-se abrir os olhos destes jovens para prestar atenção em suas próprias escolhas, se ao preferir seguir a Deus como missionário, por exemplo, não estará enterrando os seus sonhos pessoais e se isto não lhe ferirá na frente. Devem-se informá-los de que existem outras formas de exercer um ministério sem ter que abandonar a sua própria vida.
Muitos ao ler esta mensagem poderão me confrontar com uma grande verdade dita por Jesus: Aquele que perde sua vida por amor de mim, achá-la à (Mateus 16-25), mas Jesus estava falando de uma opção consciente. Ele não estava falando dos arroubos juvenis da Fé. Jesus quando teve aquela conversa na beira da fogueira com Pedro, estava perguntando a ele se sua opção era pessoal, se ele continuaria apesar dos pesares e isto fez a diferença na vida do discípulo, ele deixou tudo para trás e seguiu seu caminho. Sim,o ministério de Pedro tornou-se algo pessoal, seu próprio objetivo, não era a Obra de Deus, era o Projeto de Pedro. Quando torna-se um Projeto pessoal, o ministério se torna mais leve, pois quando percebemos que o cansaço vem – e ele vem – nos lembramos que a escolha foi nossa e que ela foi tomada em um momento de lucidez.
Jesus espera isto de nós. Lucidez,clareza de raciocínio.
Pessoas curadas trabalham melhor, quando um coração esta doente, o trabalho não gera frutos saudáveis. Por este motivo existem ovelhas doentes, pelo despreparo de pastores que também foram cuidados de forma equivocada.
É muito importante lembrar que Jesus deseja que amemos os outros como nos amamos e uma pessoa doente na alma, tem problemas emocionais, baixa estima e assim, como pode basear seu amor em si, se o amor a si esta comprometido?
Curar-se a si mesmo ou procurar a cura é muito importante. Orar buscando-a também é importante, pois ao falarmos com Deus ouvimos nossa própria voz e assim percebemos o que é preciso fazer para nos libertarmos de uma tristeza escondida, podemos reconhecer aonde dói, aonde está nosso problema. É orando que encontramos o refrigério (Salmo 23-3).
Louvo a Deus pois sou hoje de um ministério que zela pelo indivíduo. Preocupa-se com o ser humano como alguém especial, um ser único que necessita de tratamento específico e mesmo eu, tenho passado muitas vezes por estes cuidados que me fazem bem a alma e me permite ir longe, mas estar perto, ligada a um Projeto que se tornou meu: Curar almas.
Pense comigo.
Quem curou o aleijado? Jesus. Mas o que Jesus valorizou quando o despediu? A fé do que fora enfermo. Pense bem e tente ser melhor para estar pronto para tomar a cruz por opção e seguir Jesus, reconhecendo em todo o tempo que o caminho é longo e árduo, mas que nada o fará desistir, pois a cruz é sua e é você que vai morrer ao final.
Que Deus fale mais ao seu coração.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Irmã Beth - Separada para o Ministério


Irmã Beth - Separada para o Ministério





PARA QUE TODOS OS IRMÃOS EM CRISTO SAIBAM QUE:
À PARTIR DESTA DATA NOSSA IRMÃ BETH ESTA SEPARADA AO MINISTÉRIO MISSIONÁRIO PARA OBRA DE DEUS
( Pastor Sérgio)
· · · há 28 minutos ·

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