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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Deus não é injusto...



Acusações contra a Justiça de Deus

Baseado em: Pastor Sérgio Carlos da Silveira
Sugestão de Leitura
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;
Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?

Mateus 5:44-47

Constantemente aparece alguém afirmando que Deus é injusto. Na verdade as pessoas costumam ver em Deus as atitudes mas mesquinhas que na verdade pertencem ao homem. O modo de justiça humano é atribuído a Deus, tanto por aqueles que negam a existência do Eterno como, muitas vezes por aqueles que se dizem seus servos, mas a Bíblia desmente esta teoria de que há Injustiça em Deus. Na verdade Deus é justiça e seu caminho é justo.
Na verdade não existe alguém mais justo que o Senhor, afinal, a Bíblia nos ensina que Ele faz com que o sol e a chuva venham para todos, sejam eles bons ou malignos, sejam eles justos ou injustos.
O que as pessoas não conseguem entender é que existe coisa que é nossa responsabilidade. Se há fome na terra, ela é problema do homem que não se preocupa com o seu semelhante. Se as leis humanas são falhas, a culpa é dos que elegem os que fazem as leis. Se há o acumulo de assassinos e outros criminosos sobre a face da terra, é responsabilidade dos que fazem as Leis e criam fugas em seus artigos que possam beneficiar pessoas que deveriam estar afastadas do convívio social. No Brasil por exemplo, os que descumprem as leis obtém mais benefícios do que aqueles que as cumprem.
As pessoas esquecem-se que a Terra é sua morada atual e como toda a casa deve ter normas que faça com que ela funcione e que tudo corra a contento. Deus não é culpado por Hitler ter feito o que fez, por Stálin ter sido quem foi e por Franco quase destruir a Espanha, Deus não tem culpa por nossas próprias decisões. Cada um de nós tem sua própria responsabilidade no que acontece sobre a terra. Todos nos podemos fazer escolhas que nos permita viver bem e em paz com o próximo.
Quando percebemos que ir por um caminho pode trazer risco para nossa Saúde ou Segurança Pessoal e mesmo assim continuamos, como podemos cobrar de Deus por algo que venha ocorrer como resultado de nossas escolhas?
Quando construímos nossas casas na ribanceira, perto do lixão municipal ou na barranca de um rio, é fácil imaginarmos os resultados advindos desta escolhas, chuva, enchente, explosões e desmoronamentos por certo acontecerão.
Se não existe investimento em Saúde e a Medicina Preventiva é desprezada, as doenças tomarão conta do planeta. Nem é preciso muito esforço para chegarmos nesta conclusão. Se não evitamos o que é ruim, as consequências virão sobre nós.
É a velha história do plantar: Você escolhe o que quer colher é na hora de espalhar a semente. Afinal, o plantio é opcional, mas a colheita é sempre obrigatória e, não adianta esperar colher banana se o que semeou foi espinheira brava.
Agora, quando pensar em acusar a Deus pelas injustiças que há na Terra, observe quais delas não são responsabilidade dos homens. E não esqueça, se por um caminho antes passou um rio, as suas águas trazem em si a informação de que existe um lugar para retornar, então, não construa sua casa nas encostas, não firme seu alicerce na areia da praia, afinal Jesus aconselhou que você fizesse sua casa na Rocha.
Deus é Justiça. Jamais se abaixa a condição humana para resolver o que nos é possível.
Pense bem. E Leia mais a Bíblia.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Zaqueu, quando a árvore é teu esconderijo

Zaqueu, quando a árvore te esconde
Introdução
Zaqueu era um cobrador de impostos. Diz a Bíblia que ele subiu à uma árvore para ver Jesus.
Para ele a árvore era mais um meio de se esconder e ver em paz o Cristo que passaria por ali. Descer da árvore não é o que mais importa em certos momentos, pois aquele homem estava ferido em suas convicções, ser cobrador de imposto era uma posição importante, mas vergonhosa pelo que representava, pois era tirar de seus irmãos o que eles tinha e dar a Roma, o dinheiro recolhido pelos coletores não iam para os cofres públicos de Israel, eram levados para Roma e nestes casos, como a História Geral nos mostra, estas cobranças são exorbitantes e lesam a população duas vezes. Quem não se lembra de Tiradentes que se revoltou contra os derrames?
Assim vivia o povo de Israel, sofrendo as opressões políticas e administrativas e tendo em suas portas os coletores de impostos que faziam suas próprias leis tributárias, pois cobravam o que era devido e ainda mais, tirando dos povos os seus bens.
Neste cenário vivia Zaqueu, oprimido pelo ódio da maioria das pessoas e, por certo, odiado até por seus próprios serviçais. Mas diferente da maioria daqueles homens ridos que circulavam por ali, rodeado de amigos e de dinheiro, Zaqueu era oprimido por um vazio constante que nada preenchia e seu coração vivia amargurado. Sim o poder que ele exercia sobre a maioria das pessoas mais humildes que ele não lhe trazia paz, ele tinha um segredo. Um segredo perturbador, ele queria conhecer Jesus, mas sabia que era alguém puro de coração e quer era tido pelo povo como um santo. Claro que um homem assim abominava sua profissão, por certo o veria como a maioria das pessoas, como um simples ladrão.
É bom lembrarmos, como diz o pastor Sérgio, que ele não é chamado de ladrão, como dizem muitos. A Bíblia, ainda nas palavras do pastor Sérgio, que não esconde os defeitos de seus personagens, não declara que Zaqueu era ladrão e ele não assume isto, pois quando diz que restituirá a quem tenha lesado, diz claramente se por acaso. Sim, ele trabalha com uma suposição.
Voltemos ao cenário onde habitava o miserável Zaqueu. Ali estava ele em sua dor e desejo permanente, mas com seus medos e, para piorar tudo, ele era baixo. Sua estatura tornava pior sua situação pois ele jamais veria Jesus se por acaso Ele passasse por sua cidade.
Uma cidade agitada?
Naquele dia – imaginemos como aconteceu pela ótica de Zaqueu – o dia começou como outro qualquer e ele sentou-se à mesa para seu café da manhã costumeiro, antes de seguir para o trabalho, os empregados da casa pareciam mais agitados, mas assim mesmo ele fez suas atividades matinais, alimentou-se e iniciou sua jornada.
Só que a cidade também parecia agitada – ainda imaginando – os transeuntes pareciam apressados, seguindo todos em determinada direção, mas Zaqueu seguiu seu percurso diário, apegado as suas próprias preocupações, no entanto aquilo foi entrando em sua mente e ele prestou atenção. Foi quando notou que as pessoas apressadas falavam algo de Jesus. Ele parou, irrequieto, lembrando-se de seu desejo secreto e a multidão foi surgindo em sua direção. Como ele imaginara, realmente não podia ver Jesus. Mudou sua caminhada, como quem volta para casa e lembra-se quelogo ali há uma árvore grande, tem alguns espinhos, mas quem sabe poderia subir como fazia quando era ainda um menino?
Ao chegar à árvore, Zaqueu subiu e se escondeu ali, queria ter certeza de ver Jesus!
Voltemos ao que a Bíblia relata: Jesus ia passando, parou embaixo da árvore e dirigiu-se ao homem que estava ali, chamando-o pelo nome. Pediu que ele descesse da árvore pois desejava cear na casa dele.
Imagine a felicidade deste homem! A felicidade e o temor que encheu seu coração.
Só que ele obedeceu e naquele dia aconteceu algo impossível aos olhos dos demais: Jesus ofereceu-se para entrar e entrou naquela casa. Alimentou-se com aquele homem e o salvou.
Para nós...
Não interessa o que as pessoas dizem sobre nós, se julgam nossas atitudes sem nos conhecer, se falam por nossas costas, se planejam o nosso mau, se ajuntam-se para nos destruir simplesmente por acreditar que somos diferentes deles. O que interessa mesmo é que o Santo, o Irrepreensível, o Grande, Conhecedor de todas as coisas, nos ama.
Jesus nos aceita como somos. Se há algo que precisa ser mudado, será conduzido às mãos do Espírito Santo que completa a boa obra em nós!
Aleluias!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Preparado no Vale

Preparado no Vale.
Introdução
Davi era ainda um jovem desconhecido. Escolhido Rei pelo Senhor, mantinha sua vida longe dos holofotes de então, era por se dizer, um total desconhecido. Poucos conheciam-no como irmãos de soldados do Exército de Israel, pois ele permanecia no capo, recolhido aos seus afazeres de pastor de ovelhas.
Esta era a maior vantagem de Davi sobre Golias e o Exército filisteu: era um desconhecido. Desconhecido sim, mas não covarde. Enquanto Davi se portava como um filho obediente, consciente de suas obrigações para com a família, Golias era um homem fazia sua fama nos campos de guerra, ele e seus irmãos. Forte, violento e assustador dado o seu tamanho descomunal, Golias se destacava entre os demais também por saber minar a confiança de seus inimigos com a palavra. Sabia desafia muito bem e usava este poder contra aqueles que queria atemorizar.

Heróis com Medo?
Davi estava no campo quando seus irmãos foram para a guerra. E no campo continuou até ser chamado por seu pai, Jessé, para ir levar suprimentos aos irmãos e trazer notícias deles.
O cenário que encontrou ali era desanimador.
De um lado Israel amedrontado, de outro os filisteus audaciosos, firmes na confiança de que já eram vencedores.
Só que não há vencedor sem luta.
Se a luta acabasse ali, com os filisteus invadindo as terras de Israel e sitiando-a, roubando seus bens e levando cativo os seus filhos e príncipes, os judeus teriam sido vencidos pelo seu próprio medo e não teria de fato perdido para o povo da Filisteu. A guerra perdida seria sobre sua própria confiança.
Enquanto Davi estava campo, vivendo sua vida pacata, Golias desafiava e isto já por 40 dias o Exército de Israel. As afrontas lançadas aos judeus tinham minado a confiança dos soldados e de seus líderes. Ninguém se habilitara a enfrentar o gigante amedrontador e o grande inimigo respirava blasfêmias e ameaças contra os costumes de Israel, contra seu Deus e imagino, muitas outras ameaças e palavras vãs, mas que foram pouco a pouco minando as esperanças dos soldados de Saul e até do próprio rei hebreu.
 
Um soldado treinado no Campo?
O que Golias nunca imaginava era que vinha pelo caminho, munido de alimentos e de uma coragem férrea, um jovem desconhecido, que não teia a ninguém e que vinha mesmo só alimentar seus irmãos e agradar os líderes do Exército, para conseguir informação para seu pai.
Quando Davi chegou a história mudou, mas ninguém percebeu ou sabia disto.
Davi estava acostumado a viver nos vales e a cultivar o silêncio, pois dele dependia sua segurança e a segurança de seus animais. Seu ouvido era treinado para conhecer passos de ladrões de reses, de lobos famintos, leões e ouros animais de grande porte ansiosos por almoçar uma ovelhinha perdida entre os galhos. E Davi estava acostumado a enfrentar os sons que aparecia co coragem, este era seu diferencial. Davi não se deixava vencer por sons, ele os procurava e os exterminava, fazia parte de seu trabalho como pastor.
Viver no vale era um dos maiores diferenciais do jovem pastor de ovelha.
Quando ele ouviu as afrontas de Golias, partiu para cima com sua fé e com as armas que conhecia. Não pensou em mais nada. Para ele aquele homem incauto, estava zombando do Exército de seu Deus, Jeová, assim sendo, ele convenceu o rei, o general e seus irmãos de que estava pronto para enfrentar aquele inimigo.
Não há nada que possamos dizer ou fazer que possa representar os sentimentos de Golias ao notar que lhe mandaram um menino para enfrentá-lo. Nas terras de seu povo havia também pastores e com certeza, ele de pronto reconheceu que lhe enviavam um inimigo despreparado. É bom lembrarmo-nos de que as roupas oferecidas por Saul não couberam no jovem Davi este seguiu para frente de Golias suas próprias vestes e sem armas de guerra.
Acostumado que estava a lidar com feras, quando Golias afrontou-o Davi retrucou com sua Fé, era a sua maior arma e contra ela o gigante não podia. Com seus olhos treinados nos baixos e altos dos vales, Davi notou o ponto fraco do gigante. Lançou-lhe uma das pedras e para espanto de dois grandes Exércitos, tombou ao chão o herói mais afamado da Filístia.
E naquele dia, o povo de Israel conheceu a força, determinação e fé de seu futuro rei, sem sabê-lo ser de fato um príncipe escolhido por Deus.

Para nós...
Muitas vezes vemos muitas pessoas reclamar que vivem no vale, que são provadas constantemente, que suas vidas estão sempre em risco. Algumas afirmam que matam um leão por dia para viver e claro, é comum ouvirmos suas lamúrias e choro e até nos solidarizarmos com elas, mas na verdade, este é o melhor tempo de suas vidas.
No vale temos aguçadas as nossas percepções, temos oportunidade de treinarmos as nossas defesas, aprendemos reconhecer os inimigos, conhecemos a nossa verdadeira força e, principalmente, desenvolvemos a nossa fé.
Toda vez agora que notarmos que as lutas vem sobre nós, procuramos pensar que isto é para nosso proveito, pois é no vale que somos preparados como melhores soldados e, o nosso inimigo nem desconfia que estamos sendo disciplinados para a luta e, quando o enfrentarmos, não será preciso muita coisa para vencê-lo: usaremos antes de tudo, a nossa fé!
Aleluias!


domingo, 22 de abril de 2012

Cuidados com sua habitação - Templo Novo

Em Ageu 2, uma passagem muito lida e muito afamada, Deus nos deixa algumas lições importantes e eu não devemos jamais esquecer, pois fazem extermo bem à nossa caminhada diária:

  • Deus mostra ao povo que, embora a santidade não possa ser transmitida mediante contato, as influências corruptíveis do pecado não deixa de ser transmitida. Sim, o pecado é contagioso, a santidade não.
  • Não devemos esquecer que  morar na terra santa não torna ninguém santo, ao passo que o pecado profana tudo o que o povo faz, inclusive os atos de adoração. Se observarmos os frutos de outros ditos cristãos, observaremos exatamente isto, os cultos de alguns estão contaminados por costumes que não são bíblicos e mesmo assim hoje são difundidos como certos e verdadeiros e a leveza do verdadeiro culto se perdeu.
  • Deus esclarece ainda que se o povo não foi abençoado, a causa é a desobediência. Muitas vezes estamos preocupados em viver por nossos próprios meios, fugindo da vontade do Senhor e procurando adequar a Fé aos nossos próprios métodos, mas se seguimos a Cristo, temos que abraçar seu modo de vida e, jamais esquecermos que fazendo isto estamos abraçando uma cruz e com ela morreremos.
  • As bençãos do Senhor só vem quando buscamos e obedecemos os mandamentos do Senhor. E esta não é uma promessa nova, vem conosco desde os dias de Moisés.
  • A glória da Segunda Casa será maior que a primeira, mas para que isto ocorra é necessário que os alicerces antigos sejam retirados e todo o resto de construção do passado seja exterminada, pois Deus não usa lixo para refazer o Templo, na Obra do Senhor não é possívela reciclagem, Ele quebra tudo, limpa o terreno, aplaina e coloca novos alicerces, só assim as novas paredes são levantadas, sem os vívios da primeira, sem nada que a lembre.
  • Nunca se esqueça: Deus não usa material dos outros para construir, Ele molda tudo novo, não usa ferro retorcido e sujo, trabalha direto em nosso coração e a construção é sempre um espetáculo.

sábado, 21 de abril de 2012

Crentes temporão


É perigoso ser crente temporão

Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu meu clamor (Salmo 40-1)
Não sabe esperar
Na Igreja há vários tipos de cristãos, mas com certeza um dos piores, de fato, é o crente temporão. Talvez seja necessário definirmos antes de mais nada o que é ser temporão.Na agricultura, significa aquilo que vem antes do tempo próprio; prematuro. Mas, evoluindo semanticamente, passou a agregar também o sentido do adjetivo serôdio, ou seja, tardio. Assim, hoje significa "aquilo que vem quando não mais se espera" ou aquilo que vem fora de tempo, quer antes, quer depois do tempo apropriado. O fruto temporão nem sempre tem força ou adquire as qualidades exatas comuns à sua espécie. Pode apodrecer até no pé em alguns casos, simplesmente por ter nascido fora da época e não ter aproveitado os nutrientes necessários para sua estrutura.Crente temporão é aquele crê no momento do “Recebe!”, então passam os dias, vem outra prova ele já esta descrente. Onde está sua raiz? Na verdade, por ser um fruto atemporal, não encontra em si mesmo a força necessária para permanecer na Palavra, que deve ser em todo o tempo a terra fixa de nossa raiz.Quando o crente vive atrás de profecias e de recados de profetas, mostra que esta fraco, com a rais exposta e não sabe onde ou como buscar a Palavra em Cristo. São pessoas que aceitam todo tipo de conversa, desde que satisfaça seus anseios pessoais e, mesmo que esteja fora do que a Palavra recomenda. Jesus nos ensinou que não devemos andar atrás de profetas, que se disserem que Ele está em determinado lugar, devemos seguir por outro caminho, pois os que são alardeados como o Messias, são na verdade os lobos que querem fazer perder Suas ovelhas. Somos nós quem devemos fugir dos que pregam um Evangelho cheio de promessas vãs e sem fundamento bíblico. Nós, enquanto árvores, devemos continuar fixos próximos ao Rio, só assim receberemos tudo o que precisamos para nos mantermos fortes. Na verdade, precisamos trazer para dentro de nós as águas do Rio da vida e tornarmos nós condutores vivos desta Água salutar que pode salvar muitas pessoas. Quando corremos para todos os lados, estamos provando que somos plantas sem raízes e como tal jamais daremos frutos na estação certa.. Se não firmarmos nossas raízes, o vento vem e nos arranca e podemos perecer.Devemos tomar cuidado com certos movimentos ditos cristãos, mas que não incentivam a mudança de vida, o crescer espiritualmente, para a maioria o que vale mesmo são os sinais e maravilhas. Esquecem-se que diversas religiões também praticam cultos onde acontecem muitos milagres, Sim, são pessoas que vem atrás de sinais, mas que como vivem sem orar e estudar a Bíblia e esta é mais uma recomendação do Senhor que diz: Errai por não conhecerdes as escrituras (Mateus 22-29).Nós cristãos devemos sim fundamentar nossa fé na Palavra, sempre: Examinais as escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas escrituras que testificam de mim.” (João.5.39). Não sejamos crentes fracos, frutos temporãos, mas estejamos cada dia mais firmados em Jesus, pois nenhum vento nos arranca e nos leva para longe de nosso Senhor.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jefté e sua atitude precipitada


Porções Diárias 

Jefté e sua atitude precipitada

Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás , ó Deus" (Salmo 51.17)
 

Nossas atitudes mostram ao mundo e a Deus quem somos, como realmente somos e qual é a verdadeira situação de nosso amor próprio, de nossa confiança em nós mesmos e em nossa fé.
Nada que fazemos passa desapercebido pois nossos atos correspondem ao nosso sentimento. Por isto mesmo é muito importante, nós cristãos buscarmos a cura emocional também, não apenas a libertação espiritual. E esta cura se dá também pelo exercício da Palavra, mas algumas vezes devemos sim buscar ajuda de pessoas preparadas para lidar com as limitações de nossa Psique.
Nosso bem estar deve ser uma de nossas busca e encontrá-lo deve ser uma conquista maravilhosa, pois quando não estamos bem emocionalmente acabamos sendo atingidos também em todos os outros aspectos de nossa vida. E interfere principalmente em nossa vida espiritual.
Jefté nos deixa um exemplo grandioso de alguém muito bem preparado como guerreiro, mas com problemas emocionais que acabaram por trazer tristeza a seu coração.
Jefté era um filho bastardo, em uma época que isto por si só já era um problema, mas seus problemas iam adiante, ele também fora expulso da casa paterna por seus próprios meios-irmãos e com a anuência de seu pai.
Desorientado, ele foi viver no meio de pessoas de comportamento violento, com propósito de vida diferente dos seus e neste lugar constituiu família. E uma família que seguia os preceitos religioso que ele conhecera na infância, afinal, mas na frente notamos a atitude de sua filha, que quis cumprir o voto que o pai fizera.
Voltemos a Jefté. Ele cresceu e se tornou um homem valente e respeitado. Quando o povo de Israel teve problemas com seus inimigos, lembraram-se dele e foram ter com ele. Isto prova que ele adquirira sua fama com trabalho árduo e que não se deixou contaminar pelas companhias que adquiriu na vida, por estar exilado de sua família e de sua fé.
O tempo passou, como já dito e ele foi escolhido para ser príncipe e juiz de Israel e, o convite partiu da casa de seu pai e irmãos.
Jefté aceitou, foi a guerra, venceu-a, mas ao retornar à sua casa, trazia consigo uma promessa feita em um momento de fraqueza e esta mudou sua história. Jefté prometera dar a Deus a primeira pessoa que lhe saísse ao encontro, quando retornasse ao lar.
Este seu momento de fraqueza aconteceu exatamente quando ressurgiu no guerreiro as tristezas acumuladas pelo menino que ele fora. Por alguns minutos transpareceu abaixo do verniz de grande homem, o rosto sem esperança do menino sem esperanças e foi neste instante que ele agiu errado. Fez uma promessa no auge dos acontecimentos. Quando chegou em casa foi sua única filha que lhe saiu ao encontro.
Como homem fiel e líder de respeito, Jefté permaneceu firme ao seu propósito e cumpriu a promessa feita.
Dias depois de sua chegada, sua filha foi servir a Deus longe dele. Embora esta questão seja costumeiramente tomada como argumentação para discussões baratas sobre a morte desta jovem, vale lembrar que ela não foi sacrificada, apenas deixou o convívio familiar, indo servir no templo.
É bom relembrar que o Senhor proibia holocausto humanos (Levítico 18:21). A jovem saiu para chorar seus dias, pois sabia que acabaria nela a semente de se pai, por ser ela filha única. Não foi em uma atitude promíscua ou desrespeitosa que ela resolveu chorar sua virgindade, é algo mais profundo, afinal desde o Éden as famílias esperavam o nascimento do Messias prometido, com seu novo destino, ela sabia que acabava as chances de sua família vir um dia gerar o Salvador de Israel.
Jefté esqueceu que Deus chama para dar e não para tirar. Infelizmente muitas vezes agimos como este guerreiro e queremos barganhar com o Senhor, fazer negócios para levar vantagem. Ao fazer aquela promessa, ele sabia que poderia sair dali uma pessoa amada, ele só não sabia que seria sua única filha. Conhecedor da Lei de Moisés, ele não sacrificaria sua filha por saber ser isto desagradável aos olhos do Senhor. Na verdade ela foi servir junto com outras mulheres na congregação  (Êxodo38 – 8). Consagrar um filho ao Senhor era algo comum naquela época, o que era comum em Israel. É bom lembrar também que Jefté tornou-se um herói da f;e e que seu nome figura na Galeria da Fé em Hebreus, e onde não figuraria se fosse um assassino, idolatra
Que jamais esqueçamos desta história, pois quando agimos de forma precipitada, estamos correndo o risco de passarmos por tolo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012


Aviso importante:

Hoje não haverá Ensino Bíblico na I.P Casa de Oração-Guaianases. Agradecemos a compreensão dos amigos e irmãos.
Fiquem todos sobre a graça e a paz de Deus

Família - Sexo antes do Casamento

Série Família

Sexo antes do Casamento

Leitura Bíblica
Seja abençoado a sua dispensa e alegra-te com a esposa que escolhestes na mocidade' (Provérbios 5-18).

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mancha, porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13-4).

É comum as pessoas questionarem apostura da Igreja Evangélica em relação ao sexo antes do casamento. Mas há algumas observações a fazer que validam esta ordenança e torna a família mais segura e feliz.

Um casal apaixonado se relaciona antes do tempo estipulado pela família, a Igreja ou a Bíblia, a paixão acaba, a relação também e ficam ambos a viver suas vidas de forma comum até surgir outro relacionamento. E isto acontece tão rápido que parece que os jovens acreditam que são de fato seus últimos dias na terra. Novamente a paixão e novas relações. Assim a vida sexual dos jovens inicia-se e consuma-se muito antes do casamento.

Acontece que sexo antes de casamento implica em situações difíceis para ambos no aspecto físico, emocional, familiar e espiritual.

No aspecto físico existem as doenças sexualmente transmissíveis que se alastram entre os jovens e podem causar infecções, lesões sérias e definitivas no corpo e sistema reprodutor, como a esterilidade, por exemplo, e, em alguns casos até a morte, quando contraem vírus como a AIDS.

No aspecto emocional, embora vivamos numa Sociedade que prega a libertinagem como liberdade, quando se é criado sobre normas morais e se foge delas é comum surgir com o passar do tempo sentimentos de culpa ou a sensação de ser usado por outros, a perda da dignidade. O jovem olha para si e vê que está sempre perdendo tempo em relações fúteis e passageiras, mas como iniciou sua vida sexual mais cedo tem necessidades fisiológicas das quais não tem mais controle.

No aspecto familiar, além de muitas vezes iniciarem sua vida adulta antes do tempo, geralmente é contra os desejos dos pais. Neste caso o despreparo tende a ser maior, assim além de enfermidades, os jovens podem cair em situação difícil se há uma gravidez envolvida e a chance de acontecer é muito grande simplesmente porque os jovens costumam não se proteger como se deve. Para muitos a proteção é considera como falta de confiança e assim é natural que haja filhos envolvidos. Filhos não planejados. Neste ponto pode acontecer um casamento indesejado também, que já começa arruinado. Isto porque não compensa remendar trapo velho. Mas as famílias geralmente incentivam que se vá ao casamento. Em outros casos, aparece a possibilidade do aborto. E neste caso, mais uma vez as atitudes vão contra Deus e sua Palavra, já que para o nosso Criador a vida é sagrada. Mesmo o embrião Deus já vê como um ser vivo, afinal Ele disse ao Profeta que o escolhera desde o ventre, enquanto era formado (Salmo 139-16). Na própria Palavra, está uma ordem sobre a vida: “Não matarás” (Êxodo 20-13), e quanto ao aborto está registrado que também é morte e deve ser castigado por homicídio (Êxodo 21-22 e 23).

Na verdade Deus não proíbe o sexo, Ele não aceita promiscuidade. Dentro do casamento o sexo é permitido e quem impõe limites é o próprio casal: E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gênesis 1-28). E quando vivemos dentro dos padrões bíblicos vivemos uma vida mais sossegada e feliz, pois obtemos a paz de espírito, temos relacionamentos mais fortes e saudáveis, livres de comparações desnecessárias, boa autoestima e, acima de tudo, a aprovação de Deus.

No aspecto espiritual vemos algo mais. Se queremos ter uma vida de comunhão com Deus devemos fazer as escolhas certas. Deus é Santo e quer que também sejamos santos. Ele sabe que somos carnais e que de travamos uma luta diária entre a carne e o espírito, mas a própria Palavra que admite que a carne é sim mais fraca, nos ensina que o Espírito vivifica, ou seja, é mais forte. E temos a quem clamar quando nossos desejos carnais tentam falar mais alto. Caso seja necessário de fato, os jovens devem apressar a data do casamento, para não “se esquentar”, como diria o apóstolo Paulo (I Coríntios 7-9). O próprio apóstolo Paulo ainda afirma, no mesmo capítulo, que por causa dos desejos carnais cada um deve ser seu próprio cônjuge, seja este homem ou mulher (v. 2). E mais, que tanto homem ou mulher devem suprir as necessidades do outro (v. 3).

Criando os filhos para serem Responsáveis por suas

próprias decisões

Quando criamos nossos filhos debaixo da Lei de Deus, corremos sim o risco deles se extraviarem, mas isto só acontece quando permitimos que apesar de viver debaixo da Palavra do Senhor, eles vivam em comunhão permanente com pessoas que praticam outro tipo de fé e vivem sobre valores morais diferentes do que imprimimos à nossas crianças. Na verdade devemos ensinar nossos filhos a terem padrões sérios, mas também a observar cada uma das consequências de viver de forma desregrada. Afinal vivemos neste mundo, mas não podemos ter comunhão com os que são ímpios ou praticam a impiedade. Isto por que há promessas de Bênçãos sobre a vida daqueles que não compactuam com os que praticam a maldade (Salmo 1).

Quando ensinamos nossos filhos observar as consequências dos seus próprios atos, eles aprendem não só evitá-los, mas tornam-se pessoas mais críticas. Não como críticos que julgam as pessoas e as condenam, críticos de si mesmos, que saibam observar bem e fazer apenas o que é bom. Paulo adverte algo bastante útil para ser usado em situações como esta: Examinai tudo, retêm o que é bom (1 Tessalonicenses 5-21).


terça-feira, 17 de abril de 2012

Amigos e Irmãos - Diferentes, mas amados

Deus nos aceita como somos. E nós? Aceitamos as outras pessoas com suas diferenças? Estamos dispostos a sofrer qualquer tipo de pressão para termos a companhia e o amor de uma pessoa diferenete de nós?

Leitura Bíblica





De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,


Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,


Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;


E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:4-8

 De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.  
(Filipenses 2:5-8)

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,

Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:5-8


De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,

Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
Filipenses 2:4-8

Estas perguntas nos mostra que muitas das vezes estamos sendo egoístas e não abrimos mão de nosso próprio  conforto para cuidarmos de uma pessoa diferente de nós. Outras vezes apenas evitamos as pessoas que são diferente, que pensam diferente de nós e isto nos afasta do que de fato é o Cristianismo.
É muito fácil hoje dizer: Sou Cristão. Esta na moda até. Artistas afirmam sua fé recém adquirida e outros tão rápido quanto se convertem também se desconvertem, mostrando que o Evangelho hoje é uma espécie de vitrine que valoriza ou desvaloriza o passe destas pessoas. Entendam que não estamos jogando no mesmo pote aqueles que apesar de artistas ou celebridades, tem uma vida regrada, respeita os princípios e mantêm sua vida particular longe dos holofotes. Mas de fato, o Evangelho em nosso país é uma prática fácil e muitos se perdem sim em sua confissão de fé.
O Evangelho, n a maioria dos países, não sofre preconceito ou perseguição, afinal alardeam aos quatro cantos a liberdade de religião e expressão, mas viver a verdadeira fé, em amor, respeitando os limites do outro, isto é sim difícil.
As pessoas estão vivendo um tempo egoísta e amar as outras pessoas não é consideradou essencial ou importante. Mas quem assim age está desprezando a Lei do Senhor que nos ensina amar ao próximo, sem esperar nada em troca e, principalmente com o mesmo sentimento que houve em Cristo:Ele sendo Deus, não cobrou de ninguém mais do que poderia ofertar, antes ofereceu-se como sacrifício vivo por nos. Aleluias.

Procure pensar com amor e aprender que se Deus nos aceita como somos, e espera que nos aperfeiçoemos em nosso próprio tempo, nada melhor do que nós também darmos tempo aos nossos irmãos para crescerem, e, enquanto esperamos, amemo-os sempre.

E não nos esqueçamos nunca deste princípio: "Em todo o tempo ama o amigo e na hora da angústia nasce o irmão" (Provérbios 17:17).

 


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pessoas Difíceis

Pessoas Difíceis

"Se for possível, quanto isto estiver em vós, tende paz com todos os homens" (Romanos 12:18)

Em geral estamos correndo de um lado para o outro preocupados com nossos próprios problemas e deixamos de prestar atenção nas pessoas ao nosso redor. E não percebemos que cada pessoa tem uma necessidade emocional diferente, afinal somos todos diferentes. Assim acabamos sendo envolvidos em nossos meios por problemas com pessoas difíceis – na verdade, são pessoas que precisam de nossa atenção e isto se torna mais fácil quando percebemos que podemos ajudar. Só que na maioria das vezes não temos interesses em ajudar ninguém, ou quando muito, queremos ajudar quem amamos.
Sabe porque programas com SuperNanny e Adolescentes Rebeldes existem e são bastante assistidos? Simplesmente porque as próprias famílias não sabem observar seus familiares, olhar nos olhos é uma atitude rara e é mais fácil olhar os outros.
Na verdade pode parecer mórbido, mas perceber que outras pessoas tem o mesmo problema muitas vezes diminui a culpa das pessoas, elas acabam se acostumando a viver com o problema.
Na verdade todo mundo conhece alguém difícil de se viver, algumas são ciumentos e invejosos, soberbos, egoístas, inseguros, e, infelizmente não pensamos muito no que podemos fazer para ajudar estas pessoas. Tudo bem que muitas destas nem querem nossa ajuda, mas devemos arrumar um modo de viver bem com as demais pessoas, seja elas difíceis ou não.
Alguns personagens bíblicos foram pessoas difíceis ou tiveram que viver com pessoas difíceis. Jacó vivia uma relação difícil com seu irmão Esaú e por muito tempo se aproveitou de sua deficiência emocional para enganá-lo, logo depois, quando deu um passo maior que a perna e tomou para si a bênção da primogenitura, teve que fugir para a casa de Labão, seu tio. Uma pessoa difícil, mas difícil que ele, vemos no decorrer da História da vida de Jacó.
Jacó não conhecia ou não quis colocar em prática o conselho de plena sabedoria A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira (Provérbios 15:1), sim, se ele pensasse bem e imaginasse as consequências de seus atos, agiria de outra forma com as pessoas ao seu redor.
Quando agimos de forma errada com as pessoas, as chances de dar errado são sempre maiores, tanto que a Palavra nos aconselha a não agirmos mal com os outros:
Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção (1Pe 3:9), sim, palavras de Pedro, uma apóstolo que também pode ser classificado com uma pessoa difícil. Afinal nunca se podia imaginar qual sua atitude frente a alguma das situações. Em algumas situações quando se esperava que ele agisse com fé, ele agi com medo, quando se esperava que ele se acovardasse, ele saia à frente com uma palavra de animo, tal qual quando afirmou: Para onde iremos nós se só Tu tens Palavra de Vida Eterna (João 6-68).
Uma atitude inteligente, além de evitar entrar em atrito com uma pessoa difícil, podemos amá-la como Jesus ensinou. Na verdade Ele foi mais além ao ensinar: Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mateus 5:44). Sim, Jesus nos ensina a amar nossos inimigos e, nem sempre uma pessoa de difícil trato é nosso inimigo, na verdade pode ser um parente, colega de trabalho ou amigo, e como tal devemos sim aprender a amá-los com carinho e atenção.
Davi é outro personagem bíblico que te a História cercada por pessoas difíceis, teve um chefe e sogro difícil, teve servos difíceis como Simei, Ziba e até o tolo Nabal, além de três de seus próprios filhos. Acima de tudo, o próprio Davi podia se tornar uma pessoa difícil em certas situações, afinal, por paixão ele agiu deliberadamente contra Urias, enganou o rei dos filisteus quando este lhe dava abrigo.
Jesus conta-nos uma Parábola marcante sobre investir mesmo sem imaginarmos o que se dará no futuro. É sobre a Figueira Estéril: 6 E passou a narrar esta parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha; e indo procurar fruto nela, e não o achou. 7 Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? 8 Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; 9 e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás (Lucas 13). Esta Parábola nos dá uma lição de persistência, de investimento de tempo mesmo quando todos acreditam que aquela pessoa em questão não tem mais jeito, devemos fazer nosso próprio esforço para aproximar algumas pessoas do bom censo e muitas vezes ao invés de perdê-las, o nosso trabalho pode ser recompensado com vitória, com a mudança inesperada desta pessoa.
Jesus nos deu este exemplo quando investiu em 12 homens específicos e suportou suas fraquezas todas, mas 11 destes se tornaram grandes apóstolos e doaram suas vidas, com risco de morte até, para anunciarem as Boas Novas de Salvação.
Que possamos olhar com os mesmos olhos que o Senhor Jesus olhou para nós, com olhar de amor e nos tornou filhos de Deus, através de sua paciente espera por nós, mesmo sendo nós pessoas tão difíceis.
Aleluia!


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Leia artigo sobre Pessoas Difíceis






domingo, 15 de abril de 2012

Alegrar-se com o bem alheio - Uma atitude solidária.

Uma atitude solidária
Leitura Bíblica:"E levantando de longe os seus olhos e não o conhecendo, levantaram a sua voz e choraram; e, rasgando cada um o seu manto, sobre as suas cabeças lançaram pó ao ar. E assentaram juntamente com ele na terra, sete dias e sete noites e nenhum lhe dizia palavra alguma. Porque viam que a dor era muito grande" (Jó 2:12, 13).
Outro dia encontrei na Internet – e acho que todos os que usam o Facebook encontraram também – um recado sobre a Inveja. Dizia: Não grite sua Felicidade aos quatro ventos, a Inveja tem sono leve e agora usa Facebook. Ri muito, mas fiquei pensando – espiritualizando dirão alguns – este mundo está sempre preocupado com os invejosos e, os que não estão preocupados, são a preocupação desta raça daninha.
E pensar nisto me fez voltar em uma história bíblica conhecida de todos os cristãos, mas na qual nunca pensei muito em relação a um simples detalhe: A posição de Isabel, mãe de João Batista, quando encontrou sua prima Maria.
Conta o Evangelista que Maria foi a casa do sacerdote Zacarias conversar com sua prima e este encontro foi muito feliz, relembre: Ao ouvir Isabel a saudação de Maria, saltou a criancinha no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo, e exclamou em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! (Lucas 1-41 e 42). Observe bem isto: Isabel ficou tão feliz ao reconhecer que sua prima trazia no ventre a esperança para Israel: E donde me provém isto, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? (ver 43).
Isabel expressou sua imensa alegria em ver que sua prima fora escolhida para trazer o Filho de Deus ao mundo. Em nenhum momento se importou de não ser ela, não sentiu nenhum tipo de inveja, mas pelo contrário, emocionou-se com aquele acontecimento e festejou muito.
Muitas vezes esquecemos de sermos agradecidos pelas bênçãos recebidas por amigos, companheiros ou mesmo de desconhecidos. Constantemente vemos as pessoas questionarem as razões pelas quais alguém conseguiu uma promoção na Empresa, recebeu uma herança ou outro bem. Muitas destas vezes, esquecemos que deveríamos louvar a Deus pela vitória destas pessoas que nos cercam, e entramos nas rodas dos que escarnecem daqueles que conseguiram com trabalho árduo alçar degraus maiores.
Paulo ensina: "Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram" (Romanos 12.15), mas acredito que apesar de ninguém sentir muito a dor de alguém, é mais fácil chorar com os tristes que celebrar com os que estão felizes simplesmente porque a felicidade alheia incomoda. E este incomodo é pior quando atinge aqueles que há muito tempo sofre e não encontra saída para seus problemas.
Não estou dizendo com isto que as pessoas que sofrem são amargas e mesquinhas, mas é um aspecto psicológico muito comum, quem esta passando por dificuldades geralmente foca apenas em seus próprios problemas, como se mais ninguém no mundo pudesse sofrer ou, pior, como se estes outros não tivessem motivos para se alegrarem com suas vitórias pessoais.
Não adianta desejarmos a fuga de nossos próprios problemas, mas devemos sim buscar paz para quando formos confrontados com a felicidade alheia, possamos compartilhá-la e comemorá-la como se fosse a nossa própria alegria.
Para mim, Isabel deu uma grande lição para nós, a lição do partilhar uma alegria que não era dela, mas que a fez muitíssimo feliz. Que possamos aprender bem esta lição, a de regozijarmo-nos com a conquista alheia!

sábado, 14 de abril de 2012

Uma resposta com um plano surpresa

Uma resposta completa

 Com efeito, tendes necessidade de perseverança; para que depois de haver feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa (Hebreus 10.36).

A Palavra de Deus renova nossas forças todos os dias. Ela é o alicerce que nos firma na Rocha, e, mesmo uma Leitura que fazemos com muita frequência. A história de Rute e Noemi é uma destas. Noemi era uma mulher jovem e abastada quando saiu de sua Terra Natal. Com o passar dos anos, as dores da viuvez, de perder seus dois filhos e também seus bens acabaram por apagar seu sorriso. Agora ela nem desejava que chamassem-na pelo nome.
Ao chegar de novo à sua terra, aquela mulher velha e alquebrada não lembrava em nada a que saíra dali anos antes. Quando o povo local aproximou-se para falar-lhe ela pediu que lhe chamasse de Mara, pois sua vida era uma grande amargura, que ela atribuía a Deus (Rute 1.20).
Na verdade, as nossas amarguras não procedem do Senhor, dele só vem Bondade e Justiça. Nossas tristezas são consequências de muitíssimos fatores, entre eles, as nossas próprias escolhas. Noemi e seu esposo resolveram levar sua família e bens para fora de sua terra, quando os dias difíceis se aproximaram de Israel. Foram viver nas cercanias de uma cidade pagã e seus filhos cresceram e se casaram nestes lugar. Mas as dificuldades vieram à terra de seu exílio e como sempre, atinge primeiros os estrangeiros. As diversas crises sofridas pela família, acabaram por vitimar os homens da casa e sobraram as mulheres.
Noemi, Orfa e Rute, saíram em busca de Belém, mas Orfa voltou para seus pais e familiares, já a segunda nora continuou seu caminho com a sogra. Agora de volta a Belém, nada mais restara a Noemi, se não chorar suas dores e procurar alívio em sua crença err6onea de que deus a castigara. Imagine a situação, saiu dali bem e voltou pobre e acompanhada de uma nora estranha, ainda por cima, moabita.
O que Noemi, agora chamada Mara não sabia, é que a doce Rute era uma forma que Deus tinha providenciado para renovar as raízes daquela família. Quando houve o encontro e casamento de Boaz e Rute, Deus restaurou as raízes daquela família para que Noemi voltasse a sorrir, mas seu Plano ia além de alegrar a pobre Mara. Sim, Deus, que não faz acepção de pessoas, estava novamente mudando a genética da família que traria ao mundo o Seu Único Filho Jesus. Se observarmos, com esta interferência, o sangue de Abraão estava mais uma vez se misturando com alguém de fora de sua raça.
Noemi em seus dias tomou em seus braços um neto nascido em sua casa, da agora sua filha Rute, em memória de seu filho e pelo costume de então, aquela criança era seu neto legítimo. Mas aquela criança também trouxe ao mundo uma nova informação genética, que abrange o mundo, já que Cristo nasceu da raiz de Davi e o pequeno Obede, neto de Noemi, tornou-se mais tarde pai de jessé, vindo ser avó do segundo rei de Israel.
Para nós fica uma lição de esperança. Mesmo quando tudo parece perdido, Deus entra com uma resposta que não esperamos, mas para cada uma destas, há um Plano maior envolvido. Que possamos esperar no Senhor e crermos que no tempo certo Ele fará grandes coisas sobre a nossa vida. Basta confiar.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FILME GOSPEL -- PRIMEIRA PEDRA (COMPLETO) - Uma importante lição

A Primeira Pedra
Assistir um bom filme sobre amor, perdão, novas chances é sempre bom e uma oportunidade valiosa de encontrar o crescimento necessário para a nossa vida, em todos os aspectos. Mas nem sempre é um bom motivo para assistir um bom filme. Muitas vezes temos que ter outros critérios para assistirmos um filme. Na verdade, um bom motivo seria observar outras realidades para que soubéssemos do que estamos sendo livres quando escolhemos servir a Deus, e também, vermos outras opções de vida.
Neste filme, o personagem principal, um ex-traficante tenta cuidar de jovens, mas acaba descobrindo as qualidades dos jovens, levanta questionamentos escondidos e fala da situação da Igreja atual.
Um filme bom para refletir. E boas perguntas que devemos responder a nós mesmos, se estamos fazendo a nossa parte e se não estamos apenas revoltados, mas acomodados ao nosso próprio modo de vida. Ao assistir este filme acabamos analisando as consequências de nossas escolhas. E que mesmo quando nos liberamos do primeiro passo errado, as consequências ecoam por todo o nosso caminho futuro.
Infelizmente muitos estão presos em suas torres apenas fazendo reuniões inúteis sem observar que existem pequenas atitudes e que se forem apoiadas cresceriam e chegariam a dar resultados que curariam as feridas de alguns e, quem sabe, até do mundo.
E para nós, líderes e pais, fica uma grande lição, será que estamos direcionando de fato os nossos filhos em direção a Cristo, ou estamos arruinando a possibilidade deles virem crer de verdade.
Com esta atitude estamos muitas vezes deixando nossos jovens soltos, sem direção, livres para todas as armadilhas do mundo.
(Elisabeth L Alves)



O que há em comum entre um negro pobre e faxineiro e um bando de adolescentes classe média de uma igreja americana? Tudo. Este filme dá uma nova visão sobre nossos valores contemporâneos, sua história expõe a ferida de nossa sociedade "sem" preconceitos. Certamente você será levado a um desafio sobre o que Deus pode fazer com gente sem solução, gente como nós, gente que precisa olhar para seus erros e frustrações e tomar consciência antes de atirar a "primeira pedra". 
 

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Importante: Recado aos Membros de IPCO-Guaianases


Boa tarde amigos e irmãos...
Graça e paz.
Hoje excepcionalmente não teremos o Ensino Bíblico na I.P Casa de Oração Guaianases, pois o pastor Sérgio Carlos teve que se ausentar por motivos de trabalho.
Nos reuniremos novamente na próxima Quarta-feira.
Deus abençoe e bendiga a vida de todos.
(Edna Vieira Bispo Cardoso)

Responsabilidade Social

Responsabilidade Social
Uma Obrigação que deveria ser um prazer.
"Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo" – Gálatas 6.2
É nossa a responsabilidade de atender aos necessitados. Não devemos despedi-los de mãos vazias quando se aproximam de nós. Quando Jesus subiu ao monte e foi acompanhado por uma grande multidão, falou-lhes de maravilhas, ensinou-lhes o caminho do Céu, curou-lhes as enfermidades, sanou-lhes as feridas emocionais, mas a noite aproximava-se sorrateira, seguindo sua eterna ordem natural, a tarde findava e algo começou a oprimir aquele povo, algo muito humano: a fome. Os discípulos aconselharam ao Senhor despedir o povo, mas disseram-lhe o motivo: eles tinham fome.
Jesus não entendeu a preocupação daqueles homens – ou fez que não entendeu – mas mandou que os próprios discípulos os alimentasse (Mateus 14-16). Jesus estava nos dando mais uma lição importante. Não podemos responsabilizar a terceiros pelas almas que alimentamos da Palavra. Quando eles apresentam outras necessidades, as mais básicas, as mais humanas, devem também serem assistidos. Não devemos encaminhá-los aos outros, a responsabilidade é nossa enquanto Igreja.
Sim, Jesus nos dá uma lição de moral incrível, falamos bonito, alegramos a multidão, mas na hora de praticar o verdadeiro amor as despedimos para que vão a outrem buscar assistências? E atenção, não é dar ajuda a quem é membro de nossa igreja, e sim ajudar aos que nos cercam, independente de qualquer critério. Sim, assim como Deus não nega a chuva e o sol aos que não o seguem, devemos estender a nossa mão e alcançar a todos.
Deveria ser normal, no meio cristão, termos grandes ministérios de ajuda. Veja um novo exemplo, que agora Ele dá aos que foram beneficiados com o milagre da multiplicação de pães e peixes: Junta o que sobra em cestos e o pouco de um e o pouco de outro, enchem 12 cestos. Esta lição é para quem recebe uma ajuda, sempre temos algo ainda para oferecer a alguém que sofre mais que nós, seja isto, uma palavra, um carinho ou mesmo parte daquele auxílio que recebemos e não vamos usar mais. Não devemos desperdiçar as bençãos, sejam elas quais forem ou de que tamanho forem, pois há sempre alguém precisando de algo e mesmo que nos sintamos pequenos e inadequados, teremos sim algo para oferecer a alguém.
Diferente dos programas sociais existentes, que procuram melindrar os sentimentos humanos, tornando as pessoas dependentes de míseras ajudas, Jesus alimentou a multidão, mas deu-lhes uma grande responsabilidade: ajudar também.
Maravilha de ensinamento. Serviu aos discípulos, que pretendiam deixar aquelas pessoas à sua própria sorte e, às pessoas, que souberam que podiam sim ajudar alguém e, mais importante, chegou até nós!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Amar ao Próximo

Amar ao Próximo
Leitura Bíblica: Mateus 25 - 37 ao 43 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.
41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos;
42 porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;
43 era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes.

Sabe aquelas situações que você acredita que tem a resposta certa? Pois é, a ilustração a seguir, trata de uma pessoa, um antropólogo, que acreditando que conhecia o ser humano, tenta fazer um teste com crianças de uma aldeia pobre na África. Meu entendimento é de que ele tinha certeza da resposta, acostumado que estava a viver em uma Sociedade capitalista, onde todos lutam para defender apenas seu quinhão, mas esta experiência por certo mudou sua percepção de vida e, se você estiver ligado em Deus, vai ter uma grande experiência hoje. E vai acabar fazendo perguntas sobre seu relacionamento com as pessoas que te cerca.
Eis a reflexão:
Um antropólogo estudava os usos e costumes de uma tribo na África, e porque ele estava sempre rodeado pelas crianças da tribo, decidiu fazer algo divertido entre elas; conseguiu uma boa porção de doces na cidade e colocou todos os doces dentro de um cesto decorado com fita e outros adereços, e depois deixou o cesto debaixo de uma árvore.

Então, ele chamou as crianças e combinou a brincadeira, que quando ele dissesse “já”, elas deveriam correr até aquela árvore e o primeiro que agarrasse o cesto, seria o vencedor e teria o direito de comer todos os doces sozinho.

As crianças se posicionaram em linha, esperando pelo sinal combinado.

Quando ele disse “Já!”, imediatamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo juntas em direção do cesto. Todas elas chegaram juntas e começaram a dividir os doces, e sentadas no chão, comeram felizes.
De volta a mensagem: Na verdade ele foi apresentado ao UBUNTU, que é uma forma de pensamento que prioriza todos e não apenas alguns. Diferente de nós, que investimos nos nossos próprios méritos, estas crianças conheciam o verdadeiro significado do amor ao próximo, que consiste em fazer algo para que este tenha os mesmos direitos que nós. Para que possamos entender bem, é uma espécie de humanização ou humanidade para todos. Uma ideologia que lida com o buscar o bem ao semelhante mesmo distante. Claro que muitos vão querer afirmar que isto é na verdade uma forma de religião e que alguns budistas e até africanos utiliza como tal. Mas se deixarmos de observar este exemplo deixaremos também de entender a lógica de amor do Senhor Jesus. Na verdade, muitos de nós, ditos cristãos deixamos de amar o próximo e de atendê-los em suas necessidades simplesmente por acreditar que religião A ou B usa do assistencialismo para chegar a Deus.
Nós devemos usar do assistencialismo como dizem alguns irmãos, para chegarmos aos corações de nossos semelhantes, para praticarmos o verdadeiro amor de Cristo que consiste em cada um de nós levarmos a carga uns dos outros. Chega de nos desculparmos com farrapos de argumentos antibíblicos e dizermos, como já vi alguns, que igreja não à Departamento de Serviço Social. Detalhe: Em nosso país nem mesmo os assistentes sociais fazer Serviço Social, hoje, a maioria deles de declaram apenas facilitadores da comunidade, alguém que os direcionam para algum tipo de atendimento governamental, são seres extremamente técnicos, desprovidos em sua maioria, de amor ao próximo, de compaixão.
Se nós, Igreja do Senhor, não estendermos a mão aos necessitados, eles perecerão dentro desta Filosofia estúpida de que só os mais fortes sobreviverão. Não existe nada mais incrédulo, mais estúpido e mais anticristão do que abandonar a própria sorte aqueles que um dia o Senhor cobrará de nós uma posição. Sim, seremos cobrados pelos que deixamos cair pela beira do caminho, sem amor. Jesus disse que quando os assistimos em suas necessidades, é como se na verdade o estivéssemos assistindo.
Pense nisto!

Gratos pelo cometário

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