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sábado, 19 de novembro de 2011

O que a nora falou para a sogra?

O que a nora falou para a sogra?

O que uma nora disse à sua sogra;
Rute 1.16, “Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.

Introdução
Às vezes passamos muito tempo com mensagens longas e floridas, mas esquecemos que na vida o que vale é a simplicidade.
O verdadeiro Evangelho engloba apenas a simplicidade do amor, o homem que enche de regras e, quando falamos de relação humana também queremos encher de normas e trazer para ela dogmas que não nos pertence.
Não é porque fulano não se dá com a sogra, que eu também não serei amiga da minha.
Se deixar o pensamento alheio e os preconceitos, posso melhorar minhas relações pessoais e trazer mais qualidade à minha vida.
Uma boa relação de amizade garante conforto e felicidade, sei que todos concordam, então que tal injetarmos mais amor à nossa relação com nossa sogra? Tente amar este ser que te parece distante, como alguém de sua família de fato.
A pessoa que você ama e com qual pretende passar os melhores anos de sua vida, é resultado do trabalho dela.
Se ela soube criar seu cônjuge tão bem que ele se tornou alguém tão especial, ela não pode ser tão ruim assim.

Para mim amar o filho e não amar a mãe, é como gostar de uma obra e não gostar de seu autor, gostar das bênçãos de Deus e não amar a Deus.
Talvez antes de pensar sobre o que a nora desta mensagem disse a sogra, fosse legal você pensar no que você fala da sua, pelas costas...

Rute
Rute deixou-nos um exemplo de convivência familiar e valorização dos vínculos adquiridos com o casamento, no mínimo sublime. Uma jovem de cultura, religião e custumes familiares diferente dos da família do esposa, ela soube o verdadeiro significado do termo: Firmar Compromisso.
Ao ficar viúva, para muitos, ela perdeu os laços com a velha Noemi, mas Rute seguiu aquela senhora por uma viagem difícil de retorno à Israel. Firme em seu propósito Rute não pensou em desistir, memso sabendo que aquele povo poderia despreza-la por ser uma descedente dos idólatras, já que seu povo, além de ser de fé diferente, era também inimigo dos hebreus.

Nenhum impedimento fez com que aquela mulher desistisse de seguir com seu propósito de fidelidade.
Rute submeteu-se a trabalhar no campo de Boaz para garantir seu sustento.

O testemunho daquela jovem foi adiante dela até Boaz (2-11): Ao que lhe respondeu Boaz: Bem se me contou tudo quanto tens feito para com tua sogra depois da morte de teu marido; como deixaste a teu pai e a tua mãe, e a terra onde nasceste, e vieste para um povo que dantes não conhecias.

E se observarmos bem, seu casamento com Boaz foi proposto pela sogra (3 -1 a 5), Rute cuidava de sua sogra e a obedecia. A relação delas era de mãe e filha.

Muitas vezes estmos nos perdendo em contradições pois não estamos focando com inteligência nos laços que podem surgir na família.
Se uma sogra ou uma nora quiser e houver interesse do outro lado, a relação de ambas será um sucesso, pois pode sim haver amor entre elas, amor de mãe e filha, de nora e sogra.

A Sociedade esta sempre pregando certas inimizades. Uma das mais focadas, depois das sogras, é contra as madrastas, mas estudos recentes provam que na maioria das vezes em que uma criança é agredida, o causador é a própria mãe. Sim, mais mãe tem matado seus filhos do que as madrastas, como é de se esperar.

Pense nisto e comece a pensar em sua sogra com carinho.

Agradeça ela por cuidar de seu filho muito bem, para que você o conhecesse com saúde e pronto para ter um casamento feliz. Que pode melhorar se você tratar a mãe dele - ou dela - com amor.
Elisabeth Alves

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Diário de um Divórcio

Diário de um Divórcio

Leitura Bíblica

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1 Coríntios 13:4-7)


A mensagem de hoje fala de pequenas coisas. E tem por base o conto moderno: Casamento, que na verdade fala dos últimos 30 dias de um matrimônio.

Antes de começarmos, vale lembrar um versículo que diz: Quem encontra uma esposa acha uma coisa boa; e alcança o favor do Senhor (Provérbios 18:22). Só que um presente que ganhamos deve ter manutenção diária em alguns casos e o casamento é um destes presentes. Claro que você escolheu a pessoa com quem queria passar a maior parte de sua vida e, é responsável por esta escolha. Nada de protelar responsabilidade, olhe para sua relação com firmeza e perceba o que anda faltando.

Na maioria das vezes, o maior problema é a falta de intimidade. E a intimidade pode ser encontrada em pequenas atitudes:

Seja bem humorado – Compartilhar momentos de descontração alivia as tensões;

Seja continuo em seu esforço – Fortalecer seu casamento ;e um exercício diário;

Seja agradável – Quando depender de você, contribua para que o diálogo entre vocês seja agradável.

Leia a Bíblia – Existem verdades bíblicas que podem fortalecer os laços de seu casamento.

Invista em tempo – Dedique tempo ao seu cônjuge e ao seu casamento enquanto relação.

Seja caloroso – Mostrar carinho e amor em suas atitudes transforma a sua relação, pois você é notado pelo outro e o reconhecimento vem em mais carinho. E carinho nunca é demais.

Seja honrado – Demonstre confiança e fidelidade aos laços que os une.

Seja bondoso – Tenha atitudes que mostre o seu carinho e bondade ao outro.

Ajudem-se nas tarefas domésticas – Esta ai algo que os casais não conseguem administrar, as atividades diárias dentro do lar.

Conversem sobre assunto de interesse do outro – Ao fim do dia conversem sobre o dia do outro com interesse.


Mas vamos ao conto, ele fala melhor que qualquer tese ou divagação:


O Casamento – Diário de um Divórcio

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse:
"Tenho algo importante para te dizer".

Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa:

"Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou:

"Você não é homem!"

Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio.

Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda.

"Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.


Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo:

"O papai está carregando a mamãe no colo!"
Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho

"Não conte para o nosso filho sobre o divórcio"

Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse:

"Todos os meus vestidos estão grandes para mim".

Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração...

Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse:

"Pai, está na hora de você carregar a mamãe".

Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa:

"Você está com febre?"

Eu tirei sua mão da minha testa e repeti:

"Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi:

"Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.


Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Conclusão

Os pequenos  prazeres, que são às vezes apenas  detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é o acúmulo de bens. O conforto, tão necessário, nada é frente as verdadeiras perdas que sofremos na vida, mas que em alguns casos poderiam ser evitadas ou tratadas, são o que de fato importa e marcam nossa História Pessoal.

Em uma relação, seja ela casamento, amizade ou família no todo, é necessário tempo para desenvolver laços de proximidade. Investir em pequenas atitudes pode fazer mais por seu casamento que uma casa nova na praia.

O melhor é começar logo. E centrar nosso casamento em Deus é o melhor.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Falando sobre filhos

Criando Filhos

Bíblia e Educação de filhos
Deuteronômio 6- 1 a 9

Vivemos em uma época em que a mídia esta alardeando que descobriu o melhor meio de educar filhos, métodos saem das Editoras mais rápidos que pães das Padarias. Só que passa os dias vem outro especialista e desmente o primeiro e vira um círculo vicioso, vai e volta e nada se ensina ou se aprende da forma que insistem, pois criar filho sem disciplina, sem limites e sem correção.

A Bíblia é o melhor método de Educação que pode ser usado pelos pais. Claro que não existem métodos mágicos, mas a Palavra de Deus é equilibrada em seus conselhos.

Devemos fugir desta libertinagem que insiste em dizer que o melhor método de Educação é o da Liberdade.

         Educar com Disciplina

Baseando -se nos resultados obtidos com as péssimas experiências que observamos na Sociedade, é fácil vermos que o melhor a se fazer é usar a disciplina na criação de filhos.
Treinamento – O sábio ensinou algo maravilhoso sobre isto ao afirmar que A estupidez está ligada ao coração do menino; mas a vara da correção a afugentará dele (Provérbios 22-15).
Se bem que é estupidez também da Sociedade que tem regras para tudo, as pessoas batem cartão, tem horários para entrar na escola, as conduções tem horários para passar, os empresários possuem agendas e, quando é para formar filhos não aceitam impor limites.
    A Correção
    Os pais devem sempre corrigir seus filhos, mesmo que ame, devemos seguir o conselho do sábio que diz que o Senhor corrige aquele a quem Ele ama (Provérbios 3-12).
    Tem um pensamento que diz que é de pequeno que se torce o pepino, mas apesar das pessoas dizerem que está fora de moda, a melhor época de se ensinar uma criança é desde amais tenra infância.
    Se você acha graça na criança que bate no rosto dos pais ou fala palavras de procedência duvidosa e não a ensina a não fazer isto, quando for mais velha você não pode espera que ela seja diferente quando maior.
    Respeito

    As crianças só podem respeitar os mais velhos quando é ensinada a fazer isto. E se ela sabe se dirigir à um adulto em casa ou nas primeiras reuniões sociais que for quando criança, vai saber se dirigir aos professores, autoridades.
    Liberdade sem limite é prejudicial porque escamba para a libertinagem. É horrível ver uma criança de 8 ou 9 anos responder aos pais na frente dos outros e estes não saber como calá-los, simplesmente porque aquele serzinho que deveria se um ser dócil, nada sabe sobre limites.
    Ensinar sabendo o que ensina
    Tem muitos pais que criam os filhos sem saber ao certo onde a disciplina vai levar, simplesmente porque eles mesmos não traçaram um caminho certo para suas próprias vidas. Ensinam algo que não praticam. O ideal é saber o que quer ensinar, para saber o que cobrar.
    Todo ensinamento deve ter uma cobrança, se não tem pouco valor. Se bem educado, a pessoa, em qualquer idade, não muda seu rumo. Veja o que diz ainda o sábio: Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Provérbios 22-6).
    Disciplina gera Sabedoria
    Embora os pretensos educadores insistam que o melhor para educar é jamais bater em um filho ou dar a ele algum tipo de castigo. Já o sábio cria que se um filho é bem educado e e tem em seu processo de criação a disciplina e uma vara, seria a alegria da família. A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. Quando os ímpios se multiplicam, multiplicam-se as transgressões, mas os justos verão a sua queda. Castiga o teu filho, e te dará descanso; e dará delícias à tua alma (Provérbios 29:15-17).
    Não é o caso de sangrar um filho, mas é evitar por exemplo, que a mesma mão que acaricia, castigue. Uma boa varinha, quando bem colocada, pode nunca ser usada. Peruo se um pai sabe ensinar bem, o filho sabe até onde pode e evitar o erro. Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras do conhecimento. Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá (Provérbios 23:12-14).

    Erros a ser evitados durante o processo disciplinar

    As ordens devem ser claras. A disciplina deve ter um horizonte fixo, por isto os pais devem pensar bem quando senta para elaborar o plano educacional da família que formarão. Agressões, Incoerência, Exageros, Discórdia, Alienação Parental podem trazer apenas malefícios que geram filhos revoltados e desrespeitosos.
    Há de se ter muito equilíbrio na criação de filhos, mas principalmente é necessário que se dê exemplos de boa conduta. Seja como cristão, ou como ser humano comum, que somos antes de sermos cristãos, temos que gerar exemplos digno de serem seguidos pelos que nos observam e isto desde a juventude. Acho linda esta observação registrada na Carta a Timóteo: Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza”. (1 Timóteo 4:12). Sim, devemos ser exemplo de procedimento, Fé, Amor e pureza. Pureza aqui não espiritual apenas, ma s a pureza de caráter. O mais belo sermão pós morte deve ser o feito por aquele que se considerou em vida o seu oponente.
    Incoerência de Princípios é a pior coisa quando se espera resultados no processo educacional de uma família. Seu comportamento divergente dos princípios que você tenta passar aos seus filhos, geram rejeição às suas técnicas. Seu exemplo negativo é o principal motivo que qual sua autoridade é contestada.

    Conclusão
    Educar filhos não é uma tarefa fácil, pois estamos formando o caráter de uma pessoa diferente e qualquer erro como pai reflete no comportamento dos filhos.
    E como pais cristãos, devemos orar ao Senhor para que Ele nos oriente na melhor forma de educar nossos filhos e, sempre encaminha-los a Cristo.
    Se criarmos nossos filhos com os olhos focados em Deus, seu comportamento será justo e bom e nosso trabalho será menos desgastante. Ensine seus filhos a fazerem suas escolhas baseados na Palavra e viver uma vida modesta e regrada desde bem novos. Não espere eles crescerem para começar ensina-los.
    Educar seu filho é sua responsabilidade.

    quarta-feira, 16 de novembro de 2011

    Vivendo pelo que acredito [Pr Ailton Soares]

    Vivendo pelo que acredito


    Quando o que quero pode corromper minha Fé...
    Lucas 15-11

    Introdução





    A história do Filho Pródigo é o resultado da luta de um egoísta, pelo que acredita ser seu direito. Existem pessoas que fazem de tudo para conseguir o que deseja e não importam-se com os feridos e pisados durante sua luta. Até porque a luta de um egoísta é sempre pelo caminho mais fácil, o da destruição.

    Um egoísta em busca de seus objetivos não preserva os sentimentos de ninguém, nem daqueles que deveria amar e, passa em cima até daqueles que os apoiam.





    O Filho Pródigo

    Vivendo pelo que acredito?

    O Filho Pródigo tinha por sonho viver livre e não estava se importando como isto iria acontecer e quem seria ferido no processo.
    Aquele jovem tinha uma visão errada de sua própria vida, acostumado a viver em segurança ao lado do pai e da família, não conhecia as maldades das pessoas que viviam longe deles. O que ele via apenas era que estava vivendo sem liberdade, afinal o pai era a autoridade da família.
    Pode ser que seu desejo de viver de forma prazerosa, dilapidando a herança em vida, tivesse colocado em seu coração a pressa pela morte do pai. E como ela não acontecia nunca, eis que ele resolve pedir sua parte na herança. Imagine o quanto ele deve ter insistido!
    Sim, provavelmente ele tenha insistido demais, por isso aquele pai, para evitar uma confusão no lar, acabou por realizar seu desejo. Afinal, herança é assunto de testamenteiro, e não de herdeiro. Em todas as culturas, os herdeiros só devem preocupar- se com a herança quando chega o momento do inventario, até lá, cada um vive sua vida a seu modo.
    Aquele jovem queria sua herança para desperdiçar. Na verdade não sabia o valor de conquistar pelo trabalho, teria muito prazer em dilapidar de forma desordenada

    Nós também agimos assim, Queremos ensinar o Senhor trabalhar. Mas não é da nossa maneira, Deus, como Pai, sabe o que é melhor para você. Você não pode deixar Jesus, apara fazer sua própria vontade.

    De herdeiro a servo





    O herdeiro de uma grande fortuna agora fazendo um trabalho desprezivo. Geralmente quando contamos uma história, baseamos em nossa própria cultura. Então, os personagens desta história são judeus e, sendo assim, imagine o que é para um judeu tornar-se cuidador de porcos. Afinal, os judeus consideram porcos um animal imundo. E aquele jovem, que fora criado co todo o conforto, que tivera dinheiro para gastar com os amigos e com mulheres, agora passava fome, desejando comer as alfarrobas que eram lançadas aos porcos.

    Ali, vivendo na miséria, entre o mal cheiro dos porcos e seu remorso, o jovem lembrava da vida dos servos de seu pai. Estes viviam melhor que ele ali.
    Foi na mais baixa situação que aquele jovem conheceu o arrependimento.
    Decidido a humilhar-se a condição de servo, o jovem resolveu voltar ao seu lar. Estava aceitando trabalhar pelo pão, desde que fosse na casa de seu pai. Sabia que ali seria bem recebido, entre os seus iguais.
    A Surpresa
    Alfarrobas
    Houve festa quando ele voltou. Ao contrário do que acreditava, o filho não foi ser servo de seu pai. Na verdade sua volta foi motivo de festa. Afinal, era o retorno de um filho.





    Assim é com o homem que volta ao Senhor. A Palavra afirma que há festa no Céu quando um pecador se arrepende.

    Aquele jovem recebeu um anel, que é na verdade a assinatura do perdão, o voltar as origens, para as famílias importantes o anel era como um brasão, mais fácil de ser encontrado ainda em nossos dias. Aquele anel mostrava a sua condição, significava sua honra, seu retorno ao lugar na família.

    Deus não castiga o que se arrepende e volta. Bem, Deus não castiga ninguém, nós somos alcançados pelo que plantamos - a Lei da Semeadura – e pelo que as outras pessoas nos fazem.
    Para Deus o importante é festejar a Salvação do que retorna à Verdade.

    O outro filho

    1- Questionou o pai




    O pior que alguém pode fazer, é repetir o erro dos outros para justificar os seus. Um questionou e lutou pelo que queria, se perdera pelo mundo, agora o outro, vinha questionar também.
    Não podemos questionar o Senhor quando alguém é abençoado. Se você recebe pouco, a culpa é unicamente sua, porque você pede pouco.
    Pedir e não recebei... (Tiago 4-3 e 4).
    1. Não sabia aproveitar o que possuía.
    Não podemos ser como o filho pródigo, que pede, recebe e vai gastar o que recebeu no mundo, desperdiçando sem pensar naquele que abençoou a sua vida. O filho que abandona a casa do pai é aquele que que aceitou o Senhor apenas para ter a bênção e ao recebê-la, abandona o abençoador.
    Só que também não podemos ser o filho que fica ao lado do Pai, mas não aproveita os bens que vem de Deus, não pede e nem toma para si o que lhe é de direito.
      Conclusão
    Temos que pedir e usufruir na presença de Deus. Isto é o mais importante.
    É também importante não esquecer que não podemos realizar nossos sonhos, destruindo os sonhos dos outros. Jamais devemos subir usando as outras pessoas como degraus ou trampolim. Pessoas são pessoas e devem ser respeitadas pelo que são. Talvez seja esta a maior lição deixada por este filho, a necessidade de respeitarmos as pessoas que amamos e investem em nós.
    Aquele jovem lutou pelo direito de defender seu ponto de vista e foi esmagado pelo que acreditava. Às vezes o Caminho do Prazer é na verdade o caminho que nos levará à morte.
    Já com o filho que ficou, mas estava conformado em viver à sombra do pai, aprendemos que precisamos deixar claro o que queremos. Seja na vida espiritual, ou em qualquer esfera humana. Se você pensar bem muitos casamentos estão sendo destruídos por isto também. O que você está na mão, mas se você nosso deixar que quer, não vai ser feito, não vai adquirir de fato. Se é seu, agradeça e use, seja feliz.
    Aqueles dois filhos agiram errado, cada um de seu lado.
    • Um pediu mais gastou,
    • O outro não pediu e não recebeu e ficou murmurando.
    Agora você pode pedir e receber e, louvar a Deus por isto.

    Link para Alfarrobeira na foto ou Leia Aqui.


    terça-feira, 15 de novembro de 2011

    Lições de Jonas

    Lições de Jonas
    Jonas 1-6

    Introdução

    Levar o Evangelho é um dever do cristão, afinal o IDE é para todos. Mas constantemente somos defrontados com muito mais que a verdade do Evangelho.

    Temos que parar e observar algumas coisas das quais temos que abrir mão durante o processo.

    Houve alguém que foi pego em suas convicções e foi levado a levar uma Profecia forte e difícil para um povo inimigo seu.

    O desejo do Senhor é que todos se salvem, mas no processo, muitos que profetizaram a Salvação e os que mais tarde se dispuseram a levar o Evangelho tiveram que lutar contra suas próprias convicções, com seus temores e traumas.

    Jonas foi um dos mais célebres profetas no sentido de ter que lutar contra si mesmo, para cumprir a ordem do Senhor.

    O mundo está fazendo sua própria vontade. Quando ouvimos dizer que o mundo jaz no maligno, logo afirmamos que pertence ao diabo. O que jaz no maligno não é o mundo enquanto planeta. É este sistema de coisas. O sistema humano, política e cultura permitiu-se viver de acordo com seus próprios desejos, sem fazer escolhas.

    Esquecemos que quando não fazemos escolha, isto em si, já uma escolha. Na verdade os reinos perpetuam-se na maldade, já a Terra é do Senhor. Então, lembre-se sempre que de Deus é a terra e sua plenitude. O sistema esta corrompido pelo pecado do homem, afinal foi por um homem que entrou o pecado no mundo e, também por um homem veio o perdão.

    O mundo está nesta situação que vemos é porque as pessoas estão constantemente fazendo sua própria vontade, não pensam nas outras, não sabem abrir mão de nada pelo bem do próximo.

    Desobediência


    Obedecer geralmente é ir contra o que desejamos fazer. Então desobedecer é o melhor caminho que se apresenta.

    Desobedecemos pastores, líderes, nossos pais, e até Deus e, depois não entendemos porque certos processos vem sobre nós. Nem pensamos que são consequência de nossas escolhas.

    Veja o que aconteceu no Céu. Satanás rebelou-se contra as regras do Céu e com ele pereceram um terço (1/3) dos anjos. Acontece que isto não aconteceu do nada. Satanás formou seu plano ardiloso de modo que enganasse estes anjos todos, em conversas individuais, convencendo-os em sua amizade, diz isto aqui e aquilo ali.

    O que eles não sabiam era que o ouvir e dar atenção a satanás, que era um anjo como eles, iria trazer consequências até então desconhecidas por eles. Eles descobriram que não há nada pior que sair da presença de Deus.

    Desobedecer, mas assumir que errou

    Jonas também desobedeceu, mas quando confrontado pelos seus companheiros de viagem, ele não mentiu ou tentou fugir de sua responsabilidade. Pelo contrário, ele assumiu seu erro, e, mostrando arrependimento, ainda arrumou uma forma de tirar daqueles homens o perigo que vieram sobre eles por causa de seus atos.

    Aqueles homens o encontraram no porão e o questionaram, sabendo ser ele o causador daquele mal, respondeu com sinceridade.

    O que fazes?” - Perguntaram eles.

    Sou profeta”- Respondeu ele.

    Quem és?” - perguntam de novo.

    E ele: “Sou hebreu”. - Ou seja, pertencia ao povo escolhido.

    A quem temeis?” - Ao Senhor Jeová.

    Pronto, estava feito. Desobedeceu sim, mas assumiu e mostrou a quem de fato servia, a Deus e não à sua própria vontade.


    Grande Problema, grande solução


    Ao ser jogado no mar, logo depois Jonas enfrentou um problema ainda maior. Apareceu um grande peixe e o engoliu. Durante 3 dias e 3 noites ele permaneceu dentro daquele animal, em seu desespero Jonas orou ao Senhor.

    Que nós possamos aprender com esta história a obedecer a Deus, aos nossos pais e pastores, ou toda a liderança que se apresentem em nossas vidas.

    Jonas diz: Fui ao inferno e clamei. E ali fiz um voto ao Senhor e o cumprirei.

    Obedecer mesmo contra nossa vontade

    Jonas aprendeu algo sobre obedecer. E assim decidiu pregar mesmo sem querer.

    Quando erramos queremos e que os outros morram, mas se o erro é nosso, nós temos que assumir, deixar de lado nosso orgulho e fazer o que é certo. Para Jonas o certo era trazer a Palavra pela Profecia. Transmitir o que Deus queria dizer ao povo de Nínive. Assim é a nossa pregação, temos que transmiti-la sem pensar se quem vai receber a Palavra é nosso amigo ou não.

    Jonas passou 40 dias pregando a palavra

    Arrependei-vos e todos ouviram, arrependeram-se, humilharam-se, oraram e foram perdoados, alcançando a vida para toda aquela nação.

    O fato destes se humilharem nos ensina também que para uma pessoa ser salvo tem que ter vida com Deus, do contrário é semente seca e infértil.

    A água que faz a semente brotar é o Espírito Santo.


    Plantar na seca
    No nordeste brasileiro, na época da alta da seca, o nordestino abre a terra, arando-a de ponta a ponta. A seguir coloca as sementes nos sulcos feito na terra.
    O turista que observa por certo vê a situação pensa que aquilo é uma loucura. Sol escaldante e vento forte, poeira por todos os lados e, os locais semeando.

    Passado os dias, vem a chuva e nos primeiros dias de dezembro as plantas germinam e brotam todas. Os campos todos ficam verdes e com vida.
    Surpreendendo os mais pessimistas com o resultado final.

    Conclusão

    Assim é a Palavra do Senhor, talvez seja por isto que está escrito que a Fé vem pelo ouvir, o ouvir a palavra de Deus, pois de fato é assim que acontece, é o ouvir cada dia um pouco, e aos poucos vai curando as feridas.

    A transformação geralmente acontece aos poucos. A pessoa começa ouvindo, percebendo onde está errando e quando menos se espera, a vida espiritual renasce, como as plantas no período pós seca.
    Não devemos esperar a chuva chegar, temos que preparar a terra antes, arar com nosso carinho, semear com sabedoria e permitir que o Espírito Santo regue com sua abundante chuva.




    domingo, 13 de novembro de 2011

    Pense sobre Buscar a Deus.

    Buscar a Deus de todo o coração é justamente andar em sinceridade, desejar fazer a vontade do Senhor de fato, sem usar de fugas e subterfúgios para fugir de nossa maior responsabilidade: O Ide.
    Infelizmente nos enganamos inventando desculpas para não agradarmos ao Senhor, dizendo a nós mesmos e aos outros que não conseguimos, que não somos fortes o suficiente, que não é nosso dom.
    Deus tem mais para nós, dizemos, mas se buscamos este mais é em outras áreas e não para nossa vida espiritual. Sempre dizemos, não faço, mas existem outros fazendo, não evangelizo, mais oro, mas será que oro mesmo?
    Não evangelizo, mas posso fazer outra coisa na Casa do Senhor.


    Então esta bem. O que é mesmo que faço para o Senhor?

    Buscar a Deus é mais que pedir ao Senhor o carro do ano, o melhor casamento, a melhor roupa ou um novo emprego, só que nossa oração é basicamente esta. Se não estamos orando por nossos próprios interesses, estamos orando pelo de nossos familiares.
    E nossa oração é mais para que nos saiamos bem, do que de fato para que Deus seja louvado em nossas vidas.
    Qual o motivo das suas orações?
    Você ora mais para Deus abençoar sua vida ou para Deus salvar seu vizinho?
    Você ora mais para Deus abençoar sua família ou para salvar a nação?
    Você ora mais para Deus abençoar sua mesa ou pelos famintos da África?
    Você ora mais para Deus abençoar seus familiares ou pela Paz em Israel?
    Você ora mais para Deus abençoar seu trabalho ou para as Igrejas perseguidas em países que aprisionam os cristãos, para que neguem a Fé?
    Você ora pelo seu País?

    Responda para você mesmo.
    Reavalie sua lista de oração. Sim, os nomes que você fala em suas orações geralmente são os mesmos.
    Buscar a Deus, é sim orar, é procurar ter intimidade com Deus. Mas o que é mesmo ter Intimidade com alguém?
    Ora, para sermos íntimos de alguém, temos que ao menos nos preocuparmos com o que esta pessoa deseja, conhecer os seus sonhos e, sendo possível, até procurarmos ajudar realizar este desejo.
    Qual é o desejo de seu melhor amigo?
    Bem, esta pergunta podemos fazer sobre Jesus. Qual é o maior desejo do Senhor?
    Salvar.
    O que Ele fez por nós? Esta resposta fica clara em I João 3- 16 que afirma que é através do que Ele fez que sabemos o que Ele sente por nós: Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos (I João 3-16), só que no final do versículo stá o que nós devemos fazer.
    Se amamos de fato, devemos dar nossas vidas por amor destes que são amados pelo Senhor, mas que não tem ninguém que vá até eles. A pergunta de Isaias 6-8 é para nós hoje: Então ouvi a voz do Senhor, conclamando: "Quem enviarei? Quem irá por nós? " E eu respondi: "Eis-me aqui. Envia-me! "  (Isaías 6:8), mas a nossa resposta deveria ser a que o Senhor recebeu dos lábios do jovem Isaias: "Eis-me aqui. Envia-me! .
    Pense nisto e Boa Semana!

    sábado, 12 de novembro de 2011

    Saindo da Igreja

    Saindo da Igreja

    Pastor Sergio C Silveira
    Lucas 9-6

    Saindo, pois, os discípulos percorreram as aldeias, anunciando o evangelho e fazendo curas por toda parte.

    Estamos nos prendendo nos Templos. Desvirtuando o Evangelho, prendendo a Mensagem do Senhor às paredes das Igrejas e aos ouvidos dos fiéis.

    Jesus não abriu nenhuma Igreja, embora tenha pregado nas Sinagogas – igrejas de seu povo . Ele usava encontros casuais para levar as Boas Novas:

    • A Samaritana,
    • O Gadareno,
    • Zaqueu,
    • Jairo,
    • Os leprosos,
    • Bartimeu.

    Jesus também reunia-se de modo informal nas casas de seus amigos. Levou sua Palavra a casa de Simão, curou na casa de Pedro, ensinou na casa de Zaqueu.

    Seu primeiro milagre não foi em uma reunião religiosa, foi numa festa de Casamento e de modo totalmente informal.

    Aproveitava estradas, praias e montanhas para dizer seus sermões. Tanto que o sermão mais difundido nos altares das Igrejas hoje é o Sermão da Montanha.

    Nós estamos prendendo o Evangelho nos templos, não estamos aproveitando as oportunidades para falar do amor de Deus. Passamos por desconhecidos sofrendo e deixamos eles à beira do caminho sem ouvir do amor de Deus.

              Aproveitando as Oportunidades

    E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. E ERA TRAZIDO um varão que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual, todos os dias, punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmolas aos que entravam” (Atos 3.1,2).

    Não sabemos aproveitar as oportunidades para falar de Jesus.
    Um dia iam passando para o templo Pedro e João, os apóstolos. Pela Estrada era trazido um coxo, que era deixado à porta Formosa, a mendigar, ao ver os apóstolos, o homem os chamou. Os apóstolos viam, talvez conversando sobre assuntos diversos, mas não com o pensamento disperso.

    Andando pelo caminho, os pensamentos estavam em Jesus. Quando parados pelo coxo, que lhes pediu uma esmola, Pedro lhe informou que nada tinham, mas que possuía uma riqueza maior.
    Momentos depois o coxo saiu na frente deles saltando e curado.

    Jesus passou por ali, outros apóstolos também, mas aquele dia, era o dia do coxo.

    Sem saber, aquele homem falou com alguém que estava centrado em um propósito: Salvar.

    E nós deveríamos ter esta mesma atitude, estarmos centrado neste propósito, pois é para isto que somos chamados. Para toda e qualquer atividade cristã é necessário um dom, já para evangelizar, basta sermos salvos.

    É interessante notar que por aquele lugar era costume passar os religiosos daquela época, escribas e fariseus, muitos deles justos aos seus próprios olhos, mas que presos aos seus preconceitos ao olharem o homem, só conseguiam ver um pedinte. Já Pedro e João viram viram um homem feito a imagem e semelhança de Deus. Só quando olhamos o próximo como Deus o vê, podemos agir com amor e misericórdia e foi o que aconteceu ali: Pedro e João viram no homem a imagem e semelhança de Deus e lançaram sobre ele uma palavra de vida, ministrando assim a cura aquele coxo. Justamente a forma misericordiosa dos apóstolos olhar que mudou para sempre a vida daquele paralitico.

    Evangelizar

    Evangelizar é algo que podemos fazer em qualquer situação, simplesmente porque podemos aproveitar qualquer situação para isto. Na condução, na escola, no trabalho, no hospital, por carta, telefone, internet, sempre temos a oportunidade, só precisamos aproveitar.

    Pense em quantas vezes você poderia ter aproveitado um comentário de um estranho para introduzir o amor de Deus. Quantos nos perguntaram sobre o tempo – maior desculpa do mundo para início de conversa no mundo. Quantas vezes não passamos horas em bancos, hospitais e fila do mercado, sem falar de Jesus, verdadeiros 007 Cristão. Passamos despercebidos aos doentes, sendo que somos o remédio que eles precisam e, que muitos vezes, estavam precisando.

    Jesus, os apóstolos e outros cristãos antes de você aproveitaram as oportunidades, por piores que fossem – Pedro, Estevão, Paulo e outros aproveitaram até o momento da prisão e, em sua defesa ousaram testemunhar do amor de Deus.

    Jesus, voltemos a Ele, foi a mercados, barcos de pescadores, vilas, casas das pessoas comuns, percorria todos os povoados, os encontros eram casuais, mas o propósito era um só, o mesmo de Pedro e João, o mesmo de Deus ao permitir que seu Filho deixasse seu Trono de Glória para viver entre pecadores. Que propósito é este? Salvar, simplesmente salvar.

    Conclusão

    O Ide é uma comissão de Fé, uma ordem para todos, quando disse: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura (Marcos 16:15) estava mandando a todos, não mandou apenas um ou outro, deixou uma ordem para que os salvos levassem as Boas Novas. Não disse um ou outro, deu uma ordem que serve a todos os que o aceitarem. As palavras ditas a Simão Pedro e seu irmão André serve para todos que os seguirem: (...) Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens (Mateus 4:19).

    Sim, nós somos pescadores de homens, mas não pescadores de pesque e pague, ou um aquário, os nossos “peixes” estão em alto mar, neste mundo tenebroso, cheio de pecados e dor.

    Que possamos aproveitar as oportunidades como elas se apresentam. Você pode ser a única pessoa que alguém vai encontrar pelo caminho.

    O problema hoje é que estamos presos, por nós mesmo, por nossas delimitações, aos templos. O certo mesmo é nós sairmos dos templos e levarmos adiante o Evangelho de forma simples e objetiva, com o intuito de salvar.

    Igreja é lugar de crente, mais o campo missionário começa na sua casa, sua família são os primeiros que precisam de uma Palavra de Salvação, as almas estão fora das portas dos templos, para alcança-las temos que sair deles.

    Gratos pelo cometário

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